Categoria: Mundo

  • China reconhece o Brasil como país livre da febre aftosa

    Com o reconhecimento, o Brasil poderá exportar plenamente produtos bovinos e suínos à China, como carnes com osso e miúdos

    Mundo – A China reconheceu o Brasil como país livre de febre aftosa, medida que facilita a exportação plena de bovinos e suínos ao país asiático

    A informação foi anunciada pelo Ministério das Relações Exteriores nesta terça-feira (2/6), durante visita do chanceler brasileiro, Mauro Vieira, à China, após mais de 20 anos de negociações.

    Com o reconhecimento, por exemplo, o Brasil poderá exportar plenamente produtos bovinos e suínos, como miúdos e carnes com osso.

    Antes, a China só considerava alguns estados como livres da doença, e certos produtos bovinos e suínos dependiam do status de livre da febre aftosa para a exportação ao país asiático.

    Mesmo assim, as exportações do agronegócio brasileiro à China ultrapassaram US$ 50 bilhões em 2025, segundo o Itamaraty.

    No ano passado, o Brasil recebeu o reconhecimento de país livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).

    Agora, a China também reconhece que os animais do Brasil estão livres da doença, sem a necessidade de vacinação

    Fonte: Metrópoles

  • Passageiro tenta abrir porta de avião em pleno voo e acaba amarrado ao assento após causar pânico a bordo

    Homem tentou acessar saída de emergência e avançou em direção à cabine dos pilotos; aeronave foi desviada para Miami e suspeito acabou preso.

    Mundo – Momentos de tensão tomaram conta de um voo que seguia de Porto Rico para Chicago, nos Estados Unidos, após um passageiro tentar abrir uma porta de emergência e avançar em direção à cabine de comando da aeronave. O incidente ocorreu no domingo (31) e mobilizou tripulantes e passageiros, que precisaram agir rapidamente para evitar uma possível tragédia.

    Segundo informações divulgadas pela imprensa norte-americana, o homem afirmou que queria deixar o avião e tentou abrir uma das saídas de emergência enquanto a aeronave estava em pleno voo. A atitude provocou preocupação imediata entre a tripulação, que ordenou que ele retornasse ao seu assento.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZIDUpuBq9Q/?igsh=YWtiYmxrOTkyNzJl

    No entanto, o passageiro ignorou as orientações e seguiu em direção à cabine dos pilotos, elevando ainda mais o nível de alerta dentro da aeronave. Diante da situação, membros da tripulação passaram a monitorar seus movimentos para impedir qualquer ação que pudesse comprometer a segurança do voo.

    A situação se agravou quando um comissário de bordo que estava fora de serviço tentou auxiliar no controle do passageiro. De acordo com relatos, o funcionário foi atacado pelo suspeito, o que levou passageiros e tripulantes a intervir imediatamente.

    Entre as pessoas que ajudaram na contenção estava um atleta de jiu-jitsu, que colaborou para dominar o homem. Após a ação conjunta, o passageiro foi imobilizado e amarrado ao assento com cintos e outros dispositivos improvisados para evitar novas agressões ou tentativas de interferir na operação da aeronave.

    Vídeos gravados dentro do avião e compartilhados nas redes sociais mostram o suspeito preso ao assento enquanto permanecia sob vigilância constante. As imagens rapidamente repercutiram e chamaram a atenção pela mobilização dos ocupantes para controlar a situação.

    O incidente ocorreu no voo 3345 da Frontier Airlines. Como medida de segurança, a aeronave foi desviada para Miami, onde equipes policiais e agentes de segurança já aguardavam sua chegada.

    De acordo com a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA), o pouso ocorreu sem intercorrências no Aeroporto Internacional de Miami. Assim que a aeronave estacionou, o passageiro foi retirado e preso pelas autoridades locais.

    A polícia informou que ele responderá por acusação de agressão leve. Após a retirada do suspeito, o voo foi autorizado a prosseguir viagem e seguiu normalmente para Chicago, encerrando um episódio que gerou medo e apreensão entre os passageiros.

  • Brasil sofre mais um revés após governo Trump propor nova tarifa por trabalho forçado

    Escritório de Comércio concluiu que o país falhou em proibir a entrada de mercadorias produzidas com mão de obra escrava.

    Mundo – O Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs na terça-feira (2) a aplicação de novas tarifas sobre produtos brasileiros. A decisão é resultado de uma investigação conduzida sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que concluiu que o Brasil e outras 59 economias falharam em impor e fiscalizar a proibição de importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

    Este é o segundo revés comercial enfrentado pelo Brasil perante o governo norte-americano em um curto período. Na segunda-feira (1º), o USTR concluiu uma investigação que classifica políticas e práticas do governo brasileiro como irrazoáveis. Como resultado, o governo americano propôs a aplicação de uma tarifa de 25% sobre mercadorias do Brasil, alegando que as ações brasileiras oneram e restringem o comércio dos EUA.

    De acordo com o relatório do USTR de terça-feira, o Brasil faz parte de um grupo de 54 nações que não adotaram medidas efetivas para impedir a entrada de bens ligados à exploração laboral em seus territórios. O órgão determinou que essa omissão é “irrazoável e sobrecarrega ou restringe o comércio dos EUA”.

    Como resposta, o governo norte-americano propôs taxas adicionais de 12,5% sobre produtos provenientes de países que não possuem regimes de proibição ao trabalho forçado, categoria na qual o Brasil foi incluído. Para economias que já possuem algum nível de restrição ou acordos de reciprocidade, a tarifa proposta é de 10%.

    O embaixador Jamieson Greer afirmou que a falta de ação dos parceiros comerciais cria uma competição desleal. “A falha de nossos parceiros comerciais mais importantes em lidar com a importação de bens feitos com trabalho forçado é inaceitável. Isso cria uma dinâmica onde os trabalhadores americanos são forçados a competir globalmente em um campo de jogo desigual”, disse.

    O relatório aponta ainda que a ausência de fiscalização por parte das economias investigadas “distorce as condições de mercado para empresas que não utilizam trabalho forçado” e contribui para a continuidade dessa prática globalmente.

    Greer reforçou a postura dos EUA: “Não toleraremos mais esta disparidade. Cada um de nossos parceiros comerciais deve fazer mais para garantir que o comércio não encoraje e consolide perversamente o trabalho forçado em todo o mundo”.

    O USTR abriu um período de consulta pública para as medidas propostas. Interessados podem enviar comentários por escrito até o dia 6 de julho de 2026. Além disso, o órgão realizará audiências públicas sobre as novas tarifas no dia 7 de julho. Caso as taxas sejam confirmadas, elas incidirão sobre todos os produtos das economias investigadas, com exceção de itens específicos que serão listados em anexo no registro oficial.

    Irregularidades em seis áreas

    A decisão de segunda-feira foi tomada com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O relatório final apontou irregularidades em seis áreas principais: comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais desleais, aplicação de medidas anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e combate ao desmatamento ilegal.

    No âmbito digital, a investigação citou ordens judiciais brasileiras para remoção de conteúdo e suspensão de perfis em redes sociais americanas, além de restrições a sistemas de pagamentos.

    Quanto ao etanol, o texto afirma que o Brasil não oferece tratamento tarifário recíproco desde 2017. O documento menciona ainda que, apesar de possuir leis contra o desmatamento, o Brasil falha na aplicação eficaz dessas normas.

    O embaixador Jamieson Greer declarou que a investigação foi iniciada a pedido do presidente Donald Trump para abordar preocupações comerciais persistentes. Greer afirmou que, embora tenham ocorrido reuniões entre Trump e o presidente Lula (PT) nos últimos meses, permanecem divergências substanciais entre as nações.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Rubio: Negociações técnicas sobre programa nuclear do Irã podem levar meses

    Secretário de Estado americano afirmou que Teerã deve “concordar em negociar limitações severas e de longo prazo ou o cancelamento das atividades de enriquecimento”

    Mundo – As negociações sobre o programa nuclear do Irã seriam “altamente técnicas” e poderiam levar meses, afirmou o secretário de Estado americano, Marco Rubio, nesta terça-feira (2).

    O principal diplomata dos EUA disse que essa fase dependeria da reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã.

    “A Fase 2 consiste em eles se comprometerem com negociações muito específicas sobre… a destinação do urânio altamente enriquecido que ainda está enterrado no fundo de uma montanha em algum lugar”, disse Rubio ao Comitê de Relações Exteriores do Senado.

    Eles precisam concordar em negociar limitações severas e de longo prazo e/ou o cancelamento das atividades de enriquecimento em seu país”, acrescentou.

    “Obviamente, essas são questões altamente técnicas, então não acho que seja possível resolvê-las em cinco dias […] Isso exigiria que uma equipe de especialistas se reunisse durante um período de 30, 60 ou 90 dias para definir os detalhes, mas eles precisam se comprometer com a sua disposição de fazer isso”, disse Rubio.

    Ele disse que primeiro o Irã deve anunciar que o estreito está aberto, sem pedágio, e que removerá as minas e não atirará mais em navios.

    Rubio também afirmou que os EUA não ofereceram alívio das sanções ao Irã pela abertura do Estreito de Ormuz, acrescentando que qualquer redução de tarifas está condicionada ao abandono do programa nuclear.

    “Até o momento, tudo o que foi discutido com eles (Irã) é que… qualquer alívio das sanções está condicionado, o que significa que precisa ser em troca da razão pela qual essas sanções foram impostas em primeiro lugar, que é o seu programa nuclear”, disse Rubio em uma audiência no Senado americano.

    Fonte: CNN Brasil

  • EUA propõem tarifa de 25% sobre bens brasileiros após término de investigação

    Medida responde a práticas consideradas irrazoáveis em setores como comércio digital, etanol e meio ambiente.

    Mundo – O Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) concluiu, na segunda-feira (1º), uma investigação que classifica políticas e práticas do governo brasileiro como irrazoáveis. Como resultado, o governo americano propôs a aplicação de uma tarifa de 25% sobre mercadorias do Brasil, alegando que as ações brasileiras oneram e restringem o comércio dos EUA.

    A decisão baseia-se na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O relatório final aponta irregularidades em seis áreas principais: comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais desleais, aplicação de medidas anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e combate ao desmatamento ilegal.

    No âmbito digital, a investigação cita ordens judiciais brasileiras para remoção de conteúdo e suspensão de perfis em redes sociais americanas, além de restrições a sistemas de pagamentos.

    Quanto ao etanol, o texto afirma que o Brasil não oferece tratamento tarifário recíproco desde 2017. O documento menciona ainda que, apesar de possuir leis contra o desmatamento, o Brasil falha na aplicação eficaz dessas normas.

    O embaixador Jamieson Greer declarou que a investigação foi iniciada a pedido do presidente Donald Trump para abordar preocupações comerciais persistentes. Greer afirmou que, embora tenham ocorrido reuniões entre Trump e o presidente Lula (PT) nos últimos meses, permanecem divergências substanciais entre as nações.

    O Escritório do Representante Comercial abriu as medidas propostas para consulta pública. Interessados podem enviar comentários por escrito até o dia 1º de julho. Uma audiência pública sobre a ação está agendada para 6 de julho. O prazo legal para a tomada de medidas corretivas finais é 15 de julho.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Irã acusa EUA de seguir violando cessar-fogo e condiciona acordo ao fim dos ataques de Israel no Líbano

    Porta-voz da diplomacia iraniana acusou Washington de “má-fé” e diz que ações recentes só intensificam a desconfiança que existe entre os dois países. Segundo agência, Teerã interrompeu as negociações com Washington após novos ataques israelenses a Beirute.

    Mundo – O Irã condicionou nesta segunda-feira (1º) qualquer acordo com os Estados Unidos à implementação de um cessar-fogo efetivo no Líbano.

    Em sua entrevista coletiva semanal, o porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baghaei, comentou a ampliação das operações israelenses em território libanês e disse que o fim dos ataques é essencial para as negociações de paz:

    “Insistimos que um cessar-fogo no Líbano é uma condição essencial para qualquer acordo destinado a acabar com a guerra”.

    O porta-voz também acusou Washington de continuar violando o cessar-fogo com Teerã e afirmou que o Irã não hesitará em adotar todas as medidas que considerar necessárias para defender sua segurança nacional.

    “Os Estados Unidos também estão violando o cessar-fogo, inclusive nesta manhã. As violações do cessar-fogo são, por si só, indicativas de má conduta e má-fé por parte dos EUA e apenas intensificam a desconfiança existente, que, com razão, deve sempre permanecer em nossas mentes, em qualquer interação com o lado americano”, declarou.

    Na rede social X, o principal negociador do Irã, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, também fez críticas ao governo Trump:

    “O bloqueio naval imposto pelos EUA e a escalada dos crimes de guerra no Líbano por Israel são evidências claras do descumprimento do cessar-fogo pelos EUA

    Segundo a agência de notícias Tasnim, a equipe de negociação do Irã interrompeu a troca de mensagens com os Estados Unidos por meio dos mediadores devido aos novos ataques israelenses.

    O programa nuclear iraniano, principal ponto de divergência entre os dois países, não faz parte, no momento, das negociações em curso com os Estados Unidos que pretendem acabar de maneira duradoura com a guerra no Oriente Médio, segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores.

    Também na manhã desta segunda, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Israel Katz, anunciaram novos bombardeios ao sul da capital libanesa, Beirute, reduto do grupo extremista Hezbollah, que é apoiado pelo Irã.

    Em um comunicado conjunto, eles disseram que deram “instruções ao Exército para atacar alvos terroristas” no sul da capital libanesa, após “as repetidas violações do cessar-fogo no Líbano por parte da organização terrorista Hezbollah e dos ataques contra nossas cidades e cidadãos”.

    O ministro da Defesa de Israel afirmou que “não haverá calma em Beirute” se os ataques do Hezbollah continuarem e prometeu estabelecer uma zona controlada pelos militares na área do rio Litani, no sul do Líbano:

    “A região de Dahiyeh, em Beirute, não é diferente das comunidades no norte de Israel: se não houver calma no norte, não haverá calma em Beirute. Ao mesmo tempo, as Forças de Defesa de Israel continuam a operar com fogo e manobras contra os terroristas e a infraestrutura do Hezbollah no Líbano a fim de afastar as ameaças das forças das Forças de Defesa de Israel e dos residentes do Estado de Israel, e transformar a área de Litani em uma zona sob controle de segurança das Forças de Defesa de Israel, livre de armas e terroristas”.

    Fonte: G1

  • Assalto termina em confronto violento após suspeito ser atacado com facão dentro de mercado no México

    Mundo – Uma tentativa de roubo em um mercadinho terminou em cenas de tensão e violência na última segunda-feira (25), na cidade de Huimanguillo, no México. O suspeito foi surpreendido por uma reação inesperada e acabou sendo atacado com golpes de facão logo após anunciar o assalto no estabelecimento.

    Imagens registradas pelas câmeras de segurança mostram o momento em que o homem entra no comércio e se aproxima do caixa. Segundo as gravações, ele anuncia o roubo e tenta intimidar as pessoas presentes no local.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZC5wZxhEP-/?igsh=Y3A2bzdvZ3k0N2Rm

    No entanto, a ação criminosa é interrompida quando outra pessoa que estava no mercado reage imediatamente. Armado com um facão, o indivíduo avança contra o suspeito, dando início a uma intensa luta corporal dentro do estabelecimento.

    Durante o confronto, os dois se envolvem em uma troca de agressões que provoca correria e momentos de pânico entre clientes e funcionários que presenciaram a cena.

    As autoridades locais ainda não divulgaram detalhes sobre a identidade dos envolvidos nem informaram se houve prisões após o ocorrido. Também não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde do suspeito que participou da tentativa de assalto.

    O caso ganhou repercussão nas redes sociais após a divulgação das imagens de segurança, que mostram a rápida reação durante a ação criminosa. A polícia deve investigar as circunstâncias do episódio e apurar a responsabilidade dos envolvidos no confronto.

  • Equipes buscam nova entrada em caverna no Laos para encontrar desaparecidos

    Após resgate de cinco pessoas, mergulhadores tentam rotas alternativas para localizar dois homens presos há duas semanas em área inundada.

    Mundo – As equipes de resgate que buscam dois homens desaparecidos há cerca de 15 dias em uma caverna no Laos redirecionaram os esforços para encontrar um novo ponto de entrada nesta segunda-feira (1º). O trabalho de mergulho no interior da cavidade, localizada na província de Xaysomboun, tornou-se inviável devido às fortes chuvas que atingem a região.

    O grupo original era composto por sete homens que ficaram presos após uma inundação repentina. Na semana passada, cinco deles foram localizados com vida a cerca de 300 metros da entrada. Um dos sobreviventes foi retirado por mergulhadores estrangeiros na sexta-feira (29), enquanto os outros quatro conseguiram sair por conta própria no sábado (30), após dias de bombeamento de água e suporte médico.

    Em depoimento à mídia estatal, um dos sobreviventes, identificado como Laen, explicou que o grupo entrou no local para caçar morcegos e buscar ouro em áreas de mineração antigas.

    “A chuva chegou e a caverna inundou. Fomos em busca de comida e pensamos que, se pudéssemos ganhar dinheiro, por que não? É assim que vivemos na aldeia”, relatou.

    Operação de risco e novas frentes

    Acredita-se que os dois desaparecidos tenham avançado para áreas mais profundas da caverna, onde as condições atuais são consideradas críticas. Segundo o mergulhador finlandês Mikko Paasi — veterano do resgate na Tailândia em 2018 —, a instabilidade das passagens obrigou a equipe a buscar “pistas promissoras” acima da montanha que possam levar a câmaras secas.

    A operação conta com apoio internacional e tecnologia avançada. O socorrista tailandês Kengkard Bonggawong informou que radares de satélite estão sendo utilizados para mapear túneis desconhecidos.

    “Estamos correndo contra o tempo para bombear a água e instalar linhas de ar para garantir a respiração de possíveis sobreviventes”, afirmou.

    Novas frentes de exploração trazem esperança às equipes. O mergulhador japonês Yoshitaka Isaji identificou uma fenda na montanha que pode permitir uma descida de 100 metros por corda.

    Paralelamente, o socorrista tailandês Manat Artmongkron relatou ter ouvido sons de “batidas” em uma câmara após uma descida de rapel de 70 metros, sinalizando a possibilidade de que os desaparecidos ainda estejam vivos.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Nova classificação de PCC e CV redefine relação dos EUA com América Latina

    Enquadramento das facções PCC e CV como terroristas amplia tensão diplomática e reforça nova doutrina de segurança de Trump

    Mundo – A decisão do governo dos Estados Unidos de designar as duas maiores facções criminosas brasileiras como organizações terroristas estrangeiras escancara uma ampla transformação da política de segurança norte-americana, reposicionando novamente a América Latina no centro da estratégia geopolítica de Washington.

    Na prática, a medida amplia o alcance jurídico das sanções dos Estados Unidos e aproxima as facções brasileiras do mesmo enquadramento aplicado a cartéis mexicanos, gangues centro-americanas e grupos armados internacionais.

    Em comunicado, o governo Trump afirmou que PCC e CV estão entre “as organizações criminosas mais violentas do Brasil” e acusou as facções de comandarem ataques contra policiais, servidores públicos e civis.

    Segundo o Departamento de Estado, as redes criminosas “se estendem muito além das fronteiras do Brasil” e afetam diretamente interesses de segurança nacional dos EUA.

    “O governo Trump continuará a usar todas as ferramentas disponíveis para proteger nossa nação e nossos interesses de segurança nacional, mantendo as drogas ilícitas longe de nossas ruas e interrompendo o fluxo de receita que financia narcoterroristas violentos”, declarou a pasta.

    A ofensiva foi ampliada na sexta-feira (29/5), quando as duas facções passaram a integrar oficialmente a lista de entidades sancionadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão vinculado ao Departamento do Tesouro dos EUA.

    A ofensiva foi ampliada na sexta-feira (29/5), quando as duas facções passaram a integrar oficialmente a lista de entidades sancionadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão vinculado ao Departamento do Tesouro dos EUA.

    Nos registros da OFAC, PCC e CV aparecem classificados como “Grupo Terrorista Transnacional” e “Organização Criminosa”.

    Com isso, ativos eventualmente vinculados às organizações sob jurisdição norte-americana podem ser bloqueados, enquanto cidadãos, empresas e instituições financeiras ficam proibidos de realizar transações com integrantes ou operadores ligados aos grupos.

    Ao Metrópoles, fontes do Departamento de Estado adiantaram, com exclusividade, que qualquer pessoa ou empresa — dentro ou fora dos Estados Unidos — que mantenha relações financeiras ou materiais com integrantes das facções poderá sofrer sanções, responder criminalmente e até ser deportada do território norte-americano.

    Ainda segundo integrantes da diplomacia norte-americana ouvidos pela reportagem, indivíduos e empresas que fornecerem “apoio material ou recursos” às facções poderão ser alvo de acusações criminais e restrições migratórias.

    Com a mudança de cenário, a inclusão do PCC e do Comando Vermelho na arquitetura antiterrorismo dos EUA marca um novo capítulo na relação entre os Estados Unidos e a América Latina.

    Uma relação cada vez mais marcada pela convergência entre segurança, narcotráfico, crime transnacional, disputa geopolítica e projeção internacional de poder.

    Fonte: Metrópoles

  • Trump se prepara para tomar ‘decisão final’ sobre possível acordo com Irã

    Presidente dos EUA afirmou que discutirá um possível acordo com Teerã em reunião na Casa Branca e condicionou o fim das hostilidades ao abandono definitivo do programa nuclear iraniano.

    Mundo – O presidente americano, Donald Trump, anunciou, nesta sexta-feira (29), que se prepara para tomar uma “decisão final” sobre um possível acordo com o Irã.

    “Terei agora uma reunião na ‘Situation Room’ (sala de controle da Casa Branca) para tomar uma decisão final”, escreveu o presidente em sua plataforma, Truth Social.

    Na mesma mensagem, Trump explica suas condições imprescindíveis para cessar definitivamente as hostilidades contra o Irã.

    “O Irã deve aceitar que nunca terá uma arma nuclear. O Estreito de Ormuz deve ser reaberto imediatamente”, o que inclui a desminagem de suas águas, afirmou.

    O urânio enriquecido que supostamente ficou sepultado após ataques aéreos “será desenterrado pelos Estados Unidos (…) em estreita coordenação com a República Islâmica do Irã e a Agência Internacional da Energia Atômica, e DESTRUÍDO”, advertiu.

    “Por enquanto não haverá nenhuma entrega de dinheiro” iraniano bloqueado, acrescentou. “Outras questões, muito menos importantes, já foram resolvidas”, assegurou.

    O Irã considera os comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre um possível acordo com Teerã como “uma mistura de verdade e falsidade”, de acordo com a agência de notícias semioficial iraniana nesta sexta-feira (29).

    Um memorando de entendimento entre o Irã e os Estados Unidos ainda estava nos estágios finais de avaliação no Irã, e nenhuma decisão final havia sido tomada ainda, disseram as fontes ouvidas pela agência.

    Fonte: G1