Seguro-desemprego é reajustado e passa a pagar parcelas maiores a partir desta semana

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Com correção de 3,9% pelo INPC, valor máximo sobe para R$ 2.518,65 e piso acompanha novo salário mínimo.

Economia – Trabalhadores demitidos sem justa causa passam a contar com valores maiores no seguro-desemprego a partir desta segunda-feira (12). O reajuste de 3,9% na tabela do benefício segue o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2024 e eleva tanto o valor máximo quanto o piso das parcelas.

Com a atualização, o teto do seguro-desemprego sobe de R$ 2.424,11 para R$ 2.518,65, representando um aumento de R$ 94,54. Já o valor mínimo acompanha o reajuste do salário mínimo nacional e passa de R$ 1.518 para R$ 1.621. Os novos valores valem para quem já está recebendo o benefício e também para novos pedidos.

O cálculo do seguro-desemprego leva em consideração a média das três últimas remunerações recebidas pelo trabalhador antes da demissão. O benefício pode ser pago em três, quatro ou cinco parcelas, conforme o tempo de serviço e a quantidade de vezes em que o seguro já foi solicitado.

Têm direito ao seguro-desemprego trabalhadores com carteira assinada dispensados sem justa causa, que estejam desempregados no momento do pedido, não possuam outra fonte de renda e não recebam benefício previdenciário contínuo, exceto pensão por morte ou auxílio-acidente.

O prazo para solicitar o benefício varia: de 7 a 120 dias após a demissão para trabalhadores formais e de 7 a 90 dias para empregados domésticos. O pedido pode ser feito de forma online, por meio do Portal Emprega Brasil, do Ministério do Trabalho e Emprego.

Com o reajuste, o objetivo é preservar o poder de compra dos trabalhadores durante o período de desemprego, oferecendo maior segurança financeira enquanto buscam uma nova colocação no mercado de trabalho.

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