Categoria: Brasil

  • Vereador é baleado durante transmissão ao vivo em frente à UPA; assessor morre após atentado no RN

    Polícia Civil aponta que Cabo Deyvison era o alvo dos criminosos; ataque deixou marcas de tiros na unidade de saúde e é investigado por possível relação com denúncias sobre facções.

    Brasil – Um atentado a tiros em frente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) terminou com a morte de um assessor parlamentar e deixou um vereador ferido na noite de segunda-feira (15), em Mossoró, no Rio Grande do Norte. O crime ocorreu enquanto o vereador Cabo Deyvison (PL), de 37 anos, realizava uma transmissão ao vivo nas proximidades da unidade de saúde.

    De acordo com informações da Polícia Civil, o parlamentar era o alvo da ação criminosa. Durante a live, um veículo passou pelo local e seus ocupantes efetuaram diversos disparos em direção ao grupo que estava em frente à UPA do bairro Alto de São Manoel.

    O assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, que auxiliava na gravação da transmissão, foi atingido pelos tiros. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Já Cabo Deyvison foi baleado nas pernas e recebeu os primeiros atendimentos médicos na própria unidade antes de ser transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZpn5RuhsOw/?igsh=MXFhcjRjMHNtYm8xag==

    Segundo a direção da UPA, o vereador acompanhava uma mulher e uma criança que havia sido mordida por um cachorro quando o atentado aconteceu. O ataque ocorreu pouco antes das 22h e provocou momentos de pânico entre pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde que estavam na unidade.

    Em nota divulgada nas redes sociais, a equipe do parlamentar informou que seu estado de saúde é estável e lamentou a morte do assessor. O comunicado também pediu orações pela recuperação do vereador e solidariedade aos familiares da vítima fatal.

    As investigações estão sendo conduzidas pela Polícia Civil, que trabalha com a hipótese de que o atentado tenha relação com denúncias feitas por Cabo Deyvison sobre a atuação de facções criminosas em Mossoró. No entanto, outras linhas investigativas também seguem sendo analisadas.

    Após o crime, policiais localizaram o veículo suspeito de ter sido utilizado pelos atiradores abandonado no bairro Alameda dos Cajueiros. O automóvel foi encaminhado para perícia, que poderá auxiliar na identificação dos envolvidos.

    Durante os trabalhos no local do ataque, os agentes também encontraram um carregador de munição calibre 5.56, utilizado em armamentos de uso restrito, como fuzis. A polícia confirmou que armas desse tipo teriam sido empregadas na ação criminosa.

    O delegado Renato Oliveira, responsável pela investigação, classificou o episódio como um ato de extrema violência e destacou o risco imposto às pessoas que estavam na unidade de saúde no momento dos disparos.

    A entrada da UPA foi isolada pela Polícia Militar para o trabalho da perícia. Marcas de tiros ficaram visíveis na estrutura do prédio, evidenciando a intensidade do ataque.

    Até a última atualização do caso, nenhum suspeito havia sido preso. A Polícia Civil segue realizando diligências para identificar os autores e esclarecer a motivação do atentado.

    Eleito em 2024 para seu primeiro mandato como vereador em Mossoró, Cabo Deyvison atuou por mais de 13 anos como policial militar no estado do Ceará antes de ingressar na vida pública.

  • Investigados pela morte de jovem em salto de rope jump negam fuga e alegam saída do local por orientação jurídica

    Em depoimento, responsáveis pela atividade afirmaram ter permanecido no local após o acidente e disseram não entender como a vítima foi lançada sem estar presa ao sistema de segurança.

    Brasil – A investigação sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante a prática de rope jump em Limeira, no interior de São Paulo, ganhou novos desdobramentos após a divulgação de trechos dos depoimentos prestados pelos investigados no caso.

    A jovem morreu após cair de uma altura aproximada de 40 metros durante um salto realizado em uma ponte utilizada para a atividade esportiva. Segundo a Polícia Civil, Maria Eduarda teria sido lançada sem estar conectada à corda de segurança responsável por sustentar os praticantes durante a descida.

    Durante os depoimentos, um dos investigados negou que a equipe tenha tentado fugir após o acidente. De acordo com sua versão, a saída do local ocorreu apenas após orientação recebida de representantes jurídicos.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZpmblsBLCH/?igsh=MWZyd2pqa2R1NGJwcA==

    “Nós subimos e permanecemos no local até a chegada da guarda”, afirmou o suspeito ao ser questionado sobre a conduta adotada após a queda da jovem.

    A declaração surge em meio às investigações que buscam esclarecer se houve negligência, imprudência ou falhas nos protocolos de segurança adotados pela equipe responsável pelo evento.

    Em outro trecho do depoimento, um dos envolvidos explicou que o sistema utilizado na prática do rope jump contava com dois dispositivos de proteção justamente para evitar acidentes decorrentes de falhas humanas ou técnicas.

    Segundo ele, a existência de um mecanismo de segurança duplicado tornaria improvável que uma pessoa fosse autorizada a saltar sem estar devidamente conectada ao equipamento.

    “São dois equipamentos, justamente para não ter falha”, declarou.

    Apesar da explicação apresentada pelos investigados, a principal linha de investigação da Polícia Civil aponta que Maria Eduarda não estava presa à corda de segurança no momento em que foi lançada da plataforma de salto.

    A apuração busca identificar em qual etapa do procedimento ocorreu a falha que culminou na tragédia. Entre os pontos analisados estão a conferência dos equipamentos, a capacitação da equipe envolvida na atividade e o cumprimento dos protocolos de segurança exigidos para esse tipo de prática.

    A morte da jovem causou forte comoção nas redes sociais e reacendeu o debate sobre a fiscalização de esportes radicais e a responsabilidade dos organizadores na adoção de medidas preventivas capazes de evitar acidentes fatais.

    Os depoimentos dos investigados passam agora a integrar o conjunto de provas reunidas pela Polícia Civil, que segue ouvindo testemunhas e analisando laudos periciais para esclarecer todas as circunstâncias do caso.

    Ao final das investigações, os responsáveis poderão ser indiciados caso seja constatada a existência de falhas que tenham contribuído diretamente para a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas.

  • Vídeo mostra PM dando tapa em mulher durante blitz na Bahia: “Se vier com marra, apanha”

    Caso ocorreu durante uma abordagem policial em Barreiras; agente foi afastado das atividades operacionais e investigação apura suspeita de lesão corporal.

    Uma abordagem policial realizada na noite de domingo (14), em Barreiras, no oeste da Bahia, terminou em denúncia de agressão e provocou repercussão após a divulgação de um vídeo nas redes sociais. As imagens mostram o momento em que uma mulher de 30 anos recebe um tapa no rosto durante uma blitz da Polícia Militar.

    Segundo relato da vítima à TV Oeste, ela trafegava de motocicleta pela região quando foi parada pelos agentes responsáveis pela fiscalização. Durante a abordagem, a mulher teria questionado o motivo da operação estar sendo realizada naquele local.

    De acordo com a denunciante, após fazer o questionamento, ela foi chamada de “folgada” por um dos policiais. Em seguida, o agente teria desferido dois tapas em seu rosto.

    As imagens registradas por testemunhas mostram parte da confusão. Em um dos vídeos, também é possível ouvir a frase atribuída a um dos policiais presentes na ocorrência: “Se vier com marra, apanha”.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZpjw7nB4dB/?igsh=c3ExZm1kbmI4dzFl

    A gravação passou a circular nas redes sociais e gerou indignação entre internautas, que cobraram esclarecimentos e providências por parte das autoridades competentes.

    Em nota, a Polícia Militar da Bahia informou que identificou o agente envolvido na ocorrência e determinou seu afastamento das atividades operacionais até a conclusão das investigações internas.

    Além do procedimento administrativo instaurado pela corporação, o caso também passou a ser investigado pela Polícia Civil. A ocorrência foi registrada como lesão corporal dolosa, quando há intenção de provocar a agressão física.

    A mulher deverá prestar depoimento para detalhar as circunstâncias da abordagem, enquanto testemunhas e os vídeos divulgados serão analisados para auxiliar na apuração dos fatos.

    A Polícia Militar ressaltou que não compactua com condutas que contrariem os protocolos institucionais e afirmou que todas as medidas cabíveis serão adotadas após a conclusão das investigações.

    O caso reacende o debate sobre o uso proporcional da força em abordagens policiais e a necessidade de garantir que procedimentos de segurança sejam realizados com respeito aos direitos e à integridade física dos cidadãos.

  • Brincadeira com fogo de artifício termina em grave acidente e acende alerta sobre os riscos

    Vídeo que circula nas redes sociais mostra uma situação de perigo durante o uso de fogos, reforçando a importância do manuseio responsável para evitar acidentes.

    Brasil – Um vídeo que vem circulando nas redes sociais chamou a atenção ao registrar uma brincadeira com fogos de artifício que terminou em momentos de tensão. As imagens mostram uma ação aparentemente recreativa que rapidamente foge do controle, evidenciando os riscos envolvidos no uso inadequado desse tipo de material.


    Especialistas alertam que fogos de artifício podem causar queimaduras graves, lesões permanentes e até incêndios quando manipulados sem os devidos cuidados. Além dos perigos para quem acende os artefatos, pessoas próximas também podem ser atingidas por explosões ou fragmentos lançados durante o disparo.


    O episódio serve como um importante lembrete sobre a necessidade de seguir as orientações de segurança e evitar brincadeiras que coloquem vidas em risco.

    Independentemente das circunstâncias, o uso consciente de fogos de artifício é fundamental para prevenir acidentes e garantir que momentos de celebração não se transformem em tragédias.

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZntZX-h1Ed/?igsh=NTA4NGNhZm9vOHZv

    Por Débora Alcântara

  • Adolescente é filmado carregando jacaré nas costas e cena surpreende moradores na Zona Oeste do Rio

    Vídeo que circula nas redes sociais mostra um jovem transportando um jacaré pelas ruas da região, despertando curiosidade e preocupação com a segurança e o bem-estar do animal.

    Brasil – Um vídeo que ganhou repercussão nas redes sociais mostra um adolescente carregando um jacaré nas costas em uma área da Zona Oeste do Rio de Janeiro. As imagens chamaram a atenção de internautas pela tranquilidade com que o jovem conduz o animal, enquanto pessoas acompanham a cena e registram o momento.


    Apesar de não haver informações oficiais sobre as circunstâncias da gravação ou o destino do jacaré, o episódio levantou debates sobre os riscos envolvidos no manejo de animais silvestres. Especialistas alertam que esse tipo de contato pode colocar em perigo tanto a pessoa quanto o próprio animal, que pode reagir de forma imprevisível.


    O caso também reacende a discussão sobre a importância de acionar os órgãos ambientais competentes sempre que um animal silvestre for encontrado em áreas urbanas, evitando acidentes e garantindo que ele seja devolvido ao seu habitat de forma segura.


    As imagens continuam circulando nas plataformas digitais e seguem despertando reações de espanto entre os usuários da internet.

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZnsWLghTxN/?igsh=MWJ1Z3JiZXZiaXVmNQ==

    Por Débora Alcântara

  • Arraia gigante impressiona pescadores após surgir nas águas do Rio Araguaia

    Registro do animal de grande porte viralizou nas redes sociais e chamou a atenção pela imponência, reforçando a riqueza da biodiversidade presente nos rios brasileiros.

    Brasil – Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que pescadores avistam uma arraia de tamanho incomum nas águas do Rio Araguaia. A dimensão do animal surpreendeu quem estava no local e rapidamente despertou a curiosidade de milhares de internautas.


    Nas imagens, a arraia aparece nadando tranquilamente enquanto os pescadores observam a cena com cautela e admiração. O encontro evidencia a diversidade de espécies que habitam os rios brasileiros e a importância de preservar esses ambientes naturais.


    Embora não sejam animais agressivos, as arraias podem atacar em situações de defesa, principalmente quando são surpreendidas ou pisadas. Por isso, especialistas recomendam que qualquer avistamento seja acompanhado à distância, sem interferência ou tentativa de captura.


    O episódio reforça a necessidade de respeito à fauna silvestre e mostra que a natureza ainda reserva cenas impressionantes capazes de despertar encantamento e conscientização sobre a preservação ambiental.

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZnrWimhLfD/?igsh=ZndkMHgxNHd6aTEw

    Por Débora Alcântara

  • Tragédia após o título: ônibus com equipe de basquete capota no Ceará e deixa sete mortos

    Delegação retornava para Juazeiro do Norte após conquistar um torneio em Sobral; motorista apresentou versões divergentes sobre as causas do acidente.

    Brasil – Uma viagem marcada pela celebração de uma conquista esportiva terminou em tragédia na madrugada desta segunda-feira (15), no interior do Ceará. O ônibus que transportava uma equipe de basquete capotou na rodovia CE-187, nas proximidades do distrito de Santa Teresa, em Tauá, deixando sete mortos e dezenas de feridos.

    Segundo informações preliminares divulgadas pelas autoridades, o grupo retornava para Juazeiro do Norte após participar de um torneio realizado em Sobral, onde havia conquistado o título da competição poucas horas antes do acidente.

    O coletivo transportava cerca de 40 passageiros quando saiu da pista e tombou às margens da rodovia estadual. Equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e das forças de segurança foram mobilizadas para atender a ocorrência.

    De acordo com os bombeiros, os trabalhos de resgate tiveram início por volta das 3h24. Algumas vítimas ficaram presas às ferragens, exigindo uma operação delicada para a retirada dos sobreviventes e dos corpos. A ação foi concluída nas primeiras horas da manhã.

    Os primeiros levantamentos apontam que a violência do impacto contribuiu para o elevado número de vítimas fatais. Conforme relatos das equipes que atuaram no local, parte dos ocupantes não utilizava o cinto de segurança no momento do acidente.

    Segundo os socorristas, várias pessoas teriam sido arremessadas para fora do veículo durante os capotamentos. Em alguns casos, o peso do próprio ônibus acabou agravando as lesões sofridas pelas vítimas.

    As circunstâncias que provocaram o acidente ainda estão sendo investigadas pela Perícia Forense do Estado do Ceará. No entanto, declarações prestadas pelo motorista chamaram a atenção das autoridades.

    Em entrevista ao g1, o subtenente da Silva, do Corpo de Bombeiros, afirmou que o condutor apresentou versões diferentes sobre o ocorrido. Inicialmente, ele teria relatado que cochilou ao volante. Posteriormente, alegou que buracos na pista teriam contribuído para a perda do controle do ônibus.

    Ainda segundo o militar, uma vistoria preliminar realizada pelas equipes no trecho da CE-187 não identificou irregularidades aparentes no asfalto que justificassem a segunda versão apresentada pelo motorista.

    Os sete mortos são jovens do sexo masculino, segundo informações divulgadas pelas autoridades responsáveis pelo resgate. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para exames e identificação oficial.

    Outro ponto que segue sendo apurado envolve uma pessoa cujo nome constava na lista de passageiros do ônibus. Até a última atualização do caso, ela não havia sido localizada entre os feridos nem entre as vítimas fatais. A polícia tenta confirmar se o passageiro chegou a embarcar no veículo antes da viagem de retorno.

    Enquanto as investigações prosseguem, o trecho da CE-187 onde ocorreu o acidente permaneceu interditado para a realização da perícia técnica. Os especialistas deverão analisar possíveis falhas mecânicas, como problemas nos pneus ou na suspensão, além de investigar a hipótese de erro humano.

    Os sobreviventes foram encaminhados para hospitais da região de Tauá e outras unidades de saúde, onde recebem atendimento médico. Muitos apresentavam fraturas e estavam em estado de choque após o acidente.

    A tragédia gerou comoção entre familiares, amigos e integrantes da comunidade esportiva cearense. A expectativa é que entidades ligadas ao basquete e autoridades estaduais se manifestem oficialmente para prestar solidariedade às famílias das vítimas e acompanhar o andamento das investigações.

  • Enfermeira revela que jovem não teve morte instantânea após salto de rope jump

    Profissional de saúde estava no local para realizar o salto e contou como foram as tentativas de resgate de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos.

    Brasil – Uma das enfermeiras que participou do atendimento de emergência à jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, falou sobre os momentos de desespero vividos após osalto de rope jump que terminou em tragédia na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo.

    A profissional estava no local para participar da atividade e seria uma das próximas pessoas a saltar quando presenciou o acidente ocorrido no último sábado (13).

    Segundo ela, Maria Eduarda aguardava a vez de realizar o rope jump após assistir ao salto de um amigo.

    “Eu estava lá porque também iria saltar. Minha senha era a 42. Já tinham acontecido vários saltos antes e o amigo dela já havia pulado. Ela estava esperando ele voltar para gravar o próprio salto”, relatou.

    Corrida contra o tempo

    A enfermeira contou que, inicialmente, não percebeu detalhes sobre o equipamento de segurança da vítima devido à adrenalina do momento.

    “No momento eu não vi se ela estava presa à corda. Eu estava olhando apenas para ela, tentando observar a reação dela, porque eu iria pular daquela mesma forma”, disse.

    Após ouvir os gritos de alerta, ela correu até a borda da ponte e percebeu que Maria Eduarda já estava caída no solo.

    “Olhei para baixo e vi ela no chão. Ao mesmo tempo, vi o amigo dela completamente desesperado. Pedi que outras pessoas ficassem com ele e imediatamente solicitei autorização para descer porque sou enfermeira.”

    Com a ajuda de um funcionário da equipe e de outra profissional da saúde que também estava no local, ela conseguiu acessar a área onde a jovem havia caído.

    Tentativas de salvamento após salto de rope jump

    Segundo a enfermeira, os primeiros minutos foram marcados pela busca por materiais de emergência e pelo acionamento do socorro.

    “Pedi kit de primeiros socorros, cobertor, tudo o que pudesse ajudar. Também solicitei que alguém aguardasse na entrada para orientar a chegada do Samu, porque o acesso ao local é muito difícil.”

    Ela afirmou queencontrou a jovem com a respiração acelerada e as pupilas dos olhos dilatadas, além de uma pulsação fraca. No entanto, após alguns minutos de avaliação, a enfermeira percebeu que a vítima já não apresentava sinais vitais apesar.

    “Quando verificamos que ela estava sem pulso, iniciamos imediatamente as manobras de reanimação. A massagem cardíaca ficou basicamente entre mim e a outra profissional de saúde que estava ali.”

    A enfermeira destacou que permaneceu ao lado da vítima durante todo o atendimento até a chegada das autoridades.

    “Poderia ter sido eu”

    Abalada, a profissional afirmou que ainda tenta processar tudo o que viveu naquele dia.

    “Como profissional, vejo isso como uma fatalidade. Mas, como pessoa que estava ali para saltar, é desesperador pensar que poderia ter sido eu. Eu iria pular exatamente daquela maneira.”

    Ela revelou que não conseguiu dormir após o acidente.

    “Passei a noite inteira revivendo tudo o que aconteceu. A respiração dela, as conversas que tive com ela, os momentos em que fiquei ao lado dela. É algo muito perturbador.”

    “Com certeza poderia ter sido evitado”

    Para a enfermeira, a tragédia poderia ter sido evitada com a adoção rigorosa dos protocolos de segurança.

    “Com toda certeza poderia ter sido evitada. Existe checklist, existe checagem da corda. Eu realmente não consigo entender como isso aconteceu.”

    Ela ressaltou que, diante da experiência dos organizadores, a responsabilidade pela conferência dos equipamentos era deles.

    “Na adrenalina, eu mesma não iria lembrar de verificar a corda. Eu já tinha visto vários saltos acontecendo normalmente. Todos estavam seguros. Eles trabalham com isso. Eles deveriam ter visto.”

    Por fim, fez uma comparação com sua própria profissão.

    “Na enfermagem, eu trabalho com vidas. Tenho a obrigação de conferir tudo e garantir a segurança dos meus pacientes. O mínimo de cuidado possível precisa existir quando se está lidando com a vida de alguém.”

    Entenda o caso

    Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, morreu após participar de um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, no interior de São Paulo, no último sábado (13).

    Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a jovem é lançada da estrutura. Segundo informações apuradas pela Polícia Militar, a principal linha de investigação aponta para uma falha no procedimento de segurança.

    Testemunhas relataram que a corda responsável por proteger a participante não teria sido conectada corretamente antes do salto, o que pode ter provocado uma queda de aproximadamente 40 metros.

    Após o acidente, equipes de resgate foram acionadas, mas a jovem não resistiu aos ferimentos.

    Três homens responsáveis pela atividade tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça e foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de provocar a morte.



    Fonte e Foto: BacciNoticias

  • Torcida brasileira transforma ruas de Nova York em festa antes da estreia da Seleção

    Na véspera da estreia do Brasil em campo, centenas de torcedores se reuniram nas ruas de Nova York, levando bandeiras, músicas e muita animação para demonstrar apoio à equipe.

    Brasil – Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a empolgação de torcedores brasileiros reunidos em Nova York um dia antes da estreia da Seleção Brasileira.

    Vestidos com as cores verde e amarela, os fãs tomaram as ruas em clima de celebração, cantando músicas, exibindo bandeiras e compartilhando a expectativa pelo primeiro compromisso da equipe na competição.


    As imagens chamam a atenção pela grande concentração de brasileiros e pelo ambiente festivo, que atraiu a curiosidade de moradores e turistas que passavam pelo local.

    A manifestação espontânea reforça a paixão do torcedor brasileiro pelo futebol e a tradição de acompanhar a Seleção mesmo longe do país.


    O registro rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, acumulando comentários e compartilhamentos de internautas que destacaram a energia contagiante da torcida e a confiança em uma boa estreia do Brasil dentro de campo.

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZf9oYAhBbn/?igsh=MXAxNWl2NHFuam80cA==

    Por Débora Alcantara

  • Sucuri gigante morta por pescadores chama atenção e reacende debate sobre medo e preservação da espécie

    Registro da enorme serpente gera repercussão nas redes sociais e levanta discussões sobre os riscos enfrentados por ribeirinhos e a importância da conservação da fauna amazônica.

    Brasil – Um vídeo que circula nas redes sociais mostrando uma sucuri de grandes proporções morta por pescadores tem provocado forte repercussão entre internautas. As imagens impressionam pelo tamanho do animal e despertam diferentes opiniões sobre a relação entre o homem e a vida selvagem na região amazônica.

    Segundo relatos, muitos pescadores e moradores de áreas ribeirinhas convivem diariamente com o receio de encontrar serpentes de grande porte durante suas atividades nos rios e igarapés. O medo de ataques ou acidentes acaba influenciando a forma como algumas pessoas reagem diante desses animais.

    Especialistas, no entanto, reforçam que a sucuri desempenha um papel fundamental no equilíbrio ambiental e, na maioria das vezes, evita o contato com seres humanos, atacando apenas quando se sente ameaçada ou para se alimentar.

    O vídeo reacende o debate sobre a necessidade de conscientização e preservação da fauna brasileira, destacando a importância de buscar formas seguras de convivência entre as comunidades e os animais que habitam a floresta.

    Veja Vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DZf8adEBShN/?igsh=MTM4emZuNHdvMGhxMg==

    Por Débora Alcântara