O Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC-AM) deu dez dias para que a Defesa Civil estadual explique a contratação, por R$ 2,1 milhões, de um avião agrícola de combate a incêndios com menor capacidade de atuação. O ofício também cobra esclarecimentos sobre quais opções foram consideradas antes de fechar o contrato sem licitação com a empresa Jusarah Agro Aérea.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o governador Roberto Cidade (União) elencou a contratação como um marco para o estado. “O governo investiu, com recursos próprios, em uma aeronave potente para apagar com mais agilidade os incêndios”, disse.
A publicação mostra a aeronave em atuação, auxiliando a controlar os focos de incêndio registrados em Iranduba, na semana passada. A reportagem pediu um posicionamento da Defesa Civil a respeito dos questionamentos do MPC e aguarda retorno.
De acordo com a proprietária da aeronave, o avião contratado pelo governo tem cerca de três horas e meia de autonomia e velocidade próxima de 245 km/h. “Isso permite deslocamentos rápidos entre o abastecimento e o foco, com lançamentos sucessivos, inclusive em mata fechada e áreas de difícil acesso”, defende a Jusarah Agro Aérea.
Segundo a empresa, a mesma tecnologia é usada em lavouras
Fonte: Acrítica.com









