Autor: Editor

  • Vidente emociona internautas ao relatar sonho assustador envolvendo extraterrestres e jogo entre Brasil e Escócia

    Aos prantos, mulher afirma ter sonhado com uma cena inusitada em que seres extraterrestres surgiam durante a partida e levavam jogadores de futebol, causando espanto nas redes sociais.

    Mundo – Um vídeo curioso vem chamando a atenção nas redes sociais ao mostrar uma vidente chorando enquanto relata um sonho que teve envolvendo a partida entre Brasil e Escócia.

    Segundo ela, durante o sonho, supostos seres extraterrestres apareceriam em pleno estádio e começariam a levar jogadores de futebol diante do público.


    A gravação rapidamente viralizou e dividiu opiniões entre os internautas. Enquanto alguns trataram o relato como uma previsão espiritual ou um presságio, outros encararam a história como um episódio de humor ou apenas um sonho incomum compartilhado nas redes.


    Independentemente da interpretação, o vídeo ganhou grande repercussão pela emoção demonstrada pela mulher e pelo conteúdo inusitado do relato, gerando milhares de comentários e compartilhamentos entre os usuários da internet.

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZqNHmcB_jJ/?igsh=MXRvODdzN3V3OXh6Mw==
  • Torcida da Argentina protagoniza confusão em Nova Iorque antes de partida e vídeo viraliza nas redes sociais

    Registro mostra momento de tensão entre grupos de torcedores em uma rua movimentada da cidade, chamando a atenção de quem passava pelo local.

    Mundo – Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma confusão envolvendo torcedores argentinos em Nova Iorque, nos Estados Unidos. As imagens registram uma briga em via pública, com troca de agressões e muita correria, atraindo a atenção de moradores e turistas que estavam na região.

    Ainda não há informações confirmadas sobre o que motivou o desentendimento, mas o episódio rapidamente ganhou repercussão na internet e gerou debates sobre o comportamento de parte das torcidas durante grandes eventos esportivos.

    As autoridades locais não divulgaram detalhes sobre possíveis detenções ou feridos relacionados ao caso. Enquanto isso, o vídeo continua sendo compartilhado nas plataformas digitais e repercute entre os amantes do futebol às vésperas da partida da seleção argentina.

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZqMJLvByj2/?igsh=ejI0OTNhbWVwa3Bi

    Por Débora Alcântara

  • INSÓLITA SITUAÇÃO EM VIÑA DEL MAR: HOMEM INTERROMPE O TRÂNSITO POR MAIS DE 25 MINUTOS


    Mundo – Um episódio inusitado chamou a atenção de moradores e motoristas em Viña del Mar, no Chile. Um homem teria permanecido no meio da via por mais de 25 minutos, bloqueando o fluxo de veículos e causando congestionamento na região da 15 Norte.


    Imagens que circulam nas redes sociais mostram a movimentação no local e indicam que passageiros e até o motorista de um ônibus da linha 304 desceram para tentar controlar a situação e liberar a pista.


    Até o momento, não há informações oficiais sobre pessoas feridas ou detidas em decorrência do ocorrido.

    O caso segue repercutindo nas redes sociais pela forma incomum como aconteceu e pelas cenas registradas por quem passava pelo local.

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZp9dpmBK3q/?igsh=azhuMXJiNXhvNWF5
  • Saiba como conseguir pulseira para a Festa dos Visitantes em Parintins

    Ao todo, serão disponibilizadas 24 mil pulseiras. Cada pulseira contará com um QR Code exclusivo vinculado ao CPF do participante,

    Eventos – A tradicional Festa dos Visitantes acontece no dia 25 de junho, a partir das 19h, no Bumbódromo de Parintins, e contará com apresentações de Canto da Mata, Carlinhos do Boi, Prince do Caprichoso, Bruno Costa, Edilson Santana e DJ Gabe. Entre as atrações nacionais confirmadas estão Filho do Piseiro e o cantor Leonardo. Para 2026, o acesso à será mediante a doção de dois itens de alimentos não perecíveis.

    Ao todo, serão disponibilizadas 24 mil pulseiras. Cada pulseira contará com um QR Code exclusivo vinculado ao CPF do participante, o que impedirá duplicidade de acesso e segurança no controle de entrada. A regra estabelece que cada pessoa poderá receber apenas uma pulseira, sendo proibida a retirada por terceiros.

    Entre os itens alimentícios poderão ser doados: arroz, feijão, café, farinha, leite, salsicha e sardinha.

    Confira como participar

    Os ingressos serão distribuídos em três etapas:

    • Nos dias 23 e 24 de junho, serão destinados aos moradores de Parintins, sendo disponibilizadas 18 mil pulseiras (9 mil por dia).
    • O terceiro lote será destinado exclusivamente aos visitantes que chegarão a Parintins no dia 25 de junho. O sistema utilizará georreferenciamento, exigindo que o GPS do celular esteja ativo durante o cadastro.
    • Os visitantes deverão realizar o cadastro por meio do portal oficial da Secretaria de Cultura, a partir das 10h do dia 20 de junho até o dia 21 ou enquanto preencher as 6 mil reservas disponíveis.

    Após a confirmação, o participante deverá apresentar o comprovante e entregar os alimentos na Escola Estadual São José Operário, no bairro São José.

    Segurança e transparência

    O sistema de distribuição contará com mecanismos de validação em tempo real. Caso o CPF do participante já esteja registrado como contemplado com uma pulseira, novas tentativas de retirada serão automaticamente bloqueadas.

    A medida busca garantir maior transparência no processo e ampliar o acesso da população ao evento.

    A Festa dos Visitantes integra a programação oficial do 59º Festival de Parintins e reúne milhares de pessoas e antecede as apresentações dos bois Caprichoso e Garantido, movimentando o turismo, a economia e a cultura do município.

    Regras para menores de idade

    O credenciamento de crianças e adolescentes para a Festa dos Visitantes será realizado pela Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), por meio da Secretaria Executiva de Direitos da Criança e do Adolescente (Sedca), nos dias 24 e 25 de junho, a partir das 8h, na Escola São José Operário.

    De acordo com a portaria do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) para grandes eventos, crianças e adolescentes entre 10 e 15 anos podem permanecer no evento até meia-noite, desde que acompanhados dos pais ou responsável legal. Já adolescentes de 16 e 17 anos podem permanecer durante todo o evento desde que estejam acompanhados e com documento de identificação com foto.

    A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEPcD) disponibilizará o espaço PcD, que vai garantir acesso a pessoas com deficiência durante a Festa dos Visitantes.

    Ação social

    Além de proporcionar entretenimento e celebrar a cultura amazonense, a Festa dos Visitantes 2026 também terá um importante papel social. Os alimentos arrecadados durante a trocam de pulseiras serão destinados a Organizações da Sociedade Civil (OSCs) de Parintins, por meio do Fundo de Promoção Social e Erradicação da Pobreza (FPS), que atuam no desenvolvimento de ações sociais e assistenciais voltadas à população em situação de vulnerabilidade.

    A seleção das instituições beneficiadas será realizada pelo FPS, por meio de edital de credenciamento disponibilizado a partir do dia 22 de junho. Após a análise da documentação e o processo de credenciamento, o resultado das instituições selecionadas será divulgado no dia 26 de junho, às 17h.

    Fonte: G1

  • Após dois anos de seca severa, Amazonas ganha 87 mil hectares de superfície de água em 2025

    Superfície de água representa áreas cobertas por rios, lagos, represas e outras formações de água monitoradas pelo estudo do MapBiomas, divulgado nesta terça-feira (16).

    Amazonas – O Amazonas registrou um aumento de 87 mil hectares na superfície de água em 2025, após dois anos de seca severa na região. Os dados são do MapBiomas, divulgados nesta terça-feira (16), e mostram que o estado teve o terceiro maior ganho do país, atrás apenas do Pará e de Goiás.

    O crescimento ocorreu com o aumento das chuvas em comparação com 2024. Segundo o levantamento, o Pará ganhou 142 mil hectares de superfície de água, enquanto Goiás teve acréscimo de 91 mil hectares.

    A superfície de água representa áreas cobertas por rios, lagos, represas e outras formações de água monitoradas pelo estudo.

    Apesar do aumento, a recuperação não ocorreu de forma uniforme em todo o bioma. A superfície de água da Amazônia ficou 2,6% acima da média histórica em 2025, mas 20 das 54 sub-bacias analisadas permaneceram abaixo desse padrão.

    O pesquisador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Ives Brandão, explicou que a região tem uma grande reserva de água, mas sofre influência de eventos climáticos que alteram o regime dos rios.

    Segundo o pesquisador, essas mudanças afetam principalmente as comunidades ribeirinhas. Pelo menos metade delas está localizada a até 50 quilômetros dos 12 principais rios da Amazônia.

    Municípios ainda registram perda de água

    Mesmo com o aumento no estado, alguns municípios tiveram redução na superfície de água em comparação com a média histórica. Barcelos, no interior do Amazonas, apareceu entre os municípios brasileiros com maior queda em 2025.

    De acordo com o levantamento, o município perdeu 65 mil hectares de superfície de água, uma redução superior a 6%.

    Em todo o Brasil, 45% dos municípios, o equivalente a 2.511 cidades, registraram níveis de superfície de água abaixo da média histórica em 2025.

    O estudo aponta ainda que o país terminou 2025 com 18,2 milhões de hectares de superfície de água, aumento de 5,3% em relação aos 17,2 milhões de hectares registrados em 2024. Apesar da alta, o número ainda ficou abaixo da média histórica nacional, de 18,5 milhões de hectares.

    A análise histórica mostra uma redução gradual da superfície de água no Brasil desde 1985. Entre 1985 e 1994, a média era de 19,86 milhões de hectares. Já entre 2015 e 2024, o índice caiu para 17,28 milhões de hectares, uma redução média de 2,6 milhões de hectares em comparação com a primeira década analisada.

    Fonte: G1

  • Símbolo do modernismo, painel Educação é reinaugurado no MEC

    Encomendado por Oscar Niemeyer durante a construção de Brasília, mural de 15 m² da artista Gilda Reis é relevante para o modernismo brasileiro. Restauro da obra devolve a trajetória feminina nas artes

    Educação – Ministério da Educação (MEC) reinaugurou, nesta terça-feira, 16 de junho, o painel Educação, da artista carioca Gilda Reis, localizado no 9º andar do edifício-sede da pasta, em Brasília (DF). Produzido nos anos 1960, a convite de Oscar Niemeyer, o mural de 15 metros quadrados integra o projeto original do prédio e retrata as desigualdades sociais brasileiras, destacando a educação como instrumento de transformação.  

    A obra encontrava-se em estado de deterioração, com perda de quase 30% da pintura original. A restauração ocorreu entre setembro de 2025 e maio de 2026, em parceria com a Universidade Federal de Pelotas (UFPel).  

    Durante a solenidade, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, destacou que a preservação do patrimônio histórico e artístico dialoga com o processo de fortalecimento das políticas públicas educacionais. “Durante alguns anos, tivemos interrupções no desenvolvimento da educação brasileira, mas a restauração desse mural significa a retomada do investimento na educação pública, gratuita e de qualidade. Hoje, nossas universidades são ocupadas por pobres, pretos, indígenas e quilombolas que realmente têm acesso à educação de qualidade”, afirmou. 

    Durante alguns anos, tivemos interrupções no desenvolvimento da educação brasileira, mas a restauração desse mural significa a retomada do investimento na educação pública, gratuita e de qualidade.” Leonardo Barchini, ministro da Educação

    Segundo o ministro, preservar a memória é garantir que as futuras gerações compreendam a história do país e reconheçam o papel da educação na promoção da cidadania e da inclusão social. 

    Já Marta Reis da Fonseca, filha da autora da obra, relembrou a trajetória da mãe, sua participação nos projetos artísticos ligados à construção de Brasília e o compromisso permanente com temas sociais presentes em seus trabalhos. “Ela tinha muito orgulho desse trabalho. Sempre foi uma artista preocupada com as desigualdades sociais e acreditava no papel transformador da arte”, afirmou. 

    A cerimônia também contou com a presença da subsecretária de Gestão Administrativa (SGA) do MEC, Jussara Cardoso Silva Freitas, e das coordenadoras dos trabalhos de restauro, professoras Karen Velleda Caldas e Mirella Moraes de Borba, da UFPel. 

    Modernismo – Sobre a relevância da artista Gilda Reis, Roberto Heiden, professor de história da arte no Departamento de Museologia, Conservação e Restauro (DMCOR), do Instituto de Ciências Humanas (ICH) da UFPel, explica a relação da obra com o modernismo brasileiro — um movimento artístico, literário e cultural que repercutiu no século 20 — e com a criação e a construção de Brasília.   

    Segundo o especialista, Niemeyer é reconhecido pela sensibilidade em relação às artes e pelos inúmeros projetos desenvolvidos em parceria com artistas. “É nesse contexto histórico que se insere o mural Educação, pintado no início da década de 1960, período em que outros artistas também realizavam obras importantes na cidade. O convite feito por Niemeyer para que Gilda executasse o mural acrescenta uma camada adicional de importância histórica ao trabalho e sempre foi motivo de orgulho para a pintora”, afirma. 

    Heiden completa que, para muitos pintores, a escolha entre formas abstratas ou figurativas se fazia necessária e, por vezes, conflituosa, mas Gilda transitou com naturalidade entre as duas vertentes, e o mural Educação congrega ambas. A análise visual da obra também evidencia a assimilação, por parte da artista, de diferentes referências estilísticas, como o cubismo e o expressionismo, algo recorrente entre artistas modernistas brasileiros.   

    “Apesar da relevância dessas características formalistas, não se pode perder de vista que o tema central da pintura possui uma dimensão social: a obra retrata crianças em idade escolar, algumas vestindo uniforme estudantil e outras de origem humilde, com roupas simples e pés descalços. Gilda buscava representar a importância da assistência estatal às crianças mais vulneráveis, oferecendo acolhimento e acesso à educação. A pintura, assim, configura-se como um apelo visual por justiça social”, especifica o pesquisador da UFPel.   

    Contexto – A reinauguração encerra uma longa trajetória de abandono. Após deixar de ocupar o salão nobre do gabinete ministerial, onde foi originalmente instalado, o painel perdeu visibilidade e chegou a ser coberto por tapumes. Em 1992, técnicos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) redescobriram a obra escondida e já bastante deteriorada por infiltrações, com fragmentos espalhados pelo chão. Na época, uma tentativa de restauração não avançou e o ministério optou apenas por proteger o mural com portas de vidro.  

    Em 2012, uma reforma realizada no local agravou ainda mais os danos. Novas tentativas de recuperação também não prosperaram, e a obra permaneceu sem intervenção efetiva por anos. Nesse período, o painel passou a ser citado como um dos exemplos mais emblemáticos da degradação do patrimônio artístico instalado em edifícios públicos federais. 

    O cenário começou a mudar em 2024, quando a atual gestão do MEC iniciou, em parceria com a UFPel, um amplo trabalho de diagnóstico, pesquisa e restauração. Concluído em 2026, o processo devolveu ao mural suas características originais e permitiu recuperar a única obra remanescente de Gilda Reis ainda preservada em Brasília.  

    O painel foi encomendado pelo arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) durante a construção de Brasília. Na obra, a autora apresentou duas realidades distintas: de um lado, estudantes uniformizados e sorridentes e, do outro, uma mãe e seus filhos descalços, com olhares distantes e sem esperança. Com cerca de 15 metros quadrados, o painel integra arte, história e cultura ao evidenciar contrastes sociais e reforçar o papel transformador da educação.  

     A restauração ficou a cargo da UFPel. A parceria do MEC com a universidade acontece por meio de um termo de execução descentralizada (TED) e integra o Programa Multiações para o Patrimônio Cultural, do curso de conservação e restauração de bens culturais móveis da universidade.   

    A equipe da UFPel que atuou no projeto é multidisciplinar e tem ampla experiência na restauração de obras artísticas. Entre elas, constam as 20 obras vandalizadas no Palácio do Planalto, no 8 de janeiro de 2023, que foram recentemente restauradas. Todo o trabalho foi feito por especialistas em áreas como pintura mural, pesquisa histórico-artística, conservação preventiva, restauração sustentável, documentação científica, fotografia e mapeamento de dados, além dos responsáveis pela análise química e compatibilidade dos materiais a serem utilizados.   

    Legado – Aos 78 anos de idade, a arqueóloga e profissional da cultura Marta Reis da Fonseca lembra com carinho da Gilda Reis mãe, mulher, amiga e artista. A única filha da pintora enfatiza que a mãe era uma pessoa diversa, com muitas particularidades, não sendo possível lhe atribuir algum rótulo. “Eram muitas Gildas, a maioria fascinante, outras apaixonantes, e isso se reflete nas obras dela. Tem arte religiosa, anjo, favela, Cristo, figuras abstratas… Tem tudo ao mesmo tempo, as obras dela não estão inseridas somente em um lugar”, conta.  

    Sobre a relação da artista com o modernismo, Marta acrescenta que essas múltiplas facetas de Gilda Reis sempre seguiram um caminho próprio. “Foi uma trajetória independente, marcada por autonomia e muita convicção. Ela era feliz e profundamente orgulhosa do legado que construiu”, relata. Disponíveis no acervo virtual de Gilda organizado pela filha, registros em jornais nacionais e internacionais evidenciam a relevância da artista.   

    Gilda Reis – Nascida no Rio de Janeiro, Gilda Reis Netto teve uma longa trajetória artística e participou de mais de 50 exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. No Brasil, estudou com Ivan Serpa e André Lhote e, em Paris, foi bolsista do governo francês na Académie de la Grande Chaumière e no Ateliê Kokoschka. Em Brasília, no Plano Piloto, pintou murais na Escola Parque da 307/308 Sul, entre 1959 e 1961, e no Iate Clube de Brasília, em 1962. Todos foram destruídos. Outros murais da artista encontram-se no Museu Casa dos Pilões, no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, e em uma residência particular em Anápolis (GO).  

    Gilda foi condecorada com a medalha de bronze no 33º Salão de Artes Plásticas da Associação dos Artistas Brasileiros no Rio de Janeiro em 1962; participou da 7ª Bienal de São Paulo em 1963; e foi artista convidada do 2º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, em Brasília, em 1966. Entre 1967 e 1982, viveu e trabalhou nos Estados Unidos e na Argentina, retornando ao Brasil em 1982. Continuou a expor até 1999, quando fez a última exposição individual no Rio de Janeiro.   

    Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC  

  • Com investimento de R$ 100 milhões do Ministério da Saúde, estudo brasileiro para tratamento de cânceres do sangue alcança 87,5% de eficácia

    Resultados revelam que nove em cada dez pacientes com câncer do sangue submetidos ao tratamento CAR-T Cell apresentaram redução significativa ou desaparecimento completo do tumor

    Saúde – O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou nesta quarta-feira (10), em São Paulo, a apresentação dos resultados preliminares da terapia CAR-T Cell desenvolvida no Brasil. O tratamento demonstrou eficácia de 87,5% em pacientes com cânceres hematológicos, especialmente linfoma, com redução significativa ou desaparecimento completo dos tumores. Considerado um avanço histórico no enfrentamento dos cânceres do sangue no país, o estudo clínico recebeu investimento de R$ 100 milhões do Governo Federal e já foi aplicado em 25 pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

    “Os resultados são muito animadores. Os pacientes já haviam passado por diversas linhas de tratamento, como quimioterapia, radioterapia e transplante, e encontram nessa nova terapia uma nova esperança de cura e qualidade de vida. Estamos construindo a maior rede pública de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer do mundo. Atualmente, 96% dos tratamentos oncológicos já são ofertados pelo SUS”, destacou Padilha.

    Assim, o avanço consolida o Brasil como referência em pesquisa e inovação na área da saúde. O projeto é realizado pelo Hemocentro de Ribeirão Preto em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e o Instituto Butantan, voltados a dois dos tipos mais agressivos de câncer no sangue: Leucemia Linfoide Aguda B e Linfoma Não-Hodgkin B. Atualmente, o tratamento no exterior custa em média R$ 500 mil dólares por paciente.

    A expectativa é que, com a confirmação dos resultados e o registro sanitário da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a terapia CAR-T passe a ser oferecida em todo o território nacional, ampliando o acesso da população a tratamentos de ponta desenvolvidos por universidades e cientistas brasileiros. A tecnologia é considerada menos agressiva do que as abordagens convencionais, como quimioterapia e radioterapia. O projeto prevê a infusão em 81 pacientes até o fim do ano, sendo que 75 deles já estão cadastrados.

    Os vetores utilizados na pesquisa são patenteados pelo Hemocentro e pela USP e, posteriormente, o tratamento poderá ser integralmente produzido nacionalmente por meio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), garantindo a soberania tecnológica em todo o processo. Com isso, o país pode ser capaz desenvolver e produzir um dos tratamentos oncológicos mais avançados, fortalecendo o Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis). 

    Genomas SUS: mais R$ 180 milhões para desenvolver terapias seguras em tratamentos personalizados

    Durante a agenda, Alexandre Padilha anunciou R$ 180 milhões para a segunda fase do Projeto Genomas SUS. O investimento será destinado à ampliação da infraestrutura de pesquisa, ao fortalecimento dos laboratórios e à formação de profissionais especializados. A nova etapa prevê a análise e sequenciamento de 50 mil genomas de brasileiros, alcançando a marca de 71 mil genomas sequenciados e fortalecendo a rede nacional de laboratórios com a primeira unidade no centro-oeste (UnB). Na fase inicial, o Ministério da Saúde investiu R$ 92,2 milhões.

    O projeto também viabilizará o primeiro mapa genético brasileiro, com infraestrutura para que futuras políticas de prevenção, diagnóstico, farmacogenômica e medicina de precisão sejam baseadas em evidências reais da sociedade do país.

    “O Brasil é um dos países com maior diversidade genética. Estudos já publicados a partir de dados do Genoma SUS mostram isso, possibilitando que o nosso país desenvolva cada vez mais medicamentos seguros e personalizados”, pontuou o ministro Alexandre Padilha.

    O Genomas SUS constitui uma estratégia estruturante do Programa Genomas Brasil e está construindo a maior base genômica já desenvolvida no país. São reunidos dados de saúde e informações genéticas de pessoas de diferentes regiões do país, formando uma base nacional de conhecimento e auxiliando pesquisadores e profissionais de saúde a compreender melhor como as doenças se desenvolvem em diferentes grupos da população para a oferta de diagnósticos mais precisos e tratamento adequados no âmbito do SUS.

    Ampliação do cuidado básico e especializado do SUS paulista

    A agenda também marcou uma série de entregas do Novo PAC Saúde, com investimento de R$ 62,1 milhões para o estado de São Paulo. Em Ribeirão Preto, foram anunciados 15 novos veículos para 15 municípios por meio do Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde. A iniciativa garante transporte adequado e seguro para pacientes que precisam se deslocar para consultas, exames e tratamentos especializados.

    Para fortalecer a Atenção Primária à Saúde, também foram entregues 51 novas ambulâncias do SAMU 192, com foco no atendimento das regiões de Araçatuba, Assis, Noroeste Paulista e Presidente Prudente. Além disso, os municípios de Dois Córregos e Santa Lúcia receberão uma Unidade Móvel Odontológica cada. Ainda na Atenção Primária, o Ministério da Saúde anuncia a entrega de 36 combos de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Cada conjunto reúne 17 itens essenciais para ampliar a capacidade de atendimento, modernizar os serviços e contribuir para a redução das filas de consultas e exames no SUS.

    Também foram assinadas duas ordens de serviço para a construção de novas estruturas de saúde. Em Matão, terá início a construção de um novo Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), que contará com uma estrutura própria e mais adequada às necessidades assistenciais e às diretrizes da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Já em Franca, o ministro autorizou o início das obras de uma nova policlínica, com investimento federal de R$ 30 milhões, que beneficiará mais de 400 mil habitantes da Região de Três Colinas, ampliando o acesso da população a consultas, exames e procedimentos especializados.

    Fonte: Taís Nascimento – Ministério da Saúde

  • Mutirões do SUS vão realizar mais de 13 mil atendimentos especializados em territórios indígenas durante o mês de junho

    Ações do programa Agora Tem Especialistas vão ofertar consultas, exames e mais de 300 cirurgias oftalmológicas para povos indígenas do Ceará, Amapá, Pará e Pernambuco

    Saúde – Mais de 13 mil atendimentos entre consultas, exames e procedimentos especializados estão previstos para junho em territórios indígenas dos estados do Ceará, Pernambuco, Amapá e Pará. As ações integram o programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, e são executadas pela Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS).

    Para a secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (SESAI/MS), Lucinha Tremembé, ampliar o acesso dos povos indígenas à atenção especializada é um compromisso do SUS com a equidade. “Os povos indígenas têm direito ao mesmo acesso à atenção especializada disponível em qualquer parte do país. O que estamos fazendo é aproximar o Sistema Único de Saúde (SUS) desses territórios, reduzindo desigualdades e ampliando a capacidade de resposta da rede de saúde indígena. Essa é uma prioridade do Ministério da Saúde e da SESAI”, afirmou.

    Os cinco mutirões ocorrerão nos territórios atendidos pelos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) Ceará, Pernambuco, Amapá e Norte do Pará e Guamá-Tocantins. A programação inclui consultas, exames diagnósticos, procedimentos especializados e cirurgias oftalmológicas em áreas como pediatria, ginecologia e obstetrícia, cardiologia, clínica médica, dermatologia e cirurgia geral.

    As ações contam com a parceria de instituições com experiência em territórios indígenas e regiões remotas, como o projeto Aldeia em Foco, a Associação Médicos da Floresta (AMDAF), o Hospital Einstein Israelita e a ONG Zoé.

    Desde o início da estratégia, em agosto de 2025, já foram realizados 14 mutirões em diferentes regiões do país, contemplando os territórios dos DSEI Alto Rio Solimões, Médio Rio Solimões, Vale do Javari, Xavante, Yanomami e Ye’kwana, Alto Rio Negro, Guamá-Tocantins, Altamira e Rio Tapajós. Em 2025, foram registrados mais de 9,5 mil procedimentos especializados. Em 2026, o número já ultrapassa 17 mil atendimentos entre consultas, exames e procedimentos.

    Na avaliação do diretor-presidente da AgSUS, André Longo, a estratégia amplia o acesso dos povos indígenas à atenção especializada. “O programa Agora Tem Especialistas nas Aldeias amplia o acesso à consultas, exames e procedimentos especializados dentro dos territórios indígenas. Isso significa aproximar o SUS de quem mais precisa. Essa estratégia reduz barreiras de acesso, diminui o tempo de espera por atendimento e fortalece a integralidade do cuidado, respeitando as especificidades culturais e as realidades de cada povo indígena”, afirma.

    O gestor executivo da Unidade de Saúde Indígena da AgSUS, Edson Oliveira, também destaca que os mutirões são estruturados a partir das necessidades identificadas pelas próprias equipes que atuam nos territórios.

    “Essas ações são construídas a partir das necessidades identificadas pelos próprios DSEIs e pelas equipes que atuam nos territórios. O objetivo é concentrar, em períodos oportunos e estratégicos, uma oferta qualificada de consultas, exames, procedimentos e avaliações especializadas, respeitando os aspectos culturais locais, ampliando a capacidade de diagnóstico e definindo condutas terapêuticas que muitas vezes não conseguem ser ofertadas de forma regular em regiões de difícil acesso”, explica

    Mutirões nos territórios indígenas

    No território Xukuru do Ororubá, atendido pelo DSEI Pernambuco, o mutirão de oftalmologia será realizado entre os dias 14 e 20 de junho, com atendimento a mais de 30 aldeias. Nos dias 1º e 2 de julho, serão realizadas cirurgias de catarata e pterígio em pacientes previamente triados.

    No DSEI Ceará, a ação contemplará os polos-base Anacé, Potyrô Tapeba, Aquiraz e Maracanaú. Já no DSEI Amapá e Norte do Pará, a Casa de Saúde Indígena (Casai) de Macapá concentrará atendimentos especializados em ginecologia e obstetrícia, pediatria, cardiologia, anestesiologia e ultrassonografia.

    No território indígena Tumucumaque, também atendido pelo DSEI Amapá e Norte do Pará, os polos-base Bona e Missão Tiriyó receberão equipes multiprofissionais para atendimentos em oftalmologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, clínica médica e odontologia.

    No DSEI Guamá-Tocantins, a Terra Indígena Zo’é receberá atendimento especializado nos dias 20 e 21 de junho. Serão realizadas consultas, exames de imagem e cirurgias, com o apoio de um profissional fluente na língua Zo’é para garantir a mediação cultural e facilitar a comunicação com a comunidade.

    A iniciativa fortalece a oferta de serviços especializados do SUS em regiões remotas e contribui para garantir um cuidado mais próximo, oportuno e adequado às realidades dos povos indígenas. 

    Fonte: Adriã Galvão – Ministério da Saúde

  • Reabertura de Ormuz e capacidade nuclear do Irã alimentam dúvidas sobre acordo com EUA

    Uma cerimônia de assinatura do acordo entre os Estados Unidos e o Irã está marcada para sexta-feira (19), em Genebra, na Suíça. Mas o conteúdo do documento deixa mais questões em aberto do que certezas, um dia após a chegada do presidente americano, Donald Trump, a Évian-les-Bains, na França, onde participa da reunião do G7.

    Mundo – Trump desembarcou no encontro proclamando vitória, declarando que a medida garante “segurança em toda a região” e que o “petróleo vai correr livremente”, segundo suas palavras. No entanto, ainda há divergências entre Washington e Teerã sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. Os Estados Unidos falam em reabertura completa, enquanto o Irã ainda espera poder cobrar taxas por serviços marítimos.

    O pesquisador David Rigoulet-Roze, do Instituto francês de Análise Estratégica e editor-chefe da revista Orient Stratégique, ressaltou em entrevista à RFI que ainda precisam ser definidas as modalidades de reabertura do estreito, com ou sem pedágio.

    No fundo, isso coloca em evidência um problema que compromete o princípio de livre circulação inerente à Convenção do Direito do Mar de 1982. Portanto, isso constituiria um precedente muito prejudicial. E até mesmo um país como a China, aliás, apelou abertamente pelo restabelecimento da livre circulação”, observa.

    Questões em aberto sobre o programa nuclear


    Outro ponto sensível do compromisso diz respeito à capacidade nuclear do Irã. Embora o texto completo do protocolo não tenha sido divulgado, ele não mencionaria diretamente o programa balístico iraniano nem como agir diante de possíveis represálias de aliados de Teerã, como o grupo libanês Hezbollah, os rebeldes houthis do Iêmen ou o grupo palestino Hamas.

    Para Rigoulet-Roze, muitos destes pontos serão discutidos e definidos na reunião do G7, sobretudo no que diz respeito aos países do Golfo, como os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita, o Catar, Omã e o Bahrein, alvo de tiros iranianos nos últimos três meses.

    “Há uma grande cautela por parte desses países, de fato, porque eles fazem um balanço do que aconteceu. Eles constatam que foram alvo de maneira significativa – às vezes até mais do que Israel, no caso de países como os Emirados Árabes Unidos. E isso não é por acaso, já que os Emirados Árabes Unidos e o Bahrein participam da dinâmica dos Acordos de Abraão desde o primeiro mandato de Donald Trump”, diz

    respostas dos Estados Unidos. “Todos esses países, de um jeito ou de outro, se viram alvo por abrigarem bases americanas que supostamente deveriam lhes garantir uma espécie de seguro multirriscos”, destaca.

    Rigoulet-Roze reconhece que muitos dos ataques foram barrados pelos sistemas antimísseis. “Mas o problema é que o modelo econômico de segurança associado a essas petromonarquias, especialmente modelos como o de Dubai, foi profundamente abalado. Assim, haverá uma reavaliação da situação em relação ao seu grande vizinho, que é o Irã”, prevê.

    Fonte: Terra

  • Neymar treina pela primeira vez no campo com a Seleção na Copa

    Camisa 10 se recupera de lesão na panturrilha

    Esportes – Ainda se recuperando de lesão na panturrilha direita, Neymar treinou em campo pela primeira vez com a Seleção Brasileira desde que a equipe chegou para a disputa da Copa do Mundo nos Estados Unidos.

    O camisa 10 fez exercícios físicos com a presença de membros da comissão técnica de Carlo Ancelotti. Um detalhe que chama a atenção é que Neymar fez a atividade com um tênis, e não com chuteiras.

    Em mais um passo de seu processo de recuperação física, Neymar treinou hoje no gramado do CT Columbia Park”, escreveu a CBF.

    A atividade é um dos primeiros passos para a volta de Neymar aos gramados. O jogador, vale lembrar, passou por uma nova bateria de exames nesta segunda-feira (15) para avaliar a lesão na panturrilha direita que tem impedido o jogador de treinar com o restante da Seleção Brasileira desde que chegou aos EUA para disputar a Copa do Mundo.

    Segundo fontes da CBF, os exames de Neymar apontaram uma evolução insuficiente e imediata para alta da lesão, mas houve uma “melhora na recuperação da fibra muscular”. Há também a previsão da repetição dos exames nos próximos dias e da continuação dos trabalhos diários de fisioterapia e do acompanhamento intensivo médico e nutricional.

    A dúvida da dúvida

    A reportagem também apurou que Neymar “não é mais dúvida contra o Haiti, mas também contra a Escócia”, visto que a cada dia o período entre uma possível recuperação total da lesão e a transição física fica cada vez menor até o último confronto da primeira fase no próximo dia 24 de junho. São oito dias entre esta terça e o dia da partida.

    Os comandados por Carlo Ancelotti voltam aos treinos na manhã desta terça, no CT Red Bull, em Nova Jersey.

    Do otimismo ao pessimismo

    O prazo de recuperação de Neymar estimado pela equipe do doutor Rodrigo Lasmar, médico da Seleção Brasileira, termina na próxima quinta-feira (18), um dia antes da partida contra o Haiti. O período otimista era de duas semanas, o realista de três e o pessimista é de até cinco semanas de recuperação.

    Neymar está lesionado desde o dia 17 de maio após partida contra o Coritiba pelo Campeonato Brasileiro. Amanhã a lesão do craque completa um mês.

    Próximo jogo

    O Brasil entra em campo na sexta-feira (19), em jogo válido pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo, para enfrentar o Haiti. A bola rola às 21h30 (de Brasília).

    Fonte: CNN Brasil