Uma mulher que se apresenta nas redes sociais como Mandraka, suposta esposa de um detento, publicou um vídeo questionando os gastos públicos destinados à manutenção de pessoas privadas de liberdade no Brasil. Na gravação, ela rebateu declarações sobre o custo mensal de cada preso e afirmou que, na experiência relatada por ela, as condições oferecidas dentro das unidades prisionais não correspondem ao valor divulgado.
Segundo Mandraka, a alimentação seria um dos principais problemas enfrentados pelos detentos. Em seu relato, ela afirmou que há situações em que a comida entregue nas unidades chega em condições inadequadas.
“A comida vem estragada”, declarou a mulher durante o vídeo.
Mulher questiona despesas do sistema prisional
Além da alimentação, Mandraka mencionou outras condições que, segundo ela, fazem parte da rotina dos presos. Entre os pontos citados estão o banho com água fria e os longos períodos de permanência dentro das celas.
Ela também afirmou que familiares acabam assumindo despesas que, na visão dela, deveriam ser consideradas quando se fala sobre os custos do sistema penitenciário.
De acordo com o relato, parentes comprariam ou levariam aos detentos itens como roupas, alimentos, medicamentos e outros produtos utilizados durante o período de reclusão.
“Para onde está indo esse dinheiro?”
Durante a gravação, a mulher questionou a diferença entre o valor atribuído pelo poder público ao custo de cada preso e aquilo que afirma observar na realidade.
Mandraka também levantou dúvidas sobre eventuais cobranças feitas após a saída do sistema prisional e questionou qual seria a destinação dos recursos públicos destinados à manutenção dos detentos.
A publicação foi feita no perfil @mandrakazikaa e repercutiu entre usuários das redes sociais. Nos comentários, o tema gerou debates sobre as condições das unidades penitenciárias, os gastos públicos e a participação financeira das famílias na manutenção dos presos.
Veja:
https://www.instagram.com/reel/Dcv0fbKB7Su/?igsi=anN2cmZ2MGhnNTUx
É importante destacar que as afirmações feitas no vídeo representam o relato e a opinião da autora da publicação e não comprovam, por si só, que as condições mencionadas ocorram em todas as unidades prisionais do país.
O debate sobre os custos do sistema penitenciário envolve diferentes despesas, como alimentação, segurança, estrutura, atendimento de saúde e manutenção das unidades. Os valores também podem variar de acordo com o estado e a metodologia utilizada para fazer o cálculo.









