Categoria: Mundo

  • Israel realiza ‘ataques simultâneos’ em Teerã e Beirute

    Exército afirma ter atingido alvos militares iranianos e do Hezbollah; fumaça foi vista sobre a capital libanesa após bombardeios.

    Mundo – O Exército israelense anunciou nesta terça-feira (3) “ataques simultâneos” em Teerã e Beirute contra alvos militares iranianos e do Hezbollah.

    “A Força Aérea israelense lançou ataques seletivos contra alvos militares do regime terrorista iraniano e da organização terrorista Hezbollah”, afirmou o comando militar na plataforma de mensagens Telegram.

    Segundo imagens da AFPTV, uma grande nuvem de fumaça era observada sobre a capital libanesa.

    Teerã foi sacudida por fortes explosões, segundo jornalistas da AFP. As detonações foram ouvidas na zona norte da cidade, mas não foi possível determinar os alvos atingidos.

    A imprensa iraniana também relatou explosões na cidade de Karaj, perto de Teerã, e na cidade de Isfahan, no centro do país.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Imprensa iraniana anuncia morte da esposa de Ali Khamenei

    Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, de 79 anos, estava em coma desde os ataques de sábado que mataram seu marido

    mundo – Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, viúva do ex-líder supremo da República Islâmica do Irã, Ali Khamenei, morreu nesta segunda-feira (2) em consequência dos ferimentos sofridos no ataque de sábado que matou seu marido, informou a imprensa iraniana.

    A mulher, de 79 anos, estava em coma desde o ataque, segundo a agência de notícias Tasnim.

    A morte de Ali Khamenei foi anunciada pela mídia oficial iraniana na manhã deste domingo (1º). Através da rede social X, a agência Fars declarou: “pertencemos a Alá e a Ele retornaremos. O Líder Supremo da Revolução foi martirizado”. De acordo com os relatos locais, o falecimento ocorreu nas primeiras horas de sábado (28).

    Conforme as informações da imprensa estatal do Irã, o bombardeio também resultou na morte de outros familiares próximos de Khamenei, incluindo sua filha, nora, genro e um de seus netos.

    Pronunciamento de Donald Trump

    O presidente norte-americano, Donald Trump, já havia indicado a provável morte do líder anteriormente.

    Khamenei, uma das figuras mais nefastas da história, está morto. Isso representa justiça não só para os iranianos, mas para todos os americanos e cidadãos de diversas nações que sofreram nas mãos dele e de seu grupo violento”, afirmou o republicano em sua conta no Truth Social.

    Trump acrescentou ainda: “Ele foi incapaz de fugir da nossa inteligência e tecnologia de rastreamento. Atuando junto a Israel, garantimos que nem ele, nem os oficiais que o acompanhavam, tivessem escapatória.”

    Fonte: R7

  • Venceremos facilmente’, afirma Trump sobre ataques contra o Irã

    Presidente norte-americano afirmou que há quatro frentes principais para enfrentar o país no Oriente Médio

    Mundo – O presidente americano Donald Trump aproveitou a cerimônia de entrega da Medalha de Honra, na Casa Branca, nesta segunda-feira (2), para falar sobre os ataques feitos ao Irã. E afirmou que a guerra será vencida “facilmente”.

    “Venceremos facilmente. Estamos à frente das nossas projeções. Especulamos de quatro a cinco semanas, mas pode durar mais tempo”. De acordo com ele, porém, as forças dos EUA estariam “substancialmente adiantadas”, com estrutura para manter operações por período ainda mais longo, se necessário.

    Ao detalhar metas estratégicas, Trump apontou quatro frentes principais. A primeira envolve a neutralização do programa iraniano de mísseis, com ataques contínuos contra centros de produção e arsenais. A segunda mira a estrutura naval do país. De acordo com o presidente, ao menos 10 embarcações iranianas foram destruídas.

    Outro objetivo central consiste em impedir, de forma definitiva, o acesso do regime iraniano a armamento nuclear. Trump declarou que Teerã caminhava para obter capacidade atômica por meio de um acordo internacional firmado no passado, classificado por ele como um erro estratégico.

    Por fim, o presidente destacou o esforço para bloquear apoio iraniano a grupos armados fora de suas fronteiras, com foco em financiamento, treinamento e fornecimento de armas.

    Frustração com meios diplomáticos

    Trump também relatou frustração com tentativas diplomáticas recentes. Segundo ele, houve expectativa de entendimento em mais de uma ocasião, mas o governo iraniano teria recuado nas negociações. Para o presidente americano, o impasse tornou inevitável a via militar.

    Fonte: R7

  • Guerra no Oriente Médio: morre quarto militar dos EUA atingido por ataque do Irã a base no Kuwait

    Soldado havia sido atingido em base dos EUA no Kuwait durante ataque de retaliação do Irã aos EUA.

    Mundo – Um quarto militar norte-americano morreu por conta de um ataque do Irã a uma base dos Estados Unidos no Oriente Médio, segundo informou nesta segunda-feira (2) o Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos.

    No domingo (1º), o Pentágono havia anunciado que três militares norte-americanos foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos durante um contra-ataque do Irã a bombardeios feitos pelos EUA e Israel ao território iraniano no sábado (28).

    Em um comunicado, o Comando Central das Forças Armadas dos EUA disse que um dos militares feridos não resistiu e morreu nesta segunda.

    Segundo a rede de TV NBC, os militares alvejados estavam lotados no Kuwait. O país é um dos principais aliados dos EUA na região e conta com diversas bases militares americanas.

    Fonte: G1

  • Trump defende ataque ao Irã e confirma que conflito seguirá por ‘quatro ou cinco semanas, ou mais’

    Presidente dos EUA fez cerimônia para homenagear os quatro soldados mortos no Oriente Médio havia sido atingido em base dos EUA no Kuwait durante ataque de retaliação do Iraque aos EUA.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta segunda-feira (2) sua ofensiva no Irã, disse que os ataques eram “a nossa última e melhor chance de eliminar a ameaça do regime iraniano” e que o conflito deve durar “quatro ou cinco semanas ou mais.

    Em sua primeira fala pública sobre o conflito, Trump afirmou ainda que seu objetivo é destruir mísseis, desmantelar a Marinha iraniana e interromper as “ambições nucleares” do país do Oriente Médio e o financiamento do governo do Irã a grupos terroristas.

    O norte-americano indicou ainda não estar disposto a voltar a dialogar com Teerã — EUA e Irã vinham travando negociações para assinar um acordo de não proliferação de armas nucleares.

    “Não dá lidar com essas pessoas”, discursou Trump durante uma cerimônia para a concessão de medalhas a veteranos das guerras do Vietnã e do Afeganistão, na Casa Branca.

    A fala ocorreu em um evento de entrega de medalhas de honra a soldados mortos no conflito. Até o momento, quatro militares tiveram suas mortes confirmadas pelas Forças Armadas norte-americanas. Outros 18 soldados estão feridos em estado grave após ataques retaliatórios iranianos, segundo a rede CNN Internacional.

    Trump reiterou argumentos de que o Irã tentou reconstruir seu programa nuclear e afirmou que o país expandia “rapida e dramaticamente” seu programa de mísseis, que representavam uma ameaça colossal aos EUA, às bases militares dos EUA no Oriente Médio e à Europa.

    O presidente norte-americano reiterou estar “muito feliz de ter derrubado o horrível acordo nuclear” feito pelo ex-presidente Barack Obama com os iranianos.

    Trump disse que a guerra era “nossa última e melhor chance para atacar e eliminar a ameaça intolerável representada pelo Irã”. “Eliminamos a liderança [iraniana] em 1 hora”, completou.

    O presidente dos EUA, Donald Trump, durante cerimônia de entrega de medalhas a veteranos de guerra na Casa Branca, em 2 de março de 2026. — Foto: Jonathan Ernst/ Reuters

    Segundo ele, os EUA estão destruindo as capacidades de mísseis do Irã, tanto os já feitos quanto a produção de novos mísseis, e afundaram pelo menos 10 navios iranianos.

    Trump afirmou que os objetivos da guerra são:

    • “Garantir que o Irã nunca tenha uma arma nuclear”
    • “Garantir que o regime do Irã não consiga mais financiar os grupos terroristas do Oriente Médio”

    “Achamos que tínhamos um acordo, aí eles deram para trás. De novo, achamos que tínhamos fechado um acordo, e eles novamente deram para trás. Uma hora falamos chega”, afirmou.

    Mais cedo, Trump disse à rede CNN Internacional que a “grande leva de ataques ao Irã ainda está por vir”.

    Soldados mortos no Oriente Médio

    No domingo (1º), o Pentágono havia anunciado que três militares norte-americanos foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos durante um contra-ataque do Irã a bombardeios feitos pelos EUA e Israel ao território iraniano no sábado (28).

    Em um comunicado, o Comando Central das Forças Armadas dos EUA disse que um dos militares feridos não resistiu e morreu nesta segunda.

    Segundo a rede de TV NBC, os militares alvejados estavam lotados no Kuwait. O país é um dos principais aliados dos EUA na região e conta com diversas bases militares americanas.

    “Vários outros sofreram ferimentos leves por estilhaços e concussões e estão em processo de retorno ao serviço. As principais operações de combate continuam e nossos esforços de resposta estão em andamento”, publicou a central de comando americana no X.

    Fonte: G1

  • Conflito no Irã faz preço do petróleo disparar e mercado futuro recuar

    Alta nos preços do barril de petróleo é influenciada pelo fechamento do Estreito de Ormuz, por onde passa mais de 20% do petróleo mundial.

    Mundo – Os efeitos do conflito bélico centrado entre Estados Unidos, Israel e Irã são fortes sobre os preços do petróleo e o comportamento do mercado. Nesta segunda-feira (2/3), o preço do barril continuava em alta e indicadores futuros como S&P 500 futuro, Dow Jones e Nasdaq tinham perdas na casa de 1%.

    Nas últimas 24 horas, o preço do barril tipo brent subiu 8,2%, o que fez o preço do item custar US$ 79,21 nesta manhã.

    No domingo, o preço do petróleo avançou 10% e chegou a cerca de US$ 80 por barril. As apostas de analistas são de que o item pode continuar em alta e bater na casa dos US$ 100.

    As tensões antes dos disparos de mísseis e bombas já faziam os preços do petróleo oscilar. Na última sexta-feira (27/2), o produto fechou o mercado a US$ 73 por barril, o maior nível desde julho.

    A alta tem relação com transporte. Grandes companhias de petróleo e empresas comerciais interromperam o transporte de petróleo, combustíveis e gás natural liquefeito pelo Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.

    O índice futuro S&P 500 recuava 1,09% nesta manhã. Com variação negativa também operavam os futuros de Dow Jones (1,17%) e Nasdaq (1,43%). A bolsa brasileira ainda não abriu nesta segunda.

    Entenda a tensão no Oriente Médio

    No sábado (28/2), forças militares dos Israel e dos Estados Unidos lançaram uma série de ataques aéreos coordenados contra o Irã, em uma operação descrita pelas duas nações como ofensiva estratégica contra alvos militares e de liderança em território iraniano.

    A ação atingiu dezenas de instalações, incluindo centros de comando e posições militares, em uma ação sem precedentes entre as potências contra o país.

    Autoridades iranianas confirmaram que o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989, foi morto nos ataques, junto com outros altos oficiais e membros de sua família.

    O governo iraniano declarou um período de 40 dias de luto, enquanto protestos e manifestações de apoio ao regime se espalham internamente e aliados do Irã condenam o ataque como um “crime grave”.

    Em retaliação, o Irã e suas forças aliadas lançaram ataques com mísseis e drones contra posições israelenses e bases americanas na região do Golfo, incluindo em países como Kuwait, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, provocando deslocamento de civis e sirenes de alerta em cidades como Tel Aviv e Jerusalém. Desde então, o conflito escalou.



    Fonte e Foto: Metrópoles

  • Kuwait afirma que aviões militares americanos caíram no país

    Ministério da Defesa do país do Golfo informou que os tripulantes sobreviveram; essa segunda-feira (2) marca o terceiro dia de conflito dos EUA com o Irã.

    Mundo – Vários aviões militares americanos caíram na manhã desta segunda-feira (2) no Kuwait, de acordo com o Ministério da Defesa do país do Golfo, no terceiro dia de conflito com o Irã. O órgão informou que os tripulantes sobreviveram.

    “Vários aviões militares dos Estados Unidos caíram esta manhã. Confirmamos que todos os tripulantes sobreviveram”, afirmou um porta-voz da pasta em um comunicado.

    “As autoridades iniciaram imediatamente operações de busca e resgate, retiraram os tripulantes e os transportaram para um hospital para exames médicos e tratamento. A condição deles é estável”, acrescenta o comunicado.

    *Matéria em atualização


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Confederação Israelita diz apoiar ataque de Israel contra o Irã: ‘Consequência direta

    Entidade afirma ser direito de Israel combater ameaças e garantir segurança e alega que regime iraniano financia terrorismo

    Mundo – A CONIB (Confederação Israelita do Brasil) divulgou uma nota neste sábado (28) em que “manifesta apoio a Israel e à sua população neste momento” em que os Estados Unidos, “com apoio de Israel e aliados da região e da Europa, lançam operações contra a ditadura teocrática do Irã”.

    No texto, a entidade afirma que, “há 47 anos, o regime iraniano adota uma política externa baseada na destruição de Israel, na desestabilização regional, no financiamento de grupos terroristas e na promoção da violência contra seus vizinhos e contra o próprio povo iraniano”.

    A CONIB sustenta ainda que “o regime iraniano é hoje o principal patrocinador estatal do terrorismo”, citando o financiamento ao Hamas, ao Hezbollah e aos Houthis.

    Segundo a nota, “o cenário atual é consequência direta dessa estratégia destrutiva do regime teocrático iraniano”. A confederação ressalta que “é fundamental distinguir o regime iraniano de seu povo, que recentemente se levantou contra o regime e foi brutalmente massacrado — com estimativas de mais de 30 mil iranianos mortos na repressão”.

    Ao final, a entidade afirma que “segue defendendo o direito de Israel de combater o terrorismo e garantir a segurança de seus cidadãos”.

    Fonte: R7

  • Itamaraty divulga lista de países do Oriente Médio para os quais não recomenda viajar; veja

    Irã, Israel e Emirados Árabes Unidos estão entre os locais listados pelo governo brasileiro

    Mundo – Diante da escalada de tensões no Oriente Médio e após ataques militares coordenados pelos Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã, o Itamaraty divulgou, neste sábado (28), uma lista contendo países para os quais não recomenda viajar. Entre eles estão Irã, Israel e Emirados Árabes Unidos.

    No total, são 11 localidades:

    • Irã

    • Israel

    •Catar

    • Kuwait

    Emirados Árabes Unidos

    • Bahrein

    Jordânia

    • Iraque

    • Líbano

    • Palestina

    • Síria

    Para os cidadãos brasileiros que já se encontram nos países citados, o Itamaraty orienta procurar abrigo próximo em caso de ataques ou bombardeios. “Se estiver em casa, priorize cômodos com, pelo menos, duas paredes entre você e a parede externa do edifício, como salas no térreo, escadas do porão, corredores internos e áreas sem janelas. Mantenha as portas dos corredores fechadas e, caso haja janelas, conserve-as fechadas”, completa.

    Outra orientação é monitorar os comunicados e alertas oficiais das autoridades de cada região, bem como os sites e mídias sociais das embaixadas brasileiras nos locais.

    Comunicado

    O Ministério das Relações Exteriores divulgou comunicado neste sábado (28) no qual condena e manifesta “grave preocupação” diante das ações militares dos EUA com Israel.

    Segundo o governo brasileiro, as ações ocorreram em meio a negociações diplomáticas, consideradas o “único caminho viável para a paz”.

    Fonte: R7

  • Trump alerta que alguns americanos podem morrer em meio a ataques dos EUA no Irã

    Autoridades estadunidenses afirmam que operação durará vários dias

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, neste sábado (28), que o país iniciou “grandes operações de combate” no Irã, alertando que podem existir baixas americanas.

    Os ataques, que Trump disse terem como objetivo destruir mísseis iranianos e aniquilar sua marinha, seguem repetidos alertas de EUA-Israel de que atacariam o Irã novamente se o país prosseguisse com seus programas nucleares e de mísseis balísticos.

    Minha administração tomou todas as medidas possíveis para minimizar o risco para o pessoal americano na região. Mesmo assim, e não faço essa declaração levianamente, o regime iraniano busca matar”, disse Trump em um vídeo compartilhado no Truth Social.

    “As vidas de corajosos heróis americanos podem ser perdidas e podemos ter baixas, o que frequentemente acontece em guerras, mas estamos fazendo isso, não para agora. Estamos fazendo isso para o futuro, e é uma missão nobre”, conclui o presidente dos Estados Unidos.

    Autoridade americana diz que operação durará vários dias

    O Exército dos EUA batizou a operação de “FÚRIA ÉPICA”, informou o Pentágono no X. Esta é a segunda vez que os EUA realizam ataques contra o Irã desde que Trump retornou à Casa Branca no ano passado.

    A primeira foi em junho, quando Washington realizou uma série de ataques a instalações nucleares iranianas.

    Os ataques deste sábado, diferentemente do primeiro, devem durar vários dias, disse uma autoridade americana à Reuters.

    Teerã está se preparando para retaliar, com uma resposta que será devastadora, disse uma autoridade iraniana à Reuters.

    O Exército israelense afirmou que Teerã lançou mísseis contra Israel em resposta.

    Em sua mensagem, Trump disse aos membros da Guarda Revolucionária Islâmica, as forças armadas do Irã, para deporem suas armas, prometendo-lhes imunidade. A outra opção, segundo Trump, é a “morte certa”.

    Washington e Teerã realizaram uma série de negociações nas últimas semanas sobre as ambições nucleares do Irã. A mais recente ocorreu na quinta-feira, sem acordo.O Irã se recusou, assim como tem feito há décadas. Rejeitou todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares, e não podemos mais tolerar isso”, disse Trump.

    O Irã se recusou, assim como tem feito há décadas. Rejeitou todas as oportunidades de renunciar às suas ambições nucleares, e não podemos mais tolerar isso”, disse Trump.

    Fonte: R7