Categoria: Amazonas

  • Mais de 500 sacas de carvão ilegal são aprendidas em operação no interior do Amazonas

    O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) aplicou multa de R$ 12 mil a comerciantes.

    Amazonas – O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) apreendeu 524 sacas de carvão vegetal e aplicou mais de R$ 12 mil em multas, na quarta-feira (25), em Itacoatiara, no interior do Amazonas. A fiscalização faz parte da primeira etapa da Operação Região Metropolitana e ocorreu em dois depósitos irregulares.

    No primeiro depósito, os fiscais encontraram 370 sacas de carvão. O responsável foi multado em R$ 9.593,40 por infrações previstas na Lei de Crimes Ambientais e em decreto federal.

    O carvão foi levado para um depósito da prefeitura, que ficou responsável pela guarda do material até decisão sobre a destinação final.

    No segundo ponto, foram apreendidas 154 sacas de carvão. O responsável recebeu multa de R$ 2.774,77, também por infrações ambientais previstas em lei.

    O carvão foi levado para um galpão da prefeitura, que ficará responsável pela guarda até decisão do Ipaam. Os autuados têm 20 dias para apresentar defesa ou pagar as multas.

    O diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, afirmou que a operação reforça o combate ao comércio ilegal de produtos florestais.

    “A fiscalização ambiental é essencial para coibir práticas ilegais e preservar os recursos naturais do Amazonas”, disse.

    Sobre a operação

    A Operação Região Metropolitana é coordenada pelo Ipaam e tem como objetivo combater crimes ambientais nos municípios da região de Manaus. As ações contam com apoio da Polícia Militar do Amazonas, por meio do Batalhão Ambiental, e incluem fiscalização em rodovias estaduais e federais.

    Denúncias de crimes ambientais podem ser feitas pelo WhatsApp (92) 98557-9454.


    Fonte e Foto: G1 Amazonas

  • Policiais militares realizam parto emergencial durante patrulhamento no interior do Amazonas

    Jovem de 18 anos entrou em trabalho de parto em casa, e bebê nasceu com auxílio da PM; na maternidade, foi confirmado o nascimento de gêmeos.

    Amazonas – Uma ocorrência inesperada marcou a manhã da quarta-feira (25) em Presidente Figueiredo. Policiais da Polícia Militar do Amazonas realizaram um parto emergencial durante patrulhamento de rotina no bairro Sol Nascente.

    Por volta das 8h, a equipe foi acionada por um morador da rua Maracajá, que relatou que uma jovem de 18 anos estava em trabalho de parto dentro de uma residência. Ao chegarem ao local, os policiais constataram que o nascimento já estava em estágio avançado e que não havia tempo para aguardar apenas a chegada da equipe médica.

    Diante da situação, um dos militares auxiliou diretamente no parto, garantindo que o bebê nascesse em segurança. A criança foi envolvida em um lençol e recebeu os primeiros cuidados, enquanto a mãe era amparada até a estabilização do quadro.

    Pouco depois, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou à residência e realizou o encaminhamento da jovem e do recém-nascido a uma unidade hospitalar, com apoio da guarnição policial.

    Já na maternidade, os policiais receberam a notícia de que a jovem havia dado à luz gêmeos. Mãe e filhos passaram por avaliação médica e permanecem bem.

    A ação reforça a importância do preparo das equipes de segurança pública para atuar também em situações emergenciais que vão além do policiamento ostensivo, prestando apoio essencial à população em momentos críticos.

  • Mais de 20% dos partos no Amazonas são resultado de gravidez na adolescência

    Dados da FVS apontam que 20,83% dos nascimentos no estado foram de mães entre 10 e 19 anos.

    Amazonas – A gravidez na adolescência segue como um dos principais desafios da saúde pública no Amazonas. Dados da Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP) mostram que, em 2025, o estado registrou 64.847 partos. Desse total, 13.513 ocorreram com mães entre 10 e 19 anos, o que representa 20,83%.

    O percentual indica que, a cada cinco nascimentos no Amazonas, pelo menos um envolve adolescente.

    Interior apresenta índices elevados
    Nos municípios do interior, os números seguem acima da média estadual. Em Itacoatiara, foram contabilizados 1.578 partos em 2025, sendo 356 (22,56%) de adolescentes.

    Já em Manacapuru, dos 1.741 partos registrados no mesmo período, 369 (21,19%) envolveram meninas nessa faixa etária.

    Especialistas apontam que fatores como vulnerabilidade social, baixa escolaridade e dificuldade de acesso a informações sobre saúde sexual e reprodutiva influenciam diretamente os índices.

    Ações na zona rural


    Na zona rural de Itacoatiara, estudantes de medicina realizaram visitas domiciliares na Comunidade São Francisco do Jamanã. A iniciativa teve como público-alvo jovens entre 9 e 16 anos, grupo considerado mais exposto à desinformação.

    O objetivo foi ampliar o acesso a orientações sobre direitos reprodutivos, prevenção e planejamento familiar, especialmente em áreas onde o atendimento de saúde é mais limitado.

    Cenário em Manaus

    Na capital, Manaus registrou 29.730 nascidos vivos em 2025, segundo dados da FVS-AM. Cerca de 75,3% desses bebês são filhos de mães que declararam estado civil solteira, o equivalente a uma média de aproximadamente 81 nascimentos por dia nessa condição.

    Embora o dado não se restrinja exclusivamente à adolescência, ele compõe o panorama demográfico e social da maternidade no estado.

    Desafio contínuo

    Autoridades de saúde reforçam que a redução da gravidez na adolescência depende de políticas públicas integradas, acesso à educação sexual, acompanhamento nas escolas e fortalecimento da atenção básica.

    Os dados de 2025 acendem alerta e indicam que o tema permanece como prioridade na agenda da saúde pública amazonense.

    Fonte: AM POST

  • MP-AM investiga falta de transporte para universitários de Guajará

    Atualmente, 42 estudantes do período noturno enfrentam dificuldades para frequentar as aulas por não contarem com condução regular.

    Amazonas – A ausência de transporte interestadual para alunos do ensino superior e técnico levou o Ministério Público do Estado do Amazonas a instaurar um inquérito civil para investigar a situação no município de Guajará. Atualmente, 42 estudantes do período noturno enfrentam dificuldades para frequentar as aulas por não contarem com condução regular nem auxílio-transporte.

    Estudantes fazem deslocamento diário

    Segundo a denúncia que motivou o procedimento, os alunos residentes em Guajará precisam se deslocar todos os dias até Cruzeiro do Sul, no Acre, para frequentar cursos técnicos e universitários. Sem apoio público para custear o trajeto, muitos enfrentam risco de evasão escolar e prejuízos à permanência nos estudos.

    A investigação foi determinada pelo promotor de Justiça Ney Costa Alcântara de Oliveira Filho, que busca verificar a responsabilidade do poder público e a existência de políticas voltadas ao transporte de estudantes em rotas intermunicipais e interestaduais.

    Direito à educação em risco

    Para o promotor, a situação pode comprometer um direito fundamental garantido pela Constituição Federal.

    “O acesso à educação constitui direito social fundamental assegurado pelos artigos 6º, 205 e 208 da Constituição Federal, impondo ao Poder Público o dever de garantir não apenas a oferta do ensino, mas também as condições materiais indispensáveis, entre as quais se inclui o transporte escolar digno e regular, especialmente quando se trata de estudantes residentes em localidades distantes ou em região de fronteira”, destacou.

    Órgãos foram notificados

    Como parte das diligências, a Promotoria notificou a Secretaria de Estado de Educação e Desporto do Amazonas (Seduc) e a Prefeitura de Guajará.

    A Seduc deverá, no prazo de 15 dias, informar:

    previsão orçamentária para atendimento da demanda;

    cronograma de solução do problema;

    existência de programa ou planejamento de auxílio-transporte para universitários do interior.

    Já o município deve esclarecer se há tratativas formais com o Governo do Estado para viabilizar cooperação ou parceria que resolva a situação.

    Apuração busca garantir igualdade de acesso

    O Ministério Público avalia que a eventual omissão do poder público pode afetar diretamente a igualdade de acesso e permanência no ensino superior.

    “Nesse aspecto, a omissão estatal compromete a igualdade de acesso, a permanência na escola e a própria efetividade do direito à educação”, concluiu o promotor Ney Alcântara.

    O inquérito segue em andamento e poderá resultar na adoção de medidas administrativas ou judiciais para assegurar o transporte aos estudantes.

    Fonte: AM POST

  • Manacapuru recebe Carreta da Saúde com exames de mamografia e ultrassonografia

    Unidades móveis reforçam acesso ao diagnóstico por imagem na capital e interior.

    Amazonas – O município de Manacapuru, a 68 quilômetros de Manaus, passa a contar, a partir desta segunda-feira (23/02), com uma das Carretas da Saúde do Governo do Amazonas. A unidade móvel oferecerá exames de mamografia e ultrassonografia até o dia 15 de março, instalada no estacionamento do Sesc, na avenida Barão do Rio Branco, no Centro da cidade.

    A ação é coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas e integra a estratégia estadual de ampliação do acesso ao diagnóstico por imagem. O município já conta com uma carreta de tomografia desde o ano passado, dando suporte ao Hospital Geral de Manacapuru, fortalecendo a rede de assistência local.

    Além disso, outra unidade de tomografia está em Itacoatiara, atendendo pacientes do Hospital Regional José Mendes. Na capital, uma quarta carreta funciona na Escola Estadual Prof. Waldocke Fricke de Lyra (CMPM III), no bairro Tarumã, dentro da programação do Governo Presente, com oferta de exames até o dia 26 de fevereiro.

    Ampliação do diagnóstico precoce
    Segundo a secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, as unidades móveis representam um reforço estratégico para descentralizar o atendimento e garantir maior agilidade na realização de exames.

    As carretas de mamografia e ultrassonografia funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h. São ofertados exames como ultrassonografia de abdômen total e superior, tireoide, aparelho urinário, próstata via abdominal, além de exames transvaginal e pélvico.

    Os atendimentos são destinados a pacientes adultos previamente atendidos em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e com encaminhamento emitido pelo Complexo Regulador do Amazonas. A exceção é a mamografia para mulheres acima de 40 anos, que não exige encaminhamento.

    Implantadas em 2023, as Carretas da Saúde já contabilizam mais de 123 mil atendimentos em todo o estado, sendo mais de 75 mil apenas em 2025, ampliando a cobertura tanto na capital quanto em municípios do interior.

    Fonte: AM POST

  • Novo acidente: lancha naufraga no meio do Rio Solimões e causa pânico no Amazonas

    Embarcação virou subitamente na tarde deste domingo (22).

    Amazonas – Uma lancha de pequeno porte naufragou na tarde deste domingo (22) no Rio Solimoes, no Amazonas. A embarcação transportava passageiros em um trecho da região quando virou de forma repentina.

    Apesar do susto, todos os ocupantes conseguiram sair da lancha a tempo. Não houve registro de feridos ou desaparecidos.

    Socorro foi prestado por outra embarcação

    Uma embarcação que navegava nas proximidades prestou socorro imediato às vítimas, garantindo o resgate rápido e seguro dos passageiros. A atuação ágil evitou consequências mais graves.

    As autoridades locais foram acionadas para acompanhar a ocorrência e devem apurar as circunstâncias do naufrágio, incluindo possíveis falhas mecânicas, excesso de carga ou influência das condições do rio no momento do incidente.

    O caso terminou sem vítimas, mas reforça o alerta para cuidados redobrados na navegação em rios da região amazônica.

    Fonte: AM POST

  • Justiça autoriza retomada de obras do aterro sanitário em Iranduba

    Com o entendimento do magistrado, ficam suspensos os efeitos da liminar que havia determinado a interrupção imediata das atividades no local.

    Amazonas – O Tribunal de Justiça do Amazonas autorizou a retomada das obras do aterro sanitário em Iranduba, na Região Metropolitana de Manaus. A decisão é do desembargador Abraham Peixoto Campos Filho, que acolheu recurso da empresa Norte Ambiental Tratamento de Resíduos Ltda., responsável pelo empreendimento.

    Com o entendimento do magistrado, ficam suspensos os efeitos da liminar que havia determinado a interrupção imediata das atividades no local.

    Liminar havia apontado falhas no licenciamento

    A paralisação das obras ocorreu após ação do Ministério Público do Estado do Amazonas, que indicou possíveis irregularidades no processo de licenciamento ambiental. Entre os pontos questionados estava a falta de certidão de viabilidade ambiental emitida pela Prefeitura de Iranduba, documento exigido por normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente.

    Na decisão anterior, havia previsão de multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento da ordem judicial.

    Empresa apresentou documentação

    No recurso encaminhado ao TJAM, a Norte Ambiental anexou uma Declaração de Viabilidade expedida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente em 2018, indicando que a área seria adequada para implantação do projeto.

    Ao analisar o caso, o desembargador destacou que a licença concedida pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas possui presunção de legalidade e não poderia ser afastada apenas com base em manifestação verbal do atual secretário municipal ao MP.

    Decisão provisória

    O magistrado também apontou que a paralisação do empreendimento poderia provocar impactos econômicos e sociais, já que o aterro sanitário é considerado serviço essencial de saneamento.

    A autorização tem caráter provisório e permanecerá válida até o julgamento definitivo do recurso pelas Câmaras Cíveis do TJAM. O mérito da ação movida pelo MPAM ainda será analisado pela Justiça.

    Fonte: AM POST

  • Afundamento de balsa deixa cidade do Amazonas sem abastecimento de água

    Estrutura de captação no Rio Javari afundou parcialmente e deixou cidade em situação emergencial.

    Amazonas – O município de Benjamin Constant está enfrentando falta de água após o afundamento parcial de uma balsa utilizada para a captação no Rio Javari. A estrutura pertence à Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama) e é responsável por parte do fornecimento de água à população local.

    O problema foi registrado por um morador da cidade, que gravou um vídeo mostrando a balsa parcialmente submersa no rio. As imagens circularam nas redes sociais e evidenciaram a gravidade da situação enfrentada pelos moradores.

    Morador alerta para demora no conserto e sugere alternativa
    No vídeo divulgado, o residente afirma que o reparo da balsa pode levar tempo e defende a adoção de uma medida alternativa para reduzir os impactos da falta de água. Segundo ele, uma bomba poderia ser instalada provisoriamente na balsa pertencente à associação de moradores.

    “Olha aí como se encontra a balsa da nossa Cosama. Só tem uma solução. Para ajeitar essa balsa vai custar muito tempo. É colocar essa bomba aqui nessa balsa da associação, para o nosso povo não passar dificuldade com água”, disse o morador no registro.

    Defesa Civil confirma fornecimento comprometido

    Em nota oficial, a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Civil confirmou que o município está com o abastecimento de água comprometido em razão do problema no flutuante de captação da Cosama.

    O órgão informou ainda que está sendo realizado um abastecimento emergencial exclusivo para o hospital da cidade, com o objetivo de garantir a continuidade dos serviços essenciais de saúde. Até a última atualização, não havia previsão para a normalização do fornecimento de água no município.

    Fonte: AM POST

  • Operação percorre mais de 120 km em buscas por desaparecidos no Amazonas

    Força-tarefa utiliza sonares, drones e mergulhadores para localizar desaparecidos.

    Amazonas – As operações de busca pelas vítimas do naufrágio ocorrido no Amazonas chegaram ao quarto dia nesta terça-feira (17). A ação é coordenada pelo Governo do Estado e teve a área de varredura ampliada, alcançando mais de 120 quilômetros rio abaixo desde o ponto inicial do acidente, com o auxílio de equipamentos especializados.

    Número de desaparecidos é atualizado
    O balanço mais recente das autoridades aponta a atualização no número de pessoas desaparecidas após a localização do corpo do levita Fernando Grandêz, de 39 anos, encontrado na segunda-feira (16). Com a confirmação da identidade da vítima, cinco pessoas seguem sendo procuradas pelas equipes de resgate.

    Força-tarefa mobiliza militares e tecnologia
    A força-tarefa reúne 88 militares do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, incluindo 25 mergulhadores especializados em buscas submersas. A operação conta ainda com 15 embarcações, drones, um helicóptero e três sonares, que aumentam a precisão na varredura das áreas de difícil acesso.

    Condições naturais dificultam a operação
    De acordo com o comandante-geral da corporação, Orleilso Muniz, a ocorrência apresenta alto grau de complexidade. Entre os fatores que dificultam o trabalho estão as fortes correntes de arrasto, variações de temperatura e densidade da água, além das condições meteorológicas. Ele informou ainda que equipes especializadas foram acionadas desde o início, com apoio externo do estado de São Paulo.

    Buscas ultrapassam 100 quilômetros do ponto do acidente
    As patrulhas fluviais já atuam a mais de 100 quilômetros do local do naufrágio, registrado nas proximidades do município de Itacoatiara, diante da possibilidade de as vítimas terem sido levadas pela correnteza.

    Além do CBMAM, participam da operação a Defesa Civil, a Secretaria de Estado de Assistência Social, a Secretaria de Estado de Saúde, a Polícia Militar do Amazonas, a Polícia Civil do Amazonas e a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, que prestam apoio nas buscas, no resgate e no atendimento às famílias.

    Fonte: AM POST

  • Homem morre meses depois de ser atropelado em estrada no Amazonas

    Vítima chegou a ser transferida para hospital em Manaus, mas não resistiu aos ferimentos.

    Amazonas – Uma colisão registrada na rodovia AM-070, no município de Iranduba, resultou na morte de José Raimundo de Oliveira Rufino, de 55 anos. Inicialmente tratado como acidente de trânsito, o caso passou a ser investigado como homicídio culposo na direção de veículo automotor após a confirmação do óbito.

    O atropelamento ocorreu no dia 20 de novembro de 2025, na zona rural do município. De acordo com as informações registradas em boletim de ocorrência, José Raimundo foi atingido por um veículo que trafegava pela rodovia estadual.

    A vítima recebeu atendimento inicial no Hospital Hilda Freire, em Iranduba. Em razão da gravidade dos ferimentos, foi transferida para o Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, na zona leste de Manaus, onde permaneceu internada, mas não resistiu.

    Condutor prestou esclarecimentos
    Segundo o Boletim de Ocorrência formalizado na 31ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), na tarde de sábado (14), o condutor do veículo compareceu espontaneamente à unidade policial para prestar depoimento.

    Em seu relato, ele afirmou que trafegava normalmente pela AM-070 quando a vítima teria surgido de forma repentina na pista. Ainda de acordo com o depoimento, não houve tempo suficiente para evitar o impacto.

    A Polícia Civil segue com a investigação para esclarecer as circunstâncias do atropelamento, incluindo a dinâmica do acidente e eventuais responsabilidades penais. Perícias técnicas devem subsidiar o inquérito instaurado.

    Fonte: AM POST