• Ivan Damasceno
  • Portal
  • Todas as Notícias
domingo, agosto 23, 2026
  • Login
Portal 8viu
  • Página inicial
  • Manaus
  • Amazonas
  • Brasil
  • Mundo
  • + Categorias
    • Destaques
    • Política
    • Polícia
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Famosos e Celebridades
    • Justiça
    • Saúde
    • Curiosidades
    • Podcast Conversa Fiada092
No Result
View All Result
  • Página inicial
  • Manaus
  • Amazonas
  • Brasil
  • Mundo
  • + Categorias
    • Destaques
    • Política
    • Polícia
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Famosos e Celebridades
    • Justiça
    • Saúde
    • Curiosidades
    • Podcast Conversa Fiada092
No Result
View All Result
Portal 8viu
No Result
View All Result
Home Geral

Obstrução uretral felina: lorazepam pode ajudar a prevenir recidivas?

Estudo publicado no JAVMA avaliou o uso do medicamento após episódios de obstrução uretral em gatos; manejo da dor e redução do estresse continuam essenciais

Débora Alcântara by Débora Alcântara
12 de agosto de 2026
in Geral
0 0
0
Obstrução uretral felina: lorazepam pode ajudar a prevenir recidivas?
Compartilhe

Um estudo publicado no Journal of the American Veterinary Medical Association (JAVMA) avaliou o uso do lorazepam para prevenir novos episódios de obstrução uretral em gatos e chamo atenção por investigar uma alternativa que pode atuar sobre a musculatura da uretra.

A obstrução uretral é uma emergência frequente na clínica de felinos e pode apresentar recorrência mesmo após a resolução do quadro inicial. Nesse contexto, compreender os fatores envolvidos na cistite idiopática felina (CIF), controlar a dor e reduzir situações de estresse são medidas importantes para diminuir o risco de novos episódios

Para explicar os resultados do estudo e os cuidados na interpretação dos dados, a médica-veterinária Michele Vieira de Azeredo, graduada em Medicina Veterinária com residência em Clínica de Pequenos Animais, mestre em Clínica e Reprodução Animal e especialização em Nefrologia e Urologia Veterinária, conversou com o portal Cães&Gatos.

Cistite idiopática felina e obstrução uretral

De acordo com Michele, a cistite idiopática felina está entre as principais causas de obstrução uretral em gatos. Por isso, concentrar o tratamento apenas na desobstrução pode deixar de abordar fatores importantes relacionados à origem e à recorrência do problema.

“Não considerá-la como base desse processo gera um manejo incompleto visando somente a resolução do quadro obstrutivo imediato e favorece a recidiva”, explica.

Nesse cenário, fatores como estresse, adequação ambiental e dor neuropática associada à CIF precisam fazer parte da abordagem. A avaliação desses elementos é importante porque a resolução da obstrução não significa necessariamente que os fatores relacionados à doença tenham sido controlados.

A preocupação é relevante pois novos episódios podem comprometer a qualidade de vida do gato e exigem atendimento veterinário imediato.

O estudo em questão avaliou o uso do lorazepam após o primeiro episódio de obstrução uretral funcional. A escolha do medicamento está relacionada à ação dos benzodiazepínicos sobre a musculatura uretral.

A médica-veterinária explica que o lorazepam, assim como outros medicamentos da classe, promove relaxamento da musculatura da uretra distal. A hipótese levantada pelos pesquisadores é que esse efeito poderia contribuir para reduzir a possibilidade de uma nova obstrução.

“A proposta tem sentido já que é geralmente nessa região, uretra distal, que temos a maioria dos processos obstrutivos”, afirma.

Apesar da lógica por trás da investigação, a veterinária ressalta que os resultados precisam ser interpretados com cautela, principalmente porque os animais receberam outras intervenções simultaneamente.

disponibilização de locais altos para observação e esconderijo, brinquedos que simulem comportamentos de caça e possibilidade de escolha sobre quando interagir com pessoas ou outros animais.

A mestre também recomenda permitir a exploração de ambientes externos quando isso for feito de maneira segura, com adaptação ao uso de guia e peitoral.

Outro cuidado é evitar estímulos desagradáveis, como determinados odores provenientes de produtos de limpeza ou fumaça de cigarro. A quantidade de animais no mesmo ambiente também merece atenção, principalmente quando o espaço não oferece condições adequadas para atender às necessidades individuais de cada gato.

A adequação ambiental não deve ser vista apenas como uma medida complementar após um episódio de obstrução. Para gatos com CIF, mudanças na rotina e no ambiente podem fazer parte da estratégia de prevenção de novas crises.

No entanto, a identificação dos fatores que provocam estresse também é individual. O que representa uma situação desconfortável para um gato pode não ter o mesmo impacto sobre outro.

Por isso, a observação do comportamento e a adaptação do ambiente às necessidades do animal são importantes para o manejo de longo prazo.

Quando o lorazepam pode ser considerado?

Diante das evidências disponíveis, Michele avalia que o lorazepam pode ser considerado como recurso complementar em situações específicas, principalmente em pacientes que apresentam recidivas frequentes.

“Eu indicaria para pacientes com recidivas frequentes, nos quais o manejo analgésico e anti-inflamatório não está surtindo efeito a curto prazo”, reitera.

A utilização, portanto, deve estar inserida em uma abordagem individualizada e não ser entendida como substituta do controle da dor, da avaliação clínica ou das estratégias destinadas à redução dos fatores ambientais associados à CIF.

Novos estudos ainda são necessários

Apesar dos resultados observados, a médica-veterinária reforça que o trabalho deve ser encarado como mais um passo na busca por estratégias para reduzir o sofrimento dos gatos com cistite idiopática felina.

“Cada estudo deve ser interpretado com cautela, mas comemorado por estarmos um passo mais próximo da solução”, declara.

Entre as questões que ainda precisam ser investigadas estão quais protocolos oferecem maior segurança e eficácia e qual deve ser a prioridade no atendimento de curto prazo: o manejo analgésico, o ansiolítico ou a combinação entre ambos.

Até que novas evidências estejam disponíveis, a abordagem da obstrução uretral felina deve considerar o paciente de forma ampla, incluindo o controle da dor, a avaliação da CIF, a redução do estresse e a adequação do ambiente.

 

Fonte: Revista Cães e Gatos

Compartilhe
Previous Post

Projeto prevê prioridade na restituição do Imposto de Renda para profissionais da segurança pública

Next Post

Ministério da Saúde anuncia novas regras para o Farmácia Popular; veja o que muda

Next Post
Ministério da Saúde anuncia novas regras para o Farmácia Popular; veja o que muda

Ministério da Saúde anuncia novas regras para o Farmácia Popular; veja o que muda

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas postagens

Filho é preso após agredir a própria mãe e tentar atacá-la com garfo em Manaus

Filho é preso após agredir a própria mãe e tentar atacá-la com garfo em Manaus

22 de agosto de 2026
Idoso residente da Fundação Dr. Thomas desaparece ao ir ao Centro de Manaus

Idoso residente da Fundação Dr. Thomas desaparece ao ir ao Centro de Manaus

22 de agosto de 2026
Relator da 6×1, Omar Aziz diz que dará “a maior agilidade possível” à PEC

Relator da 6×1, Omar Aziz diz que dará “a maior agilidade possível” à PEC

22 de agosto de 2026
  • Ivan Damasceno
  • Portal
  • Todas as Notícias

Copyright © 2026  Portal 8viu. Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento: Up Marketing | Consultoria: Carlos Rodrigues.

No Result
View All Result
  • Ivan Damasceno
  • Portal
  • Todas as Notícias

Copyright © 2026  Portal 8viu. Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento: Up Marketing | Consultoria: Carlos Rodrigues.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In