Categoria: Amazonas

  • CIEE oferta 147 vagas para programas de Estágio e Aprendizagem no AM

    O cadastro é gratuito e é importante sempre manter os dados pessoais atualizados

    Amazonas – O Centro de Integração Empresa-Escola- CIEE está com 147 vagas abertas para os programas de Aprendizagem e Estágio no Amazonas. No programa de Aprendizagem, as 39 vagas disponíveis são para as áreas administrativa, de logística, auxiliar de produção e operador de caixa.

    Já as oportunidades de Estágio contemplam alunos do Ensino Médio e de diversos cursos de graduação em segmentos como Administração, Educação, Direito, Contabilidade, Construção Civil e Marketing.

    As bolsas-auxílio podem variar conforme a carga horária e a disponibilidade da empresa contratante. Para se candidatar a estas e outras oportunidades, podendo também montar um perfil no Portal CIEE, basta acessar ciee.online (https://portal.ciee.org.br/).

    O cadastro é gratuito e é importante sempre manter os dados pessoais atualizados, pois é dessa forma que a empresa e o CIEE fazem contato para encaminhamentos de entrevista. No cadastro, o candidato pode incluir uma redação e um vídeo de apresentação para tornar o perfil ainda mais completo e aumentar as chances de ser convocado para uma entrevista.

    Quem preferir atendimento presencial pode ir à sede do CIEE na rua Paxiúbas, nº 215, Conjunto Kyssia, bairro Dom Pedro, Manaus, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

    Fonte: D24am.

  • Carreta pega fogo e interdita totalmente trecho da BR-174 em Manaus

    Incêndio destruiu o veículo e provocou bloqueio total da rodovia; ainda não há informações sobre vítimas.

    Amazonas – Um incêndio em uma carreta provocou a interdição total da BR-174, na altura do quilômetro 916, em Manaus, na tarde deste domingo (14). O veículo foi completamente consumido pelas chamas, mobilizando equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

    Motoristas que trafegavam pela BR-174 foram surpreendidos por um incêndio de grandes proporções envolvendo uma carreta no quilômetro 916 da rodovia federal.

    Segundo informações de testemunhas, o fogo se alastrou rapidamente pelo veículo, causando perda total da carreta e gerando uma intensa fumaça visível a longa distância.

    O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas foi acionado para combater as chamas e evitar que o incêndio se espalhasse para áreas próximas ou atingisse outros veículos que passavam pela região.

    Trânsito totalmente bloqueado

    Por conta do risco provocado pelo incêndio, equipes da Polícia Rodoviária Federal realizaram o bloqueio total do trecho afetado.

    O trânsito ficou completamente interrompido nos dois sentidos da rodovia, causando lentidão e retenção de veículos na área.

    Até o momento, as autoridades não informaram quando a pista será liberada para o tráfego.

    Causas do incêndio serão investigadas

    As circunstâncias que provocaram o incêndio ainda são desconhecidas e deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.

    Também não havia, até a publicação desta matéria, informações oficiais sobre possíveis feridos ou sobre o estado de saúde do motorista da carreta.

    A recomendação é que os condutores evitem a região e busquem rotas alternativas até que os trabalhos de rescaldo e remoção do veículo sejam concluídos.

    Fonte: AM POST.

  • Arena da Amazônia fica sem partidas e expõe desafio de manutenção 12 anos após a Copa

    Estádio construído para o Mundial de 2014 teve jogos transferidos após avaliação apontar que campo não tinha condições para partidas profissionais.

    Amazonas – Doze anos após ser inaugurada para a Copa do Mundo de 2014, a Arena da Amazônia, em Manaus, está temporariamente sem receber partidas de futebol por causa das condições do gramado. O problema chamou atenção para a manutenção de um dos principais cartões-postais do Amazonas.

    A situação fez a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) transferir o jogo entre Nacional-AM e Monte Roraima, pela Série D, para o estádio Carlos Zamith. A partida estava marcada para domingo (14), mesma data em que a arena completa 12 anos desde o primeiro jogo do Mundial realizado em Manaus, entre Inglaterra e Itália.

    Imagens divulgadas nesta semana mostram o gramado com áreas amareladas, falhas na cobertura vegetal e pontos em recuperação. O estádio também deixou de receber outro evento esportivo recentemente: a final da Copa Norte entre Nacional-AM e Paysandu foi transferida após avaliação indicar que o campo não estava em condições para a partida.

    A Secretaria de Estado do Desporto e Lazer (Sedel), responsável pela administração da Arena da Amazônia, informou, por meio de nota, que o gramado está em processo de recuperação e que o trabalho é realizado de forma contínua.

    Segundo o órgão, foram feitos procedimentos como replantio de áreas afetadas, aplicação de fertilizantes e ações para acelerar a recomposição da cobertura vegetal.

    A secretaria explicou que o amarelecimento do gramado ocorre durante o período de recuperação e afirmou que o campo segue dentro dos parâmetros técnicos.

    O governo informou ainda que foi feito o replantio de aproximadamente 100 metros quadrados na região do gol norte e que o campo também recebe cuidados para combater a presença de lagartas, comuns durante a transição entre o período chuvoso e a seca.

    A previsão é que o gramado esteja novamente apto para receber partidas em cerca de 15 dias.

    Estrutura virou palco de esporte e eventos

    Construída para a Copa do Mundo, a Arena da Amazônia teve custo estimado em quase R$ 600 milhões e passou a receber partidas esportivas, shows e outros grandes eventos após o Mundial.

    Ao longo dos anos, o estádio se tornou um dos principais espaços para atividades de grande público em Manaus, mas também passou a enfrentar o desafio de conciliar diferentes usos e manter a estrutura em funcionamento.

    A situação atual coloca em evidência a importância da manutenção permanente de equipamentos públicos de grande porte.

    Fonte: G1 Amazonas

  • Amazonas é o 2º estado brasileiro com mais pessoas registradas como ‘Neymar’

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que 239 moradores do estado possuem o nome em homenagem ao camisa 10 do Brasil.

    Amazonas – O Amazonas é o segundo estado brasileiro com a maior proporção de pessoas registradas com o nome Neymar, segundo dados da plataforma “Nomes no Brasil”, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento, baseado no Censo Demográfico de 2022, aponta que 239 moradores do estado possuem o nome em homenagem ao camisa 10 do Brasil na Copa do Mundo 2026.

    A proporção de pessoas chamadas Neymar no Amazonas é de 0,006% da população estadual, ficando atrás apenas de Roraima, que registra índice de 0,008%. Em todo o Brasil, 2.443 pessoas têm esse nome, que ocupa a 4.486ª posição entre os mais frequentes do país.
    Os dados mostram ainda que a idade mediana das pessoas chamadas Neymar é de 11 anos, indicando que a popularização do nome ocorreu principalmente na última década, período em que o jogador alcançou projeção nacional e internacional.

    Além de ser o segundo estado do país com maior proporção de pessoas chamadas Neymar, o Amazonas concentra seis dos dez municípios brasileiros onde o nome é mais comum.
    São Paulo de Olivença ocupa a segunda posição nacional, com 0,04% da população registrada com o nome. Santo Antônio do Içá também aparece com o mesmo percentual. Tabatinga surge na quarta colocação, com 0,03%.

    Já São Gabriel da Cachoeira e Maués aparecem na quinta e sexta posições, respectivamente, ambos com 0,02% da população. Manaus fecha o ranking dos dez primeiros colocados, com proporção de 0,002%.

    Fonte: D24am

  • ZFM vence ação da Justiça: “Juntos vencemos a poderosa Fiesp”, diz Braga

    A Justiça Federal extinguiu a ação movida contra os créditos tributários assegurados à Zona Franca de Manaus na reforma tributária

    Amazonas – O senador Eduardo Braga (MDB-AM) comemorou nesta quarta-feira (10) a decisão da Justiça Federal que extinguiu a ação civil pública apresentada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) contra dispositivos da reforma tributária que garantem créditos presumidos de IBS e CBS às empresas instaladas na Zona Franca de Manaus. Para Braga, a sentença representa mais uma vitória na defesa dos empregos, dos investimentos e do desenvolvimento econômico do Amazonas.

    “Juntos vencemos a poderosa Fiesp. Essa é uma vitória de todos que se uniram para defender a Zona Franca de Manaus e os trabalhadores amazonenses”, afirmou o senador.

    A decisão foi proferida pelo juiz federal Naiber Pontes de Almeida, da 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal, que extinguiu o processo sem resolução do mérito ao entender que a ação civil pública não era o instrumento jurídico adequado para questionar a constitucionalidade dos dispositivos previstos na Lei Complementar nº 214/2025. O magistrado também destacou que a legislação veda o uso desse tipo de ação para discutir matéria tributária.

    Relator da regulamentação da reforma tributária no Senado, Eduardo Braga participou do processo ao lado da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam) e da Associação Comercial do Amazonas (ACA), entidades que atuaram na defesa da Zona Franca de Manaus. O senador foi admitido pela Justiça na condição de amicus curiae, expressão jurídica utilizada para designar pessoas ou instituições autorizadas a contribuir com informações e argumentos relevantes para auxiliar o julgamento de causas de interesse público.

    Segurança jurídica para investimentos

    A decisão garante a manutenção dos benefícios previstos na Lei Complementar nº 214/2025 para as empresas instaladas na Zona Franca de Manaus. Na prática, o entendimento da Justiça preserva a estabilidade das regras que sustentam o modelo, assegura maior previsibilidade para os empreendimentos instalados no polo industrial e reforça as condições de competitividade da economia amazonense no novo sistema tributário.

    Segundo Braga, o resultado demonstra a importância da união das instituições amazonenses na defesa dos interesses do estado.

    “A defesa da Zona Franca sempre exigiu união, e foi isso que garantiu mais essa vitória”, destacou.

    A ação da Fiesp pretendia suspender os créditos presumidos concedidos às empresas da Zona Franca de Manaus no novo sistema tributário. A entidade paulista argumentava que os benefícios ampliariam o diferencial competitivo do modelo além dos limites previstos pela Constituição.

    Ao extinguir a ação, a Justiça Federal manteve intactos os mecanismos criados durante a regulamentação da reforma tributária para preservar a competitividade da Zona Franca de Manaus, modelo que possui proteção constitucional até 2073.

    Braga ressaltou que a decisão é mais um capítulo de uma longa trajetória de defesa da Zona Franca.

    “Essa foi a primeira vitória de uma batalha que já enfrentamos há mais de 50 anos. Ao longo desse período, o Amazonas precisou defender inúmeras vezes a Zona Franca, os empregos, os investimentos e o desenvolvimento da nossa região. Hoje celebramos mais uma conquista importante para o povo amazonense e para todos que acreditam na força da Zona Franca de Manaus como instrumento de geração de emprego, renda e oportunidades”, afirmou.

    Fonte: D24am.

  • Amazonas registra queda de quase 19% nos casos de malária nos primeiros cinco meses de 2026, diz FVS

    Tipo mais grave da doença, causado pelo protozoário ‘Plasmodium falciparum’, teve redução de 64% no estado. Órgão alerta que, apesar da queda, doença continua sendo a maior endemia do Amazonas.

    Amazonas – O Amazonas registrou uma redução de quase 19% nos casos de malária entre 1º de janeiro e 31 de maio de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP).

    Segundo o balanço, nos primeiros cinco meses deste ano foram contabilizados 18.245 casos da doença no estado. No mesmo período de 2025, o número de infectados foi de 22.409.

    A maior queda percentual foi registrada nos casos de malária por Plasmodium falciparum, considerada a espécie mais grave da doença. A redução foi de 64%

    Segundo a FVS, os dados apontam ainda uma diminuição de 31% nos registros em áreas indígenas, regiões consideradas de grande relevância epidemiológica por concentrarem uma parte importante da carga da doença no estado.

    Alerta para cuidados continuados

    Apesar da comemoração pelos números positivos, as autoridades de saúde alertam que a população não deve baixar a guarda. O diretor de Vigilância Ambiental da FVS-RCP, Elder Figueira, reforça que a malária permanece como a principal endemia do Amazonas.

    “São números importantes que devem ser comemorados, mas ainda é a maior endemia do estado, por isso devemos continuar com os cuidados”, destacou Figueira.

    O diretor explicou que a fundação atua em parceria com as prefeituras do interior, elaborando planos estratégicos direcionados para a realidade de cada município, emitindo alertas e realizando capacitações para combater o avanço da doença tanto nas áreas urbanas quanto rurais e indígenas.

    Prevenção e sintomas

    Para quem vive ou vai frequentar áreas silvestres — como regiões de mata, balneários e igarapés —, a orientação é intensificar as medidas de proteção individual e coletiva contra o mosquito transmissor.

    As principais recomendações da FVS-RCP são:

    • Uso de repelentes e mosquiteiros impregnados com inseticida;
    • Instalação de telas protetoras em portas e janelas;
    • Permitir o acesso dos agentes de endemias para a borrifação interna das paredes das residências.

    O órgão ressalta que o diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento. Quem apresentar sintomas como febre e dor de cabeça deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) ou um posto de coleta de forma imediata. O teste e os medicamentos são oferecidos gratuitamente pela rede pública de saúde.

    Fonte: G1

  • Manaus sedia Caravana de Inovação da AGU e reúne especialistas para debater o futuro dos serviços públicos

    Amazonas é o primeiro estado da região Norte a receber a iniciativa, que promove capacitação e troca de experiências sobre inovação jurídica, inteligência artificial e transformação digital.

    Amazonas – O Amazonas tornou-se o primeiro estado da região Norte a receber a Caravana de Inovação da Advocacia-Geral da União (AGU), iniciativa que busca fortalecer a cultura da inovação no setor público por meio da integração entre advogados, servidores e gestores de diferentes esferas da administração pública.

    A etapa presencial do evento ocorre até esta quinta-feira (11), no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), na zona sul de Manaus, com apoio do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti).

    Promovida pelo Laboratório de Inovação da AGU (Labori), a Caravana tem como objetivo criar espaços de aprendizado e colaboração voltados ao aperfeiçoamento dos serviços públicos. A programação inclui debates sobre inovação jurídica, compras públicas, inteligência artificial, transformação digital e soluções capazes de aumentar a eficiência da gestão pública.

    A iniciativa já percorreu diversos estados brasileiros e chegou ao Amazonas inicialmente em formato virtual, no dia 19 de maio. A abertura oficial da etapa presencial foi realizada na quarta-feira (10), com a participação de autoridades e representantes de instituições parceiras.

    Durante o evento, o secretário da Sedecti, Gustavo Igrejas, destacou a importância de incentivar práticas inovadoras na administração pública.

    “A inteligência artificial já está pautando o século XXI, e estimular a cultura da inovação e o compartilhamento de soluções nessa área é primordial para que os avanços se transformem em excelência na prestação de serviços, para o bem de todos. Muito boa a iniciativa da AGU e estamos felizes em apoiar esse evento”, afirmou.

    Além da Sedecti, a realização da etapa amazonense conta com a colaboração da Procuradoria-Geral do Estado do Amazonas (PGE-AM), Procuradoria-Geral do Município de Manaus (PGM), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Escola Nacional de Advocacia Pública (Enap) e Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam).

    Desde o lançamento do projeto, em 2025, a Caravana de Inovação já passou pelos estados do Ceará, Paraná, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Espírito Santo e Bahia, reunindo mais de mil participantes em atividades voltadas à construção de soluções inovadoras para o setor público.

    A programação em Manaus será encerrada com palestras sobre temas como gestão e cobrança de créditos tributários municipais, intraempreendedorismo público e experiências práticas de ecoinovação. Também estão previstas oficinas e atividades em grupo destinadas aos participantes inscritos.

    A expectativa dos organizadores é que a iniciativa contribua para a disseminação de novas metodologias de trabalho, incentive a adoção de ferramentas tecnológicas e fortaleça a cooperação entre instituições, promovendo serviços públicos mais modernos, eficientes e alinhados às demandas da sociedade.

  • Parintins recebe mutirão para regularização ambiental e acesso a incentivos financeiros para produtores rurais

    Ação do Ipaam, MMA e Pnud ocorre de 15 a 19 de junho e oferecerá atendimentos sobre Cadastro Ambiental Rural e inscrições no Programa de Pagamento por Serviços Ambientais.

    Amazonas – Produtores rurais de Parintins terão a oportunidade de regularizar seus imóveis e acessar programas de incentivo à conservação ambiental durante um mutirão promovido pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

    A ação será realizada entre os dias 15 e 19 de junho, das 8h às 17h, no Auditório Dom Arcângelo Cerqua, localizado na área central do município. O atendimento será voltado à regularização do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e às inscrições na chamada pública do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), por meio do Projeto Floresta+ Amazônia.

    A iniciativa busca ampliar o acesso dos produtores rurais aos instrumentos de regularização ambiental e aos benefícios financeiros destinados à preservação da vegetação nativa em propriedades rurais.

    De acordo com o diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, o mutirão representa mais um passo na descentralização dos serviços ambientais no estado.

    “Nosso objetivo é levar os serviços ambientais para mais perto dos produtores rurais. O Cadastro Ambiental Rural é um instrumento fundamental para a regularização dos imóveis e também para o acesso a programas que geram benefícios diretos para quem preserva. Em Parintins, vamos oferecer atendimento especializado para que mais famílias possam participar dessas iniciativas”, destacou.

    A ação integra os esforços do Governo do Amazonas para fortalecer a gestão ambiental nos municípios do interior, promovendo o equilíbrio entre desenvolvimento econômico e conservação dos recursos naturais.

    Além do Ipaam, MMA e Pnud, a mobilização conta com o apoio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Amazonas (Idam), da Secretaria de Estado das Cidades e Territórios (Sect) e da Prefeitura de Parintins, por meio das secretarias municipais de Produção e Abastecimento e de Meio Ambiente.

    Incentivo à preservação

    O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) é um mecanismo que remunera agricultores familiares e pequenos produtores rurais que contribuem para a conservação da vegetação nativa em seus imóveis. A iniciativa integra a modalidade Conservação do Projeto Floresta+ Amazônia, incentivando a manutenção da floresta em pé e promovendo geração de renda no meio rural.

    Em edições anteriores do programa, os valores pagos aos beneficiários variaram entre R$ 1,5 mil e R$ 28 mil, conforme critérios como área preservada e perfil dos participantes.

    Documentos necessários

    Para participar da chamada pública do PSA, os interessados deverão apresentar conta ativa no Gov.br e informações bancárias. Já para os atendimentos relacionados ao Cadastro Ambiental Rural, será necessário apresentar documento oficial com foto, documentação fundiária do imóvel rural e telefone ou endereço eletrônico para contato.

    Nos casos de novos registros no CAR, também poderão ser exigidos documentos complementares, como título de propriedade ou posse, memorial descritivo, planta georreferenciada, mapa de localização ou documentação vinculada ao Sistema de Gestão Fundiária (Sigef), acompanhada do código do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR).

    O mutirão também atenderá demandas específicas, como atualização cadastral, transferência de titularidade de imóveis rurais e procedimentos realizados por representantes legais mediante procuração.

    Projeto Floresta+ Amazônia

    Desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente em parceria com o Pnud e financiado pelo Fundo Verde para o Clima (GCF), o Projeto Floresta+ Amazônia busca ampliar o acesso de produtores rurais a instrumentos de incentivo à conservação ambiental. No Amazonas, a execução da modalidade Conservação é coordenada pelo Ipaam.

    Produtores interessados em obter mais informações sobre o programa podem procurar a coordenação local do Projeto Floresta+ Amazônia pelos canais oficiais disponibilizados pela organização.

  • Ingressos falsos e hospedagens inexistentes: polícia alerta para fraudes no Festival de Parintins

    Autoridades orientam turistas e brincantes a utilizarem canais oficiais e desconfiarem de ofertas com preços muito abaixo do mercado.

    Amazonas – Com a proximidade do 59º Festival de Parintins, a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes Cibernéticos (Dercc), reforçou orientações para que turistas e brincantes redobrem a atenção ao realizar compras e contratações de serviços relacionados ao evento. O objetivo é prevenir golpes e garantir maior segurança aos visitantes durante um dos maiores eventos culturais do país.

    Segundo a delegada Deborah Barreiros, titular da Dercc, os golpes mais comuns registrados nesse período envolvem a comercialização de ingressos falsos, hospedagens inexistentes e passagens fraudulentas. Também há casos em que um mesmo bilhete é vendido para mais de uma pessoa ou sequer é emitido após o pagamento.

    Alta demanda favorece atuação de criminosos

    De acordo com a delegada, o aumento da procura por serviços ligados ao Festival de Parintins cria um cenário propício para a ação de golpistas. Os criminosos costumam atrair vítimas oferecendo preços aparentemente vantajosos ou promoções consideradas imperdíveis.

    Além disso, é comum o uso de estratégias que criam uma sensação de urgência, levando as pessoas a tomar decisões rápidas sem realizar as devidas verificações sobre a autenticidade da oferta.

    Verificação prévia é fundamental

    A orientação da Polícia Civil é que os consumidores priorizem empresas credenciadas, com histórico de atuação conhecido e avaliações positivas de outros usuários. Também é recomendado utilizar plataformas reconhecidas e canais oficiais de venda.

    A delegada alerta para os riscos de negociar por meio de sites recém-criados, páginas sem histórico ou perfis em redes sociais que não apresentem credibilidade suficiente para garantir a segurança da transação.

    Desconfie de preços muito abaixo do mercado

    Outro ponto destacado pela Polícia Civil é a necessidade de desconfiar de valores excessivamente baixos quando comparados aos preços praticados normalmente. Segundo a delegada, essa é uma das estratégias mais utilizadas por criminosos para atrair vítimas.

    Ela também reforça que pagamentos realizados por Pix ou boleto podem dificultar a recuperação dos valores em caso de fraude, tornando ainda mais importante a conferência prévia das informações.

    O que fazer em caso de golpe
    A Polícia Civil orienta que vítimas de golpes relacionados ao Festival de Parintins procurem a delegacia mais próxima ou registrem um Boletim de Ocorrência por meio da Delegacia Virtual.

    Em situações suspeitas, é importante guardar provas como capturas de tela de conversas, anúncios, comprovantes de pagamento e demais registros que possam auxiliar nas investigações.

    A corporação destaca que a denúncia é fundamental para identificar os responsáveis e evitar que novas pessoas sejam prejudicadas por esse tipo de crime.

    Fonte: AM POST

  • Amazonas decreta emergência climática e ambiental por risco de seca, queimadas e ondas de calor

    Decisão se baseia em estudos e alertas de órgãos que apontam alta probabilidade do fenômeno El Niño provocar a redução de chuvas, aumento de temperaturas, diminuição dos níveis dos rios e prolongamento da seca em 2026.

    Amazonas – O Governo do Amazonas decretou estado de emergência climática e ambiental em todo o estado, em caráter preventivo, diante das projeções meteorológicas associadas ao fenômeno El Niño 2026/2027 e dos riscos de agravamento da seca, das queimadas e das ondas de calor. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) e terá validade de 180 dias, podendo ser prorrogada.

    Segundo o Decreto nº 54.274, assinado pelo governador Roberto Cidade, em 1º de junho, a decisão leva em consideração estudos e alertas de órgãos nacionais e internacionais que apontam para a possibilidade de redução dos volumes de chuva, aumento das temperaturas, diminuição dos níveis dos rios, prolongamento da seca e intensificação dos incêndios florestais na região Norte.

    O documento destaca que a declaração de emergência busca fortalecer a atuação integrada dos órgãos estaduais e ampliar as ações de monitoramento, prevenção, mitigação e preparação para reduzir os impactos dos eventos climáticos extremos no Amazonas.

    De acordo com o decreto, além dos efeitos ambientais, a medida considera possíveis consequências sociais e econômicas decorrentes da seca, como dificuldades no abastecimento de água, impactos na produção rural, prejuízos à navegação e aumento dos riscos à saúde da população.

    Entre os fatores analisados pelo governo estão informações técnicas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e outros centros de monitoramento climático.

    Os estudos indicam que o período entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027 poderá ser marcado pela atuação do El Niño, fenômeno que costuma provocar redução das chuvas na Amazônia.

    O governo cita ainda que análises climáticas recentes apontam para um cenário de temperaturas acima da média, redução dos níveis dos rios e maior pressão sobre os recursos hídricos. Segundo o decreto, a combinação desses fatores aumenta o risco de queimadas, incêndios florestais, escassez de água e outros impactos ambientais e socioeconômicos no estado.

    Comitê coordenará ações

    O decreto estabelece que o Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos e Ambientais será responsável por coordenar a articulação entre os órgãos estaduais para o planejamento, acompanhamento e execução das medidas previstas.

    A Defesa Civil do Amazonas ficará encarregada da coordenação técnica das ações relacionadas ao monitoramento hidrológico e meteorológico, gestão de riscos e desastres e produção de informações estratégicas sobre os cenários climáticos.

    Já a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) deverão intensificar as atividades de monitoramento, orientação técnica, fiscalização e mitigação dos impactos ambientais ligados à estiagem, à seca e aos incêndios florestais.

    Atribuições de órgãos estaduais

    O decreto também distribui responsabilidades a diferentes áreas do governo estadual. A Secretaria de Produção Rural (Sepror) deverá reforçar ações voltadas aos setores agropecuário, pesqueiro e aquícola, com foco no monitoramento, planejamento e orientação técnica para enfrentar possíveis impactos da redução da disponibilidade hídrica.

    O Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) ficará responsável por ampliar as ações de prevenção e preparação para o combate a incêndios florestais e queimadas.

    A Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM) deverá coordenar a integração operacional dos órgãos envolvidos nas medidas preventivas e de resposta, enquanto a Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) e a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-RCP) terão a missão de monitorar os impactos das condições climáticas na saúde pública.

    Entre os principais pontos de atenção na área da saúde estão os efeitos das ondas de calor, a escassez hídrica, a piora da qualidade do ar provocada pela fumaça das queimadas e o aumento de doenças sensíveis às variações climáticas.

    A Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc-AM) também deverá promover ações de conscientização e orientação junto à comunidade escolar, além de adotar medidas voltadas à proteção da saúde e da continuidade das atividades educacionais.

    Fonte: G1