• Ivan Damasceno
  • Portal
  • Todas as Notícias
terça-feira, agosto 25, 2026
  • Login
Portal 8viu
  • Página inicial
  • Manaus
  • Amazonas
  • Brasil
  • Mundo
  • + Categorias
    • Destaques
    • Política
    • Polícia
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Famosos e Celebridades
    • Justiça
    • Saúde
    • Curiosidades
    • Podcast Conversa Fiada092
No Result
View All Result
  • Página inicial
  • Manaus
  • Amazonas
  • Brasil
  • Mundo
  • + Categorias
    • Destaques
    • Política
    • Polícia
    • Economia
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Famosos e Celebridades
    • Justiça
    • Saúde
    • Curiosidades
    • Podcast Conversa Fiada092
No Result
View All Result
Portal 8viu
No Result
View All Result
Home Saúde

Casos graves de Covid podem reativar vírus adormecidos no organismo

esquisa com mais de mil pacientes hospitalizados relaciona o fenômeno a quadros mais graves da doença e ao desenvolvimento da covid longa

Débora Alcântara by Débora Alcântara
6 de agosto de 2026
in Saúde
0 0
0
Casos graves de Covid podem reativar vírus adormecidos no organismo
Compartilhe

A Covid-19 pode fazer mais do que causar uma infecção respiratória. Um estudo publicado nessa quarta-feira (5/8) na revista Natureindica que casos graves da doença podem reativar vírus que permanecem adormecidos no organismo por anos. Segundo os pesquisadores, esse fenômeno esteve associado a quadros mais graves da infecção e também ao desenvolvimento da Covid longa.

A pesquisa acompanhou mais de mil pessoas hospitalizadas com Covid-19 durante 2020 e o início de 2021. Quase metade dos participantes apresentou reativação de vírus que já estavam presentes no organismo, como o vírus Epstein-Barr, o citomegalovírus, o herpes simples e os anelovírus.

Como os vírus voltam a ficar ativos

Muitas pessoas são infectadas por alguns vírus ainda na infância ou adolescência. Depois da infecção inicial, esses microrganismos não desaparecem completamente. Eles permanecem em estado de latência dentro das células e, normalmente, são mantidos sob controle pelo sistema imunológico.

Os pesquisadores queriam entender se a infecção pelo coronavírus poderia favorecer esse “despertar”. Para isso, analisaram amostras de sangue, secreções nasais e fluidos pulmonares dos pacientes internados

Os resultados mostraram que a reativação não acontece de forma igual para todos os vírus. O Epstein-Barr e os anelovírus costumam reaparecer logo após a internação, enquanto o citomegalovírus e o herpes simples tendem a ser detectados cerca de três semanas depois, principalmente nas vias respiratórias.

A análise trouxe ainda outro dado importante. A reativação também foi observada em pessoas sem doenças que comprometem o sistema imunológico.

“Provavelmente a covid induz um estresse que desencadeia essas reativações, ampliando ainda mais a inflamação causada pela doença. Nesses casos, a covid não está agindo sozinha”, afirmou Esther Melamed, médica e pesquisadora da Universidade do Texas em Austin, nos Estados Unidos, e coautora do estudo, em comunicado.

 

Relação com a Covid longa

Os pesquisadores acompanharam os participantes durante um ano após a infecção inicial e identificaram uma associação entre a reativação dos anelovírus e o desenvolvimento da Covid longa, condição em que os sintomas persistem por meses ou até anos.

Além disso, pessoas que apresentaram vírus reativados também mostraram níveis mais elevados de inflamação, maior atividade das células de defesa e mais sinais de danos celulares do que pacientes hospitalizados que não tiveram esse fenômeno.

Apesar disso, os cientistas ressaltam que o estudo ainda não permite afirmar que esses vírus sejam os responsáveis pelo agravamento da doença ou pela Covid longa. Eles podem tanto contribuir para esses problemas quanto apenas indicar que o sistema imunológico está sob intenso estresse.

O que a descoberta pode mudar

Segundo os autores, compreender esse processo pode ajudar no desenvolvimento de novas estratégias de tratamento. Em vez de combater apenas o coronavírus, futuras terapias também poderiam incluir antivirais direcionados aos vírus que voltam a ficar ativos durante a infecção.

Os pesquisadores destacam, porém, que essa hipótese ainda precisa ser testada em estudos clínicos para confirmar se tratar esses vírus realmente melhora a evolução da Covid-19 ou reduz o risco de Covid longa. Atualmente, um ensaio clínico já avalia o uso de antivirais contra herpesvírus em pessoas com covid longa.

Fonte: Metrópoles

Compartilhe
Previous Post

Em decisão inédita, STJ condena Buzzi à perda do cargo por assédio

Next Post

Em meio à crise com Lula, Milei autoriza exercício naval com Brasil

Next Post
Em meio à crise com Lula, Milei autoriza exercício naval com Brasil

Em meio à crise com Lula, Milei autoriza exercício naval com Brasil

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Últimas postagens

ANPD multa TikTok em R$ 153,7 milhões por falhas com dados de crianças

ANPD multa TikTok em R$ 153,7 milhões por falhas com dados de crianças

25 de agosto de 2026
Homem é preso após agredir e manter mãe em cárcere com faca em Parintins

Homem é preso após agredir e manter mãe em cárcere com faca em Parintins

25 de agosto de 2026
Médico confunde sinal de câncer com diabetes e homem morre dias depois

Médico confunde sinal de câncer com diabetes e homem morre dias depois

25 de agosto de 2026
  • Ivan Damasceno
  • Portal
  • Todas as Notícias

Copyright © 2026  Portal 8viu. Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento: Up Marketing | Consultoria: Carlos Rodrigues.

No Result
View All Result
  • Ivan Damasceno
  • Portal
  • Todas as Notícias

Copyright © 2026  Portal 8viu. Todos os direitos reservados.
Desenvolvimento: Up Marketing | Consultoria: Carlos Rodrigues.

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In