Um homem foi preso preventivamente em Manaus, suspeito de cometer violência sexual contra duas adolescentes, de 13 e 14 anos. Conforme as investigações da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), ele teria abordado as estudantes nas proximidades de uma escola estadual e oferecido carona às jovens.
De acordo com as informações policiais, as adolescentes aceitaram a oferta e foram levadas para um imóvel ligado ao investigado. No local, segundo a apuração, o homem teria oferecido bebidas alcoólicas misturadas a substâncias entorpecentes. As jovens teriam ficado em situação de vulnerabilidade, ocasião em que ocorreram os abusos denunciados.
O caso chegou ao conhecimento das autoridades depois que as adolescentes retornaram para casa. Ao perceberem mudanças incomuns no comportamento das filhas, os familiares buscaram esclarecimentos e, posteriormente, procuraram a polícia.
Durante a investigação, foram realizados exames periciais que, segundo a polícia, identificaram substâncias entorpecentes no organismo das duas adolescentes e apontaram indícios relacionados à violência sexual investigada.
A delegada Juliana Veiga, responsável pela unidade especializada, explicou que a abordagem ocorreu nas proximidades da escola e que as vítimas foram levadas até um imóvel, onde teriam recebido bebidas misturadas com drogas antes dos abusos.
Investigação apura crimes contra as adolescentes
O procedimento conduzido pela Depca resultou no pedido de prisão preventiva do suspeito. Ele deverá responder por estupro de vulnerável e tráfico de drogas, conforme informado pelas autoridades.
A investigação busca esclarecer todos os detalhes do caso e reunir elementos que sustentem a responsabilização criminal do investigado.
A Polícia Civil também reforça a importância de crianças e adolescentes receberem orientações sobre situações de risco envolvendo pessoas desconhecidas. Em casos de suspeita de violência contra menores, a denúncia pode ser feita às autoridades policiais ou ao Disque 100, canal nacional de denúncias de violações de direitos humanos.
Por envolver vítimas menores de idade, a identidade das adolescentes é preservada.









