O policial militar acusado de matar a ex-companheira Camila Frithz é julgado pelo Tribunal do Júri no Fórum Ministro Henoch Reis, em Manaus. O crime ocorreu em novembro de 2023, na residência onde o casal vivia, na zona Norte da capital.
Familiares e representantes da assistência jurídica da vítima acompanham a sessão. A acusação sustenta a tese de feminicídio e pede a condenação do réu.
Mãe relata histórico de violência
A mãe de Camila, Edinelza Fritz, afirmou que a filha sofria violência antes do crime. Segundo ela, a vítima registrou oito boletins de ocorrência.
Edinelza relatou ainda que Camila realizou exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), em agosto de 2023, após ter sido agredida fisicamente pelo militar.
As declarações fazem parte do relato da família sobre o relacionamento e os episódios anteriores à morte.
Família destaca impacto sobre o filho
Durante o acompanhamento do julgamento, os familiares também ressaltaram as consequências da perda para o filho de Camila, que tinha quatro anos quando a mãe morreu.
A família pede a responsabilização do acusado e acompanha a análise do caso pelos jurados.
Acusação sustenta feminicídio
Com apoio da Procuradoria da Mulher, a acusação defende que o crime seja reconhecido como feminicídio e pede a condenação do policial militar.
O material disponível não informa os argumentos apresentados pela defesa nem o resultado do julgamento.
Fonte: AM POST.









