Pulgas e carrapatos costumam ser os primeiros nomes lembrados quando o assunto são parasitas em cães e gatos. Mas, por trás de uma coceira aparentemente comum ou de um animal que parece saudável, podem existir ameaças que passam despercebidas. Vermes, ácaros e outros agentes podem permanecer no organismo sem provocar sinais evidentes nas fases iniciais e, quando não identificados, comprometer a saúde e a qualidade de vida dos animais.
Segundo a médica veterinária Luiza Vieiralves, os principais parasitas que afetam cães e gatos são as pulgas, os carrapatos e os parasitas intestinais.
veterinários adequados à espécie, ao peso e à faixa etária, sempre respeitando o intervalo entre as aplicações.
A vermifugação também precisa ser individualizada, assim como os demais cuidados. “A vermifugação adequada deve seguir orientação veterinária, pois nem todo protocolo é igual para todos os animais”, explica.
A higiene do ambiente é outra aliada: camas e cobertores devem ser lavados regularmente, enquanto o espaço onde o animal vive precisa ser mantido limpo e higienizado. Nos passeios, é importante evitar locais de risco e observar o pet após o contato com áreas de vegetação ou de grande circulação de animais. Consultas veterinárias periódicas ajudam a identificar os riscos e ajustar o protocolo preventivo.
Por isso, mais do que combater parasitas quando eles já são visíveis, o cuidado está em antecipar a ameaça e manter a prevenção como parte da rotina. Afinal, quando o perigo pode se esconder por trás de um animal aparentemente saudável, observar, prevenir e acompanhar de perto são formas de proteger aquilo que não pode pedir ajuda.
Fonte: Acrítica.com









