Categoria: Geral

  • União Europeia veta importações de carne e produtos de origem animal do Brasil

    Bloco atualizou, nesta terça-feira (12), a lista de países que cumprem regras contra o uso de antimicrobianos na pecuária, e excluiu o Brasil. Essa lista define quem pode continuar exportando para a UE a partir de 3 de setembro.

    Geral – A União Europeia (UE) publicou, nesta terça-feira (12), uma atualização da lista de países que cumprem suas regras contra o uso excessivo de antimicrobianos na pecuária e excluiu o Brasil.

    Segundo a UE, o Brasil foi excluído por não fornecer garantias sobre a não utilização de antimicrobianos na pecuária, informou a agência de notícias France Presse. Outros países do Mercosul, como Argentina, Paraguai e Uruguai, seguem autorizados.

    Em entrevista à agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia para a Saúde, Eva Hrncirova, confirmou que o Brasil não está na lista e poderá deixar “de exportar para a UE mercadorias como bovinos, equinos, aves, ovos, aquicultura, mel e invólucros”.

    De acordo com a porta-voz da UE, para voltar à lista, “o Brasil deve garantir o cumprimento dos requisitos da União relativos à utilização de antimicrobianos durante todo o ciclo de vida dos animais dos quais provêm os produtos exportados”.

    O g1 procurou o Ministério da Agricultura, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

    Na lista de 2024, o Brasil aparecia como autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, peixe e mel.

    Proibição de antimicrobianos

    A União Europeia proíbe os antimicrobianos que são utilizados também para crescimento dos animais, explica Leonardo Munhoz, pesquisador do Centro de Bioeconomia da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    São eles:

    • virginiamicina;
    • avoparcina;
    • cacitracina;
    • tilosina;
    • espiramicina;
    • avilamicina.

    Em abril, o Ministério da Agricultura publicou uma portaria que proíbe a importação, fabricação, comercialização e uso de alguns antimicrobianos usados como melhoradores de desempenho, incluindo avoparcina e virginiamicina.

    Para voltar à lista da UE, o Brasil tem dois caminhos: restringir legalmente o uso dos demais medicamentos mencionados ou garantir que a carne exportada não contenha essas substâncias.

    A segunda opção não é fácil de aplicar, pois depende da rastreabilidade do produto, é mais demorada e custosa, aponta Munhoz.

    Assim que for comprovado que a pecuária brasileira não usa esses antimicrobianos, o país poderá voltar a exportar, mesmo que isso ocorra após setembro.

    Segundo o pesquisador, já se sabia que a União Europeia planejava essas restrições desde 2019.

    A União Europeia é o terceiro maior destino da carne bovina brasileira em valor exportado, depois de China e Estados Unidos, segundo dados do Agrostat, sistema do Ministério da Agricultura. Para carnes em geral, o bloco é o segundo maior mercado, atrás da China.

    O que dizem os produtores rurais do Brasil

    O g1 procurou a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), que disse que ainda não tem um posicionamento sobre o assunto.

    Já a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) disse que está verificando quais serão os possíveis impactos para a carne de frango.

    O presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Mel (Abemel), Renato Azevedo, afirmou ao g1 que a notícia “pegou de surpresa” o setor. “Entendo que isso é algo político, visto que há uma grande pressão dos europeus para barrar produtos brasileiros depois do acordo do Mercosul”, afirmou.

    A Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abepesca), por sua vez, diz que não exporta para UE desde 2016.

    Acordo Mercosul e União Europeia

    A publicação da lista ocorre 12 dias após a assinatura de um acordo de livre comércio com os países do Mercosul, criticado por agricultores e ambientalistas europeus, especialmente na França.

    A medida desta terça-feira não tem relação com o acordo, afirma Munhoz. A lista é uma regulamentação sanitária, ou seja, uma exigência que qualquer país pode adotar para garantir a segurança dos alimentos consumidos pela população.

    O acordo entrou em vigor em 1º de maio, em caráter provisório, e aguarda uma decisão judicial na Europa sobre sua legalidade.

    “Nossos agricultores seguem alguns dos padrões de saúde e antimicrobianos mais rigorosos do mundo. Portanto, é legítimo que os produtos importados estejam sujeitos aos mesmos requisitos. A decisão tomada hoje demonstra que o sistema europeu de controle funciona”, afirmou o comissário europeu para a Agricultura, Christophe Hansen.

  • Explosão atinge casas e deixa feridos no Jaguaré, Zona Oeste de SP

    De acordo com informações preliminares, a explosão tem relação com uma tubulação de gás. Há registro de feridos e casas destruídas. Ao menos duas vítimas estão sendo socorridas.

    Geral – Uma explosão atingiu casas nesta segunda-feira (11) no Jaguaré, na Zona Oeste de São Paulo. Segundo o Corpo de Bombeiros, o caso aconteceu por volta das 16h10 na Rua Floresto Bandecchi, próximo à Rua Dr. Benedito de Moraes.

    De acordo com informações preliminares, a explosão tem relação com uma tubulação de gás. Há registro de feridos e casas destruídas. O número de vítimas ainda não foi confirmado oficialmente, mas, segundo a Defesa Civil, duas vítimas conscientes foram socorridas e encaminhadas ao Pronto-Socorro Regional de Osasco. Equipes da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil foram enviadas ao local para auxiliar no atendimento da ocorrência e avaliar os danos provocados pela explosão.

    Segundo os chamados de emergência, pessoas teriam sido lançadas pela força da explosão e havia vítimas presas sob escombros. Moradores relataram gritos e pedidos de socorro logo após o incidente.

    A área foi isolada, devido ao risco de vazamento de gás.

    Segundo a Polícia Militar, equipes da Comgás realizavam uma manutenção no sistema de gás encanado quando ocorreu a explosão, que atingiu diversas residências da região. A Comgás foi procurada, mas não havia se posicionado até a última atualização desta reportagem.

    O Corpo de Bombeiros informou que 12 viaturas foram enviadas para o local. Havia forte cheiro de gás na região e risco de novos vazamentos, o que levou equipes a orientar moradores a se afastar da área.

    Relatos recebidos pelas equipes de emergência também apontam que a explosão provocou o rompimento de vidros em um condomínio vizinho, além do colapso de casas na comunidade localizada atrás do Condomínio Morada do Parque.

    Imagens feitas no local pela Globonews mostram casas destruídas, e bombeiros trabalhando no local.

    A ocorrência seguia em andamento até a última atualização desta reportagem.

    Fonte: G1

  • Coca-Cola anuncia fim das operações de produto popular no Brasil

    O objetivo da gigante mundial de refrigerantes é reforçar a importância de combinar acessibilidade e variedade de formatos

    Geral – A Coca-Cola Company anunciou neste ano o fim de produções de embalagens maiores muito populares no Brasil, e revelou que apostará em produtos menores para manter o consumo diante da inflação e mudanças no comportamento de compra.

    De acordo com o CEO da empresa, Henrique Braun, em entrevista ao The Wall Street Journal, devem ganhar mais forças latas menores, multipacks e garrafas intermediárias, buscando alcançar consumidores que reduziram gastos diante do cenário econômico.

    O objetivo da gigante mundial de refrigerantes é reforçar a importância de combinar acessibilidade e variedade de formatos, incluindo opções como garrafas de 1,25 litro e embalagens reduzidas para consumidores mais sensíveis ao preço.

    A mudança não representa saída do Brasil e nem encerramento de linhas tradicionais consolidadas ao longo de décadas, mas sim uma reorganização estratégica do portfólio para oferecer opções com desembolso inicial mais baixo, ainda que o custo proporcional por litro possa ser maior em determinadas versões.

    A Coca-Cola ampliou a aposta em embalagens menores como parte de uma estratégia global estruturada para preservar a frequência de compra, considerando um cenário de consumidores mais atentos ao preço final, inflação persistente em diversas economias e pressão crescente sobre o orçamento doméstico.

    A lógica comercial adotada pela empresa considera que, em vez de depender exclusivamente de embalagens grandes, é possível manter os produtos dentro de faixas de preço consideradas mais acessíveis, principalmente quando diferentes categorias de consumo disputam espaço no orçamento das famílias.

    No Brasil, essa estratégia acompanha uma prática já consolidada no setor de bebidas, que historicamente ajusta tamanhos, canais de venda e políticas promocionais conforme renda disponível, ocasião de consumo e competitividade regional, sem necessariamente eliminar embalagens maiores das prateleiras.

    Fonte: A Tarde

  • Produtos Ypê suspensos pela Anvisa: o que fazer com os que tenho em casa? Posso pedir reembolso? Veja direitos

    Anvisa publicou nesta quinta-feira (7) resolução que suspende fabricação e determina recolhimento de produtos da marca Ypê. Segundo advogados, consumidor pode ter direito ao reembolso.

    Geral – A determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o recolhimento de produtos da marca Ypê, nesta quinta-feira (7), após ser constatado o risco de contaminação, levantou dúvidas entre consumidores sobre o que fazer com os itens em casa, como solicitar reembolso e quais são os direitos garantidos pela legislação brasileira.

    A medida atinge apenas lotes específicos com final “1” e inclui a suspensão de fabricação, comercialização, distribuição e uso do lava-louças (detergente), sabão líquido para roupas e desinfetante, depois da identificação de falhas em processos de controle de qualidade e risco sanitário potencial.

    A Química Amparo, fabricante dos produtos da marca Ypê, negou que os itens recolhidos pela Anvisa ofereçam riscos aos consumidores e afirmou que vai recorrer da decisão 

    Diante do cenário, especialistas em direito do consumidor ouvidos pelo g1 explicam que situações de recolhimento, também chamadas de “recall”, acionam uma série de obrigações para a empresa e garantias para o consumidor, como pontuou Luiz Orsatti, diretor executivo do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP).

    Tenho produtos em casa, devo interromper o uso?

    Sim, deve. Quando há alerta de risco à saúde, como possibilidade de contaminação microbiológica, a primeira orientação é clara: parar de usar o produto imediatamente, conforme recomendado pela Resolução 1.834/2026 da Anvisa.

    Os especialistas dizem que a medida vale mesmo que o produto não apresente alteração visível.

    2. Devo descartar? Preciso devolver?

    Outro ponto que gera insegurança é o destino dos produtos já adquiridos. Por enquanto, o ideal é guardá-lo. A Anvisa orientou que os consumidores entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para informações sobre o procedimento de recolhimento, o chamado “recall”.

    Troca ou reembolso: qual o meu direito?

    De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), quando um produto apresenta risco ou defeito, o consumidor tem direito à reparação adequada. No caso de recolhimento determinado por autoridade sanitária, isso inclui:

    • substituição do produto igual, mas em perfeitas condições;
    • restituição integral do valor pago.

    Não consigo falar com o SAC, o que fazer?

    A empresa é responsável por disponibilizar canais de atendimento eficientes, sem custo para o consumidor, incluindo SAC e eventuais canais digitais ou presenciais. Caso o atendimento seja insuficiente ou ineficaz, o consumidor pode registrar reclamação no Procon.

    Uma das principais dúvidas neste tipo de situação é o que fazer quando o SAC não atende ou apresenta demora. Nesses casos, o consumidor pode:

    • registrar reclamação no Procon do seu estado;
    • utilizar plataformas como o consumidor.gov.br;
    • guardar comprovantes de tentativa de contato.

    Na quinta-feira (7), consumidores relataram dificuldades para contatar o SAC. A advogada Ana Rovêre diz que isso é normal, no início, devido à repercussão da notícia e por isso o consumidor deve ter calma. “Como estourou ontem, tá muito recente ainda na mídia, então, de fato, os canais de atendimento devem estar muito abarrotados”, diz.

    Apesar disso, ela orienta que o cliente tente registrar todas as suas tentativas de contato. “Se o consumidor tentou entrar em contato com o SAC, não teve retorno ou teve um retorno insatisfatório, a primeira coisa que ele vai ter que fazer é registrar toda essa tentativa, anotar números de protocolo, tirar print de tentativa de conversa, guardar os e-mails que foram trocados”.

    Empresa tem obrigação de ser clara

    Os advogados informam que a empresa tem a obrigação de informar:

    • quais produtos e lotes estão afetados;
    • riscos envolvidos;
    • o que fazer com o produto;
    • como será feito o reembolso ou troca.

    A falta de informação clara pode ser considerada descumprimento do dever de informação previsto no CDC.

    “A gente está falando do direito à segurança, à proteção da saúde. O consumidor tem o direito básico de não ser exposto a produtos que apresentem risco à saúde ou à segurança […] Quando é feito um recall, é preciso que a informação seja clara e ampla sobre todos os riscos, os lotes afetados e o procedimento para devolução ou troca”, explica o advogado Guilherme Galhardo

    6. Quando procurar o Procon?

    A Anvisa e os órgãos de vigilância sanitária estaduais atuam no monitoramento do recolhimento e podem aplicar sanções em caso de descumprimento. Já o Procon pode atuar quando há:

    • falha no atendimento ao consumidor;
    • dificuldade de reembolso ou troca;
    • ausência de informação adequada;
    • ou descumprimento de direitos previstos no CDC.

    7. Quais são os produtos afetados

    Lava-louças

    • Lava-louças com Enzimas Ativas Ypê
    • Lava-louças Ypê
    • Lava-louças Ypê Clear Care
    • Lava-louças Ypê Toque Suave
    • Lava-louças Concentrado Ypê Green
    • Lava-louças Ypê Clear
    • Lava-louças Ypê Green

    Lava-roupas

    • Lava-roupas Líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
    • Lava-roupas Líquido
    • Tixan Ypê Cuida das Roupas
    • Lava-roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
    • Lava-roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
    • Lava-roupas Líquido Tixan Ypê Green
    • Lava-roupas Líquido Ypê Express
    • Lava-roupas Líquido Ypê Power Act
    • Lava-roupas Líquido Ypê Premium
    • Lava-roupas Tixan Maciez
    • Lava-roupas Tixan Primavera
    • Lava-roupas Tixan Power Act

    Desinfetantes

    • Desinfetante Bak Ypê
    • Desinfetante de Uso Geral Atol
    • Desinfetante Perfumado Atol
    • Desinfetante Pinho Ypê

    8. Como identificar lotes proibidos?

    É possível encontrar a informação gravada na embalagem, debaixo do rótulo — como no caso de detergentes —, na base ou próximo à tampa. Geralmente, o número do lote vem acompanhado das datas de fabricação e de validade, e é indicado com a escrita “Lote:” ou “L:” antes.

    Se o último numeral do código for o 1, o produto pertence ao lote com risco de contaminação e deve ser recolhido, conforme orientação da Anvisa. A recomendação é entrar em contato com o SAC da empresa para obter informações sobre o procedimento de recolhimento.

    Risco sanitário

    A determinação da Anvisa, publicada na Resolução 1.834/2026, ocorreu após uma inspeção na fábrica que constatou “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo”.

    Segundo a agência, as falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle comprometem as Boas Práticas de Fabricação e indicam a possibilidade de contaminação por microrganismos.

    A Anvisa orienta os consumidores que tenham em casa os produtos dos lotes especificados a suspenderem o uso imediatamente.

    Fonte: G1

  • Produtos Ypê suspensos pela Anvisa: veja como identificar se o seu pertence a lotes contaminados

    Produtos pertencem a lotes cuja numeração termina com o número 1. De acordo com a Anvisa, lotes apresentam risco de contaminação microbiológica

    Geral – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (7), o recolhimento de dezenas de produtos da marca Ypê devido a um risco de contaminação microbiológica. Esses produtos pertencem a lotes cuja numeração termina com o número 1.

    É possível encontrar a informação gravada na embalagem, debaixo do rótulo — como no caso de detergentes —, na base ou próximo à tampa. Geralmente, o número do lote vem acompanhado das datas de fabricação e de validade, e é indicado com a escrita “Lote:” ou “L:” antes.

    Se o último numeral do código for o 1, o produto pertence ao lote com risco de contaminação e deve ser recolhido, conforme orientação da Anvisa.

    A recomendação é entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para obter informações sobre o procedimento de recolhimento.

    Em nota, a Ypê manifestou “indignação com a decisão”, classificou a medida como “arbitrária e desproporcional” e informou que vai recorrer.

    A empresa alega ter laudos de análises independentes que comprovam que os produtos são “totalmente seguros e adequados para consumo”.

    Fonte: G1

  • Anvisa determina recolhimento de produtos da Ypê por risco de contaminação; empresa fala em ‘decisão arbitrária’

    Medida vale para lotes com final 1 de detergentes, sabão líquido e desinfetantes. Agência apontou ‘falhas graves’ na produção; fabricante diz que laudos comprovam segurança e que vai recorrer.

    Geral – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (7), a suspensão da fabricação, comercialização e o recolhimento de dezenas de produtos da marca Ypê.

    A decisão foi tomada após uma avaliação técnica identificar risco de contaminação microbiológica em itens fabricados na unidade da Química Amparo, em Amparo (SP). A medida inclui ainda a suspensão da fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos.

    Em nota, a Ypê manifestou “indignação com a decisão”, classificou a medida como “arbitrária e desproporcional” e informou que vai recorrer.

    A empresa alega ter laudos de análises independentes que comprovam que os produtos são “totalmente seguros e adequados para consumo”.

     determinação da Anvisa, publicada na Resolução 1.834/2026, ocorreu após uma inspeção na fábrica que constatou “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo”.

    Segundo a agência, as falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle comprometem as Boas Práticas de Fabricação e indicam a possibilidade de contaminação por microrganismos.

    Orientação ao consumidor

    A Anvisa orienta os consumidores que tenham em casa os produtos dos lotes especificados a suspenderem o uso imediatamente.

    A recomendação é entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para obter informações sobre o procedimento de recolhimento.

    A medida afeta apenas os produtos listados abaixo que pertencem a lotes cuja numeração termina com o número 1:

    • Lava Louças com Enzimas Ativas Ypê
    • Lava Louças Ypê
    • Lava Louças Ypê Clear Care
    • Lava Louças Ypê Toque Suave
    • Lava-Louças Concentrado Ypê Green
    • Lava-Louças Ypê Clear
    • Lava-Louças Ypê Green
    • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
    • Lava Roupas Líquido
    • Tixan Ypê Cuida das Roupas
    • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
    • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
    • Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green
    • Lava Roupas Líquido Ypê Express
    • Lava Roupas Líquido Ypê Power Act
    • Lava Roupas Líquido Ypê Premium
    • Lava Roupas Tixan Maciez
    • Lava Roupas Tixan Primavera
    • Desinfetante Bak Ypê
    • Desinfetante de Uso Geral Atol
    • Desinfetante Perfumado Atol
    • Desinfetante Pinho Ype
    • Lava Roupas Tixan Power Act

    Fonte: G1

  • Auxílio de R$ 500 é confirmado no Brasil para as mulheres

    Geral – Desde fevereiro de 2023, o governo de São Paulo conta com um programa de auxílio-aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica. Através do programa, essas mulheres conseguem uma ajuda de custo de R$ 500 por mês. Esse auxílio é pago por seis meses e pode ser renovado por mais um período de mesma duração.

    Segundo o site da Secretaria de Desenvolvimento Social do governo paulista, o objetivo do auxílio é “contribuir com a autonomia e fortalecimento dos direitos das mulheres em situação de vulnerabilidade que foram vítimas de violência doméstica”.

    Para ter direito ao auxílio, mulheres residentes do estado de São Paulo precisam ter uma medida protetiva expedida pela Justiça. Além disso, elas precisam estar em situação de vulnerabilidade econômica, com uma renda de no máximo dois salários mínimos (R$ 3.242 em 2026). Segundo o g1, o programa aceita as seguintes documentações:

    • Holerite; extrato bancário; inscrição no CadÚnico (atualizado nos últimos 24 meses);
    • Medida protetiva expedida e vigente, nos termos da Lei Maria da Penha;
    • Comprovante de residência (conta de qualquer tipo no próprio nome);
    • Relatório psicossocial emitido pelo serviço de assistência social ou de saúde municipal.

    De acordo com a Agência São Paulo, os passos são os seguintes:

    • O cadastramento é feito obrigatoriamente pela rede municipal de assistência social nos municípios participantes;
    • Procure um CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) ou Centros de Referência de Atendimento à Mulher;
    • Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) também podem orientar.

    Fonte: Diário do Comércio

  • Hoje é dia de Shakira! Tire todas as dúvidas sobre o show de logo mais

    A que horas é o show? Onde fica o palco? Dá pra ir de carro? O g1 responde a essas e a outras questões.

    Geral –  A popstar Shakira se apresenta na noite deste sábado (2), na Praia de Copacabana, na 3ª edição do Todo Mundo no Rio, que desde 2024 traz à cidade grandes nomes da música.

    Madonna (2024) e Lady Gaga (2025) fizeram história, e agora é a vez de a colombiana arrastar multidões. A Prefeitura do Rio estima que 2 milhões de pessoas compareçam ao concerto.

    Se você vai ser uma delas, o g1 preparou uma série de perguntas — com respostas! — sobre o evento.

    Mas se você quiser assistir de casa, basta ligar na Globo, no Globoplay ou no Multishow — e acompanhar tudo aqui no g1.

    A que horas começa o show?

    Shakira deve subir ao palco às 21h45.

    Quanto custa? Precisa de ingresso?

    O show é gratuito e não precisa de ingresso. É só chegar.

    Voltar para o início.

    3. Onde fica o palco?

    O palco fica na areia da Praia de Copacabana, em frente ao Copacabana Palace, no quarteirão da Avenida Atlântica entre as ruas Rodolfo Dantas e República do Peru.

    Dá pra ir de carro?

    A Prefeitura do Rio recomenda fortemente pegar o transporte público.

    A Avenida Atlântica, em ambos os sentidos, já está fechada para o tráfego — e assim ficará até domingo (3).

    Desde a madrugada, 3 mil vagas de estacionamento no bairro todo estão suspensas, e não há muita oferta de garagens pagas nas ruas internas.

    Quem estiver de carro poderá entrar em Copacabana somente até as 18h.

    Os acessos ao bairro e o trânsito nas vias principais só deverá ser liberado às 4h de domingo.

    Dá para ir de táxi ou app?

    Uber, 99 e inDrive são considerados carros de passeio e se enquadram na regra do acesso até as 18h.

    Táxis amarelinhos têm 1 hora a mais e podem entrar no bairro até as 19h.

    Fonte: G1

  • Loba gigante ‘Isabel’ rouba a cena e agita fãs de Shakira em Copacabana

    Animal é inflável e faz referência ao apelido da cantora colombiana, e tem até nome. ‘Ela batizou esse lobo de Isabel, que é o segundo nome dela’, explicou o administrador do fã-clube Shakira Brasil.

    Geral – Uma loba inflável gigante roubou a cena entre os fãs que ocupavam a areia da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na tarde deste sábado (2).

    Assim que surgiu no palco onde Shakira se apresenta a partir das 21h45, o público posicionado na frente e nas laterais reagiu imediatamente, com gritos e aplausos. A loba, que faz referência ao apelido da cantora colombiana, tem até nome.

    “Ela batizou esse lobo de Isabel, que é o segundo nome dela”, explicou Levi Tavares, administrador do fã-clube Shakira Brasil. O nome de batismo da diva pop é Shakira Isabel Mebarak Ripoll

    “She Wolf”, um dos sucessos da artista, simboliza liberdade, quebra de padrões e autonomia feminina, temas que se tornaram marcas recorrentes em sua trajetória.

    A cantora se apresenta no palco montado em frente ao Hotel Copacabana Palace a partir das 21h45. Segundo a Prefeitura do Rio, a expectativa é que mais de 2 milhões de pessoas ocupem a areia da praia para assistir ao show da diva pop.

    O palco montado para a apresentação é o maior já utilizado pela organização desde o show de Madonna, em 2024. A estrutura conta com cerca de 1.500 metros quadrados, 56 metros de altura e 680 metros quadrados de painéis de LED. Ao longo da praia, 16 torres de som e telões foram instaladas para ampliar a visibilidade do público.

    Fonte: G1

  • Governo suspende mais de 3 milhões de multas em pedágio ‘free flow’ e dá prazo para tarifas vencidas

    Sistema eletrônico passará a ser adotado em regime de transição. Motoristas com tarifas vencidas terão até 200 dias para regularizar débitos.

    Geral – O Ministério dos Transportes anunciou, nesta terça-feira (28), a suspensão de 3,4 milhões de multas em rodovias no sistema de pedágio eletrônico, chamado de free flow.

    A medida dá aos motoristas até 200 dias para quitar débitos do pedágio eletrônico e suspende a aplicação de multas no sistema free flow durante esse período.

    Ou seja, os usuários terão até 16 de novembro para pagar o que devem sem a cobrança de multas.

    O não pagamento de pedágio é uma infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH.

    O novo formato será adotado em um regime de transição. Segundo o governo, a medida tem como objetivo assegurar prazo adequado para a integração e o pleno funcionamento dos sistemas.

    As concessionárias, por sua vez, terão 100 dias, a partir da deliberação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), para ajustarem seus sistemas e concluírem a integração de dados.

    O objetivo é que, com essa adequação, a cobrança esteja disponível na Carteira Digital de Trânsito

    Quando comprovado o pagamento da tarifa de pedágio, o usuário terá direito ao ressarcimento do valor da multa.

    O governo estima que o valor a ser ressarcido seja aproximadamente R$ 93 milhões.

    Segundo o ministro dos Transportes, George Santoro, a previsão é que o governo publique nesta quarta-feira (29) uma resolução que trata do tema. 

    Ao ser questionado sobre o porquê da medida, o ministro afirmou que partiu de uma avaliação do governo que o free flow não tinha sido bem comunicado.

    O modelo dispensa cancelas que obriguem a reduzir velocidade ou parar nas rodovias.

    Pórticos com sensores, leitores de TAGs (transponders) e câmeras que leem placas (ANPR) são instalados em pontos da rodovia.

    Sempre que passa por um desses pórticos, o veículo é registrado eletronicamente, e a identificação pode ocorrer por etiqueta eletrônica (TAG) ou leitura da placa.

    Com TAG, a tarifa é debitada automaticamente. Sem TAG, o usuário deve pagar pelo site ou canais da concessionária.

    O não pagamento dentro do prazo caracteriza evasão de pedágio, com possibilidade de multa

    Fonte: G1