Categoria: Educação

  • Sisu+ 2026 preenche 99,5% das vagas na chamada regular

    Balanço do Ministério da Educação aponta sucesso da edição complementar inédita do Sisu, com 236 mil inscrições para 9.436 vagas em 34 instituições públicas de educação superior em todo o Brasil

    Educação – O Ministério da Educação (MEC) divulgou, nesta quarta-feira, 24 de junho, o resultado da chamada regular do Sisu+ 2026, etapa complementar inédita ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O resultado, disponível no Portal Único de Acesso, registrou a ocupação de 99,51% das 9.436 oportunidades ofertadas logo na chamada regular. 

    Participaram do processo 132.488 candidatos, com volume de 236.804 inscrições, já que cada estudante pôde optar por até dois cursos e, com as alterações da Lei de Cotas, quem concorre sob ações afirmativas também participa da seleção via ampla concorrência. A oferta global contemplou 532 cursos de graduação distribuídos em 34 instituições públicas de educação superior de todas as regiões do país. 

    Do total, 3.822 candidatos foram aprovados na modalidade de ampla concorrência, enquanto categorias de cotas, como estudantes de escolas públicas autodeclarados pretos, pardos e indígenas, somaram quase 3 mil candidatos aprovados.  

    No cenário nacional, o estado da Paraíba liderou o acesso (1.775 aprovados), seguida pelo Rio de Janeiro (1.636), Minas Gerais (1.462), Ceará (996) e Rio Grande do Sul (909). Entre as instituições, a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ), o Instituto Federal do Ceará (IFCE) e a Universidade Federal do Pampa (Unipampa) se destacaram como as maiores ofertantes. 

    As graduações com maior volume de inscrições foram direito (14.221 interessados), administração (13.653) e engenharia civil (10.844), seguidas por fisioterapia (10.580) e enfermagem (9.153). O acesso permitiu a utilização de desempenhos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 a 2025, assim como o Sisu 2026. 

    “Os dados desta primeira edição sublinham o amadurecimento contínuo das políticas de acesso à educação superior promovidas pelo Ministério da Educação, que têm como foco estimular a ocupação de vagas, a plena autonomia das instituições públicas de educação superior e a liberdade dos jovens na construção de seus percursos de vida”, afirmou o secretário de Educação Superior do MEC, Marcus David. 

     O programa integra um ciclo mais amplo de aprimoramento do Sisu, como as alterações recentes da Lei de Cotas, aprimoramentos importantes no sistema de inscrição e melhorias na organização de vagas. A seleção é uma etapa complementar ao Sisu que tem o objetivo de ampliar o acesso à educação superior — contribuindo para a ocupação de vagas disponíveis — e de aperfeiçoar os processos da ferramenta de seleção. A etapa fortalece as instituições públicas de educação superior ao permitir que utilizem a estrutura do Sisu para ofertar vagas que, de outra forma, poderiam depender de processos seletivos próprios, com maior dispersão de regras, calendários e canais de divulgação. 

    A participação é voltada às instituições públicas e gratuitas que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026 e formalizado a adesão por meio de termo. A tendência é que o Sisu+ seja utilizado especialmente para: cursos que, tradicionalmente, dependem de chamadas sucessivas para preenchimento de vagas; instituições que realizariam processos seletivos próprios para vagas com ingresso no segundo semestre; cursos de licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas em que a ampliação do acesso esteja associada a políticas públicas complementares; e instituições que desejem utilizar a infraestrutura do Sisu para reduzir custos administrativos, ampliar a divulgação das vagas e padronizar procedimentos de seleção.

    O objetivo é reduzir a necessidade de processos seletivos próprios paralelos e apoiar a organização das ofertas acadêmicas em ambiente já conhecido pelas instituições e pelos estudantes, incluindo instituições localizadas em regiões interiorizadas do país e ampliando a visibilidade de vagas eventualmente disponíveis fora dos grandes centros urbanos.

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria Educação Superior (Sesu)

  • Vini Jr. é inimigo do ponto-final? Saiba por que jogador parece não terminar as frases em entrevistas

    A convite do g1, linguistas analisaram os vídeos (basicamente um VAR) para explicar se realmente há uma ‘mistura’ do português brasileiro com o espanhol. Veja se hipótese foi validada ou anulada.

    Educação – Se o jeito de falar de Vini Jr. fosse aplicado ao futebol, poderíamos dizer que ele quer prorrogação mesmo na primeira fase da Copa, quer pênaltis, quer um jogo infinito, quer o cancelamento dos “cooling breaks”, quer terminar o do Marrocos e já começar o do Haiti (por que não emendar também com o da Escócia), pois ele é: um atleta inimigo do fim.

    Vários trechos de entrevistas recentes de Vini viralizaram nas redes sociais para ressaltar o curioso hábito do jogador de não dar uma entonação de ponto-final no fim das frases.

    A especulação mais comum nos comentários é que isso seria uma influência da língua espanhola, já que ele mora em Madrid, na Espanha, desde julho de 2018.

    O g1 chamou o VAR, composto por linguistas especializados nas interferências entre a língua portuguesa no Brasil e a variante do espanhol de Madrid, para analisar se a hipótese faz sentido. Elas tiveram de revisar o lance algumas vezes. Vamos entender qual a conclusão abaixo.

    O veredito?

    👅Em resumo: O que ocorre é um fenômeno chamado de atrito linguístico.

    Isso significa que passa a ocorrer uma mudança na língua materna dele (português) em função do uso constante de outro idioma (espanhol).

    “No caso de Vini, esse atrito linguístico está no nível prosódico [ou seja, ritmo, velocidade, intenção e melodia da fala], em especial, na entoação”, afirma Maristela Pinto, professora-doutora da língua espanhola na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

    • 🎶O que é entoação? Em termos mais simples, é o “sobe e desce” da fala de alguém. Com base nessa melodia, sabemos se a pessoa está fazendo uma pergunta, se está surpresa, se está afirmando algo categoricamente etc.

    Existe uma diferença grande entre esse “sobe e desce” quando o falante faz uma pergunta de “sim ou não”:

    • Em português brasileiro – O fim das questões é sempre “para baixo” (descendente), como se a nossa voz fosse morrendo no fim da frase.

    Exemplo: “Você que fez esse bolo?”. Leia em voz alta. Perceba como a última sílaba (“lo”) fica bem mais fraquinha do que o resto da frase.

    • Em espanhol madrilenho – O fim dessas questões é sempre “para cima” (ascendente).

    Exemplo: “¿Tú hiciste este pastel?. O “auge” da pergunta, o ponto mais alto dela, é justamente o “tel”.

    “Para um nativo do português do Brasil, terminar as perguntas em espanhol é mais complicado, justamente porque o português perde força nas sílabas finais”, afirma Adriana María Ramos Oliveira, professora do Instituto Cervantes de São Paulo e do CEFET/RJ.

    Se aplicar a mesma dinâmica [de ‘descer’ no fim da questão’] em Madrid, vai ficar sem resposta. Não vão entender que é uma pergunta”, completa ela, que é especialista na fonética e na fonologia espanholas em contraste com o português do Brasil.

    O que Vini vai além desse “engano”: ele emprega a entoação típica de perguntas em Madrid e a aplica em absolutamente qualquer frase afirmativa em português.

    Como ele está terminando as frases ‘subindo’, soa estranho e com essa sensação de não conclusão do pensamento, de não fim da frase, rotulada de forma brincalhona como ‘inimigo do ponto-final’”, diz Maristela, da UFFRJ.

    Está tudo bem, Vini? Ou melhor, está tudo bem, Vini. Não é fácil usar mais de uma língua no dia a dia.

    Fonte: G1

  • Ufam abre inscrições para 300 vagas em cursos a distância no Amazonas

    Oportunidades são para os bacharelados em Administração e Biblioteconomia, com vagas destinadas a moradores de nove municípios do Amazonas.

    Educação – A Universidade Federal do Amazonas (Ufam) abre, nesta quarta-feira (17), inscrições gratuitas para um processo seletivo com 300 vagas em cursos de graduação a distância. As oportunidades são para os bacharelados em Administração e Biblioteconomia, com vagas destinadas a moradores de nove municípios do Amazonas.

    As inscrições poderão ser feitas até as 17h do dia 6 de julho de 2026, conforme o edital. Os interessados devem realizar o cadastro pela página da Comissão Permanente de Concursos (Compec) da Ufam.

    Podem participar candidatos que moram em Autazes, Barreirinha, Borba, Carauari, Lábrea, Nhamundá, Parintins, Pauini e Tefé, ou em localidades próximas. Também é necessário ter concluído o ensino médio até a data da matrícula.

    Vagas por município

    As oportunidades estão distribuídas entre os dois cursos:

    Administração:

    • Autazes: 20 vagas;
    • Barreirinha: 30 vagas;
    • Borba: 25 vagas;
    • Carauari: 30 vagas;
    • Nhamundá: 25 vagas;
    • Pauini: 20 vagas.

    Biblioteconomia:

    • Barreirinha: 20 vagas;
    • Borba: 20 vagas;
    • Carauari: 20 vagas;
    • Lábrea: 20 vagas;
    • Nhamundá: 15 vagas;
    • Parintins: 20 vagas;
    • Pauini: 15 vagas;
    • Tefé: 20 vagas.

    No momento da inscrição, o candidato deve escolher a modalidade de concorrência, considerando as vagas de ampla concorrência e as reservadas pelas políticas afirmativas.

    Prova e calendário

    A prova está prevista para o dia 26 de julho, nas cidades onde funcionam os polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB). O resultado final deve ser divulgado a partir de 14 de agosto de 2026.

    O cartão de confirmação de inscrição estará disponível a partir de 17 de julho. No dia da prova, os portões serão abertos às 7h (horário de Manaus), e o exame terá início às 8h15, com duração de quatro horas.

    A avaliação terá 36 questões de múltipla escolha, com perguntas de Língua Portuguesa, História, Geografia e Matemática.

    Como funciona o curso

    As aulas começam no segundo semestre de 2026 e serão realizadas na modalidade a distância. Os estudantes também terão atividades presenciais obrigatórias nos polos da Universidade Aberta do Brasil nos municípios participantes.

    Por isso, o candidato precisa escolher um polo ao qual consiga se deslocar para participar das atividades presenciais.

    Fonte: G1

  • Seduc convoca 42 candidatos aprovados no PSS para atuação no interior e áreas indígenas

    Atendimento aos candidatos convocados acontecerá a partir desta quarta-feira (17/06).

    Educação – A Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar convocou, na terça-feira (16/06), 40 novos candidatos aprovados no Edital nº 01 do Processo Seletivo Simplificado (PSS) para contratação temporária e atuação no interior do estado, e 2 candidatos aprovados no Edital nº 02 para atuação em áreas indígenas. As modalidades são Ensino Regular, Especial e Mediado por Tecnologia. A lista completa com o nome dos aprovados está disponível no link https://bit.ly/pss_seducam.

    O processo de atendimento aos convocados acontecerá, em um primeiro momento, de maneira virtual, entre a 0h01 e 23h59 desta quarta-feira (17/06), via Sistema Admissional, por meio do link https://admissao.seduc.am.gov.br/. No segundo momento, os candidatos serão atendidos de maneira presencial, a partir das 8h de quinta-feira (18/06), na sede da Coordenadoria Regional de Educação (CRE) onde submeteram o processo seletivo. Neste momento, é obrigatória a entrega dos documentos e lotação, conforme previsto no edital.

    “Os candidatos que não conseguirem enviar seus documentos por meio do Sistema Admissional poderão comparecer à sede da Coordenadoria Regional de Educação munidos de toda a documentação exigida no edital. Após a lotação, a atuação em sala de aula é imediata”, destacou a gerente de Admissão e Atenção ao Servidor (Gaas), da Secretaria de Educação, Marilene Remígio.

    Todos os procedimentos e informações referentes à documentação necessária para admissão constam na convocação publicada pela Secretaria de Educação.

    O não comparecimento do convocado excluirá o candidato do certame, ocasionando a perda do direito à vaga, conforme os editais de nº 01 e 02-PSS/SEDUC/2023/2024 informam.



    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Símbolo do modernismo, painel Educação é reinaugurado no MEC

    Encomendado por Oscar Niemeyer durante a construção de Brasília, mural de 15 m² da artista Gilda Reis é relevante para o modernismo brasileiro. Restauro da obra devolve a trajetória feminina nas artes

    Educação – Ministério da Educação (MEC) reinaugurou, nesta terça-feira, 16 de junho, o painel Educação, da artista carioca Gilda Reis, localizado no 9º andar do edifício-sede da pasta, em Brasília (DF). Produzido nos anos 1960, a convite de Oscar Niemeyer, o mural de 15 metros quadrados integra o projeto original do prédio e retrata as desigualdades sociais brasileiras, destacando a educação como instrumento de transformação.  

    A obra encontrava-se em estado de deterioração, com perda de quase 30% da pintura original. A restauração ocorreu entre setembro de 2025 e maio de 2026, em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel).  

    Durante a solenidade, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, destacou que a preservação do patrimônio histórico e artístico dialoga com o processo de fortalecimento das políticas públicas educacionais. “Durante alguns anos, tivemos interrupções no desenvolvimento da educação brasileira, mas a restauração desse mural significa a retomada do investimento na educação pública, gratuita e de qualidade. Hoje, nossas universidades são ocupadas por pobres, pretos, indígenas e quilombolas que realmente têm acesso à educação de qualidade”, afirmou. 

    Durante alguns anos, tivemos interrupções no desenvolvimento da educação brasileira, mas a restauração desse mural significa a retomada do investimento na educação pública, gratuita e de qualidade.” Leonardo Barchini, ministro da Educação

    Segundo o ministro, preservar a memória é garantir que as futuras gerações compreendam a história do país e reconheçam o papel da educação na promoção da cidadania e da inclusão social. 

    Já Marta Reis da Fonseca, filha da autora da obra, relembrou a trajetória da mãe, sua participação nos projetos artísticos ligados à construção de Brasília e o compromisso permanente com temas sociais presentes em seus trabalhos. “Ela tinha muito orgulho desse trabalho. Sempre foi uma artista preocupada com as desigualdades sociais e acreditava no papel transformador da arte”, afirmou. 

    A cerimônia também contou com a presença da subsecretária de Gestão Administrativa (SGA) do MEC, Jussara Cardoso Silva Freitas, e das coordenadoras dos trabalhos de restauro, professoras Karen Velleda Caldas e Mirella Moraes de Borba, da UFPel. 

    Modernismo – Sobre a relevância da artista Gilda Reis, Roberto Heiden, professor de história da arte no Departamento de Museologia, Conservação e Restauro (DMCOR), do Instituto de Ciências Humanas (ICH) da UFPel, explica a relação da obra com o modernismo brasileiro — um movimento artístico, literário e cultural que repercutiu no século 20 — e com a criação e a construção de Brasília.   

    Segundo o especialista, Niemeyer é reconhecido pela sensibilidade em relação às artes e pelos inúmeros projetos desenvolvidos em parceria com artistas. “É nesse contexto histórico que se insere o mural Educação, pintado no início da década de 1960, período em que outros artistas também realizavam obras importantes na cidade. O convite feito por Niemeyer para que Gilda executasse o mural acrescenta uma camada adicional de importância histórica ao trabalho e sempre foi motivo de orgulho para a pintora”, afirma. 

    Heiden completa que, para muitos pintores, a escolha entre formas abstratas ou figurativas se fazia necessária e, por vezes, conflituosa, mas Gilda transitou com naturalidade entre as duas vertentes, e o mural Educação congrega ambas. A análise visual da obra também evidencia a assimilação, por parte da artista, de diferentes referências estilísticas, como o cubismo e o expressionismo, algo recorrente entre artistas modernistas brasileiros.   

    “Apesar da relevância dessas características formalistas, não se pode perder de vista que o tema central da pintura possui uma dimensão social: a obra retrata crianças em idade escolar, algumas vestindo uniforme estudantil e outras de origem humilde, com roupas simples e pés descalços. Gilda buscava representar a importância da assistência estatal às crianças mais vulneráveis, oferecendo acolhimento e acesso à educação. A pintura, assim, configura-se como um apelo visual por justiça social”, especifica o pesquisador da UFPel.   

    Contexto – A reinauguração encerra uma longa trajetória de abandono. Após deixar de ocupar o salão nobre do gabinete ministerial, onde foi originalmente instalado, o painel perdeu visibilidade e chegou a ser coberto por tapumes. Em 1992, técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) redescobriram a obra escondida e já bastante deteriorada por infiltrações, com fragmentos espalhados pelo chão. Na época, uma tentativa de restauração não avançou e o ministério optou apenas por proteger o mural com portas de vidro.  

    Em 2012, uma reforma realizada no local agravou ainda mais os danos. Novas tentativas de recuperação também não prosperaram, e a obra permaneceu sem intervenção efetiva por anos. Nesse período, o painel passou a ser citado como um dos exemplos mais emblemáticos da degradação do patrimônio artístico instalado em edifícios públicos federais. 

    O cenário começou a mudar em 2024, quando a atual gestão do MEC iniciou, em parceria com a UFPel, um amplo trabalho de diagnóstico, pesquisa e restauração. Concluído em 2026, o processo devolveu ao mural suas características originais e permitiu recuperar a única obra remanescente de Gilda Reis ainda preservada em Brasília.  

    O painel foi encomendado pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) durante a construção de Brasília. Na obra, a autora apresentou duas realidades distintas: de um lado, estudantes uniformizados e sorridentes e, do outro, uma mãe e seus filhos descalços, com olhares distantes e sem esperança. Com cerca de 15 metros quadrados, o painel integra arte, história e cultura ao evidenciar contrastes sociais e reforçar o papel transformador da educação.  

     A restauração ficou a cargo da UFPel. A parceria do MEC com a universidade acontece por meio de um termo de execução descentralizada (TED) e integra o Programa Multiações para o Patrimônio Cultural, do curso de conservação e restauração de bens culturais móveis da universidade.   

    A equipe da UFPel que atuou no projeto é multidisciplinar e tem ampla experiência na restauração de obras artísticas. Entre elas, constam as 20 obras vandalizadas no Palácio do Planalto, no 8 de janeiro de 2023, que foram recentemente restauradas. Todo o trabalho foi feito por especialistas em áreas como pintura mural, pesquisa histórico-artística, conservação preventiva, restauração sustentável, documentação científica, fotografia e mapeamento de dados, além dos responsáveis pela análise química e compatibilidade dos materiais a serem utilizados.   

    Legado – Aos 78 anos de idade, a arqueóloga e profissional da cultura Marta Reis da Fonseca lembra com carinho da Gilda Reis mãe, mulher, amiga e artista. A única filha da pintora enfatiza que a mãe era uma pessoa diversa, com muitas particularidades, não sendo possível lhe atribuir algum rótulo. “Eram muitas Gildas, a maioria fascinante, outras apaixonantes, e isso se reflete nas obras dela. Tem arte religiosa, anjo, favela, Cristo, figuras abstratas… Tem tudo ao mesmo tempo, as obras dela não estão inseridas somente em um lugar”, conta.  

    Sobre a relação da artista com o modernismo, Marta acrescenta que essas múltiplas facetas de Gilda Reis sempre seguiram um caminho próprio. “Foi uma trajetória independente, marcada por autonomia e muita convicção. Ela era feliz e profundamente orgulhosa do legado que construiu”, relata. Disponíveis no acervo virtual de Gilda organizado pela filha, registros em jornais nacionais e internacionais evidenciam a relevância da artista.   

    Gilda Reis – Nascida no Rio de Janeiro, Gilda Reis Netto teve uma longa trajetória artística e participou de mais de 50 exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. No Brasil, estudou com Ivan Serpa e André Lhote e, em Paris, foi bolsista do governo francês na Académie de la Grande Chaumière e no Ateliê Kokoschka. Em Brasília, no Plano Piloto, pintou murais na Escola Parque da 307/308 Sul, entre 1959 e 1961, e no Iate Clube de Brasília, em 1962. Todos foram destruídos. Outros murais da artista encontram-se no Museu Casa dos Pilões, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, e em uma residência particular em Anápolis (GO).  

    Gilda foi condecorada com a medalha de bronze no 33º Salão de Artes Plásticas da Associação dos Artistas Brasileiros no Rio de Janeiro em 1962; participou da 7ª Bienal de São Paulo em 1963; e foi artista convidada do 2º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, em Brasília, em 1966. Entre 1967 e 1982, viveu e trabalhou nos Estados Unidos e na Argentina, retornando ao Brasil em 1982. Continuou a expor até 1999, quando fez a última exposição individual no Rio de Janeiro.   

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC  

  • Abertas inscrições para o primeiro Sisu+

    Candidatos podem se inscrever até sexta-feira, 19 de junho, exclusivamente, pelo Portal de Acesso Único. Etapa complementar inédita do Sisu oferta 9.436 vagas disponíveis em 34 instituições públicas

    Educação – Ministério da Educação (MEC) abriu, nesta segunda-feira, 15 de junho, as inscrições para o Sisu+: etapa complementar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) que oferta eventuais vagas disponíveis em instituições públicas de educação superior. As inscrições vão até sexta-feira, 19 de junho, e devem ser realizadas, exclusivamente, pelo Portal de Acesso Único. Ao todo, 34 instituições públicas de educação superior participam do Sisu+. Estão sendo ofertadas 9.436 vagas, em 532 cursos. 

    De acordo com o Edital nº 36/2026, que traz o cronograma e demais procedimentos relativos ao Sisu+, para se inscrever, é necessário que os candidatos tenham participado de uma ou mais edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e que tenham concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026

    Para fins de inscrição, classificação e seleção dos estudantes, será utilizada a edição do Enem que resultar na melhor média ponderada de acordo com a opção de curso e com os critérios preestabelecidos. Na inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso, turno, local de oferta e instituição, optando por uma ordem de preferência.  

     O programa integra um ciclo mais amplo de aprimoramento do Sisu, como as alterações recentes da Lei de Cotas, aprimoramentos importantes no sistema de inscrição e melhorias na organização de vagas. A seleção é uma etapa complementar ao Sisu que tem o objetivo de ampliar o acesso à educação superior, contribuindo para a ocupação de vagas disponíveis, e de aperfeiçoar os processos da ferramenta de seleção. A etapa fortalece as instituições públicas de educação superior ao permitir que utilizem a estrutura do Sisu para ofertar vagas que, de outra forma, poderiam depender de processos seletivos próprios, com maior dispersão de regras, calendários e canais de divulgação.  

    A participação é voltada às instituições públicas e gratuitas que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026 e formalizado a participação por meio do termo de adesão. A tendência é que o Sisu+ seja utilizado especialmente para: cursos que, tradicionalmente, dependem de chamadas sucessivas para preenchimento de vagas; instituições que realizariam processos seletivos próprios para vagas com ingresso no segundo semestre; cursos de licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas em que a ampliação do acesso esteja associada a políticas públicas complementares; e instituições que desejem utilizar a infraestrutura do Sisu para reduzir custos administrativos, ampliar a divulgação das vagas e padronizar procedimentos de seleção.  

    O objetivo é reduzir a necessidade de processos seletivos próprios paralelos e apoiar a organização das ofertas acadêmicas em ambiente já conhecido pelas instituições e pelos estudantes, incluindo instituições localizadas em regiões interiorizadas do país e ampliando a visibilidade de vagas eventualmente disponíveis fora dos grandes centros urbanos.  

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) 

  • Inscrições abertas para seminário de políticas para primeira infância

    Encontro promovido pelo MEC ocorrerá de 22 a 23 de junho, em Brasília, e reunirá gestores, especialistas e órgãos de controle para debater políticas públicas integradas voltadas ao desenvolvimento da primeira infância no Brasil

    Educação – O Ministério da Educação (MEC), por meio da Subsecretaria da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (SNPPI), abriu as inscrições para o Seminário Nacional – Políticas Públicas para a Primeira Infância, que ocorrerá nos dias 22 e 23 de junho, no Auditório do Instituto Serzedello Corrêa do Tribunal de Contas da União (ISC/TCU), em Brasília (DF). Os interessados podem se inscrever até 16 de junho, por meio de formulário on-line. No dia do evento, também podem ser realizadas inscrições para a modalidade presencial, conforme disponibilidade de vagas. 

    O encontro reunirá gestores públicos federais, estaduais e municipais, além de representantes de órgãos de controle, como Tribunais de Contas, Ministério Público, Judiciário e Defensoria Pública. Também participarão especialistas, pesquisadores, conselhos de direitos, instituições do terceiro setor e representantes da sociedade civil.  

    O seminário integra as ações da Política Nacional Integrada da Primeira Infância (PNIPI) e tem como objetivo fortalecer a articulação entre diferentes setores e esferas de governo na formulação e implementação de políticas públicas voltadas às crianças de zero a seis anos.  

    Durante os dois dias de programação, serão debatidos temas relacionados à governança intersetorial, monitoramento de políticas públicas, financiamento, integração de dados e garantia de direitos da primeira infância. O evento também será um espaço para troca de experiências e disseminação de boas práticas desenvolvidas em todo o país.  

    Na programação, estão previstos ainda lançamentos e entregas estratégicas da PNIPI, como iniciativas de governo digital com foco no fortalecimento das capacidades para a implementação de políticas para a primeira infância e para a comunicação com as famílias. 

    A iniciativa reafirma o compromisso do governo federal com a promoção do desenvolvimento integral das crianças brasileiras e com o fortalecimento das políticas públicas voltadas à primeira infância. 

    PNIPI – A política surge de uma parceria entre o MEC e os ministérios da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), da Saúde (MS), do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). A ideia é articular ações de diferentes áreas para promover o desenvolvimento integral de crianças de zero a seis anos, com foco na equidade e garantia de direitos. Além disso, a PNIPI também visa fortalecer a produção e o uso de dados e informações sobre crianças e suas famílias.   

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC

  • MEC tira dúvidas sobre Programa Escola Nacional de Hip-Hop

    Evento ocorrerá na quinta-feira (11), às 15h, pelo canal do MEC no YouTube. Programação contará com apresentação do programa, navegação no sistema de adesão e orientações aos gestores

    Educação –  O Ministério da Educação (MEC) realizará, na quinta-feira, 11 de junho, uma transmissão ao vivo para debater o Programa Escola Nacional de Hip-Hop (H2E). Promovido em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o encontro busca apresentar o programa, tirar dúvidas sobre a adesão e trazer orientações aos gestores sobre a implementação. O webinário será transmitido tanto no canal do MEC quanto do Conviva Educação no YouTube, a partir das 15h (horário de Brasília). Durante o encontro, haverá um momento dedicado à navegação do sistema de adesão e um espaço para responder dúvidas.  

    Em consonância com o Decreto nº 11.784/2023, que trata das diretrizes nacionais para as ações de valorização e fomento da cultura hip-hop, o H2E tem como objetivos principais realizar a integração da cultura do hip-hop como instrumento didático-pedagógico; fomentar a inovação curricular e a formação continuada de professores; e fortalecer as leis que tornaram obrigatório o ensino das histórias e das culturas afro-brasileiras, africanas e indígenas em todas as etapas da educação básica. Entre 2026 e 2027, o programa terá um investimento de R$ 50 milhões. 

    As redes de ensino estaduais, municipais e distrital podem formalizar a adesão ao programa até o dia 30 de junho, exclusivamente pelo Sistema de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).  

    Participantes – A pasta será representada pela secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo, e pelo coordenador-geral da Equidade Educacional, Caio Callegari. Também estarão presentes o consultor da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para a implementação da Escola Nacional de Hip-Hop, Leandro Bossini; a presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação, Socorro Batista; a representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais, Cristiane Franco; e o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia. 

    Escola Nacional de Hip-Hop – O programa faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e representa uma estratégia inovadora para o engajamento juvenil, especialmente considerando a relevância cultural entre os jovens brasileiros e o potencial transformador na educação em direitos humanos, diversidade, aprendizagem e cidadania ativa. Na educação básica, o hip-hop pode funcionar como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: 

    • Identidade e representatividade, resgatando a autoestima dos estudantes, melhorando a aprendizagem e trazendo novos referenciais de imagens de sucesso;   
    • Decolonialidade e currículo, por meio da integração de saberes no currículo, além de já ter demonstrado um aumento na proficiência de leitura, ciências e matemática dos estudantes;  
    • Uso de tecnologias e cultura e clima escolar, com apoio a ações substitutivas ao uso de celulares nos intervalos das aulas.     

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC

  • MEC amplia prazo de adesão à Política de Educação Especial

    Redes terão até a próxima segunda (15) para realizar a adesão exclusivamente por meio do Simec. Objetivo da política é melhorar a modalidade de ensino e garantir acesso, permanência e aprendizagem de estudantes

    Educação – O Ministério da Educação (MEC) prorrogou para segunda-feira, 15 de junho, o prazo para que as redes possam aderir à Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Pneei). Para participar, as secretarias de educação devem realizar as inscrições por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec). A Pneei busca preencher lacunas que impõem barreiras ao acesso, à permanência, à aprendizagem e à plena participação dos estudantes da educação especial inclusiva. 

    Assim, a política visa criar um sistema educacional inclusivo e transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, de maneira a garantir que todos os estudantes com deficiência, autismo e com altas habilidades ou superdotação tenham acesso à educação de qualidade, em condições de igualdade com os demais, e aos recursos e serviços educacionais que apoiam, complementam e suplementam o processo de escolarização. 

    Balanço – Até esta terça-feira, 9 de junho, o Nordeste é a região com o maior número de adesões, com 99,11% das redes estaduais já confirmadas na política. Em seguida, estão Centro-Oeste (96,37%), Norte (92,89%), Sudeste (92,12%) e Sul (90,09%). Já entre as unidades da federação, Acre, Alagoas, Distrito Federal, Roraima e Sergipe são as únicas com 100% dos municípios participantes. Paraná (87,47%), Tocantins (87,77%) e São Paulo (89,77%) são os estados com menos inscritos. 

    Investimentos – Entre 2023 e 2026, a pasta destinou R$ 1,2 bilhão para o Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE-Equidade) – Sala de Recursos Multifuncionais (SRM), para a estruturação do atendimento educacional especializado (AEE) e para as ações de formação continuada. 

    Rede – Em maio, o MEC publicou a Portaria nº 421/2026, que estrutura a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (Reneei), estabelecendo competências e formas de composição de cada um de seus eixos estruturantes. A rede também foi instituída pelo Decreto nº 12.686/2025.  

    Com a Reneei, o MEC cria um desenho bem formulado e detalhado das ações que serão adotadas dentro da Pneei. Ao final, objetiva assegurar o direito à educação sem discriminação, tendo como base a igualdade de oportunidades para todos os alunos. 

    Pneei – A Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituída por meio dos Decretos nº 12.686/2025 e 12.773/2025, visa reafirmar o compromisso com um sistema educacional inclusivo em todos os níveis, etapas e modalidades, assegurando o direito à educação de qualidade e a condições de igualdade com os demais estudantes. A Pneei define a educação especial como uma modalidade oferecida na rede regular de ensino, transversal a todos os níveis, etapas e modalidades, para estudantes com deficiência, estudantes autistas e estudantes com altas habilidades ou superdotação, assegurando recursos e serviços educacionais para apoiar, complementar e suplementar o processo de escolarização.   

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com Informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

  • MEC Livros empresta mais de 3 mil títulos por dia; veja os mais lidos

    A Cabeça de Santo, de Socorro Acioli, foi o mais emprestado.

    Educação – A plataforma MEC Livros alcançou a marca de 468 mil obras literárias acessadas gratuitamente desde o lançamento da ferramenta, em abril deste ano, o que resulta em uma média de 3,4 mil livros por dia.

    De acordo com o Ministério da Educação (MEC), mais de 107 mil livros foram vistos integralmente, com pelo menos 90% do conteúdo lido.

    Somado todo o tempo de leitura de todos os usuários na plataforma, foram registradas 269 mil horas, o equivalente a cerca de 30 anos de leitura ininterrupta.

    A biblioteca digital do Brasil tem registrados 862 mil usuários em todo o país, dos quais 44% já pegaram ao menos uma obra emprestada.

    A iniciativa do governo federal de emprestar os livros tem o objetivo de ampliar o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital, que podem ser acessadas gratuitamente por computadores, tablets e smartphones.

    Os mais lidos

    No total, 13 mil títulos diferentes já foram emprestados e, ao menos, folheados, entre os mais de 25 mil disponibilizados na plataforma.

    Entre todos eles, o livro mais lido é A Cabeça do Santo, da jornalista e escritora brasileira Socorro Acioli, com 27.479 empréstimos. A obra foi desenvolvida em uma oficina de Gabriel García Márquez, colombiano que venceu o Nobel da Literatura em 1982, e conta a história de um jovem que descobre possuir o dom de ouvir as preces de mulheres para Santo Antônio.

    TOP5 de mais emprestados no MEC Livros:

    A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli;

    Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski;

    Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski; 

    A Vegetariana, de Han Kang; 

    Sem Despedidas, de Han Kang.

    Acervo

    A plataforma MEC Livros disponibiliza livros nacionais e internacionais que contribuam para a aprendizagem e formação de estudantes, além de difundir o patrimônio literário, incentivar o hábito de leitura, modernizar o ensino e promover a integração de novas tecnologias na educação.

    Na primeira página, está disponível uma lista de livros do catálogo, organizados por categorias como “Em Alta”, “Best-Sellers”, “Autores Clássicos Brasileiros”, “Sucessos internacionais”, “Mais buscados”, entre outras.

    Como funciona

    Para ter acesso às obras, basta acessar o site ou o aplicativo MEC Livros e fazer o login com a conta do Gov.br.

    O usuário pode buscar um livro pelo título ou autor. Com base na pesquisa, a plataforma pode sugerir títulos semelhantes.

    Ao clicar na capa do livro que deseja pegar emprestado, há a opção de ler antes o resumo sobre a obra no botão “Mais informações”.

    Ao clicar nesse botão, o app abrirá uma nova página que contém o botão “Emprestar e Ler”, basta selecioná-lo e o livro estará à disposição para leitura.

    O prazo de empréstimo é de 14 dias. No fim deste prazo, o usuário pode optar pela renovação do empréstimo pelo mesmo período ou pela devolução do título.

    Os usuários que tiverem lido ao menos 10% da obra poderão devolvê-la antecipadamente e realizar um novo empréstimo. O mesmo vale para quem já tiver concluído 90% ou mais do conteúdo e desejar encerrar a leitura antes do prazo.

    Somente após a devolução deste livro será possível tomar um novo livro emprestado. É permitido o empréstimo de até duas obras por mês por Cadastro de Pessoa Física (CPF).


    Fonte e Foto: Agência Brasil