Categoria: Geral

  • Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, se entrega à polícia

    Ré pela morte do filho teve a liberdade revogada por Gilmar Mendes, do STF. Professora se apresentou na 34ª DP. Julgamento está previso para maio.

    Geral – Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel e ré pelo homicídio do filho, ocorrido em 2021, se entregou à polícia do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (20). A informação foi confirmada

    A professora se apresentou na 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), três dias após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar que ela voltasse à cadeia, na sexta (17).

    No sábado (18), o ministro ainda rejeitou o recurso apresentados pela defesa de Monique e manteve a ordem de prisão preventiva.

    Novo julgamento em maio

    Em março, o julgamento de Monique e de seu ex, Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, padrasto da criança, foi suspenso após a defesa dele abandonar o Tribunal do Júri.

    A juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique. A magistrada considerou a manobra da defesa de Jairinho “uma interrupção indevida do recurso processual, em franco desrespeito à orientação advinda do STF”.

    O menino de 4 anos morreu com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio.

    Jairinho, que era vereador do Rio de Janeiro à época, e Monique foram presos desde abril de 2021, mês seguinte à morte de Henry. Ela chegou a sair da cadeia após uma decisão da Justiça em 2022, mas voltou a ser encarcerada após decisão do Supremo Tribunal Federal, em 2023.

    Fonte: G1

  • Final do ‘BBB 26’ terá show de Alok e presença de Tadeu Schmidt na casa; saiba mais

    Após 100 dias de confinamento, reality chega ao fim na terça-feira (21) com encontro de ex-participantes, retrospectiva da edição e programação especial depois do resultado.

    GeralA final do “Big Brother Brasil 26” vai ao ar na terça-feira (21), na TV Globo e no Globoplay, com Tadeu Schmidt na área externa da casa, reunião dos ex-participantes no gramado e show de Alok.

    A presença de Tadeu na decisão acontece poucos dias depois da morte de seu irmão, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt. Na sexta-feira (17), o apresentador abriu o programa com uma homenagem emocionada a Oscar e seguiu no comando da edição.

    Depois de 100 dias de confinamento, o último episódio do reality também vai exibir vídeos com alguns dos principais momentos da temporada, antes do anúncio do vencedor.

    Alok será o responsável pelo show da noite. Segundo a TV Globo, o setlist inclui “Hear Me Now” e “Meu Pedaço de Pecado”, sucesso de João Gomes.

    Tadeu homenageou o irmão na edição de sexta

    Na abertura do programa de sexta-feira, Tadeu falou sobre a morte de Oscar Schmidt em um discurso emocionado. Com a voz embargada, disse que fez questão de estar no ar e afirmou que o irmão sempre foi sua maior referência, especialmente pela forma como encarava a profissão e o compromisso com a equipe.

    Na sequência, o apresentador lembrou que Oscar nunca deixava os companheiros na mão e disse que o ex-jogador não desfalcava o time “nem com a mão quebrada”.

    Após o programa, o vencedor e os outros dois finalistas participam do “Bate-Papo BBB”, com Gil do Vigor e Ceci Ribeiro, no gshow e no Globoplay.

    No Multishow, Ana Clara e Ed Gama comandam o “Big Show – A Invasão”, com entrevistas com o campeão e os finalistas. No dia seguinte, às 22h30, os dois apresentam o “Big Show – Reencontro”, com conversa sobre os momentos mais marcantes da edição

    Na quarta-feira (22), às 17h, o gshow exibe o “Prêmio gshow BBB”, com votação do público em categorias como “Maior Rivalidade”, “Entregou Tudo” e “Meme Diversão Garantida”.

    Em São Paulo, a decisão também será acompanhada no BBB Experience, no ParkShopping São Caetano, em evento para convidados. O espaço segue recebendo pré-inscrições para o “BBB 27” até 21 de abril.

    Fonte: G1

  • Há cada vez mais brasileiros morando sozinhos, diz IBGE

    Desde 2016, o percentual de domicílios próprios vem diminuindo. Na contramão, cresce o de alugados.

    Geral – O IBGE divulgou nesta sexta-feira (17) um retrato dos domicílios brasileiros. A pesquisa revela que mais gente está morando sozinha e mostra desigualdades que ainda persistem.

    A família é grande: cinco filhos, 22 netos. Mas, hoje, aos 68 anos e depois de ter sido casada duas vezes, a auxiliar de serviços gerais Wilmar Gomes de Sousa prefere morar sozinha.

    Dados divulgados nesta sexta-feira (17) pelo IBGE mostram que há cada vez mais brasileiros morando sozinhos. Um em cada cinco domicílios do país tem um único morador. A maior parte dos homens nessa situação tem entre 30 e 59 anos. Já entre as mulheres, o maior grupo está na faixa dos 60 anos ou mais.

    “Aos 60 anos ou mais são as mulheres que ficaram viúvas, que se separaram e estavam com os filhos, mas os filhos já passaram a ter sua vida, pois têm a sua independência financeira, casaram e foram em busca do seu lar”, diz William Kratochwill, analista da PNAD/IBGE.

    Mais uma vez, o percentual de pessoas que se declaram brancas caiu, e aumentou o de brasileiros que se autodeclaram pretos. A população parda ficou estável.

    “Não é uma coisa demográfica, de taxas de fecundidade diferentes. Ela é muito mais pela autodeclaração. As pessoas estão se autodeclarando pretas, pardas e indígenas em uma proporção muito maior do que no século 20”, afirma o demógrafo José Eustáquio Alves.

    Desde 2016, o percentual de domicílios próprios vem diminuindo. Na contramão, cresce o de alugados. Em relação ao saneamento básico, apesar da situação ter melhorado nos últimos anos, cerca de 28% das moradias ainda não estão ligadas à rede de esgoto. A situação é pior nas regiões Norte e Nordeste.

    Fonte: Jornal Nacional

  • Caso Henry Borel: Gilmar Mendes restabelece prisão preventiva de Monique Medeiros

    Acusada pelo assassinato do próprio filho em 2021 terá de voltar à prisão. Monique havia sido liberada no dia 23 de março, após o adiamento do julgamento do caso Henry Borel.

    Geral – O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu nesta sexta-feira (17) a prisão preventiva de Monique Medeiros, acusada pelo assassinato do próprio filho, o menino Henry Borel, morto em 2021.

    Segundo Mendes, a decisão da Justiça do Rio que liberou Monique Medeiros, no dia 23 de março deste ano, violou entendimento da Segunda Turma do Supremo que determinou a prisão para garantir a ordem pública e a instrução do processo, diante da gravidade dos fatos e do histórico de coação de testemunhas.

    “A revogação da prisão pelo juízo reclamado configura nítido esvaziamento da eficácia de decisão desta Suprema Corte. Ao desconstituir ordem cautelar mantida pela Suprema Corte sob pretexto de excesso de prazo, usurpou competência e violou a hierarquia jurisdicional”, acrescenta Gilmar.

    Gilmar Mendes afirmou que a tese de excesso de prazo na prisão não se sustenta, sendo que o julgamento foi adiado por uma manobra da defesa de Jairinho.

    O ministro disse que os fundamentos da prisão permanecem e foram agravados por novos fatos, o que demonstra o nítido descumprimento do que decidido por este Supremo.

    “Diante deste quadro, a soltura da ré em período tão próximo à nova sessão plenária designada projeta risco concreto à regularidade da instrução”, conclui Gilmar.

    O restabelecimento da prisão foi defendido pela Procuradoria-Geral da República.

    Monique foi solta no mês passado após o adiamento do julgamento do caso Henry Borel. O adiamento foi determinado depois que a defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, abandonou o plenário do Tribunal do Júri, o que inviabilizou a continuidade da sessão.

    Com a suspensão, a juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique, ao entender que a manutenção da prisão poderia configurar excesso de prazo.

    Monique foi solta no mês passado após o adiamento do julgamento do caso Henry Borel. O adiamento foi determinado depois que a defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, abandonou o plenário do Tribunal do Júri, o que inviabilizou a continuidade da sessão.

    Com a suspensão, a juíza Elizabeth Machado Louro remarcou o julgamento para 25 de maio e determinou a soltura de Monique, ao entender que a manutenção da prisão poderia configurar excesso de prazo.

    Fonte: G1

  • STF forma maioria para declarar inconstitucional lei de SC que proíbe cotas raciais em universidades

    Lei sancionada pelo governo impede a adoção de políticas de reserva de vagas ou qualquer forma de cota ou ação afirmativa, como vagas suplementares e medidas congêneres para o ingresso de estudantes ou contratação.

    Geral – O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (16) para declarar inconstitucional a lei aprovada em Santa Catarina que proíbe o ingresso via cotas raciais ou outras ações afirmativas no ensino superior em instituições que recebem verbas do Estado.

    O sexto voto pela inconstitucionalidade foi do ministro Edson Fachin. Anteriormente, Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cristiano Zanin seguiram o voto do relator Gilmar Mendes.

    Ainda faltam votar: Luiz Fux, Nunes Marques, André Mendonça e Cármen Lúcia. O julgamento no plenário virtual começou em 10 de abril e caso não haja pedidos de vista ou destaque, segue até às 23h59 desta sexta-feira (17).

    O que diz a lei que restringe cotas em Santa Catarina?

    O texto sancionado em janeiro pelo governador Jorginho Mello (PL) estabelece a proibição da política de reserva de vagas para estudantes, professores e técnicos através de cotas de gênero ou outras ações afirmativas, como indígenas, pessoas trans, entre outras. As exceções são para pessoas com deficiência (PCDs), oriundas de escolas públicas e ingresso por critérios de renda.

    Até a última atualização desta reportagem, as justificativas por escrito dos votos de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cristiano Zanin não estavam disponíveis no processo. Como prevê o regimento, das sessões virtuais, não há a obrigatoriedade da apresentação de voto, com exceção do relator e de votos divergentes.

    Voto de Gilmar Mendes

    No voto, Mendes, que também é o relator da ação, sustentou que Lei Estadual 19.722/2026 desconsiderou que ações afirmativas baseadas em critérios étnico-raciais já foram reconhecidas como constitucionais pelo STF.

    Destacou ainda que as políticas de cotas encontram respaldo não apenas na jurisprudência da Corte, mas também em normas internacionais incorporadas ao ordenamento brasileiro com status equivalente ao de emenda constitucional.

    O ministro cita que a lei catarinense começa proibindo a adoção de qualquer política de reserva de vagas em processos seletivos. Em seguida, porém, a própria norma prevê três exceções: a reserva de vagas para pessoas com deficiência, a adoção de critérios exclusivamente econômicos e a destinação de vagas a estudantes oriundos da rede pública estadual de ensino médio.

    Na avaliação do ministro, essa combinação revela o objetivo prático da lei: impedir, na prática, apenas as políticas baseadas em critérios étnico-raciais.

    Voto de Flávio Dino

    O ministro Flávio Dino também considerou inconstitucional a norma catarinense. Ele argumentou que “A lei foi aprovada em tramitação célere, sem audiências públicas, sem oitiva das universidades afetadas e sem qualquer análise concreta dos resultados da política pública que se pretendia extinguir”.

    Ele também escreveu que o argumento da norma de Santa Catarina, de que as cotas raciais violariam o princípio da isonomia, contraria o entendimento consolidado sobre o assunto no STF.

    O ministro também lembrou que o Brasil assumiu um compromisso, através do decreto número 19.932/2022, para adotar políticas de promoção da igualdade de oportunidades para pessoas ou grupos sujeitos ao racismo, à discriminação racial e formas correlatas de intolerância.

    Lei estava suspensa no estado e aguardava julgamento no STF

    A lei catarinense está em discussão em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no STF. Entraram com o processo o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), em parceria com a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes (Educafro).

    Nessa mesma ação, o ministro Gilmar Mendes já havia pedido para o governo de Santa Catarina, a Assembleia Legislativa catarinense, que propôs a lei, e a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), diretamente afetada pela norma, dessem explicações.

    Na prática, a norma estadual está suspensa, já que há outra ação no mesmo estilo que tramita no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

    Lei estadual proíbe cotas raciais e prevê multa por descumprimento

    A lei 19722/2026 proíbe a adoção de cotas e outras ações afirmativas no ingresso em universidades públicas estaduais ou entidades de ensino superior comunitárias e privadas que recebam verbas públicas do governo de Santa Catarina.

    A regra vale para o ingresso de estudantes ou contratação de professores, técnicos e qualquer outro profissional em instituições de ensino superior públicas ou que recebam verbas públicas.

    Com isso, o fim das cotas raciais atingiria estudantes e profissionais:

    • da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que oferece atualmente 59 cursos presenciais de graduação, distribuídos em 13 centros de ensino;
    • instituições do sistema de Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe), que reúne 14 instituições comunitárias e mais de 100 mil alunos;
    • faculdades privadas que recebem bolsas do programa Universidade Gratuita e do Fundo de Apoio à Educação Superior (Fumdesc).

    A lei diz que ficam excluídas da proibição a reserva de vagas para:

    • Pessoas com Deficiência (PCD);
    • Estudantes vindos de instituições estaduais públicas de ensino médio;
    • Aquelas baseadas em critérios exclusivamente econômicos.

    Em caso de descumprimento, a lei prevê as seguintes penalidades:

    • anulação do edital;
    • multa de R$ 100 mil por edital em desacordo com a lei;
    • corte dos repasses de verbas públicas;
    • agentes públicos responsáveis por fazer e publicar o edital serão submetidos a Procedimento Administrativo Disciplinar.

    Fonte: G1

  • Marciele Albuquerque será homenageada com maior honraria da Assembleia Legislativa do Amazonas

    Ex-BBB e cunhã-poranga do Boi Caprichoso vai ser contemplada com a Medalha Ruy Araújo por se destacar na valorização da cultura amazônica e na divulgação das tradições dos povos originários. Projeto foi aprovado nesta terça-feira (14).

    Geral – A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou, nesta terça-feira (14), um projeto que propõe conceder a Medalha Ruy Araújo à ex-BBB 26 e cunhã-poranga do Boi Caprichoso, Marciele Albuquerque. A homenagem reconhece a atuação de Marciele na valorização da cultura amazônica e na divulgação das tradições dos povos originários.

    A proposta foi apresentada pela deputada estadual Mayra Dias (PSD) e prevê que a entrega da honraria ocorra no dia 28 de maio, durante sessão especial em homenagem ao Festival Folclórico de Parintins, no plenário da Casa.

    Segundo o projeto, Marciele se destacou por promover a identidade cultural do Amazonas no Brasil e no exterior.

    O projeto também enfatiza a participação de Marciele em debates sobre temas socioambientais, como mudanças climáticas e combate à fome, a exemplo da Conferência da Juventude pelo Clima, em Roma, e atividades ligadas à Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.

    Marciele ganhou projeção no cenário cultural ao representar a cunhã-poranga do Boi Caprichoso no Festival de Parintins, um dos maiores eventos folclóricos do país. No item, ela simboliza a força da mulher indígena e a riqueza cultural da Amazônia.

    Ela é de origem indígena do povo Munduruku, natural de Juruti, no Pará, e cresceu em meio à floresta amazônica, com forte ligação às tradições da região.

    Este ano, ganhou mais visibilidade ainda ao participar do Big Brother Brasil 26. No programa, Marciele chegou ao top 6, sendo eliminada no último domingo (12)

    Fonte: G1

  • Cármen Lúcia afirma que STF enfrenta momento de tensão e precisa ampliar transparência

    Durante agenda em São Paulo, ministra afirmou que não comete ‘nada de errado’, reconhece críticas à Corte e diz que transparência pode ajudar a fortalecer a confiança.

    Geral – A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia afirmou, nesta segunda-feira (13), que a Corte vive um momento de forte tensão e cobrança pública. Durante palestra na Fundação FHC, no Centro de São Paulo, ela disse ter consciência do cenário atual de questionamentos sobre o tribunal.

    Ao longo da fala, a ministra destacou as dificuldades enfrentadas internamente pelos magistrados diante do volume de processos e da pressão sobre as decisões. Segundo ela, o trabalho no STF ocorre em meio a uma “avalanche de atividades”, o que torna mais complexo responder às demandas da sociedade.

    Cármen Lúcia também rebateu críticas à sua atuação e afirmou que age com base na lei. Ao final da palestra, disse que não comete irregularidades no exercício do cargo.

    Ao tratar da necessidade de mais transparência, a ministra relacionou o tema ao aumento das críticas ao Supremo e ao cenário de maior pressão sobre a Corte.

    Nesse momento de maior tensão, em que se questiona tanto o próprio Supremo na sua dinâmica, uma parte do que eu escuto é fato: mais tenso, muito mais difícil a vida de todos.”

    Ela defendeu que o tribunal precisa ampliar a abertura e a comunicação com a sociedade.

    “É preciso mesmo que saia, tem que saber como sair, para onde sair e como é que eu torno isso transparente. Todo mundo sabe, no Brasil hoje, que eu estou agora aqui de manhã. As minhas agendas são públicas. Eu acho que quanto mais se der essa transparência, essa explicação, tanto melhor para o para o Poder Judiciário, para o Supremo Tribunal Federal.”

    A ministra acrescentou que o tribunal não pode permanecer com a mesma dinâmica e que mudanças vêm sendo discutidas nos últimos anos, embora reconheça que ainda há pontos a serem aperfeiçoados.

    Fonte: G1

  • Empresário suspeito de liderar atos golpistas em BH e participar de agressões a jornalistas é preso pelo ICE nos EUA

    Esdras Jonatas dos Santos, considerado foragido no Brasil, está detido na Flórida enquanto passa por procedimentos migratórios.

    Geral – O brasileiro Esdras Jonatas dos Santos, apontado como líder dos atos golpistas em Belo Horizonte em 2023 e investigado por agressões contra jornalistas na mesma ocasião, foi preso pelo sistema do serviço de imigração norte-americano (ICE, na sigla em inglês).

    Segundo informações disponíveis no sistema do próprio ICE, ele se encontra sob custódia no estado da Flórida.

    De acordo com esses dados, Esdras está no Glades County Detention Center, na cidade de Moore Haven, a cerca de 180 km de Miami e 230 km de Orlando.

    Natural de Belo Horizonte, ele permanece detido enquanto as autoridades americanas conduzem os procedimentos migratórios. Ainda não há informações oficiais sobre uma possível extradição ou deportação para o Brasil. O g1 tenta contato com a defesa de Esdras Jonatas dos Santos.

    Quem é Esdras dos Santos

    Esdras é considerado foragido no Brasil desde 2023. À época, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que não conseguiu localizá-lo durante o cumprimento de mandados judiciais em um endereço ligado a ele, em Belo Horizonte. A suspeita já era de que ele tivesse deixado o país rumo aos Estados Unidos.

    Ele é apontado como um dos líderes dos acampamentos montados em frente à 4ª Região Militar do Exército, na Avenida Raja Gabáglia, altura do bairro Gutierrez, na Região Oeste da capital mineira, entre 2022 e 2023.

    Também é investigado por participação em agressões a jornalistas e pelo roubo de equipamentos de imprensa durante a cobertura dessas manifestações. Os crimes apurados incluem lesão corporal, roubo e dano.

    Ainda em 2023, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou o bloqueio de contas bancárias e o cancelamento do passaporte de Esdras, no âmbito de investigações sobre atos antidemocráticos em Minas Gerais.

    Na época, também havia a indicação de que ele teria deixado o Brasil antes da suspensão do documento.

    Fonte: G1

  • Brasileiro preso na Turquia é transferido para o Amazonas para cumprir pena de 25 anos

    Segundo a Polícia Federal, a transferência faz parte de um acordo de cooperação jurídica internacional.

    Geral – A Polícia Federal trouxe para o Brasil, nesta sexta-feira (14), um brasileiro condenado por tráfico internacional de drogas. Ele estava preso em Istambul, na Turquia, e foi transferido com autorização do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    O homem foi condenado a 25 anos de prisão e havia sido detido em 2022 no aeroporto de Istambul. Agora, seguirá para o Amazonas, onde vai cumprir o restante da pena, conforme prevê a lei.

    Segundo a Polícia Federal, a transferência faz parte de um acordo de cooperação jurídica internacional. O mecanismo permite que brasileiros condenados no exterior cumpram pena em seu país de origem, seguindo as normas vigentes.

    Fonte: G1

  • FVS-RCP realiza visita técnica ao SVO de Fortaleza para fortalecer implantação do serviço em Manaus

    Ação estratégica qualifica projeto do Serviço de Verificação de Óbitos na capital amazonense

    Geral – Como parte das ações estratégicas voltadas à implantação do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) em Manaus, a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) realizou, até esta sexta-feira (10/04), visita técnica ao SVO de Fortaleza, no Ceará. O objetivo foi conhecer de forma a estrutura, o funcionamento e os fluxos operacionais do serviço, referência na área.

    Durante a agenda, a equipe técnica da FVS-RCP avaliou aspectos estruturais, processos de trabalho e as articulações técnicas e administrativas desenvolvidas desde a implantação do SVO em Fortaleza. A iniciativa permite identificar experiências exitosas e incorporar soluções adaptadas à realidade do Amazonas.

    A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, destacou que a visita representa mais uma etapa da cooperação técnica com a Secretaria Municipal de Saúde de Manaus para o fortalecimento da vigilância em saúde. “Essa imersão permite qualificar o projeto do SVO em Manaus, buscando uma estrutura adequada, com eficiência e foco na população”, afirmou.

    Participando da visita, a diretora de Vigilância Hospitalar e Qualidade da FVS-RCP, Evelyn Campelo reforçou, o caráter técnico da agenda. “Observamos desde a organização da estrutura física até os processos administrativos e técnicos. Essa experiência é fundamental para planejarmos um SVO eficiente em Manaus”, destacou.

    A visita contou ainda com representantes da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus, promovendo intercâmbio de conhecimentos entre as equipes, fortalecendo a integração institucional e contribuindo para o aprimoramento das estratégias de vigilância epidemiológica.

    O planejamento para implantação do SVO em Manaus representa um avanço importante na qualificação das informações sobre mortalidade, ampliando a precisão na definição das causas de óbito e subsidiando o planejamento de políticas públicas em saúde no Amazonas.

    Fonte: Maíra Pessoa/ FVS-RCP