Categoria: Interior

  • TCE aponta prejuízo de R$ 42 mil e julga irregulares contas da saúde de Tabatinga

    Segundo a decisão, o prejuízo ocorreu por superfaturamento em serviços de pintura pagos, mas não executados nas quantidades contratadas.

    Interior – O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) julgou irregulares as contas de 2023 do Fundo Municipal de Saúde de Tabatinga, no interior do estado, e apontou prejuízo de R$ 42,4 mil aos cofres públicos. O valor deverá ser devolvido pelo então secretário de Saúde e ordenador de despesas à época, Janderson Bezerra Felix.

    Segundo a decisão, o prejuízo ocorreu por superfaturamento em serviços de pintura pagos, mas não executados nas quantidades contratadas. O ex-gestor não apresentou justificativas ou documentos suficientes para afastar a irregularidade.

    Além da devolução, o TCE aplicou multa de R$ 22.771,43 por falhas nas áreas fiscal, contábil e financeira, identificadas por órgãos técnicos da Corte.

    O ex-secretário tem prazo de 30 dias para pagar os valores. Caso não cumpra a determinação, poderá ter o nome incluído em protesto e ser alvo de cobrança judicial.

    A decisão foi tomada por unanimidade pelos conselheiros do tribunal.

    O TCE também fez recomendações ao Fundo Municipal de Saúde de Tabatinga, como melhorar o planejamento orçamentário e cumprir prazos no envio de dados ao sistema de controle.

    O g1 tenta localizar a defesa do ex-secretário Janderson Bezerra Felix.

    Fonte: G1

  • Saiba como denunciar falta de juiz ou promotor em municípios do Amazonas

    Orientação vale principalmente para cidades do interior, onde há registros de comarcas sem juiz titular ou sem promotor fixo, o que pode comprometer o andamento de investigações e decisões judiciais.

    Interior – Moradores do Amazonas que enfrentam prejuízos pela falta de juiz ou promotor em seus municípios podem registrar reclamações em órgãos de controle do Judiciário e do Ministério Público. A denúncia pode ser feita a qualquer momento e não exige advogado.

    A orientação vale principalmente para cidades do interior, onde há registros de comarcas sem juiz titular ou sem promotor fixo, o que pode comprometer o andamento de investigações e decisões judiciais.

    Sempre que possível, o primeiro passo seja registrar a situação diretamente no processo ou no órgão local, por meio de uma petição simples. Isso ajuda a comprovar a ausência de resposta.

    Caso não haja solução, a recomendação é acionar as corregedorias e conselhos nacionais, que têm poder para apurar e cobrar providências.

    As informações sobre onde e como denunciar foram disponibilizadas on-line pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam) e Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Onde denunciar a falta de juiz

    Quando o problema envolve a ausência ou demora na atuação de um juiz, o cidadão pode procurar:

    • CorregedoriaGeral de Justiça do estado: órgão responsável por fiscalizar juízes de primeira instância. Recebe reclamações diretamente.
    • Ouvidoria do Tribunal de Justiça: canal para denúncias sobre falhas no funcionamento das comarcas.
    • Conselho Nacional de Justiça (CNJ): pode ser acionado em casos de demora excessiva ou ausência de magistrado. A denúncia pode ser feita diretamente pelo cidadão, inclusive pela internet.

    As reclamações podem ser registradas por meio de formulários eletrônicos, telefone ou presencialmente, dependendo do órgão. Em geral, é necessário:

    • Descrever o problema de forma clara;
    • Informar o município e, se possível, a unidade envolvida;
    • Apresentar documentos que comprovem a situação, como número de processo parado ou registros de solicitações sem resposta.

    O cidadão pode pedir sigilo dos dados, se desejar.

    A falta de juízes e promotores pode atrasar decisões, comprometer investigações e dificultar o acesso à Justiça. Ao formalizar a reclamação, o cidadão contribui para que os órgãos responsáveis identifiquem problemas e adotem medidas para regularizar o atendimento.

    Fonte: G1 Amazonas

  • Falta de juízes no interior do Amazonas dificulta acesso à Justiça

    Municípios sem juiz titular para decisões importantes e a falta de promotores fora de Manaus preocupa moradores. Processos dependem de magistrados de outras comarcas, o que pode atrasar decisões.

    Interior – Neste mês, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) deve empossar mais de 23 novos juízes. Apesar do reforço, moradores do interior ainda enfrentam dificuldades para acessar a Justiça por causa da falta de magistrados e promotores em diversas cidades. A ausência desses profissionais impacta diretamente casos graves.

    Um caso recente no Careiro ilustra essa realidade. Durante meses, um pai, que preferiu não se identificar, sufocou o instinto de vingança esperando que a Justiça fizesse seu papel após a filha, hoje com 15 anos, ter sido estuprada por um conhecido da família no ano passado.

    O depoimento da adolescente foi colhido pela polícia com acompanhamento psicológico. Ela relatou que foi levada até a casa do suspeito, onde ocorreu o abuso, e que foi ameaçada para não contar o caso à família.

    O suspeito já havia sido demitido de duas escolas por acusações de abuso sexual. Segundo o Conselho Tutelar, havia denúncia anterior contra ele por aliciamento de uma criança de 7 anos.

    O pedido de prisão preventiva foi feito em dezembro. O delegado responsável apontou que, solto, ele continuaria colocando em risco a integridade física e psicológica da vítima. No depoimento, o suspeito negou as acusações, mas acabou sendo preso durante as investigações desta reportagem.

    Segundo a polícia, ele estava trabalhando como mototáxi. O delegado afirmou que há meses possuia elementos suficientes para a prisão, mas a medida dependia de autorização judicial.

    O advogado criminalista Marcelo Amil explica que, sem flagrante, a prisão só pode ser determinada por um juiz.

    O juiz titular do Careiro é Geildson de Souza Lima. No fórum, a informação é de que ele não mora na cidade e não comparece diariamente. Pela lei, magistrados devem residir na comarca onde atuam, e cabe ao tribunal fiscalizar essa obrigação.

    Procurado, o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) não concedeu entrevista. Em nota, informou apenas que vai apurar a demora na análise do pedido de prisão no caso do Careiro.

    Atualmente, o Amazonas tem 168 juízes, sendo 52 no interior. O tribunal não informou quais cidades estão sem juiz titular.

    O próprio presidente do TJAM, desembargador Jomar Fernandes, reconheceu o problema em sessão no fim de fevereiro. “O nosso interior hoje padece com a ausência de diversos juízes. Há quase que metade das comarcas sem titularidade”, disse.

    A previsão é que mais de 20 novos juízes tomem posse neste mês, mas ainda não há definição sobre a lotação de cada um. A turma foi batizada de ministro Mauro Campbell, corregedor nacional de Justiça

    Durante evento neste ano, Campbell criticou magistrados que recebem auxílio para atuar no interior, mas não permanecem nas cidades. “Se você não aceita, devolve o que recebeu e sai da magistratura. Não há alternativa”, afirmou.

    Ele também destacou os desafios enfrentados pela população. “Há sempre o reclamo de falta de educação e saúde, mas e o cidadão que está lá?”, questionou.

    Além da falta de juízes, o Careiro também enfrenta ausência de promotor titular desde o ano passado. Conselheiros tutelares relatam dificuldades para dar andamento às denúncias.

    A procuradora-geral de Justiça do Amazonas foi convidada para falar sobre o tema, mas a entrevista não foi realizada.

    Especialistas apontam que a ausência de juízes e promotores compromete o funcionamento do sistema de Justiça

    Fonte: G1 Amazonas

  • Mais de 5 kg de ouro ilegal são apreendidos em área de fronteira no AM

    Segundo o Exército, o material é resultado de garimpo ilegal na região de Japurá, no interior do estado.

    Interior – Mais de 5 quilos de ouro extraído de forma ilegal foram apreendidos pelo Comando Militar da Amazônia (CMA) no rio Puruê, próximo ao município de Japurá, no interior do Amazonas. A ação ocorreu no dia 29 de março, durante patrulhamento na faixa de fronteira entre Brasil e Colômbia.

    A apreensão foi feita por militares do Comando de Fronteira Japurá/17º Batalhão de Infantaria de Selva (C Fron Japurá/17º BIS), com coordenação da 16ª Brigada de Infantaria de Selva. Segundo o Exército, o material é resultado de garimpo ilegal na região.

    O ouro apreendido foi encaminhado aos órgãos competentes, que devem adotar as medidas legais.

    Fonte: G1 Amazonas

  • Avião de pequeno porte sai da pista durante tentativa de decolagem no interior do Amazonas

    Acidente ocorreu no aeroporto do município de Manicoré, nesta terça-feira (7). Não houve feridos.

    Interior – Um avião de pequeno porte saiu da pista durante uma tentativa de decolagem, nesta terça-feira (7), no aeroporto do município de Manicoré, no interior do Amazonas.

    De acordo com informações preliminares, a aeronave não conseguiu atingir a velocidade necessária para levantar voo e acabou avançando para fora da pista, parando em uma área de vegetação.

    Apesar do susto e dos danos registrados na estrutura do avião, não houve feridos. Equipes de apoio foram acionadas rapidamente para atender a ocorrência e isolar a área.

    Um vídeo gravado por uma testemunha mostra a aeronave a poucos metros da pista. Nas imagens é possível ver um grupo com sete pessoas do lado de fora do avião. Duas delas entram novamente na aeronave, enquanto o resto do grupo aguarda do lado de fora. Também é possível ver outras pessoas próximas da cabeceira da pista.

    Não há informações se o grupo estava dentro do avião no momento do susto.

    O avião pertence a empresa Apuí Táxi Aéreo. O número de pessoas a bordo, a finalidade do voo e o destino final não foram informados.

    O caso deve ser investigado pelos órgãos responsáveis pela segurança na aviação, que irão apurar o que provocou a falha durante o procedimento.

    Fonte: G1 Amazonas

  • Médico investigado por morte de bebê em parto no AM tem prisão revogada e é solto

    Segundo as investigações, o médico, que estava de sobreaviso, não atendeu aos chamados da equipe enquanto uma paciente estava em trabalho de parto. Ele chegou horas depois ao hospital. O bebê morreu.

    Interior –  O médico Humberto Fuertes Estrada, investigado pela morte de um bebê em Eirunepé, no interior do Amazonas, teve a prisão preventiva revogada. A Justiça decidiu que ele vai responder ao processo em liberdade. A decisão foi assinada na segunda-feira (6) pela Vara Única da comarca do município.

    O caso aconteceu em 22 de novembro de 2025. Segundo as investigações, o médico, que estava de sobreaviso, mas não atendeu aos chamados da equipe durante o parto. Ele chegou ao hospital horas depois. O bebê morreu. Imagens mostram o médico em um bar antes do ocorrido. Após o caso, ele deixou a cidade e foi localizado pela Polícia Federal em Manaus.

    De acordo com a decisão, o médico estava preso há cerca de 130 dias. O juiz considerou que houve demora no andamento do processo por motivos alheios à defesa, como a falta de promotor de Justiça em audiência, o que levou ao adiamento da instrução sem nova data definida.

    Para o magistrado, a continuidade da prisão nesse cenário seria desproporcional. Ele destacou que a paralisação do processo não pode prejudicar o réu e que manter a prisão preventiva nessas condições poderia configurar antecipação de pena.

    O juiz também ressaltou que parte das testemunhas já foi ouvida e que o risco de interferência diminuiu. O médico está afastado das funções e fora de Eirunepé, o que reduz a chance de influência no processo.

    A prisão foi substituída por medidas cautelares:

    • uso de tornozeleira eletrônica;
    • proibição de sair da comarca de Manaus sem autorização judicial;
    • e a proibição de manter contato com testemunhas.

    Antes, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia mantido a prisão preventiva, citando a gravidade do caso, risco de fuga e possibilidade de interferência nas investigações.

    Em nota, a defesa, liderada pelo advogado Sérgio Figueiredo, disse que a prisão era ilegal. Segundo ele, o médico ficou meses preso sem conclusão da instrução criminal por falhas do sistema, como a ausência de promotor.

    A defesa também apontou inconsistências no inquérito. Segundo o advogado, a decisão que embasou a prisão considerou, de forma equivocada, que a causa da morte teria sido broncoaspiração. No entanto, o laudo indicaria resultado negativo para essa causa, com morte classificada como indeterminada.

    Ainda segundo a defesa, o Ministério Público se manifestou a favor da substituição da prisão por medidas cautelares. Para o advogado, a manutenção da prisão configurava “constrangimento ilegal”, o que justificaria a concessão de liberdade ao médico.

    De acordo com as investigações do caso, após o médico não retornar as ligações da equipe de saúde, a direção do hospital enviou uma ambulância à casa do médico, mas ele não atendeu. A prefeitura também tentou contato, mas sem retorno.

    O médico só chegou ao hospital por volta das 9h, aproximadamente cinco horas após a gestante ter dado entrada. O parto foi realizado, mas já era tarde. Testemunhas afirmam que o bebê teria aspirado fezes e restos de placenta, e morreu cerca de uma hora após o nascimento.

    O médico foi levado à delegacia do município para prestar esclarecimentos e em seguida liberado. Após repercussão do caso, o profissional de saúde foi afastado do Hospital Regional de Eirunepé Vinícius Conrado.

    Humerto teve a prisão preventiva decretada pela Justiça, mas não foi mais encontrado em Eirunepé. Segundo a PF, o médico foi localizado dentro de um supermercado na Zona Norte de Manaus, enquanto utilizava um caixa eletrônico.

    Os agentes passaram a acompanhar os passos do suspeito e efetuaram a prisão momentos depois, na residência onde ele estava morando, na Avenida Torquato Tapajós, Zona Norte da capital

    Fonte: G1 Amazonas

  • Polícia prende suspeito de abusar de três meninas no interior do AM; vítima de 12 anos engravidou

    De acordo com a polícia, os abusos ocorreram de forma repetida, não sendo casos isolados.

    Interior – Um homem, de 29 anos, foi preso na quarta-feira (1º), em Tabatinga, suspeito de estuprar três meninas: a enteada, de 7 anos, e duas primas, de 12 e 16 anos. De acordo com a polícia, os abusos ocorreram de forma repetida, não sendo casos isolados.

    Os depoimentos das vítimas foram confirmados por exames periciais e relatórios de escuta especializada. A menina de 12 anos engravidou após os abusos.

    A Justiça decretou a prisão preventiva do suspeito, que seguirá à disposição do judiciário e responderá por estupro de vulnerável

    Fonte: G1 Amazonas

  • Apenas 16 municípios do AM atingem meta nacional de alfabetização para 2025, aponta levantamento

    Dado é do Indicador Criança Alfabetizada, que divulgou nesta quarta-feira (1º) os resultados por município. Na contramão, as outras 46 cidades do estado não alcançaram a meta, incluindo a capital, Manaus.

    Interior – Apenas 16 dos 62 municípios do Amazonas atingiram a meta nacional de alfabetização estabelecida para 2025, fixada em 64%, além de também cumprirem suas metas individuais, segundo um levantamento feito pelo Indicador Criança Alfabetizada, que divulgou nesta quarta-feira (1º) os resultados por cidades do país.

    Os dados mostram um avanço no desempenho educacional dos 16 municípios, que conseguiram superar os índices projetados tanto no parâmetro nacional quanto nas metas específicas definidas para cada município. Na contramão, os outros 46 municípios do estado não alcançaram a meta, incluindo a capital, Manaus.

    Veja abaixo os 16 municípios que atingiram a meta nacional e seus respectivos índices de alfabetização:

    1. Al,varães: 68% (meta individual de 53%)
    2. Amaturá: 72% (meta individual de 68%)
    3. Anori: 85% (meta individual de 77%)
    4. Atalaia do Norte: 64% (meta individual de 63%)
    5. Benjamin Constant: 68% (meta individual não divulgada)
    6. Beruri: 79% (meta individual não divulgada)
    7. Canutama: 75% (meta individual não divulgada)
    8. Ipixuna: 64% (meta individual não divulgada)
    9. Itamarati: 88% (meta de 74%)
    10. Japurá: 80% (meta de 78%)
    11. Nhamundá: 72% (meta de 70%)
    12. Novo Airão: 70% (meta de 77%)
    13. Novo Aripuanã: 65% (meta de 80%)
    14. Santa Isabel do Rio Negro: 67% (meta de 42%)
    15. Tapauá: 72% (meta de 59%)
    16. Urucará: 85% (meta de 65%)

    Apesar de ultrapassarem o índice nacional, as cidades de Benjamin Constant, Beruri, Canutama e Ipixuna não divulgaram suas metas individuais.

    Além desse grupo, outras cinco cidades também apresentaram resultados positivos. Esses municípios superaram suas metas individuais de alfabetização, mas não alcançaram o índice nacional de 64%. Veja abaixo:

    • Humaitá: 63% (meta de 60%)
    • Juruá: 62% (meta de 53%)
    • Jutaí: 54% (meta de 50%)
    • Maraã: 45% (meta de 37%)
    • São Paulo de Olivença: 55% (meta de 47%)

    A capital Manaus não atingiu a meta nacional. A cidade tinha como objetivo chegar a 61%, mas registrou índice de 58%.

    O estado do Amazonas é um dos seis estados que não conseguiram atingir os índices individuais estabelecidos para o ano.

    De acordo com os dados do Indicador Criança Alfabetizada (ICA) 2025, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Amazonas atingiu 57%, enquanto a meta era de 61%.

    O Indicador Criança Alfabetizada é calculado a partir de um teste aplicado a estudantes do final do 2º ano do ensino fundamental de, em média, 7 anos.

    A avaliação é composta por 16 itens de múltipla escolha e três de resposta construída, sendo uma produção textual.

    O padrão nacional é definido por um corte de 743 pontos na escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

    Para serem consideradas alfabetizadas, as crianças devem ser capazes de ler pequenos textos, fazer inferências básicas e escrever textos simples da vida cotidiana.

    Fonte: G1

  • Manaus e interior recebem programação gratuita da Semana S 2026 em maio; saiba como participar

    Além de Manaus, ação vai chegar a municípios como Manacapuru, Itacoatiara, Parintins, Coari, Tefé, Lábrea, Borba, Maués e Presidente Figueiredo.

    Manaus – Já estão abertas as inscrições para a Semana S 2026, maior evento integrado do setor terciário no Brasil. No Amazonas, a programação será realizada de 12 a 16 de maio, com atividades gratuitas e variadas. As inscrições são gratuitas, com vagas limitadas e o cadastro deve ser feito no site oficial.

    O evento é promovido pelo Sistema Fecomércio, Sesc e Senac Amazonas. Além de Manaus, vai chegar a municípios como Manacapuru, Itacoatiara, Parintins, Coari, Tefé, Lábrea, Borba, Maués e Presidente Figueiredo.

    A proposta é realizar um mutirão de cidadania, oferecendo serviços de saúde, odontologia, educação, qualificação profissional, beleza, turismo, cultura e gastronomia.

    No dia 15 de maio, Manaus recebe a primeira edição regional do Global Voices, encontro da Confederação Nacional do Comércio (CNC). O evento reúne líderes, economistas e empresários para discutir o futuro da economia.

    O palestrante será Heni Ozi Cukier, o Professor HOC, com a apresentação “A Amazônia no cenário Geopolítico Mundial”.

    Ainda no dia 15, acontece a 3ª edição do Innovation Day, voltado para empresários do comércio de bens, serviços e turismo. O evento vai discutir tendências, inovação, tecnologia e inteligência artificial nos negócios.

    Entre os convidados estão o publicitário Walter Longo e autoridades que participarão de uma mesa redonda sobre os desafios da conectividade aérea na Amazônia, dentro do programa Vai Turismo.

    As atividades do dia 15 começam às 16h, no Manaus Plaza Centro de Convenções, na avenida Djalma Batista, bairro Chapada.

    No dia 16, o Largo São Sebastião será palco do Dia S, a partir das 10h. O espaço vai se transformar em um centro de serviços e experiências, com atendimentos gratuitos, oficinas, atividades esportivas, ações de saúde, tecnologia e atrações culturais para toda a família.

    O público terá acesso a consultas odontológicas, exames preventivos, aferição de pressão e glicemia, oficinas de qualificação, experiências com realidade virtual, atividades de educação ambiental e serviços de beleza e bem-estar.

    A programação cultural inclui apresentações de boi-bumbá e atrações regionais. O encerramento será com show da cantora Elba Ramalho, às 20h30.

    Serviço

    Semana S 2026 no Amazonas
    Data: 12 a 16 de maio de 2026
    Destaque: 15 de maio – Global Voices, Vai Turismo e Innovation Day (a partir das 16h), no Manaus Plaza Centro de Convenções
    Dia S: 16 de maio – a partir das 10h, no Largo São Sebastião
    Inscrições: semana-s.portaldocomercio.org.br

    Fonte: G1 Amazonas

  • Operação inutiliza mais de 15 estruturas usadas por garimpeiros em Terras Indígenas no Amazonas

    Ação teve como objetivo combater a atividade criminosa e reduzir os impactos ambientais na região de São Paulo de Olivença.

    Interior – Uma operação da Polícia Federal inutilizou mais de 15 estruturas usadas no garimpo ilegal em Terras Indígenas no interior do Amazonas. O objetivo foi combater a atividade criminosa e reduzir os impactos ambientais na região. A data em que a ação ocorreu não foi informada, já o balanço foi divulgado nesta sexta-feira (27).

    A Operação Solo Limpo foi realizada em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), no Rio Jandiatuba, nas proximidades de São Paulo de Olivença.

    Durante a operação, os agentes inutilizaram mais de 15 dragas utilizadas no garimpo ilegal e destruíram embarcações empregadas na logística de abastecimento da atividade. A ofensiva alcançou áreas ligadas às Terras Indígenas:

    • Tikúna Feijoal
    • Sururuá
    • Nova Esperança do Rio Jandiatuba

    Segundo os órgãos envolvidos, a ação também busca proteger os territórios indígenas e conter danos ambientais graves. Entre os principais impactos está a contaminação dos rios por mercúrio, substância usada no garimpo ilegal e que pode comprometer a saúde de populações ribeirinhas, além de prejudicar atividades sustentáveis, como a pesca e o manejo florestal.

    Fonte: Gq