Categoria: Mundo

  • Trump cancela segunda onda de ataques à Venezuela após libertação de presos políticos

    O presidente dos EUA também afirmou que petroleiras investirão US$ 100 bilhões no país e que se reunirá com essas empresas nesta sexta-feira (9), na Casa Branca.

    Mundo – O presidente americano, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (9) que cancelou uma segunda onda de ataques à Venezuela após a libertação de “um grande número” de presos políticos no país.

    “A Venezuela está libertando um grande número de presos políticos como sinal de que está ‘buscando a paz’ (…) por essa cooperação, cancelei a segunda onda de ataques prevista”, escreveu o presidente em sua plataforma Truth.

    Também afirmou que grandes petroleiras investirão “pelo menos 100 bilhões de dólares” (538 bilhões de reais) na Venezuela, e que se reunirá com essas empresas nesta sexta-feira na Casa Branca.


    Fonte e Foto:  JP Notícias

  • Trump diz que supervisão dos EUA sobre Venezuela pode durar anos

    Líder americano afirmou que seu governo está “se dando bem” com presidente interina do país e planeja refinar e vender até 50 milhões de barris de petróleo venezuelano.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “só o tempo dirá” por quanto tempo os EUA manterão a supervisão da Venezuela, em entrevista publicada pelo jornal americano The New York Times nesta quinta-feira (8).

    Questionado pelo veículo se seriam três meses, seis meses, um ano ou mais, Trump respondeu: “Eu diria que muito mais tempo”.

    “Vamos reconstruí-la de uma forma muito lucrativa”, disse o presidente sobre a Venezuela, acrescentando: “Vamos usar petróleo e vamos importar petróleo. Vamos baixar os preços do petróleo e vamos dar dinheiro à Venezuela, que precisa desesperadamente disso.”

    Ele acrescentou que os EUA estão “se dando muito bem” com o governo da presidente interina Delcy Rodríguez neste momento, segundo o jornal.

    Na terça-feira (6), Trump revelou um plano para refinar e vender até 50 milhões de barris de petróleo que estavam retidos na Venezuela devido ao bloqueio dos EUA, em mais um sinal de que Washington está coordenando ações com o governo venezuelano desde a captura do presidente Nicolás Maduro em uma operação no último fim de semana.

    “Eles estão nos dando tudo o que consideramos necessário”, declarou o presidente, referindo-se ao governo venezuelano.


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Trump exige que Venezuela encerre relações com China e Rússia, revela emissora americana

    Medida é imposta como condição para a retomada das exportações de petróleo e visa garantir exclusividade aos EUA no setor.

    Mundo – O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que o país deverá encerrar suas relações com China, Rússia, Irã e Cuba como parte de uma série de exigências antes de extrair e comercializar seu petróleo, segundo funcionários citados pela emissora ABC.

    De acordo com as fontes citadas pela emissora americana, a Venezuela deve expulsar a influência de China, Rússia, Irã e Cuba como parte das exigências dos EUA, que buscam ser o único parceiro comercial no setor petrolífero e favorecer os interesses americanos na venda de petróleo bruto pesado.

    Segundo um dos funcionários, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou em uma sessão informativa privada com legisladores que os EUA acreditam ser capazes de pressionar Caracas porque seus petroleiros estão cheios.

    Rubio alertou que a Venezuela teria apenas algumas semanas antes de cair em insolvência financeira se não conseguir vender suas reservas.

    Em entrevista à ABC News, o senador Roger Wicker confirmou que o plano se baseia no controle do petróleo venezuelano e assegurou que a estratégia não prevê o destacamento de tropas americanas.

    Até o momento, a Venezuela, dirigida de forma provisória por Rodríguez, não emitiu nenhuma comunicação oficial sobre a exigência antecipada por Trump.

    Na terça-feira (6), durante uma sessão extraordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA), países como Brasil, Colômbia, Chile e México condenaram a atuação americana em Caracas e advertiram que uma ingerência deste tipo coloca em risco a soberania da região.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Rússia envia submarino para escoltar petroleiro perseguido pelos EUA, diz jornal

    Segundo o The Wall Street Journal, a manobra com navios de guerra ocorre em meio a perseguição marítima ao navio Bella 1, que tenta evadir bloqueio e mudança de registro sob bandeira russa.

    Mundo – A Rússia enviou um submarino para escoltar um petroleiro que os Estados Unidos tentaram confiscar na costa da Venezuela, segundo informou nesta quarta-feira (7) o jornal “The Wall Street Journal”.

    Segundo o jornal, que cita como fonte um funcionário americano, Moscou enviou um submarino e outros meios navais para escoltar o petroleiro, anteriormente conhecido como “Bella 1”, que tenta há mais de duas semanas evadir o bloqueio de Washington a navios sancionados perto da Venezuela.

    O navio não conseguiu atracar na Venezuela nem carregar petróleo. Embora o barco esteja vazio, a Guarda Costeira americana o perseguiu até o Atlântico em uma tentativa de tomar medidas contra uma frota de petroleiros que transportam óleo ilícito pelo mundo (a chamada “frota fantasma”), incluindo o que procede do mercado negro vendido pela Rússia.

    A tripulação do navio repeliu uma tentativa dos Estados Unidos de abordá-lo em dezembro e seguiu em direção ao Atlântico. Enquanto a Guarda Costeira o seguia, a tripulação pintou uma bandeira russa em um dos lados, mudou o nome para “Marinera” e alterou sua matrícula para russa.

    A Rússia demonstrou preocupação com as apreensões por parte dos Estados Unidos de petroleiros que transportam seu petróleo ilícito pelo mundo e impulsionam sua economia, e tomou a decisão incomum de permitir que os navios se registrem na Rússia sem inspeção ou outras formalidades, segundo especialistas consultados pelo “WSJ”.

    A Rússia solicitou aos Estados Unidos que interrompam a perseguição a esse navio, segundo indicaram ao jornal outros três funcionários americanos, e seu Ministério das Relações Exteriores declarou que estava acompanhando com preocupação a situação em torno do petroleiro.

    No entanto, a Guarda Costeira dos EUA continuou o monitoramento da embarcação no Atlântico Oriental, onde agora navega a cerca de 300 milhas ao sul da Islândia em direção ao Mar do Norte.

    O incidente com o petroleiro ocorre em um momento em que Washington e Moscou mantêm disputas diplomáticas sobre a Ucrânia, o que ameaça complicar as negociações, uma vez que a Rússia ainda não aceitou o marco de paz proposto pelos Estados Unidos e pela Ucrânia.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • EUA não descartam novas acusações contra autoridades da Venezuela

    Vice-chefe de gabinete da Casa Branca alertou que melhor decisão é cooperar totalmente com o governo americano.

    Mundo – Um alto funcionário dos Estados Unidos indicou que o governo Trump não descarta futuras acusações contra autoridades venezuelanas após a captura de Nicolás Maduro, mas alertou que essas autoridades deveriam cooperar.

    A acusação dos EUA contra Maduro e sua esposa, que foram capturados no sábado (3), também incluiu mais quatro pessoas. Entre elas, o filho de Maduro e o chefe da gangue Tren de Aragua, que permanecem na Venezuela.

    “Pode haver indivíduos fugitivos da justiça americana que poderiam fazer parte da conversa futura”, disse o vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, ao âncora Jake Tapper da CNN na segunda-feira (5).

    Miller sugeriu que novas acusações podem ser consideradas.

    “Para aqueles que podem ser acusados, a melhor decisão que podem tomar é fazer parte de um processo construtivo de tomada de decisão para o futuro da Venezuela”, disse ele.

    Ele acrescentou: “A melhor decisão que podem tomar é cooperar total e completamente com os Estados Unidos para fazer parte da construção de um futuro melhor para a Venezuela durante este período provisório”.

    Entenda as acusações contra Nicolás Maduro

    As acusações na denúncia revelada no sábado (3) são as mesmas quatro da denúncia anterior feita em Nova York, em 2020: narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína, posse de metralhadoras e conspiração.

    De toda forma, os réus listados em cada caso são ligeiramente diferentes — principalmente com a inclusão da esposa e do filho de Maduro.

    Na nova denúncia, o governo Trump afirmou que Maduro e seus aliados transformaram as instituições venezuelanas em um foco de corrupção alimentada pelo narcotráfico para benefício próprio.

    Essa corrupção “enriquece os bolsos de autoridades venezuelanas e suas famílias, ao mesmo tempo que beneficia narcoterroristas violentos que operam impunemente em solo venezuelano e que ajudam a produzir, proteger e transportar toneladas de cocaína para os Estados Unidos”, afirma o documento.

    O documento de 25 páginas detalha um suposto complô de Maduro, sua esposa Cilia Flores, seu filho Nicolás Maduro Guerra, dois funcionários do regime venezuelano e um líder do Tren de Aragua — uma gangue venezuelana que o governo Trump classificou como organização terrorista estrangeira.


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Maduro deve comparecer nesta segunda a audiência em tribunal dos EUA

    Esta será a primeira oportunidade para Maduro se manifestar formalmente sobre as acusações apresentadas contra ele.

    Mundo – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deve comparecer na segunda-feira (05) a uma audiência no tribunal federal de Manhattan, em Nova York. A sessão será realizada dois dias após a prisão do líder venezuelano, capturado no sábado (03) durante uma operação militar conduzida pelas Forças Armadas dos Estados Unidos em território venezuelano.

    Após a ação, Maduro foi transferido para solo americano, onde permanece sob custódia das autoridades federais. A audiência marca o primeiro comparecimento do presidente venezuelano perante a Justiça dos Estados Unidos desde a prisão.



    Acusações antigas

    Esta será a primeira oportunidade para Maduro se manifestar formalmente sobre as acusações apresentadas contra ele. O presidente da Venezuela foi indiciado originalmente em 2020 pelo Ministério Público dos Estados Unidos, no âmbito de investigações relacionadas a crimes federais.

    O processo tramita na Justiça americana e é conduzido por autoridades federais em Nova York.



    Fonte e Foto: BacciNoticias

  • Trinta e dois cubanos morreram em ataque dos EUA à Venezuela

    Trinta e dois cubanos morreram em ataque dos EUA à Venezuela

    Governo cubano afirma que militares atuavam em missões oficiais no país aliado e decreta dois dias de luto nacional após operação que capturou Nicolás Maduro.

    Mundo – No total, 32 cubanos morreram durante o ataque das forças americanas que culminou com a captura do presidente Nicolás Maduro na Venezuela, informou no domingo o governo da ilha.

    “Como resultado do ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a irmã República Bolivariana da Venezuela (…) perderam a vida em ações de combate 32 cubanos”, informou o governo em um comunicado lido na televisão nacional.

    Admitiu que os militares, todos membros das Forças Armadas Revolucionárias ou do Ministério do Interior, cumpriam missões na Venezuela “a pedido de órgãos homólogos” daquele país, um forte aliado da ilha.

    Maduro foi retirado do país no sábado junto com sua esposa, Cilia Flores, em uma operação militar dos Estados Unidos, onde é acusado de narcotráfico e terrorismo. Nesta segunda-feira deve ser apresentado a um juiz de Nova York, por acusações de narcotráfico e terrorismo.

    O comunicado oficial ressaltou que os militares cubanos “cumpriram de forma digna e heroica o seu dever e caíram, após férrea resistência, em combate direto contra os agressores ou como resultado dos bombardeios às instalações”.

    O governo decretou dois dias de luto nacional a partir do amanhecer desta segunda-feira e anunciou que “organizará as ações correspondentes para lhes render a merecida homenagem”.

    “Honra e glória aos bravos combatentes cubanos que caíram enfrentando terroristas com uniforme imperial”, escreveu no X o presidente Miguel Díaz-Canel.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • O que se sabe sobre o destino de Nicolás Maduro após Trump anunciar captura do presidente venezuelano

    O que se sabe sobre o destino de Nicolás Maduro após Trump anunciar captura do presidente venezuelano

    Declaração do presidente dos EUA gera tensão internacional, mas governo venezuelano e organismos multilaterais ainda não confirmaram a operação.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que o líder venezuelano Nicolás Maduro foi capturado após uma operação militar norte-americana na Venezuela. A declaração foi feita por meio da rede social Truth Social, onde Trump informou que Maduro e a primeira-dama teriam sido retirados do país por via aérea e estariam sob custódia das autoridades dos EUA.

    Segundo Trump, a ação teria sido conduzida em larga escala e com a participação de forças de segurança norte-americanas. O presidente dos Estados Unidos também anunciou que os detalhes da operação seriam apresentados em uma coletiva de imprensa prevista para o mesmo dia.

    Até o momento, porém, não há confirmação independente da captura por parte do governo venezuelano, de autoridades internacionais ou de organismos multilaterais, como a Organização das Nações Unidas (ONU) ou a Organização dos Estados Americanos (OEA). O paradeiro de Maduro e de sua esposa permanece oficialmente indefinido.

    De acordo com o governo norte-americano, Maduro é acusado de envolvimento com o tráfico internacional de drogas. Em agosto de 2025, os Estados Unidos haviam elevado para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão ou condenação do presidente venezuelano, além de reforçar a presença militar na região do Caribe.

    Relatos de explosões em Caracas
    Agências internacionais, como a Associated Press, noticiaram que moradores de Caracas relataram explosões durante a madrugada, além de barulho de aeronaves militares e movimentação intensa nas ruas. As detonações teriam ocorrido em um intervalo de cerca de 30 minutos, causando temor entre a população da capital venezuelana.

    O governo da Venezuela declarou estado de emergência e classificou os ataques como uma violação da soberania nacional, acusando os Estados Unidos de promoverem uma ação militar sem respaldo do direito internacional.

    Cenário de incerteza


    Nos últimos meses, Trump vinha adotando um discurso mais duro contra o governo venezuelano, afirmando que poderia autorizar ações militares como parte do combate a cartéis de drogas que atuariam no país. Especialistas em relações internacionais alertam, no entanto, que qualquer intervenção direta tende a gerar impactos significativos na estabilidade política da América Latina e do Caribe.

    Enquanto não há confirmação oficial sobre a custódia de Nicolás Maduro, o cenário segue marcado por incertezas, aumento da tensão diplomática e expectativa por posicionamentos formais de governos, organismos internacionais e pela anunciada coletiva da Casa Branca.

  • Alegações de ataque dos EUA à Venezuela e prisão de Maduro geram tensão internacional

    Alegações de ataque dos EUA à Venezuela e prisão de Maduro geram tensão internacional

    Postagem atribuída a Donald Trump fala em operação militar e captura do presidente venezuelano, mas não há confirmação oficial independente.

    Mundo – Declarações atribuídas ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicadas na madrugada deste sábado (3) em sua rede social Truth Social, provocaram forte repercussão internacional ao afirmar que forças norte-americanas teriam realizado um ataque militar em larga escala contra a Venezuela, resultando na suposta prisão do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa.

    Segundo a publicação, Maduro teria sido capturado e retirado do país por via aérea após uma operação conduzida pelas forças de segurança dos Estados Unidos. Trump afirmou ainda que uma coletiva de imprensa seria realizada em Mar-a-Lago para apresentar mais detalhes. Até o momento, porém, não houve confirmação oficial do governo dos EUA, do Departamento de Defesa, da Casa Branca ou de organismos internacionais sobre a veracidade da ação descrita.

    Horas antes da divulgação da mensagem, o governo venezuelano declarou estado de emergência após relatar explosões em instalações militares e em um aeroporto em Caracas. Em comunicado oficial, a administração de Maduro acusou os Estados Unidos de promover ataques militares contra a capital e outras regiões do país, classificando o episódio como uma violação da Carta das Nações Unidas.

    A nota venezuelana afirma que a suposta ofensiva coloca em risco a estabilidade da América Latina e do Caribe e que o caso será levado ao Conselho de Segurança da ONU, além de outros fóruns internacionais, como a CELAC e o Movimento dos Países Não Alinhados.

    Especialistas em relações internacionais alertam que operações militares desse porte dificilmente ocorreriam sem confirmação imediata de múltiplas fontes oficiais e ampla cobertura da imprensa global, o que reforça a necessidade de cautela diante das informações divulgadas até o momento.

    O cenário aumenta a tensão diplomática entre os dois países, que já acumulam anos de embates políticos, sanções econômicas e acusações mútuas. A comunidade internacional acompanha o caso com atenção, enquanto aguarda esclarecimentos oficiais que confirmem ou desmintam as alegações divulgadas nas redes sociais.

  • Presidente da Suíça lamenta incêndio que deixou pelo menos 40 mortos

    Presidente da Suíça lamenta incêndio que deixou pelo menos 40 mortos

    De acordo testemunhas, ‘velinhas de aniversário’ colocadas em garrafas de champanhe tocaram de raspão no teto, e isso causou o fogo em um bar na estação de esqui de Crans-Montanabar.

    Mundo – O presidente da Suíça, Guy Parmelin, lamentou o incêndio em um bar na estação de esqui de Crans-Montana, nos Alpes Suíços, na madrugada desta quinta-feira, 1º, que deixou pelo menos 40 mortos e mais de 100 feridos. “O que era para ser um momento de alegria se transformou em tragédia em Crans-Montana na noite passada”, apontou Parmelin em uma publicação na rede social X. “O Conselho Federal tomou conhecimento do ocorrido com profunda consternação. Seus pensamentos estão com as vítimas, os feridos e seus familiares”.

    O fogo começou por volta de 01h30 no horário local (21h30 de quarta-feira em Brasília) no bar Le Constellation, com capacidade para 300 pessoas no interior e outras 40 na varanda, segundo o site de Crans-Montana.

    Testemunhas declararam à emissora BFMTV que conseguiram escapar do “pânico” vivido no bar pouco depois do início do incêndio. De acordo com elas, “velinhas de aniversário” colocadas em garrafas de champanhe tocaram de raspão no teto, e isso causou o fogo, mas a polícia não confirmou a versão das testemunhas.

    Acidente

    A polícia trata o incêndio como um acidente e descarta a possibilidade de ter sido um ataque terrorista. Beatrice Pilloud, procuradora-geral do cantão de Valais, afirmou ser muito cedo para determinar a causa do incêndio. “Em nenhum momento se questiona a possibilidade de um ataque”, declarou Pilloud.

    As autoridades classificaram o incêndio como um “embrasement généralisé”, um termo de combate a incêndios que descreve como um incêndio pode desencadear a liberação de gases combustíveis que podem então inflamar violentamente.

    “Esta noite deveria ter sido um momento de celebração e união, mas transformou-se em um pesadelo”, disse Mathias Rénard, chefe do governo regional.

    Crans-Montana

    A cidade de Crans-Montana está localizada no coração dos Alpes Suíços, a 40 km ao norte do Matterhorn. Um centro de apoio e uma linha de ajuda foram criados para as famílias afetadas. Na conta no Instagram do seu centro de informações turísticas, a comuna de Crans Montana lamentou e agradeceu quem está trabalhando para socorrer as vítimas.

    O ponto mais alto de Crans-Montana, com uma população de 10 mil habitantes, está a uma altitude de quase 3.000 metros, segundo o site da prefeitura, que afirma que as autoridades estão buscando se afastar de uma cultura turística e atrair pesquisa e desenvolvimento de alta tecnologia.


    Fonte e Foto: JP Notícias