Categoria: Brasil

  • Mãe é presa após enviar vídeo agredindo bebê durante cobrança de pensão; caso causa indignação no RJ

    Criança de cinco meses foi acolhida por órgãos de proteção após denúncia anônima; mulher responde por lesão corporal e ameaça.

    Brasil – Um caso de violência contra uma criança de apenas cinco meses provocou comoção e revolta no Norte Fluminense, no Rio de Janeiro. Uma mulher foi presa em flagrante após gravar e enviar ao pai do bebê um vídeo em que aparece agredindo a criança durante uma discussão relacionada ao pagamento de pensão alimentícia.

    O episódio ocorreu no último domingo (7), em São João da Barra. Segundo informações divulgadas pelo g1, as imagens foram encaminhadas ao pai da criança e, posteriormente, chegaram ao conhecimento das autoridades responsáveis pela proteção de menores.

    De acordo com as investigações, além dos atos de violência registrados no vídeo, a mulher teria feito ameaças envolvendo a integridade das crianças enquanto cobrava o pagamento de valores relacionados à pensão alimentícia.

    O caso foi denunciado ao Conselho Tutelar de São João da Barra por meio de uma denúncia anônima acompanhada das imagens. Após a análise do material, o órgão acionou a Polícia Civil e registrou a ocorrência na 145ª Delegacia de Polícia.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZaFkwNB5rE/?igsh=MTgyMm1oazZtM3BhNg==

    Como medida de proteção, o bebê foi acolhido institucionalmente. Segundo o Conselho Tutelar, outra criança envolvida na situação ficou sob os cuidados do pai, que não possui vínculo biológico com o bebê que aparece nas imagens.

    Após ser localizada pela Polícia Militar, a suspeita foi conduzida à delegacia e autuada em flagrante pelos crimes de lesão corporal no contexto de violência doméstica e ameaça.

    Na terça-feira (9), durante audiência de custódia, a Justiça concedeu liberdade provisória à mulher, mediante o cumprimento de medidas cautelares determinadas pelo Poder Judiciário.

    O Conselho Tutelar informou ainda que o pai biológico do bebê agredido não havia procurado as autoridades até a última atualização do caso. Enquanto isso, os órgãos responsáveis seguem acompanhando a situação para garantir a segurança e o bem-estar das crianças envolvidas.

    Casos de violência contra crianças podem ser denunciados por meio do Disque 100, canal nacional de proteção aos direitos humanos, além dos Conselhos Tutelares e delegacias especializadas. As denúncias podem ser feitas de forma anônima e são fundamentais para interromper ciclos de violência e assegurar a proteção das vítimas.

    As investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do caso e subsidiar o andamento do processo criminal.

  • Anvisa determina recolhimento de fórmula infantil; saiba qual

    Agência diz que produto não tinha regularização e não comprovava segurança exigida para consumo.

    Brasil – A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária ) determinou o recolhimento de todos os lotes da fórmula de leite infantil – 1ª e 2ª Infância, da Marca Essentia Pharma, fabricada pela HKM Farmácia de Manipulação Ltda. A medida foi publicada na última segunda-feira (8), no DOU (Diário Oficial da União).

    Segundo a agência, a ação acontece em razão da falta de regularização adequada do produto, que não possuí os indícios necessários para ser comercializado como ‘fórmula infantil’.

    “Utiliza rótulos, informações e alegações que podem levar o consumidor a acreditar que se trata de uma fórmula infantil autorizada. Não há comprovação de que o produto atenda aos requisitos de segurança, composição, qualidade e valor nutricional exigidos”, diz o comunicado da Anvisa.

    Ainda segundo a agência, isso “expõe usuários e crianças pequenas a risco relacionados à saúde”, da mesma maneira que pode induzir o consumidor ao erro.

    Com isso, além do recolhimento da fórmula, também está suspenso a comercialização, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso do produto.

    Outro lado

    Em nota enviada, a HKM Farmácia de Manipulação explicou que a fórmula não é comercializada em larga escala, como indústrias e supermercados. Segundo eles, se trata de um produto feito em farmácias de manipulação mediante a prescrição médica.

    A companhia afirma ainda que avaliará as medidas impostas e que permanece à disposição para prestar todas as informações necessárias.

    Veja nota na íntegra: 

    A HKM Farmácia de Manipulação Ltda informa ter tomado conhecimento da publicação da Anvisa relacionada ao produto “Fórmula Infantil – 1ª e 2ª Infância”. No entanto, esclarece que a formulação citada não é um produto de venda livre, mas uma preparação magistral, ou seja, fórmula manipulada, elaborada individualmente e apenas mediante prescrição médica.

    A empresa entende ser importante esclarecer que as normas citadas na publicação se referem ao setor de alimentos, enquanto as farmácias de manipulação estão submetidas a regulamentação específica, especialmente a RDC nº 67/2007.

    A empresa reafirma que observa rigorosamente as exigências técnicas e sanitárias aplicáveis ao setor magistral, incluindo controle de qualidade, rastreabilidade, rotulagem, estabilidade e análises microbiológicas.

    Com 22 anos de atuação no setor de manipulação, a empresa destaca seu compromisso com a individualização de tratamentos, conforme prescrição profissional, inclusive com exclusão de componentes potencialmente alergênicos ou indesejados.

    A empresa avaliará as medidas regulatórias, administrativas e jurídicas cabíveis para o adequado esclarecimento da questão e permanece à disposição para prestar todas as informações necessárias, reafirmando seu compromisso com a segurança dos clientes, a transparência e a atuação responsável no setor magistral.
    HKM Farmácia de Manipulação LTDA


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Homem perde R$ 37 mil em apostas e família teme perder a própria casa

    Vídeo que circula nas redes sociais reacende o debate sobre os impactos do vício em apostas e as consequências financeiras para famílias brasileiras.

    Brasil – Um vídeo que vem ganhando grande repercussão nas redes sociais mostra o desabafo de um homem que afirma ter perdido cerca de R$ 37 mil em plataformas de apostas online, situação que teria colocado em risco o patrimônio da família, incluindo a casa onde vivem.


    Nas imagens, o relato emociona internautas ao expor o desespero diante das dívidas acumuladas e das dificuldades para recuperar o prejuízo financeiro. Segundo o conteúdo compartilhado, a compulsão pelas apostas acabou afetando não apenas a vida do apostador, mas também a estabilidade de seus familiares.


    O caso gerou milhares de comentários e levantou discussões sobre os perigos do vício em jogos de azar, especialmente com a popularização das plataformas digitais, que oferecem acesso rápido e facilitado às apostas.


    Especialistas alertam que o comportamento compulsivo pode levar ao endividamento, conflitos familiares e problemas emocionais, tornando essencial a busca por ajuda profissional quando a prática deixa de ser entretenimento e passa a comprometer a vida financeira e pessoal.


    Enquanto o vídeo continua sendo compartilhado, o episódio serve de alerta para os riscos das apostas sem controle e para a importância da educação financeira e do jogo responsável.

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZYVQOwhKYm/?igsh=MXN1MWM4a2pibzE2OA==

    Por Débora Alcântara

  • Duas idosas protagonizam briga em bar e vídeo viraliza nas redes sociais. Veja Vídeo:

    Confusão chamou a atenção de clientes e gerou grande repercussão na internet.

    Brasil – Um vídeo que circula nas redes sociais mostra duas idosas envolvidas em uma briga dentro de um bar, em uma cena que rapidamente ganhou repercussão entre os internautas. Nas imagens, as mulheres discutem intensamente e chegam às vias de fato, enquanto pessoas que estavam no local tentam conter a confusão.


    Segundo relatos compartilhados junto ao vídeo, o desentendimento teria sido motivado por um suposto interesse amoroso em um idoso que também estava no estabelecimento. No entanto, as circunstâncias e a motivação da briga não foram confirmadas oficialmente.


    Durante a confusão, clientes acompanham a cena e alguns tentam separar as envolvidas para evitar que a situação se agravasse. O registro foi feito por testemunhas e passou a ser amplamente compartilhado nas plataformas digitais, gerando comentários e diferentes reações dos usuários.


    Até o momento, não há informações sobre registro de boletim de ocorrência ou sobre possíveis feridos em decorrência do episódio.


    O caso ganhou destaque principalmente pelo caráter inusitado da situação e reforça como acontecimentos registrados por celulares podem rapidamente alcançar grande repercussão nas redes sociais, muitas vezes antes mesmo da confirmação oficial dos fatos

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZYTvIYBEA4/?igsh=aTFzMmtxYXBlaGV6

    Por Débora Alcântara

  • Vídeo de filho flagrando mãe com suposto amante e chamando o pai viraliza nas redes sociais

    Gravação tem repercutido na internet e gerado debates sobre exposição familiar e conflitos registrados em vídeo.

    Brasil – Um vídeo que circula amplamente nas redes sociais tem chamado a atenção dos internautas ao mostrar o momento em que um filho flagra a mãe ao lado de um suposto amante dentro de um quarto. Nas imagens, o jovem registra a situação e, em seguida, aciona o pai para informar o que teria acontecido.


    A gravação mostra um clima de tensão entre os envolvidos e rapidamente ganhou repercussão nas plataformas digitais, dividindo opiniões entre usuários. Enquanto alguns comentam sobre a atitude do filho em registrar a cena, outros criticam a exposição da intimidade da família na internet.


    Até o momento, não há informações confirmadas sobre onde o episódio ocorreu ou quando as imagens foram gravadas. Também não foi divulgada a identidade das pessoas que aparecem no vídeo.


    O caso reacende o debate sobre a rápida disseminação de conteúdos envolvendo conflitos familiares nas redes sociais e os impactos que a exposição pública pode causar na vida dos envolvidos.


    As informações são baseadas no conteúdo que circula nas redes sociais e não há confirmação oficial sobre as circunstâncias do ocorrido.

    Veja Vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZYRdcjBftb/?igsh=MW12djVybnc4bnZjeg==

    Por Débora Alcântara

  • Governo Lula fala sobre ponto facultativo em jogos do Brasil na Copa

    Seleção estreia na Copa do Mundo no próximo sábado (13/6) e terá dois jogos em dias úteis durante a primeira fase da competição

    Brasil – O governo federal deve definir, nos próximos dias, como será o expediente dos servidores públicos durante os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. O torneio começa oficialmente nesta quinta-feira (11/6).

    A estreia do Brasil ocorre no sábado (13/6), em partida contra o Marrocos, às 19h (horário de Brasília).

    Na primeira fase da competição, dois jogos da Seleção Canarinho caem em dias úteis: 19 de junho (sexta-feira), contra o Haiti; e 24 de junho (quarta-feira), na contra a Escócia.

    Questionado pelo Metrópoles sobre a possibilidade de decretação de ponto facultativo em dias de jogos, o Ministério da Gestão e Inovação (MGI) informou que “a definição do expediente em dias de jogos do Brasil na Copa do Mundo de Futebol masculino está em análise”.

    GDF discute cronograma

    Em âmbito local, o Governo do Distrito Federal (GDF) avalia estabelecer pontos facultativos nos dias em que a Seleção entra em campo. De acordo com a governadora Celina Leão (PP), os horários das partidas serão analisados para que o governo elabore calendário compatível com a realização dos jogos.

    “Uma coisa que a gente não pode deixar é a população sem assistência, mas também não vamos privar. Acho que o bom senso vai caber nesse cronograma que nós vamos fazer”, afirmou a governadora.

    Fonte: Metrópoles

  • Reviravolta no caso Henry Borel: Ministério Público pede anulação do júri que concedeu perdão judicial a Monique

    Promotores alegam que alteração em quesito apresentado aos jurados influenciou o resultado do julgamento e abriu caminho para a soltura da mãe de Henry Borel.

    Justiça – O caso Henry Borel ganhou um novo capítulo após o Ministério Público do Rio de Janeiro recorrer da decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros. Os promotores pedem a anulação do julgamento realizado no II Tribunal do Júri da capital fluminense, alegando que uma mudança na formulação de uma das perguntas feitas aos jurados comprometeu o resultado final do processo.

    O recurso foi apresentado após 11 dias de julgamento que culminaram na soltura de Monique. Além do Ministério Público, a defesa do ex-vereador Dr. Jairinho e a assistência de acusação que representa Leniel Borel, pai de Henry, também decidiram contestar a sentença proferida pela Justiça.

    De acordo com o promotor Fábio Vieira, a principal controvérsia está relacionada a um dos quesitos submetidos ao Conselho de Sentença. Segundo ele, a juíza Elizabeth Louro teria alterado a redação de uma pergunta considerada essencial para definir se a omissão atribuída a Monique diante das agressões sofridas pelo filho ocorreu de forma dolosa ou culposa.

    Na avaliação do Ministério Público, a mudança teria influenciado a interpretação dos jurados e contribuído para a desclassificação da acusação de homicídio doloso para homicídio culposo, afastando a tese de que houve intenção de matar.

    Para os promotores, a decisão dos jurados teria reconhecido inicialmente uma omissão dolosa por parte da ré, o que tornaria incompatível a posterior desclassificação do crime. O entendimento do órgão é de que essa contradição precisa ser revista pelo Tribunal de Justiça.

    A desclassificação da acusação teve impacto direto na situação processual de Monique Medeiros. Com o enquadramento do caso como homicídio culposo, a magistrada aplicou o perdão judicial, instituto previsto no Código Penal que permite extinguir a punição quando as consequências do fato já são consideradas suficientemente severas para o condenado.

    A defesa de Dr. Jairinho, condenado a 43 anos e nove meses de prisão pela morte de Henry Borel, também ingressou com recurso. O advogado Rodrigo Faucz afirmou que houve parcialidade durante a condução do julgamento e questionou a atuação da magistrada em relação ao depoimento de uma testemunha.

    Por outro lado, a defesa de Monique Medeiros sustenta que a decisão deve ser mantida por refletir a vontade soberana do Tribunal do Júri. O advogado Hugo Novais afirmou que o Ministério Público demonstra inconformismo com o desfecho do caso e destacou que as decisões dos jurados possuem proteção constitucional.

    Caso o recurso seja acolhido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o julgamento poderá ser anulado, resultando na realização de um novo júri popular. Nesse cenário, o Ministério Público pretende buscar o afastamento do perdão judicial e defender uma responsabilização mais rigorosa para Monique Medeiros.

    A análise dos recursos deverá ocorrer nas próximas etapas do processo, quando os desembargadores avaliarão se houve irregularidades capazes de comprometer a validade do julgamento que marcou um dos casos de maior repercussão do país nos últimos anos.

    Por jornalista Lília Marques

  • MPF aciona Hospital Albert Einstein por descumprir cotas em residência

    Procuradores pedem editais complementares no atual processo seletivo.

    Justiça – O descumprimento da política de cotas nos programas de residência médica levou o Ministério Público Federal (MPF) a entrar com uma ação civil pública para que o Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, implemente a política de ações afirmativas. Os procuradores pedem a abertura de editais complementares ainda no atual processo seletivo, de 2026, com a destinação de vagas para candidatos com deficiência, negros, indígenas, quilombolas e pessoas trans, conforme os percentuais definidos pelas normas vigentes.

    “Para o MPF, a aplicação da política de cotas é fundamental para garantir igualdade de oportunidades a esses candidatos, de forma que a composição do corpo de médicos residentes represente de maneira efetiva a pluralidade étnica e sociocultural da sociedade brasileira”, destaca o Ministério Público Federal em nota.

    O Ministério Público Federal aponta que, segundo os dados mais recentes, os negros representam a maioria da população, mas ocupam apenas 27,5% das vagas de residência na instituição. Por outro lado, 70,1% dos médicos residentes são autodeclarados brancos.

    O órgão ressalta que “a aplicação de ações afirmativas nas residências médicas é obrigatória, mesmo em instituições de direito privado”, pois os programas envolvem o treinamento em serviço no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com regulamentação do governo federal, de 2025.

    “Contudo, no processo seletivo 2026, a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein optou por não reservar vagas para minorias étnico-raciais e grupos vulnerabilizados, desrespeitando as regras estabelecidas pelo Ministério da Saúde (MS)”, diz a nota.

    O MPF lembra que o Albert Einstein “é subsidiado por recursos públicos indiretos, pois se beneficia de expressiva exoneração fiscal, sob forma de imunidade tributária federal”, conforme a peça assinada pela procuradora da República Ana Letícia Absy. O hospital está isento do recolhimento de contribuições federais, como as destinadas à seguridade social.

    “O gozo de benefícios fiscais e a utilização de recursos públicos conferem à entidade obrigações positivas correlatas, que incluem a adoção de medidas concretas voltadas à promoção da igualdade material e à redução de desigualdades históricas”, afirma a procuradora.

    Em abril deste ano, o MPF já havia se posicionado pela obrigatoriedade da reserva de vagas em certames para residência médica. A Nota Técnica PFDC nº 10/2026, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, concluiu que a aplicação das cotas “nesses casos não constitui mera discricionariedade administrativa da instituição de ensino”.


    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Clima: chuvas voltam a ganhar força no país com nova frente fria

    Frente fria chega ao Rio Grande do Sul nesta segunda-feira (8/6) e traz o retorno das chuvas no centro-sul do Brasil.

    Brasil – A chuva volta a ganhar força no centro-sul do Brasil a partir desta segunda-feira (8/6), com a atuação de um cavado em médios níveis da atmosfera, associado à formação de área de baixa pressão e nova frente fria que chega ao Sul do país. O sistema favorece o aumento da nebulosidade e a formação de áreas de instabilidade, inicialmente sobre o Rio Grande do Sul, que tem alerta para tempestade.

    Com isso, as pancadas de chuva se espalham por grande parte do território gaúcho ao longo do dia, com potencial para moderada a forte intensidade. Há risco de temporais localizados, acompanhados por rajadas de vento e eventual queda de granizo. As instabilidades também avançam para áreas do interior e oeste de Santa Catarina e para o sul e sudoeste do Paraná.

    As chuvas também devem ser registradas no litoral do Nordeste, que está sob alerta de acumulado de chuva, e ainda do Norte do país, sob aviso de chuvas intensas.

    Confira a previsão

    No Centro-Oeste o tempo deve ficar estável, com predomínio de sol, baixa umidade relativa do ar (podendo ficar abaixo de 30% em algumas áreas) e ausência de chuvas. As temperaturas variam de amenas pela manhã a tardes quentes e secas, com uma grande amplitude térmica. Goiânia (GO) deve ter mínima de 16°C e máxima de 28°C, enquanto Brasília (DF) deve registrar mínima de 12°C e máxima de 26°C.

    No Sudeste, um massa de ar seco mantém o tempo aberto na maior parte da região, com nevoeiros ao amanhecer, mas sem expectativa de chuvas significativas. As manhãs são frias, mas as tardes ficam agradáveis.

    No Nordeste, o Inmet alerta para a ocorrência de tempestades na área litorânea que vai do Rio Grande do Norte até parte de Alagoas. Além de toda a área mais ao norte do estado do Maranhão.

    Na Região Norte, o alerta abrange toda a área dos estados de Roraima e Amapá, além de grande parte do Amazonas e do Pará.

    Em todas essas localidades, a previsão é de chuva de até 50 milímetros em 24 horas, com a possibilidade de ocorrência de granizo, além de rajadas de vento que podem variar de 40 a 60 quilômetros por hora.


    Fonte e Foto: Metrópoles

  • Justiça condena envolvidos em esquema de corrupção na Petrobras a penas que chegam a 14 anos de prisão

    Seis executivos e operadores financeiros foram sentenciados por corrupção e lavagem de dinheiro em ação ligada aos contratos fraudados investigados pela Operação Lava Jato.

    Economia – A Justiça Federal do Paraná condenou seis executivos e operadores financeiros por participação em um esquema de corrupção e lavagem de dinheiro relacionado a contratos da Petrobras. As penas chegam a 14 anos e sete meses de prisão e fazem parte de uma ação remanescente da Operação Lava Jato, investigação que revelou um amplo cartel de empreiteiras e o pagamento de propinas envolvendo contratos da estatal.

    A decisão foi proferida pela 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, considerada o berço da Lava Jato. Segundo a sentença, os condenados participaram de práticas ilícitas que incluíam fraude em licitações, pagamento de vantagens indevidas e ocultação de recursos obtidos de forma ilegal em contratos firmados com a Petrobras.

    A estatal atuou no processo como assistente da acusação, na condição de vítima dos prejuízos causados pelo esquema investigado.

    Entre os condenados, a maior pena foi aplicada a Jesús de Oliveira Ferreira Filho, sentenciado a 14 anos, sete meses e 15 dias de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Ricardo Teixeira Fontes recebeu pena de 13 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, também em regime fechado, enquanto Carlos Maurício Lima de Paula Barros foi condenado a 12 anos, dois meses e sete dias de reclusão.

    Outros três réus — Flávio Henrique de Oliveira Macedo, Eduardo Aparecido de Meira e Igor Belan — foram condenados por lavagem de dinheiro. Cada um recebeu pena de sete anos, seis meses e 20 dias de prisão em regime semiaberto.

    A sentença foi assinada pelo juiz Guilherme Roman Borges e possui mais de 100 páginas. O magistrado acolheu a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal, que apontou a atuação coordenada de ex-executivos de empresas de engenharia e operadores financeiros para movimentar recursos provenientes do esquema criminoso.

    As irregularidades investigadas fazem parte do conjunto de contratos celebrados entre empreiteiras e a Petrobras durante o período analisado pela Lava Jato, que apurou desvios bilionários envolvendo grandes obras e contratos da estatal entre 2004 e 2014.

    As defesas dos condenados ainda podem recorrer da decisão às instâncias superiores. O advogado Alberto Zacharias Toron, que representa um dos réus condenados, já informou que pretende apresentar recurso para contestar a sentença.

    Mesmo após o encerramento formal da Operação Lava Jato, processos derivados das investigações continuam tramitando na Justiça e resultando em novas decisões relacionadas aos casos de corrupção revelados ao longo da última década.



    Por jornalista Lília Marques