Suspeito de matar o próprio filho em Manaus é encontrado morto dentro de presídio

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Caso que gerou grande repercussão no Amazonas volta a ganhar destaque após morte do detento no sistema prisional

Policial – O detento Fernando Batista de Melo, de 48 anos acusado de envolvimento na morte do próprio filho,  uma criança de 3 anos, foi encontrado morto dentro de uma unidade prisional em Manaus. A informação reacende a repercussão de um caso que causou forte comoção na capital amazonense.


O suspeito havia sido preso após uma grande operação das forças de segurança do Amazonas, que mobilizou equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e setores de inteligência para localizá-lo após a fuga.


Crime que chocou a população


O caso teve início na zona Norte de Manaus, no bairro Cidade de Deus, onde a criança foi encontrada sem vida dentro da residência da família. As circunstâncias da morte levantaram suspeitas imediatas e levaram a polícia a iniciar uma investigação.


Com o avanço das apurações, o pai da criança passou a ser apontado como principal suspeito do crime, o que gerou grande revolta e comoção social.


Após o ocorrido, o homem deixou o local e passou a ser procurado pelas forças de segurança. Ele foi localizado dias depois em uma área de mata na zona Oeste da cidade, durante uma operação que contou com apoio aéreo e equipes especializadas.


A captura foi realizada sem resistência, encerrando a fase de buscas intensas que mobilizou diferentes setores da segurança pública.


Morte dentro da unidade prisional
Já custodiado no sistema penitenciário, o detento foi encontrado morto dentro da unidade onde estava recolhido. Até o momento, as autoridades não divulgaram detalhes oficiais sobre a causa do óbito.


O caso deve ser investigado para esclarecer se houve suicídio, homicídio ou outra circunstância envolvendo a morte dentro do presídio.

As autoridades do Amazonas seguem apurando tanto o crime que resultou na morte da criança quanto o falecimento do suspeito no sistema prisional. Novas informações devem ser divulgadas após a conclusão dos primeiros levantamentos.

Por Débora Alcântara

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