Categoria: Saúde

  • Malária: FVS-RCP apresenta TELEMAL+ e amplia caminho para atendimento especializado no interior do estado

    Telessaúde como iniciativa estratégica para ampliar o diagnóstico e o cuidado

    Saúde – Com mais de 100 profissionais de saúde conectados, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) apresentou, nesta sexta-feira (17/04), o TELEMAL+ a representantes de 32 municípios amazonenses, em um encontro virtual que aposta na telessaúde para encurtar distâncias e ampliar o acesso à assistência especializada em regiões de difícil alcance.

    A ação foi conduzida pela Diretoria de Vigilância Ambiental da FVS-RCP e contou com a participação de municípios como: Alvarães, Amaturá, Anamã, Anori, Atalaia do Norte, Barcelos, Barreirinha, Beruri, Boa Vista do Ramos, Borba, Caapiranga, Canutama, Carauari, Careiro, Ipixuna, Itacoatiara, Itamarati, Japurá, Manaquiri, Manaus, Maraã, Nhamundá, Parintins, Pauini, Santa Isabel do Rio Negro, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença, São Sebastião do Uatumã, Tonantins, Uarini e Urucurituba.

    Para a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, a iniciativa representa um avanço importante para a saúde pública no estado, ao ampliar o acesso à atenção especializada, sobretudo em territórios mais distantes. “Ao integrar tecnologia e assistência, conseguimos apoiar os municípios e qualificar o cuidado ofertado à população”, destacou.

    O diretor de Vigilância Ambiental da FVS-RCP, Elder Figueira, reforçou que a proposta contribui para tornar as respostas em saúde mais ágeis e efetivas. “O TELEMAL+ potencializa o trabalho das equipes municipais e contribui diretamente para a melhoria dos indicadores de saúde”, afirmou.

    Integração 

    O TELEMAL+ funciona como um núcleo de telessaúde voltado à Amazônia brasileira, utilizando a infraestrutura de conectividade já disponível na região para ampliar o acesso a serviços especializados. A proposta reúne ações de educação em saúde, diagnóstico, vigilância, controle, eliminação e manejo clínico da malária, além de outras doenças febris agudas, HIV/Aids, infecções sexualmente transmissíveis e hepatites virais.

    Durante o encontro, a médica Floz Martinez, da Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado (FMT-HVD), apresentou os objetivos do projeto e destacou o papel da telessaúde no contexto amazônico. Segundo ela, uma equipe multidisciplinar de especialistas estará disponível para apoiar tecnicamente os municípios, fortalecendo a capacidade de diagnóstico e aprimorando o atendimento aos pacientes.

    Com a iniciativa, a FVS-RCP promove maior integração entre os serviços de saúde e abre novas possibilidades para qualificar a assistência, especialmente em localidades onde o acesso ainda é um desafio.

     Fonte:  Divulgação/ FVS-RCP

  • Mulheres em tratamento de lesões pré-malignas do colo do útero podem se vacinar contra o HPV

    O vírus é o responsável por causar os cânceres de vagina, pênis, garganta e ânus

    Saúde – As mulheres em tratamento contra as lesões pré-malignas do colo do útero no Centro Avançado de Prevenção ao Câncer do Colo do Útero (Cepcolu), anexo à Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), agora têm disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a vacina contra o Papilomavírus humano (HPV). O vírus é o responsável por causar os cânceres de vagina, pênis, garganta e ânus.

    A decisão foi publicada pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), no dia 30 março, por meio de nota técnica. O documento reforçou a importância da manutenção da estratégia de vacinação contra o HPV, com o objetivo de diminuir a possibilidade de retorno das lesões pré-malignas do colo do útero.

    A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destacou que a instituição está disponibilizando a vacina para todas as secretarias municipais de saúde, fortalecendo a prevenção da doença em todo o estado e ampliando o acesso à imunização. “Estamos ampliando o acesso à vacina em todos os municípios, com foco em aumentar a cobertura vacinal entre meninas e meninos de 9 a 14 anos. Essa estratégia é fundamental para proteger nossas crianças e adolescentes e reduzir, no futuro, o risco de doenças evitáveis”, afirmou.

    Conforme a chefe de departamento do Cepcolu, médica Mônica Bandeira, a vacina contra o HPV é recomendada, também, para mulheres em tratamento , as quais irão realizar e para as que já realizaram, há um ano, a conização – pequena cirurgia que retira as lesões pré-malignas do colo do útero.

    Esquema vacinal

    “A vacina é disponibilizada, gratuitamente, nas unidades básicas de saúde (UBSs). As mulheres precisarão tomar as três doses que são preconizadas. A vacina não vai tratar as lesões pré-malignas do colo do útero, mas visa aumentar a imunidade das mulheres e evitar que o vírus retorne”, explicou a médica especialista.

    Encaminhamento médico

    Segundo Mônica Bandeira, as mulheres precisam pegar o encaminhamento médico com o registro da doença para apresentar na UBSs, o qual é obrigatório para a vacinação. Ela alertou que mesmo depois de se vacinar, as mulheres precisam realizar o seguimento com preventivo e colposcopia, a cada seis meses, durante dois anos, seguindo as diretrizes do Ministério da Saúde (MS). 

    Fonte e Foto:  FCecon/ Divulgação

  • Câncer no cérebro, cirurgias e 11 anos de tratamento: relembre problemas de saúde enfrentados por Oscar Schmidt

    O ídolo do basquete brasileiro morreu nesta sexta-feira (17) após 15 anos do diagnóstico de câncer no cérebro. Ele foi levado ao hospital depois de um mal-estar.

    Saúde – Após 15 anos do diagnóstico de câncer no cérebro, o ídolo do basquete brasileiro Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Ele foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana do Parnaíba, depois de um mal-estar. A causa da morte não foi divulgada.

    O ex-atleta enfrentava problemas de saúde havia anos.

    O primeiro deles foi o diagnóstico, ainda em 2011, de um tipo de câncer chamado glioma, localizado na parte frontal esquerda do cérebro. Na época, Schmidt realizou uma cirurgia para a retirada do tumor de grau 2, considerado baixo.

    Em 2013, o ex-jogador iniciou uma nova luta contra a doença. Foi identificada a progressão do tumor para grau 3, exigindo uma nova operação e sessões de radioterapia.

    Depois da nova cirurgia, ele iniciou um tratamento com quimioterapia, para controlar a doença e impedir o retorno dela.

    Cura e interrupção do tratamento

    Em 2022, 11 anos após o diagnóstico, Oscar afirmou estar curado e disse ter interrompido as sessões de quimioterapia.

    Em uma entrevista, nesse mesmo ano, ele declarou ter parado o tratamento por conta própria.

    Segundo sua assessoria, o atleta era acompanhado por uma equipe médica e pelo mesmo oncologista desde 2013. Ele estava bem de saúde e era considerado curado da doença.

    Depois da interrupção do tratamento, Oscar realizava um acompanhamento de rotina para monitorar seu estado de saúde.

    Câncer no cérebro

    Os tumores no cérebro resultam do desenvolvimento anormal de células, que crescem de maneira descontrolada e formam uma massa com nódulos.

    Como no cérebro existem vários tipos de células – neurônios, células da glia (uma espécie de “armação” onde ficam os neurônios), células ependimais (que revestem internamente as cavidades do cérebro), células das meninges e das glândulas hipófise e pineal –, também há diferentes tipos de tumores no órgão.

    De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) representa 1,4 a 1,8% de todos os tumores malignos no mundo. Cerca de 88% dos tumores de SNC são no cérebro.

    A estimativa do instituto é que, até 2028, o Brasil registre cerca de 12 mil novos casos da doença.

    Existem diversas causas que podem levar ao desenvolvimento da doença e, entre os fatores de risco, estão a exposição à radiação e a deficiência do sistema imunológico.

    A detecção precoce ainda é a principal estratégia para aumentar a possibilidade de cura. Ela pode ser feita por meio de exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos.

    Os médicos recomendam que a investigação seja realizada em caso de sintomas como:

    • Perda de funções neurológicas
    • Dores de cabeça
    • Náuseas e vômitos
    • Convulsões
    • Dificuldades de equilíbrio
    • Visão turva
    • Mudanças de comportamento
    • Sonolência acentuada e coma

    Fonte: G1

  • Farmacêutico do Lacen-AM é homenageado pelo Conselho Federal de Farmácia

    Moção de aplausos reconhece trajetória à saúde pública no amazonas

    Saúde – O farmacêutico-bioquímico do Laboratório Central de Saúde Pública do Amazonas (LACEN), da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), Luís Joeci Jacques de Macedo, recebeu moção de aplausos do Conselho Federal de Farmácia (CFF), na quinta-feira (16/04), com apoio do Conselho Regional de Farmácia do Amazonas (CRF-AM).

    A homenagem foi proposta pelo conselheiro federal pelo Amazonas, Járdel Inácio, e pela conselheira federal suplente, Mie Muroya, em reconhecimento à trajetória profissional marcada pela responsabilidade com a saúde pública e pela contribuição à valorização da profissão farmacêutica.

    Para a diretora-presidente Tatyana Amorim a homenagem recebida é também um reconhecimento institucional. “Esse destaque dado ao Macedo reforça o compromisso da FVS-RCP em valorizar seus profissionais e fortalecer a promoção da saúde de qualidade”, avalia.

    Com mais de 20 anos de atuação no LACEN, Luís Joeci Macedo tem desempenhado papel relevante no fortalecimento das ações laboratoriais no estado. 

    A entrega da moção ocorreu em sessão solene na sede do Conselho e contou com a presença da vice-presidente do CFF, Lenira Costa, do presidente do CRF-AM, Reginaldo Costa, além de conselheiros regionais. 

    Fonte:  Aline Reis/ FVS-RCP

  • MPOX: FVS-RCP promove atualização e reforça preparo das equipes de saúde

    O evento ocorreu de forma virtual, por meio da plataforma Google Meet

    Saúde – Em um cenário que exige vigilância ativa e respostas rápidas, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) realiza, nesta sexta-feira (17/04), uma capacitação técnica voltada à atualização de profissionais sobre doenças transmissíveis, com destaque para a Mpox.

    A iniciativa, coordenada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da FVS-RCP, reúne equipes de diferentes áreas para alinhar conhecimentos e práticas diante de possíveis ocorrências no estado. O encontro ocorre de forma virtual, pela plataforma Google Meet, e é direcionado a profissionais de saúde que atuam na vigilância epidemiológica, na assistência e na resposta a agravos transmissíveis.

    Para a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, a ação integra o esforço contínuo de aprimoramento das equipes. “A capacitação amplia a capacidade de identificar precocemente os casos e contribui para um manejo mais adequado, reduzindo riscos à saúde da população”, destaca.

    A gerente de Vigilância de Doenças Transmissíveis da FVS-RCP, Lilian Furtado, reforça que a qualificação permanente é parte essencial das estratégias em saúde pública. “Manter os profissionais atualizados favorece respostas mais ágeis, integradas e eficazes diante de possíveis ocorrências”, afirma.

    Atendimento

    A FVS-RCP destaca que toda a rede de saúde, incluindo unidades privadas e públicas, da capital e interior, está orientada para realizar atendimento de casos suspeitos de Mpox.

    Orientações

    –  Higienizar as mãos frequentemente;

    – Não compartilhar alimentos, objetos de uso pessoal, talheres, roupas ou roupas de cama;

    – Buscar um serviço de saúde nos casos de aparecimento de lesões (bolhas) ou feridas.

    Fonte: Aline Reis/ FVS-RCP

  • Em momento histórico, Laís Souza volta a ficar de pé em público e emociona ao entregar prêmio a Tatiana Sampaio

    Ex-ginasta surge caminhando com órtese pela primeira vez desde o acidente e protagoniza momento histórico ao premiar pesquisadora brasileira.

    Saúde – Um dos momentos mais marcantes do ano na área da saúde e da ciência veio carregado de emoção. A ex-ginasta Laís Souza reapareceu em público de pé pela primeira vez desde o acidente que mudou sua vida, em 2014, e comoveu a plateia ao entrar caminhando no palco de um evento em São Paulo.

    Com o auxílio de uma órtese, Laís sorriu, acenou e protagonizou uma cena que simboliza mais de uma década de luta, tratamento e resiliência. Tetraplégica desde o acidente durante um treinamento de esqui aéreo, ela transformou o momento em um marco de esperança — não apenas pessoal, mas também para a ciência.

    A ex-atleta foi responsável por entregar o prêmio Brazilian Engineering 2026 à pesquisadora Tatiana Sampaio, que desenvolve estudos com polilaminina, uma tecnologia promissora no tratamento de lesões na medula espinhal.

    Veja ao vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DXPEBA0gURE/?igsh=MWV5ZzZ0ZTZ3NWE3YQ==

    Antes de subir ao palco, Laís revelou estar nervosa, mas superou a ansiedade e emocionou o público ao mostrar sua evolução. O gesto de caminhar, ainda que com apoio, foi interpretado como um símbolo poderoso de superação e avanço médico.

    Durante a cerimônia, ela também destacou a importância das pesquisas científicas que buscam novas possibilidades de recuperação para pacientes com lesões neurológicas graves. A polilaminina, em especial, tem sido apontada como uma das apostas mais promissoras nesse campo.

    A cena, que arrancou aplausos e lágrimas, reforça não apenas a força de Laís Souza, mas também o impacto que a ciência pode ter na vida de milhares de pessoas. Mais do que uma homenagem, o momento representou a conexão entre a trajetória de uma atleta que não desistiu e os avanços que podem transformar o futuro da medicina.

  • Ferida que não cicatriza pode ter causa nas veias: tratar a raiz do problema muda o tratamento

    Especialistas alertam que cuidar apenas da lesão não basta; corrigir a circulação é essencial para fechar a úlcera venosa e evitar que ela volte.

    Saúde – Feridas persistentes na perna, que demoram meses ou até anos para cicatrizar, podem ter origem em um problema silencioso: a má circulação sanguínea. Conhecida como Úlcera venosa, essa condição é uma das formas mais graves da insuficiência venosa crônica e exige uma abordagem que vá além dos cuidados superficiais.

    Geralmente localizada próxima ao tornozelo, a úlcera venosa provoca dor, limita a mobilidade e impacta diretamente a qualidade de vida. Durante muito tempo, o tratamento esteve focado apenas na ferida, com uso de curativos e pomadas. Embora importantes, essas medidas não resolvem o problema quando a causa — o mau funcionamento das veias — não é tratada.

    Na insuficiência venosa, as válvulas responsáveis por conduzir o sangue de volta ao coração falham. Com isso, o sangue se acumula nas pernas, aumentando a pressão nas veias e comprometendo a oxigenação dos tecidos. Esse cenário favorece inflamações e impede a cicatrização adequada da pele.

    Por isso, especialistas reforçam: tratar apenas a ferida é lidar com a consequência, não com a origem do problema.

    Nos últimos anos, avanços na medicina mudaram essa lógica. Estudos mostram que a combinação de cuidados locais — como curativos adequados e terapia compressiva — com o tratamento da insuficiência venosa pode acelerar significativamente o processo de cicatrização.

    Entre as opções mais modernas estão procedimentos minimamente invasivos, como a ablação venosa por laser ou radiofrequência, que corrigem o refluxo sanguíneo nas veias doentes. Ao melhorar a circulação, o ambiente da pele se torna mais favorável à regeneração.

    Outro benefício importante dessa abordagem é a redução do risco de recidiva, um dos maiores desafios no tratamento das úlceras venosas. Sem tratar a causa, a chance de a ferida reaparecer é alta.

    Além do aspecto físico, a condição também afeta o bem-estar emocional. Muitos pacientes convivem por anos com dor, curativos frequentes e limitações na rotina, o que pode levar ao isolamento social e à queda na qualidade de vida.

    Diante disso, a recomendação é clara: a úlcera venosa não deve ser vista apenas como um problema de pele, mas como uma doença circulatória. Uma avaliação vascular completa e o tratamento adequado das veias podem ser decisivos não só para fechar a ferida, mas para evitar que ela volte a comprometer a saúde do paciente.

    Por jornalista Lília Marques

  • Uso de remédio para dormir baixa testosterona, como disse Zé Felipe?

    Saúde – O cantor Zé Felipe, 27, disse que teve algumas complicações após ficar “viciado” em remédios para dormir, como a redução da testosterona. Isso faz sentido?

    Remédio para dormir reduz a testosterona?
    Não existem evidências robustas de que remédios para dormir reduzam a testosterona em homens. Segundo especialistas consultados pelo VivaBem, a literatura médica liga a redução de testosterona à baixa qualidade de sono ou à insônia

    Em animais, há alguns estudos que ligam o consumo de remédios para dormir à redução de testosterona. Segundo Marcelo Ribeiro, psiquiatra do Espaço Einstein de saúde e bem-estar, há inclusive prejuízo na espermatogênese (formação de espermatozoides) e alterações testiculares.

    Em humanos, os medicamentos para dormir podem ter uma série de efeitos. O consumo de benzodiazepínicos —como diazepam, alprazolam, lorazepam e clonazepam— pode causar disfunção sexual, redução da libido e disfunção erétil.

    Boa parte das medicações para insônia é de tarja preta e precisa de prescrição médica. Segundo Gabriel Okuda, psiquiatra do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, remédios como Rivotril, zolpidem (hipnótico Z), Lexotan e Frontal podem causar dependência e tolerância quando o paciente usa a mesma medicação e na mesma dosagem, e ela não faz mais efeito. Além disso, o uso crônico pode causar dor de cabeça, tremores, náusea, hepatite, gastrite e queimação, por exemplo.

    O que fazer?
    Os remédios para dormir devem ser usados apenas em situações específicas. A ideia é que haja acompanhamento e que o uso ocorra por um prazo curto e em determinadas condições. Por exemplo, durante o pós-operatório, crise aguda ou algum evento traumático recente. “Fora disso, o uso prolongado raramente é uma solução saudável”, afirmou Ribeiro, do Einstein.

    Deixar esses remédios exige estratégia. “É necessário fazer um desmame, com redução gradual da dose, e com um acompanhamento adequado”, explica Okuda.

    Sono exige preparação. É importante que a pessoa que queira dormir bem faça a higiene do sono, que consiste em manter um horário fixo para dormir, reduzir cafeína e álcool durante o dia, evitar telas à noite e criar rotinas estáveis. Para quem desenvolveu dependência, é sugerido procurar auxílio médico.

    O cantor comentou sobre vício em remédios para dormir em podcast. Zé Felipe disse, durante entrevista ao Podcats, que começou a usar as medicações como válvula de escape para outros problemas pessoais. “Dormia para tentar mascarar uma coisa que eu estava sentindo”, afirmou.

    Ao buscar ajuda médica, ele relata que houve alterações hormonais. Segundo o cantor, sua testosterona estava em 100 ng/dl (nanogramas por decilitro), enquanto em adultos o comum é ficar em cerca de 500 ng/dl. “Se falassem que eu estava bonito, eu chorava. Não tinha energia para fazer show”.

    Fonte: Uol

  • FVS-RCP integra debate sobre clima e violências em evento nacional de saúde

    Participação destaca adaptação do SUS diante dos impactos das mudanças climáticas

    Saúde – A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) integra a programação científica da 18ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (ExpoEpi), promovendo ao cenário nacional discussões sobre os efeitos das mudanças climáticas na saúde pública, com atenção especial às violências em Brasília.

    Convidada como palestrante, a coordenadora da Vigilância de Violências e Acidentes (Viva) da FVS-RCP, Cassandra Torres, participa do debate nesta quinta-feira (16/04) para o tema “Desastres Ambientais, Violências e Impactos na Saúde”, abordando como mudanças no ambiente influenciam diretamente o aumento de agravos, especialmente em territórios vulneráveis como a Amazônia.

    A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destaca que a participação da instituição reforça o protagonismo do Amazonas nas discussões nacionais. “Promover a experiência da vigilância em saúde do Amazonas para um espaço como a ExpoEpi amplia o olhar sobre como os impactos ambientais dialogam com diferentes agravos, incluindo as violências. É uma oportunidade de troca e de fortalecimento das estratégias de prevenção”, afirma.

    Na oportunidade, a coordenadora da Viva – FVS-RCP, Cassandra Torres, ressalta que a atuação da FVS-RCP no monitoramento de violências tem se adaptado às novas dinâmicas impostas pelas mudanças climáticas, incorporando dados e análises que ajudam a compreender melhor esses fenômenos e orientar ações mais eficazes à exemplo da estiagem vivenciada em 2024 no Amazonas.

    Sobre a ExpoEpi

    Promovido pelo Ministério da Saúde, o evento busca compartilhar experiências bem-sucedidas e fortalecer estratégias de vigilância em saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), com foco, nesta edição, nas mudanças climáticas e seus desdobramentos.

    A presença da FVS-RCP no evento evidencia o esforço contínuo da instituição em contribuir com o debate técnico-científico e promover respostas mais integradas diante de desafios cada vez mais complexos na saúde pública.

    Fonte: Maíra Pessoa/ FVS-RCP

  • Declaração de Nascido Vivo: FVS-RCP emite segunda via durante ação nacional de registro civil

    Ação ocorre no Vasco Vasques e facilita o acesso da população até esta sexta-feira (17/04)

    Saúde – Com a emissão gratuita da segunda via da Declaração de Nascido Vivo, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) integra a 4ª edição da Semana Nacional de Registro Civil: Registre-se!, e segue com atendimentos até esta sexta-feira (17/04), no Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus.

    A participação da FVS-RCP é coordenada pelo Núcleo de Sistemas de Informação, vinculado à Diretoria de Planejamento, Emergências em Saúde Pública e Ações Estratégicas (Diplae). A mobilização reúne diferentes instituições em uma força-tarefa que amplia o acesso da população a serviços essenciais de cidadania, com atenção especial às pessoas em situação de vulnerabilidade social.

    Para a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, a participação na ação evidencia o papel da instituição no acesso a direitos. “A presença da FVS-RCP no Registre-se 2026 amplia o alcance dos serviços e contribui para que mais pessoas tenham acesso à documentação básica. A emissão da DNV é um passo fundamental nesse processo”, afirma.

    A assessora do Núcleo de Sistemas de Informação (Nusi) da FVS-RCP, Larissa Galvão, destaca o impacto direto do serviço. “A emissão gratuita da segunda via da DNV facilita a regularização de documentos, especialmente para quem encontra dificuldades nesse acesso. A proposta é tornar esse atendimento mais ágil e próximo da população”, explica.

    A programação do “Registre-se!” inclui ainda emissão de certidões de nascimento, casamento e óbito, além da Carteira Nacional de Identificação (CNI), Cadastro de Pessoa Física (CPF), registros tardios, averbações e inclusão de etnia no registro civil, entre outros atendimentos.

    Fonte: Cândido Miranda/ FVS-RCP