Categoria: Educação

  • Enem 2026: inscrições estão abertas até hoje na Página do Participante

    Pagamento da taxa de R$ 85 deve ser feito até dia 10.

    Educação – Os interessados em participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 devem se ater ao prazo de inscrição que termina às 23h59 desta sexta-feira (5), no horário de Brasília.

    A inscrição será exclusivamente na Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

    Para os concluintes do ensino médio de escolas públicas, a inscrição é automática. Nesse caso, o estudante precisa apenas confirmar sua participação no sistema de inscrição, escolher a opção de prova de língua estrangeira, se inglês ou espanhol, e indicar, se for o caso, a necessidade de recursos de acessibilidade ou se quer ser tratado pelo nome social.

    Inclusão e acessibilidade

    Também termina nesta sexta-feira o prazo para os candidatos que querem ser tratados pelo nome social em todas as fases do exame. O tratamento é destinado àqueles que se identificam e querem ser reconhecidos socialmente pela sua identidade de gênero. As pessoas trans devem sinalizar a opção no momento da inscrição.

    Os participantes que necessitam de atendimento especializado também devem fazer a solicitação até esta sexta-feira.  Neste ano, o Inep incluiu no edital as novas condições de pessoas com fibromialgia e transtornos mentais, como ansiedade, TOC, entre as situações possíveis para solicitar atendimento especializado.

    Outras condições específicas dos candidatos para pedir o atendimento especializado são: baixa visão, cegueira, deficiência física, auditiva, intelectual, dislexia, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar.

    Taxa de inscrição

    Após a inscrição, o sistema do Enem vai gerar a GRU Cobrança no valor de R$ 85. O pagamento deve ser feito até o dia 10 de junho.

    A opções de pagamento são via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto. A quitação poderá ser feita em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários.

    A inscrição somente será confirmada após o processamento do pagamento da taxa de inscrição.

    O estudante beneficiado pelo programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC) concluinte do ensino médio é isento da taxa de inscrição.

    Isenção

    O Inep lembra que, mesmo os estudantes que tiveram aprovado o pedido de isenção da taxa de inscrição, precisam acessar o sistema do Inep para confirmar a participação no exame.

    Também deve se inscrever o candidato que teve seu pedido de isenção negado em definitivo ou teve a justificativa de ausência reprovada, conforme regras do edital do Enem 2026. Será necessário pagar o valor da taxa para ter a inscrição confirmada.

    O Inep criou uma página virtual com as principais orientações para os participantes do Enem 2026. Há também uma seção destinada às perguntas frequentes sobre o exame. 

    Nessa página, os candidatos podem conferir os questionamentos mais comuns e os respectivos esclarecimentos.

    Locais de provas

    Neste ano, a aplicação das provas do Enem está agendada para os domingos 8 e 15 de novembro.

    O Inep quer ampliar o número de locais de aplicação do exame para cerca de 10 mil, em todo o país.

    De acordo com estimativas do Inep, aproximadamente 80% dos concluintes da rede pública devem fazer as provas nos dois dias na própria escola em que estudam. A medida tem o objetivo de facilitar o acesso ao exame e reduzir deslocamentos.

    Para os estudantes que precisarem fazer a prova em outro município, o MEC informou que estuda alternativas de apoio logístico para transporte entre os municípios.

    Enem

    O Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, e é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

    As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

    Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

    Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep.

    Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.


    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Provas do PSC da Ufam acontecem em 15 cidades do AM; confira horários e orientações

    Avaliações objetivas terão 54 questões de diversas disciplinas, totalizando uma pontuação máxima de 162 pontos para cada uma das etapas.

    Educação – Mais de 33 mil candidatos vão fazer as provas do Processo Seletivo Contínuo (PSC) da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) no dia 14 de junho de 2026. As avaliações da 1ª e da 2ª etapas serão aplicadas das 8h15 às 12h15 em 15 municípios do Amazonas.

    Os participantes devem consultar o Cartão de Confirmação de Inscrição (CCI) para verificar o local de prova e apresentar documento oficial com foto e caneta preta de material transparente.

    A Ufam, por meio da Comissão Permanente de Concursos (Compec), informou que 33.600 candidatos estão aptos a participar do processo seletivo. Desse total, 21.485 disputarão vagas na 1ª etapa e 12.115 na 2ª etapa.

    A 1ª etapa, referente ao Projeto 2028, é destinada aos estudantes que cursaram a 1ª série do ensino médio em 2025. Entre os inscritos, 11.467 obtiveram isenção da taxa de inscrição, o que representa 53,37% dos candidatos.

    Já a 2ª etapa, referente ao Projeto 2027, é voltada para quem cursou a 2ª série do ensino médio em 2025. Nessa fase, 5.044 candidatos foram beneficiados com a isenção da taxa, equivalente a 41,63% dos participantes.

    Aplicação em 15 cidades

    As provas serão realizadas nos municípios de Benjamin Constant, Coari, Codajás, Humaitá, Itacoatiara, Manacapuru, Manaus, Manicoré, Novo Aripuanã, Parintins, Santo Antônio do Içá, São Gabriel da Cachoeira, São Paulo de Olivença, Tabatinga e Tefé.

    Os portões abrirão às 7h, no horário de Manaus. A Compec recomenda que os candidatos cheguem ao local de prova com pelo menos uma hora de antecedência.

    O que levar no dia da prova

    Os candidatos podem imprimir o Cartão de Confirmação de Inscrição (CCI), embora a apresentação do documento não seja obrigatória.

    Já o documento oficial com foto é indispensável para a entrada na sala. Caso o documento seja digital, o aparelho utilizado deverá ter acesso à internet para permitir a consulta on-line no momento da identificação.

    Também é obrigatório levar caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente

    Em casos de perda, furto ou roubo do documento oficial, o candidato deverá apresentar um Boletim de Ocorrência emitido a partir de 7 de março de 2026. Nessa situação, a participação ocorrerá de forma condicional, e o documento original deverá ser apresentado em até dez dias corridos após a aplicação da prova, conforme prevê o edital.

    Como serão as provas

    As provas objetivas das duas etapas terão 54 questões. Os conteúdos cobrados serão Língua Portuguesa (10 questões), Literatura (6), História (6), Geografia (6), Biologia (6), Química (6), Física (6) e Matemática (8).

    Cada questão vale três pontos, e a pontuação máxima em cada etapa é de 162 pontos.

    Fonte: G1

  • Mais de 10 mil vagas de cursos gratuitos são anunciadas pelo Governador, para o Interior do Estado.

    Novo edital estadual reúne oportunidades de ensino presencial e online

    Educação – O governador Roberto Cidade anunciou, nesta segunda-feira (1º/06), a abertura de um edital com 10.701 vagas para cursos de qualificação profissional destinados aos municípios do interior do Amazonas.

    A iniciativa é realizada pelo Governo do Estado, por meio do Centro de Educação Tecnológica do Amazonas (Cetam).
    Com esta segunda oferta voltada ao interior em 2026, o número de vagas disponibilizadas pelo Cetam no primeiro semestre do ano chega a 58.134, ampliando o acesso da população à formação profissional em diversas áreas.


    Durante o anúncio, Roberto Cidade destacou que a qualificação profissional é uma ferramenta importante para ampliar as oportunidades de emprego e fortalecer a geração de renda nos municípios do estado.

    Segundo ele, a oferta dos cursos busca preparar trabalhadores para o mercado e contribuir para a melhoria das condições de vida das famílias amazonenses.

    A nova seleção marca a estreia do modelo híbrido adotado pelo Cetam, reunindo em um único edital vagas destinadas aos cursos presenciais e à modalidade de Educação a Distância (EaD).

    A iniciativa busca ampliar o acesso à qualificação profissional e alcançar um número maior de amazonenses em diferentes regiões do estado.


    Segundo o diretor-presidente do Cetam, Sidilande Picanço Ferreira, a proposta tem como foco fortalecer a oferta de cursos para moradores das comunidades rurais do interior.

    Ele ressaltou que a ampliação das vagas segue a orientação do governador Roberto Cidade e visa garantir mais oportunidades de capacitação para a população que vive distante dos centros urbanos.

    A solenidade reuniu a primeira-dama do Amazonas, Thaisa Cidade, deputados estaduais e gestores das unidades do Cetam nos municípios do interior.

    Representando o Careiro da Várzea, Maryjane Farias destacou a importância da abertura de novas vagas e da ampliação dos cursos na modalidade EaD, ressaltando que a iniciativa amplia o acesso à qualificação profissional e beneficia comunidades em diferentes regiões do estado.

    As inscrições para os cursos estarão abertas entre os dias 2 e 3 de junho, exclusivamente pelo Portal do Candidato. As aulas, tanto na modalidade presencial quanto a distância, têm início previsto para 15 de junho.

    Nesta edição, o Cetam disponibiliza 95 cursos em todos os 61 municípios do interior do Amazonas, sendo 79 presenciais e 16 na modalidade EaD.

    Entre as opções ofertadas estão Assistente Administrativo, Informática Básica e Avançada, Técnicas de Oratória e Comunicação Eficaz, Noções de Direito do Consumidor, Relações Interpessoais e Ética Profissional, Metodologia para Elaboração de Produções Técnicas e Inglês para Atendimento ao Público.

    Entre os cursos ofertados na modalidade presencial estão Auxiliar de Creche, Barbeiro, Cuidador de Crianças com TEA, Ledor e Transcritor, Agente de Inclusão para Pessoas com TEA, Introdução à Inteligência Artificial, Assistente Administrativo e Informática.


    Com a nova oferta para o interior do estado, o Governo do Amazonas, por meio do Cetam, alcança a marca de 58.134 vagas gratuitas disponibilizadas entre janeiro e maio deste ano, contemplando cursos presenciais e de Educação a Distância (EaD) em diferentes municípios amazonenses.

    Por jornalista Débora Alcântara

  • MEC cria comissão para implantar a Unind

    Após sanção da lei pelo presidente Lula, ministro Leonardo Barchini institui grupo que elaborará estatuto, estrutura e projeto pedagógico da Universidade Federal IndígenaEducação: Logo após a sanção da lei de criação da Universidade Federal Indígena (Unind) pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida na última quinta-feira, 28 de maio, o Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta segunda-feira, 1º de junho, a Portaria MEC nº 501/2026, que cria a comissão de implantação da nova instituição de educação superior. 

    Educação: Logo após a sanção da lei de criação da Universidade Federal Indígena (Unind) pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida na última quinta-feira, 28 de maio, o Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta segunda-feira, 1º de junho, a Portaria MEC nº 501/2026, que cria a comissão de implantação da nova instituição de educação superior. 

    A comissão terá papel decisivo e atuará nas fundações estruturais da Unind. Entre as suas competências, a comissão deverá realizar debates e estudos técnicos, além de ser responsável por elaborar documentos essenciais, como o estatuto, o regimento geral e o projeto pedagógico institucional. A equipe também definirá toda a estrutura acadêmica e organizacional e vai propor o modelo de governança da 70ª universidade federal brasileira. 

    Composição plural e representativa – Para garantir que a implantação atenda às necessidades dos povos originários e conte com a expertise do meio acadêmico, a comissão será formada por representantes titulares e suplentes de diferentes esferas. A composição estabelecida pela portaria conta com:  

    • MEC: seis representantes, incluindo a Secretaria-Executiva (SE), a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e a Secretaria de Educação Superior (Sesu), que exercerá a secretaria-executiva do grupo.  
    • Oito membros indicados pelo Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI).  
    • Dois representantes do Ministério dos Povos Indígenas (MPI). 
    • Dois da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).  
    • Cinco representantes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). 

    Funcionamento e prazos – A comissão terá autonomia para escolher sua presidência e vice-presidência, mediante aprovação de maioria simples dos membros. As reuniões do grupo ocorrerão uma vez por mês, podendo haver convocações extraordinárias por parte da presidência.  

    Para enriquecer as discussões, a comissão também poderá convidar especialistas e representantes de outras entidades públicas, privadas, indígenas e indigenistas para contribuir com os debates, atuando sem direito a voto.  

    Um cronograma detalhado de trabalho ainda será estabelecido pelo colegiado e encaminhado ao ministro da Educação, Leonardo Barchini. A comissão terá o prazo de duração de um ano, contado a partir da sanção da lei que criou a Unind, período que poderá ser prorrogado por mais um ano, se necessário. A participação na comissão é considerada prestação de serviço público relevante e seus integrantes não serão remunerados.  

    Unind – A Universidade Federal Indígena tem como objetivos produzir conhecimentos científicos e técnicos voltados ao fortalecimento cultural, à gestão territorial e ambiental e à garantia dos direitos indígenas, em diálogo com os conhecimentos e saberes tradicionais; desenvolver pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e promover extensão universitária; valorizar e incentivar as inovações tecnológicas apropriadas aos contextos ambientais e sociais dos territórios indígenas; promover a sustentabilidade socioambiental dos territórios e dos projetos societários de bem viver dos povos indígenas; e valorizar, preservar e difundir os saberes, culturas, histórias e línguas dos povos indígenas do Brasil e da América Latina.  

    A instituição deve iniciar as atividades acadêmicas em 2027, com a oferta de dez cursos de graduação voltados às áreas consideradas estratégicas para os povos indígenas, como gestão ambiental e territorial, gestão de políticas públicas, sustentabilidade socioambiental, promoção das línguas indígenas, saúde, direito, agroecologia, engenharias e tecnologias, formação de professores, além de áreas estratégicas para autonomia e atuação profissional. Os demais cursos e possíveis novos campi deverão ser implementados gradativamente. 

    Histórico – A criação de uma universidade indígena é uma demanda histórica que começou a ser debatida no âmbito da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (CNEEI) do MEC ainda em 2010. Em 2014, o ministério instituiu um grupo de trabalho para realizar estudos sobre a criação de uma instituição de educação superior intercultural indígena.  

    O debate ganhou novo impulso em 2023, quando o então ministro da Educação, Camilo Santana, e a ministra dos Povos Indígenas à época, Sônia Guajajara, reuniram-se com representantes do FNEEI e pactuaram a retomada da proposta. Em 2024, o MEC criou um novo grupo de trabalho, coordenado pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), para elaborar estudos técnicos sobre a viabilidade da instituição. Como parte desse processo, foram realizados 20 seminários de consulta prévia com os povos indígenas, conforme prevê a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).  

    Os encontros ocorreram em todas as regiões do país, reunindo 3.272 participantes entre indígenas, lideranças, pesquisadores e professores universitários. Os seminários resultaram em um relatório consolidado que apontou a viabilidade da criação de uma universidade multicampi e recomendou Brasília como sede inicial da instituição. 

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu 

  • Brasil: 45 universidades caem em ranking das melhores do mundo

    USP segue na liderança nacional, mas perde posição no ranking global pelo segundo ano consecutivo. Veja a lista completa

    Educação – Dados divulgados nesta segunda-feira (1º/6) pelo Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR) apontam que 45 das 52 universidades brasileiras que integram o ranking das melhores do mundo caíram de posição no ranking de 2026.

    A queda, que atingiu 87% das instituições brasileira, é atribuída principalmente ao desempenho em pesquisa e à competição global com instituições mais bem financiadas.

    Conforme o levantamento, apenas cinco universidades brasileiras subiram de posição, enquanto duas mantiveram seus postos e 44 tiveram queda especificamente no indicador de pesquisa.

    A Universidade de São Paulo (USP) continua sendo a melhor colocada do país, mas caiu uma posição em relação ao ano anterior, ocupando agora o 119º lugar mundial devido a declínios nos indicadores de educação, corpo docente e pesquisa.

    Em seguida, aparecem a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que caiu 15 posições e está no 346º lugar, e a Universidade de Campinas (Unicamp), que desceu 10 postos e agora ocupa a 379ª colocação.

    Forte concorrência

    Internacionalmente, a Universidade Harvard segue na liderança do ranking pelo 15º ano consecutivo, seguida pelo MIT e Stanford. Contudo, embora os EUA dominem o topo da lista, o país enfrenta forte concorrência: 252 instituições americanas caíram de posição nesta edição

    O grande destaque positivo é a China, impulsionada por investimentos contínuos em ensino superior. Cerca de 98% das universidades chinesas melhoraram suas posições, lideradas pela Universidade Tsinghua (36ª). A China é agora o país mais representado no Global 2000, com 360 instituições, superando as 313 dos Estados Unidos.

    Na Europa, o quadro é de dificuldades, com quedas generalizadas no Reino Unido, na França e na Alemanha devido à competição global intensificada.

    Metodologia e avaliação

    Para classificar as instituições, o CWUR utiliza quatro indicadores principais, sem depender de pesquisas de opinião ou dados enviados pelas próprias universidades:

    • Educação (25%): baseado no sucesso acadêmico de ex-alunos.
    • Empregabilidade (25%): baseado no sucesso profissional de ex-alunos em grandes empresas.
    • Corpo docente (10%): medido por distinções acadêmicas de alto nível.
    • Pesquisa (40%): inclui produção total, publicações em jornais de elite, influência e citações.

    Nesta edição, foram analisados 81 milhões de pontos de dados de 21.291 instituições em todo o mundo.

    Fonte: Metrópoles

  • Governo do Brasil cria Universidade Federal Indígena

    Lei que institui a Unind foi sancionada nesta quinta-feira (28) pelo presidente Lula, ao lado do ministro Leonardo Barchini. Na sede, em Brasília, serão ofertados inicialmente dez cursos para 2,8 mil estudantes

    Educação –  O Governo do Brasil instituiu, nesta quinta-feira, 28 de maio, a Universidade Federal Indígena (Unind), um marco histórico para a educação superior brasileira e para os povos originários do país. Com a criação da Unind, que será sediada em Brasília (DF), o Brasil conta agora com 70 universidades federais, uma das maiores redes de educação superior pública e gratuita do mundo. Fruto de anos de debates, consultas e construção coletiva entre lideranças indígenas, instituições de ensino e órgãos do governo federal, a Lei nº 15.418/2026, que institui a Unind foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini. A previsão é que 2,8 mil estudantes sejam atendidos nos quatro primeiros anos de implantação. 

    Segundo o presidente Lula, a iniciativa representa um reconhecimento dos direitos e conhecimentos historicamente preservados pelos povos indígenas. “Isso é importante porque, aos poucos, a gente vai ensinando ao mundo a compreender que é possível, de forma civilizada, garantir direitos e participação a todos os que habitam o nosso planeta. A gente não pode prescindir do conhecimento milenar que os povos indígenas acumularam ao longo do tempo no Brasil e no mundo”. 

    Na solenidade, o ministro Leonardo Barchini relembrou a demanda histórica dos povos indígenas pela criação da Unind. “Essa foi uma luta de mais de 16 anos dentro do Ministério da Educação, recentemente em articulação com o Ministério dos Povos Indígenas, e hoje é um dia de celebração, não só para os povos indígenas, mas para toda a educação brasileira”, disse. 

    Essa foi uma luta de mais de 16 anos dentro do Ministério da Educação, recentemente em articulação com o Ministério dos Povos Indígenas, e hoje é um dia de celebração, não só para os povos indígenas, mas para toda a educação brasileira.” Leonardo Barchini, ministro da Educação

    Ele também anunciou detalhes sobre o local de implantação da universidade: “Hoje, batemos o martelo e vamos comprar a área onde fica localizada a antiga Universidade dos Correios, em Brasília, para a universidade indígena. Na segunda quinzena de junho, a sede da universidade será entregue”. 

    Agora, o Ministério da Educação (MEC) dará início às tratativas para a implantação da universidade. Entre as primeiras ações estão a elaboração da estrutura organizacional, a definição dos cursos iniciais e o planejamento da oferta acadêmica. Também serão elaboradas as diretrizes pedagógicas e administrativas que orientarão o funcionamento da nova universidade. 

    Vinculada ao MEC, a Unind poderá atuar de forma multicampi, com expansão futura para outras regiões do país. A universidade nasce com a missão de fortalecer identidades, culturas, histórias, memórias, artes, saberes e línguas indígenas, promovendo uma educação superior pautada na autonomia, na diversidade, na pluralidade e na autodeterminação dos povos indígenas. 

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    A Unind tem como objetivos produzir conhecimentos científicos e técnicos voltados ao fortalecimento cultural, à gestão territorial e ambiental e à garantia dos direitos indígenas, em diálogo com os conhecimentos e saberes tradicionais; desenvolver pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e promover extensão universitária; valorizar e incentivar as inovações tecnológicas apropriadas aos contextos ambientais e sociais dos territórios indígenas; promover a sustentabilidade socioambiental dos territórios e dos projetos societários de bem viver dos povos indígenas; e valorizar, preservar e difundir os saberes, culturas, histórias e línguas dos povos indígenas do Brasil e da América Latina. 

    A instituição deve iniciar as atividades acadêmicas em 2027, com a oferta de dez cursos de graduação voltados às áreas consideradas estratégicas para os povos indígenas, como gestão ambiental e territorial, gestão de políticas públicas, sustentabilidade socioambiental, promoção das línguas indígenas, saúde, direito, agroecologia, engenharias e tecnologias, formação de professores, além de áreas estratégicas para autonomia e atuação profissional. Os demais cursos e possíveis novos campi deverão ser implementados gradativamente. 

    Os cargos de reitor(a) e vice-reitor(a) serão ocupados obrigatoriamente por docentes indígenas. A universidade terá estrutura organizacional semelhante à de outras universidades federais e os cursos poderão receber estudantes indígenas e não indígenas. 

    A lei destaca princípios como pluralidade epistêmica, valorização das mulheres indígenas, combate ao racismo epistêmico e fortalecimento da autonomia dos povos originários. A Unind poderá estabelecer processos seletivos próprios, levando em consideração a diversidade linguística e cultural das comunidades indígenas. 

    Na visão da representante do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (Fneei), Rita Potyguara, a iniciativa é resultado de uma construção coletiva dos povos indígenas. “Estamos diante da ascensão da primeira universidade indígena do Brasil, construída de forma verdadeiramente participativa. Ela nasce da escuta, do diálogo, da construção coletiva e do respeito à diversidade dos nossos povos”, celebrou. 

    A criação da Unind consolida um novo modelo de educação superior pública, intercultural e comprometida com os projetos de bem viver dos povos indígenas, articulando saberes tradicionais e científicos em benefício das comunidades e da sociedade brasileira. 

    Histórico – A criação de uma universidade indígena é uma demanda histórica que começou a ser debatida no âmbito da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (CNEEI) do MEC ainda em 2010. Em 2014, o ministério instituiu um grupo de trabalho para realizar estudos sobre a criação de uma instituição de educação superior intercultural indígena. 

    O debate ganhou novo impulso em 2023, quando o então ministro da Educação, Camilo Santana, e a ministra dos Povos Indígenas à época, Sônia Guajajara, reuniram-se com representantes do Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI) e pactuaram a retomada da proposta. 

    No ano seguinte, em 2024, o MEC criou um novo grupo de trabalho, coordenado pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), para elaborar estudos técnicos sobre a viabilidade da instituição. Como parte desse processo, foram realizados 20 seminários de consulta prévia com os povos indígenas, conforme prevê a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). 

    Os encontros ocorreram em todas as regiões do país, em cidades como Salvador (BA), Manaus (AM), Recife (PE), Belo Horizonte (MG), São Gabriel da Cachoeira (AM), São Paulo (SP), Chapecó (SC), Cuiabá (MT), Belém (PA), Boa Vista (RR) e Brasília (DF), reunindo 3.272 participantes entre indígenas, lideranças, pesquisadores e professores universitários. Os seminários resultaram em um relatório consolidado que apontou a viabilidade da criação de uma universidade multicampi e recomendou Brasília como sede inicial da instituição. 

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu 

  • Detran-AM oferece 200 vagas para cursos de motofretistas e mototaxistas

    Inscrições gratuitas já estão abertas e podem ser efetuadas na sede do órgão no bairro Parque 10 de Novembro, zona centro-sul

    Educação – O Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM), por meio da Escola Pública de Trânsito (Eptran), está com inscrições abertas para os cursos gratuitos de Motofretista e Mototaxista que serão ministrados nos turnos vespertino e noturno. Ao todo, são ofertadas 200 vagas.

    Ambos os cursos ocorrerão no auditório da sede do Detran-AM, localizada na avenida Mário Ypiranga Monteiro 2.884, bairro Parque 10 de Novembro, zona centro-sul da capital. No turno vespertino, as aulas serão ministradas das 13h às 17h10, entre os dias 1º e 10 de junho. Já as aulas no turno noturno ocorrerão das 19h às 22h, entre 1º e 16 de junho.

    São ofertadas 100 vagas para cada curso. Para efetuar a inscrição, os interessados devem comparecer à sede do Detran Amazonas no espaço da Eptran no órgão, apresentando a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria A.

    Fonte: D24am

  • IFAM abre inscrições para mais de 1,1 mil vagas gratuitas em cursos técnicos e superiores no Amazonas

    Oportunidades são destinadas a Manaus e municípios do interior; inscrições seguem abertas até 10 de junho.

    Educação – O Instituto Federal do Amazonas abriu inscrições para o Processo Seletivo 2026/2 com 1.156 vagas gratuitas em cursos técnicos de nível médio e graduações superiores.

    As oportunidades são voltadas para candidatos de Manaus e cidades do interior do Amazonas, com ingresso previsto para o segundo semestre deste ano.

    Vagas estão distribuídas em diversos municípios

    Além da capital amazonense, há vagas para os municípios de Coari, Eirunepé, Humaitá, Iranduba, Itacoatiara, Lábrea, Manacapuru, Maués, Parintins, Presidente Figueiredo, Tabatinga e Tefé.

    As inscrições seguem abertas até o dia 10 de junho.

    Confira as modalidades ofertadas

    O processo seletivo contempla diferentes perfis de estudantes. Entre as modalidades disponíveis estão:

    Técnico Subsequente para quem já concluiu o Ensino Médio;
    Proeja, voltado para jovens e adultos;
    Graduação via Enem;
    Seleção simplificada para Agroecologia;
    Reopção de curso;
    Transferência facultativa;
    Ingresso para portadores de diploma.

    Cursos e inscrições são gratuitos

    Segundo o IFAM, todas as vagas ofertadas são gratuitas. Os editais também incluem ações afirmativas e reserva de vagas em alguns municípios, como São Gabriel da Cachoeira.

    Os candidatos devem acessar o portal oficial do processo seletivo para consultar os editais completos, cronogramas e quadro de vagas disponíveis.

    Ensino público e expansão no interior

    A iniciativa faz parte da política de ampliação do acesso ao ensino técnico e superior no Amazonas, fortalecendo a presença da educação pública em municípios do interior do estado.

    Fonte: AM POST.

  • Pé-de-Meia 2026: terceira parcela de R$ 200 começa a ser paga nesta segunda; veja calendário

    Benefício é pago automaticamente para estudantes da rede pública, cadastrados no CadÚnico, desde que mantenham frequência escolar igual ou superior a 80%.

    Educação – O Ministério da Educação (MEC) iniciou, nesta segunda-feira (25 de maio), o pagamento da terceira parcela do incentivo de frequência do programa Pé-de-Meia de 2026. O benefício, no valor de R$ 200, é voltado a estudantes da rede pública de ensino que registraram presença em, no mínimo, 80% das aulas entre os meses de março e abril.

    Segundo a pasta, estudantes que tiveram suas informações escolares corrigidas pelas redes de ensino ou regularizadas poderão receber parcelas atrasadas:

    • do incentivo-matrícula de 2026 (depositado para quem começou o ano estudando)
    • e do incentivo-conclusão de 2025 (pago a quem foi aprovado e/ou terminou o ensino médio no ano passado).

    Calendário de pagamentos por mês de nascimento

    Os depósitos serão realizados de forma escalonada na conta digital dos beneficiários, seguindo o mês de nascimento do aluno. O cronograma se estende até o dia 1º de junho. Confira as datas:

    • nascidos em janeiro e fevereiro: 25 de maio (segunda-feira)
    • nascidos em março e abril: 26 de maio (terça-feira)
    • nascidos em maio e junho: 27 de maio (quarta-feira)
    • nascidos em julho e agosto: 28 de maio (quinta-feira)
    • nascidos em setembro e outubro: 29 de maio (sexta-feira)
    • nascidos em novembro e dezembro: 1º de junho (segunda-feira)

    O que é o Pé-de-Meia?

    O Pé-de-Meia é uma iniciativa do governo federal que busca garantir a permanência dos jovens na escola e reduzir a evasão escolar. Estimativas do MEC apontam que, desde sua criação em 2024, o programa já alcançou cerca de 6 milhões de estudantes em todo o território nacional.

    Somando os incentivos mensais de frequência, os depósitos anuais de poupança e o bônus de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o montante total acumulado por um único estudante pode chegar a R$ 9.200 até o final do ciclo escolar.

    Quem tem direito ao benefício?

    A seleção dos estudantes é feita de forma automática pelo Ministério da Educação, cruzando os dados de matrícula com o Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico). Para ser elegível, o aluno deve cumprir os seguintes requisitos:

    • estar regularmente matriculado na rede pública de ensino;
    • ter inscrição ativa no CadÚnico com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa (para este ano, a data-base para o cadastro ativo é 7 de agosto de 2026, lembrando que a atualização cadastral vale por 24 meses);
    • ter CPF próprio;
    • manter frequência escolar igual ou superior a 80%;
    • estar na faixa etária de 14 a 24 anos (para o ensino médio regular) ou de 19 a 24 anos (para a modalidade de Educação de Jovens e Adultos – EJA).

    Como consultar e tirar dúvidas

    Os estudantes e seus responsáveis podem acompanhar o status dos pagamentos (se aprovados ou rejeitados), verificar o histórico escolar e consultar as regras detalhadas na página eletrônica do estudante, integrada ao site do programa Pé-de-Meia. O acesso é feito obrigatoriamente por meio do login e senha da plataforma Gov.br.

    Para o esclarecimento de dúvidas e orientações sobre procedimentos, como o passo a passo para a liberação e movimentação da conta bancária para menores de idade, o governo disponibiliza o serviço de atendimento telefônico gratuito “Fale Conosco”, pelo número 0800-616161.

    Fonte: G1

  • Enem 2026 será aplicado em 8 e 15 de novembro; veja prazo de inscrição e outras datas

    Provas serão aplicadas em 8 e 15 de novembro. O Enem é uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, utilizado por instituições públicas e privadas como critério de seleção.

    Educação – O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta sexta-feira (22) o edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. As provas serão aplicadas em 8 e 15 de novembro.

    As inscrições começam em 25 de maio e terminam às 23h59 de 5 de junho. Todos os interessados em participar do exame devem se inscrever neste período, mesmo quem tem direito à isenção ou quem tem pré-inscrição automática (veja mais abaixo).

    A edição de 2026 deve manter algumas novidades apresentadas em 2025:

    • Pré-inscrição automática: os estudantes regularmente matriculados no 3º ano do ensino médio estarão automaticamente pré-inscritos e só precisarão acessar a Página do Participante para confirmar as informações e selecionar a opção de línguas que quer em sua prova. Os estudantes de 1º e 2º ano e os candidatos que já concluíram o ensino médio ainda precisarão preencher a solicitação e inscrição.
    • Certificado de conclusão do ensino médio: o exame também poderá ser usado como certificado de conclusão do ensino médio para maiores de 18 anos, dependendo da nota do aluno. A prova havia deixado de ter essa função em 2017, quando ela foi transferida unicamente para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

    Além disso, neste ano, o Enem será aplicado em 10 mil novos locais de prova. A novidade foi anunciada pelo MEC no início da semana. O objetivo é facilitar o acesso de alunos aos locais de prova, reduzindo a necessidade de deslocamento para outros municípios, e aumentar a participação de concluintes no exame.

    Veja cronograma:

    • Inscrições: de 25 de maio a 5 de junho
    • Pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 10 de junho
    • Solicitação de tratamento por nome social: de 25 de maio a 5 de junho
    • Solicitação de atendimento especializado: de 25 de maio a 5 de junho
    • Resultado do atendimento especializado: 19 de junho
    • Recurso do atendimento especializado: de 22 a 26 de junho
    • Resultado do recurso: 3 de julho
    • Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro

    Quem não tem direito à isenção terá a inscrição confirmada mediante o pagamento de uma taxa de R$ 85, que deve ser quitado dentro do prazo descrito no edital.

    Disciplinas e horários

    Enem 2026 será aplicado em dois domingos, como foi nas últimas edições:

    8 de novembro (1º domingo):

    O candidato deverá fazer:

    • 45 questões de linguagens (40 de língua portuguesa e 5 de inglês ou espanhol);
    • 45 questões de ciências humanas;
    • redação.

    15 de novembro (2º domingo):

    A prova trará:

    • 45 questões de matemática;
    • 45 questões de ciências da natureza.

    Veja os horários de aplicação (no fuso de Brasília):

    • Abertura dos portões: 12h
    • Fechamento dos portões: 13h
    • Início das provas: 13h30
    • Término das provas no 1º dia: 19h
    • Término das provas no 2º dia: 18h30

    Fonte: G1