A Ucrânia celebrou nesta segunda-feira (24) os 35 anos de sua independência em meio à continuidade da guerra contra a Rússia. A data foi marcada por cerimônias em Kiev e por novas manifestações de apoio de países europeus ao governo do presidente Volodymyr Zelensky.
Durante as celebrações, líderes do Reino Unido e da França prometeram ampliar o suporte militar à Ucrânia. Entre as medidas estão o acesso a tecnologias classificadas e a aceleração das entregas de sistemas de defesa aérea ao país.
Segundo a Reuters, o primeiro-ministro britânico, Burnham, reafirmou o compromisso de seu governo com a Ucrânia, enquanto o presidente francês também sinalizou que o apoio europeu deverá continuar. Os dois países fazem parte da chamada “Coalizão dos Dispostos”, grupo de aliados que discute formas de fortalecer a defesa ucraniana.
Zelensky afirma que Ucrânia quer a paz
Durante o discurso pelo Dia da Independência, Zelensky afirmou que a Ucrânia continua buscando a paz, mas não pretende abrir mão de sua soberania.
A declaração ocorre em um momento de novas discussões internacionais sobre possíveis caminhos para encerrar o conflito, enquanto ataques e confrontos entre forças russas e ucranianas continuam.
O governo ucraniano também tenta fortalecer sua capacidade de defesa diante dos ataques russos e busca garantias de segurança de seus principais aliados.
Guerra continua afetando a região
A guerra entre Rússia e Ucrânia já dura mais de quatro anos e continua provocando impactos políticos, econômicos e humanitários em diferentes partes do mundo.
Ao mesmo tempo em que países europeus aumentam o apoio militar a Kiev, governos aliados continuam pressionando por uma solução diplomática para o conflito.
As celebrações dos 35 anos de independência, portanto, acontecem em um cenário diferente daquele vivido pelo país antes da invasão russa: a Ucrânia comemora sua independência enquanto luta para preservar seu território e sua soberania.
Fonte: Reuters









