Autor: Editor

  • Hospital João Lúcio pede ajuda para identificar idoso internado sem família em Manaus

    Paciente foi levado pelo SAMU após queda da própria altura.

    Manaus – Um idoso sem identificação está internado no Hospital e Pronto-Socorro (HPS) Dr. João Lúcio Pereira Machado, em Manaus, e o Serviço Social da unidade solicita apoio da população para localizar familiares ou responsáveis. A unidade é vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM).

    Segundo o hospital, o paciente deu entrada no dia 21 de dezembro, trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) após sofrer uma queda da própria altura. Desde então, ele permanece internado sem referência familiar, e não há registro de familiares acompanhando o caso.

    Diante da ausência de parentes ou responsáveis legais, o Serviço Social pediu a divulgação da imagem do idoso como forma de facilitar a identificação e possibilitar o reencontro com sua rede de apoio. A medida busca acelerar o contato com familiares e garantir que o paciente tenha acompanhamento e suporte durante o período de internação.

    A orientação é que qualquer pessoa que tenha informações que possam ajudar a identificar o paciente ou localizar familiares entre em contato diretamente com o Serviço Social do hospital. Os números disponibilizados para informações são (92) 3249-9062 e (92) 99378-8158.

    Também é possível procurar presencialmente o Serviço Social do HPS Dr. João Lúcio, que fica na avenida Cosme Ferreira, nº 3.937, no bairro Coroado, na zona leste de Manaus.

    Fonte: AM POST

  • Manifestantes pedem libertação de Maduro em ato em frente ao consulado dos EUA em São Paulo

    Os participantes defenderam a autonomia do país vizinho, a busca pela paz e o respeito e solidariedade ao governo e povo venezuelanos.

    Brasil – Sindicatos e movimentos sociais fizeram uma manifestação na tarde desta segunda-feira (5), na capital paulista, em que pediram a libertação de Nicolás Maduro. O ato ocorreu em frente ao Consulado dos Estados Unidos.

    Os participantes defenderam a autonomia do país vizinho, a busca pela paz e o respeito e solidariedade ao governo e povo venezuelanos.

    “A gente veio para esse ato hoje não só para demonstrar nossa solidariedade ao povo venezuelano, mas para conseguir colocar a posição dos estudantes da classe trabalhadora em relação aos ataques imperialistas, em especial dos Estados Unidos. O imperialismo, independente de qual país que seja, se coloca numa posição de dominação dos países, em especial os da periferia do capitalismo”, disse a estudante de Gestão de Políticas Públicas da USP Bianca Mondeja, integrante da direção da União Nacional dos Estudantes (UNE).

    A organização estudantil considera ser “inegociável” a “capacidade de autodeterminação” de um povo.

    Para a professora Luana Bife, filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT), a ação dos Estados Unidos contra a Venezuela é “uma ingerência que desestabiliza social e economicamente um país”. “Um dia depois da invasão na Venezuela, Trump já reafirma a possibilidade de avançar militarmente contra outros países. A nossa posição central é pela autodeterminação dos povos”, reafirma.

    O membro da Coordenação Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Gilmar Mauro, defendeu a soltura imediata do presidente Maduro. “Estamos aqui solidários ao povo venezuelano em defesa da soberania e exigindo a soltura imediata do presidente Maduro. Porque na verdade é o continente, são as democracias no mundo que estão ameaçadas. E nós, muito particularmente, em função daquilo que o próprio Trump, sem meias palavras, diferente inclusive de outros, disse diretamente”, destacou.

    Segundo Mauro, há cerca de 60 membros do MST na Venezuela hoje. De acordo com ele, a percepção dos integrantes do movimento é de um processo de retomada das mobilizações populares na Venezuela.

    “Para muitas pessoas que não vão estar conosco nas ruas gerou uma indignação e esse sentimento patriota, que efetivamente aflora nesse momento. Isso está acontecendo inclusive dentro da Venezuela, mesmo com os setores de direita venezuelana. E a gente está assistindo isso dentro dos Estados Unidos também”, afirmou.

    Ataque

    Os Estados Unidos (EUA) lançaram no sábado (3) “um ataque de grande escala contra a Venezuela”, que sequestrou Maduro e sua mulher. Horas depois, em uma coletiva de imprensa, o presidente Donald Trump anunciou que os EUA vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

    Nicolás Maduro, refutou, nesta segunda-feira (5), as acusações de envolvimento com narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas e uso de armamento pesado. Durante audiência de custódia, no Tribunal Federal do Distrito Sul de Manhattan, em Nova York, Maduro disse ser inocente, qualificando a si mesmo como um “prisioneiro de guerra” e um “homem decente”.

    ONU

    O Conselho de Segurança das Nações Unidas reuniu-se para discutir a ação militar dos Estados Unidos. Representantes da China e a Rússia condenaram fortemente o ataque militar e pediram a libertação imediata de Maduro e sua esposa, Cilia Flores.

    Os Estados Unidos negaram estar em guerra ou ocupar a Venezuela. O representante dos EUA na ONU, o embaixador Michael Waltz, disse que a ação em território venezuelano teve caráter jurídico e não militar.

    Durante a reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira (5), o embaixador brasileiro Sérgio França Danese disse que a paz na América do Sul está em risco.

    Presidente interina

    Delcy Rodríguez assumiu a presidência interina da Venezuela nesta segunda-feira (5). Ela é a primeira mulher na história do país a liderar o Executivo, já exigiu “a libertação imediata” de Nicolás Maduro, “o único presidente da Venezuela”, e condenou a operação militar dos Estados Unidos.

    Ela era a vice-presidente do país antes do sequestro de Maduro. O Supremo Tribunal venezuelano indicou Delcy Rodríguez como chefe de Estado por um mandato renovável de 90 dias. Tanto o Exército como a Assembleia Nacional reconheceram Delcy Rodríguez como presidente em substituição a Nicolás Maduro.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Homem é preso por violência doméstica e maus-tratos contra avó e sobrinho com deficiência

    Prisão foi realizada na segunda-feira (5), no município de Parintins pela Polícia Civil.

    Polícia – Policiais civis da Delegacia Especializada (DIP) de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), cumpriram na segunda-feira (5), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 39 anos, pelo crime de violência psicológica contra seu sobrinho, de 35 anos, que é uma Pessoa com Deficiência (PcD), e maus-tratos contra a pessoa idosa e violência psicológica contra a sua avó, de 90 anos.

    De acordo com a delegada Marna de Miranda, as práticas eram reincidentes e o autor é bastante agressivo, além de fazer uso de bebida alcoólica e entorpecentes, o que contribui para sua conduta violenta. Uma das vítimas já procurou a delegacia outras vezes para registrar Boletim de Ocorrência (BO) e informar as práticas.

    “Na sexta-feira (2), fomos procurados novamente pelo sobrinho do indivíduo, que relatou que o homem teria praticado violência psicológica contra ele e sua avó, além de tê-lo ofendido verbalmente com injúrias”, informou a delegada.

    Ainda conforme Miranda, com base na denúncia, foi feita a representação pela prisão preventiva do homem, legalmente deferida pelo Poder Judiciário.

    “No dia de hoje, ele voltou à residência da família, e em seguida, seu sobrinho veio até a delegacia para informar a equipe, que deu cumprimento à decisão judicial”, disse a delegada.

    O homem responderá pelos crimes de violência psicológica e maus-tratos contra a pessoa idosa, passará por audiência de custódia permanecerá à disposição da Justiça.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • EUA não descartam novas acusações contra autoridades da Venezuela

    Vice-chefe de gabinete da Casa Branca alertou que melhor decisão é cooperar totalmente com o governo americano.

    Mundo – Um alto funcionário dos Estados Unidos indicou que o governo Trump não descarta futuras acusações contra autoridades venezuelanas após a captura de Nicolás Maduro, mas alertou que essas autoridades deveriam cooperar.

    A acusação dos EUA contra Maduro e sua esposa, que foram capturados no sábado (3), também incluiu mais quatro pessoas. Entre elas, o filho de Maduro e o chefe da gangue Tren de Aragua, que permanecem na Venezuela.

    “Pode haver indivíduos fugitivos da justiça americana que poderiam fazer parte da conversa futura”, disse o vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, ao âncora Jake Tapper da CNN na segunda-feira (5).

    Miller sugeriu que novas acusações podem ser consideradas.

    “Para aqueles que podem ser acusados, a melhor decisão que podem tomar é fazer parte de um processo construtivo de tomada de decisão para o futuro da Venezuela”, disse ele.

    Ele acrescentou: “A melhor decisão que podem tomar é cooperar total e completamente com os Estados Unidos para fazer parte da construção de um futuro melhor para a Venezuela durante este período provisório”.

    Entenda as acusações contra Nicolás Maduro

    As acusações na denúncia revelada no sábado (3) são as mesmas quatro da denúncia anterior feita em Nova York, em 2020: narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína, posse de metralhadoras e conspiração.

    De toda forma, os réus listados em cada caso são ligeiramente diferentes — principalmente com a inclusão da esposa e do filho de Maduro.

    Na nova denúncia, o governo Trump afirmou que Maduro e seus aliados transformaram as instituições venezuelanas em um foco de corrupção alimentada pelo narcotráfico para benefício próprio.

    Essa corrupção “enriquece os bolsos de autoridades venezuelanas e suas famílias, ao mesmo tempo que beneficia narcoterroristas violentos que operam impunemente em solo venezuelano e que ajudam a produzir, proteger e transportar toneladas de cocaína para os Estados Unidos”, afirma o documento.

    O documento de 25 páginas detalha um suposto complô de Maduro, sua esposa Cilia Flores, seu filho Nicolás Maduro Guerra, dois funcionários do regime venezuelano e um líder do Tren de Aragua — uma gangue venezuelana que o governo Trump classificou como organização terrorista estrangeira.


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Inscrições para vagas em creches municipais de Manaus começam nesta terça-feira (6)

    De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), todo o cadastro será realizado exclusivamente pela internet.

    Educação – As inscrições para vagas em creches da rede municipal de ensino de Manaus para o ano letivo de 2026 começam nesta terça-feira (6) e seguem até o dia 13 de janeiro. O processo é voltado para crianças de 1 a 3 anos de idade, que irão compor as turmas de Maternal 1, Maternal 2 e Maternal 3.

    De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), todo o cadastro será realizado exclusivamente pela internet, por meio do site oficial do órgão. O edital com as regras de inscrição, seleção e matrícula já foi divulgado e tem como objetivo garantir organização, transparência e igualdade de acesso às vagas disponíveis.

    Atualmente, a rede municipal de Manaus conta com 29 creches distribuídas em todas as Divisões Distritais Zonais (DDZs), atendendo diferentes regiões da capital amazonense.

    A gerente de Matrículas da Semed, Darlene Liberato, alerta pais e responsáveis para a importância de preencher corretamente todas as informações solicitadas no sistema. Segundo ela, um dos erros mais frequentes é informar a data de nascimento do responsável no lugar da data de nascimento da criança, o que pode comprometer a validação da inscrição e resultar na perda da vaga.

    Após o período de inscrições, a lista com os nomes das crianças selecionadas e também daquelas que ficarão em cadastro-reserva será divulgada no próprio site da Semed. As crianças que integrarem o cadastro-reserva poderão ser convocadas ao longo do ano letivo de 2026, conforme surgirem novas vagas na rede.

    A Semed reforça que seguir corretamente as orientações do edital é essencial para assegurar um processo justo e eficiente, garantindo que as vagas sejam preenchidas de forma adequada e transparente.

    Fonte: AM POST

  • Volta do petróleo da Venezuela exige estabilidade e bilhões de dólares

    Donald Trump não esconde interesse na exploração do óleo por empresas dos EUA, mas caminho é árduo e custoso, afirmam especialistas.

    Economia – Um dos principais fatores por trás da pressão dos Estados Unidos sobre a Venezuela é o petróleo presente em solo do país sul-americano.

    O próprio presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a diplomacia americana já admitiram esse interesse em diversas declarações públicas.

    A Venezuela detém a maior reserva de petróleo do mundo, mas está parcialmente fora do mercado internacional há anos em razão das sanções impostas pelos Estados Unidos, sobretudo a partir de 2019, e do colapso operacional de sua indústria petrolífera.

    Na prática, as sanções restringem a capacidade do país de exportar petróleo livremente, acessar financiamento internacional, importar alguns equipamentos e atrair grandes empresas globais.

    Hoje, refinarias independentes na China absorvem a maior parte do petróleo venezuelano, muitas vezes por meio de intermediários, com descontos elevados e fora dos fluxos tradicionais do mercado global.

    Mesmo em um cenário de retirada das sanções americanas, a volta da Venezuela como um player relevante no mercado internacional não seria imediata.

    Trata-se de um processo de médio a longo prazo, que exigiria investimentos bilionários e uma reestruturação profunda da indústria.

    Um relatório da consultoria Wood Mackenzie aponta que o impacto combinado da má gestão interna e das sanções internacionais reduziu a produção venezuelana de mais de 3 milhões de barris por dia no início dos anos 2000 para cerca de 2 milhões de barris/dia em 2017 e aproximadamente 900 mil barris/dia em 2025.

    As relações entre Venezuela e Estados Unidos no setor de petróleo são marcadas por idas e vindas.

    Em 2022, após o petróleo Brent ultrapassar US$ 120 por barril, o governo Joe Biden concedeu à Chevron uma licença para produzir e exportar petróleo venezuelano.

    Em fevereiro, o presidente Donald Trump anunciou que a autorização seria revogada, mas a licença acabou sendo renovada em julho, com restrições. Neste ano, a Chevron respondeu por cerca de um quarto da produção total da Venezuela.

    Segundo a Wood Mackenzie, a indústria de exploração e produção do país precisa urgentemente de apoio operacional e financeiro. Caso as sanções sejam suspensas e esse suporte se torne viável, o impacto na produção poderia ser relevante já no curto prazo.

    “Melhorias operacionais e investimentos modestos na região de petróleo pesado da Faixa do Orinoco poderiam elevar a produção da Venezuela de volta aos níveis de meados da década de 2010, em torno de 2 milhões de barris por dia, em um a dois anos, dadas condições favoráveis”, afirma o relatório.

    Avançar além desse patamar, porém, exigiria investimentos muito mais expressivos.

    A Wood Mackenzie estima que as joint ventures da Faixa do Orinoco entre a estatal PDVSA e empresas internacionais precisariam de US$ 15 bilhões a US$ 20 bilhões em investimentos ao longo de dez anos para adicionar cerca de 500 mil barris por dia à produção.

    A consultoria Argus traça um cenário semelhante.

    Segundo a empresa, investimentos significativos de companhias internacionais no médio e longo prazo seriam necessários para que a produção venezuelana retornasse aos níveis anteriores às sanções dos EUA, de 1,2 milhão de barris por dia em 2018 ou mais.

    “Isso exigiria o fim das sanções e mudanças profundas no ambiente legal e empresarial da Venezuela — uma perspectiva duvidosa diante da provável instabilidade após a deposição de Maduro”, afirma Gustavo Vasquez, gerente de petróleo e GLP da Argus.

    O consenso entre os analistas é de que, no momento, petróleo venezuelano pode até começar a ganhar espaço no mercado global caso haja alívio das sanções, mas uma retomada robusta e sustentável dependerá de estabilidade política, segurança jurídica e investimentos de longo prazo, fatores que seguem cercados de incerteza.


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Homem que causou fraturas graves no rosto da ex-companheira é preso em Parintins

    Suspeito não aceitava o fim do relacionamento e agrediu a ex-mulher, segundo a Polícia Civil do Amazonas.

    Polícia – A Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), em ação conjunta com a Ronda Maria da Penha, da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) cumpriu um mandado de prisão preventiva de um homem, de 44 anos, por lesão corporal no âmbito da violência doméstica contra a ex-companheira, de 43 anos.

    Conforme a delegada Marna de Miranda, a equipe da unidade especializada tomou conhecimento do caso por meio da assistência social do hospital onde a vítima estava internada, em decorrência das agressões praticadas pelo autor.

    “Diante disso, a equipe policial se deslocou ao local a fim de colher o depoimento da vítima. A mulher relatou que conviveu com o indivíduo por mais de 20 anos e ele não se conformava com o término do relacionamento. No dia do fato, o agressor desferiu socos no rosto da vítima, que, inclusive, resultaram em fraturas graves”, narrou a delegada.

    Segundo a delegada, a mulher deu entrada no hospital no dia 28 de dezembro de 2025 e, após receber alta do hospital, passou a ser assistida pela Ronda Maria da Penha. No entanto, o homem continuou perturbando-a, inconformado com o fim do relacionamento.

    “A Ronda Maria da Penha foi acionada e conduziu o homem até a DEP de Parintins. Solicitamos à Justiça o mandado de prisão preventiva do infrator, que foi prontamente expedido e cumprido no sábado, na sede da delegacia”, contou a delegada.

    A delegada também destacou a importância das forças de segurança e órgãos da rede de proteção no combate aos crimes de violência contra a mulher.

    O autor responderá por lesão corporal no âmbito da violência doméstica. Ele segue à disposição do Poder Judiciário.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Anvisa libera estudo com medicamento para lesões na medula espinhal

    Segundo ministro, pesquisa será marco para pacientes e familiares.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início do estudo clínico para avaliar a segurança do uso do medicamento polilaminina no tratamento do trauma raquimedular agudo, que é uma lesão da medula espinhal ou coluna vertebral.

    No anúncio feito, na segunda (5), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (à esquerda, na foto), destacou que a pesquisa será um marco importante para quem sofreu uma lesão medular e também para as suas famílias.

    “Cada avanço científico é sempre uma nova esperança renovada”, disse Padilha.

    Pesquisa em universidade pública

    O ministro considera que o produto é uma inovação radical e com tecnologia 100% nacional. Os estudos com polilaminina são desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com a liderança da professora Tatiana Sampaio, em parceria com o laboratório Cristália.

    Segundo Padilha, a pesquisa já apresentou resultados promissores na recuperação de movimentos. Nesta primeira fase, o estudo da polilaminina será realizado em cinco pacientes voluntários com lesões agudas da medula espinhal torácica entre as vértebras T2 e T10.

    Essas pessoas incluídas no estudo devem ter indicação cirúrgica ocorrida a menos de 72 horas da lesão. Os locais de realização ainda serão definidos pela empresa responsável.  Ao longo da estruturação do projeto, o Ministério da Saúde investiu os recursos para a pesquisa básica.

    Prioridade

    Segundo o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, a aprovação do início do estudo clínico da polilaminina foi priorizada pelo comitê de inovação da agência com o objetivo de acelerar pesquisas e registros de amplo interesse público.

    “Uma pesquisa 100% nacional, que fortalece a ciência e saúde do nosso país”, afirmou Leandro Safatle.

    A pesquisa com a proteína polilaminina, presente em diversos animais, inclusive nos seres humanos, visa avaliar a segurança da aplicação do medicamento e identificar possíveis riscos para a continuidade do desenvolvimento clínico.

    A empresa patrocinadora será responsável por coletar, monitorar e avaliar sistematicamente todos os eventos adversos, inclusive os não graves, garantindo a segurança dos participantes.


    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Carlos Bolsonaro diz que PF onde o pai está tem ‘condições mínimas de dignidade’

    Ex-vereador também reclamou das restrições da visita ao ex-mandatário; segundo ele a Polícia Federal informou que as visitas ocorrem apenas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, conforme decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

    Política – O ex-vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL-SC), manifestou, por meio das redes sociais, sua indignação por não poder visitar o pai, Jair Bolsonaro, mais de duas vezes na semana, e criticou as condições da Polícia Federal (PF) onde o ex-mandatário cumpre pena. “O que ocorreu, na prática, foi apenas o fim da exigência de que a família tivesse de protocolar pedidos sucessivos e aguardar – muitas vezes, em vão – a ‘boa vontade’ do ministro”, afirmou Carlos em publicação no X, após ser impedido de visitar o pai na prisão.

    Segundo Carlos Bolsonaro, a Polícia Federal informou que as visitas ocorrem apenas às terças e quintas-feiras, das 9h às 11h, conforme decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. “Hoje, 05 de janeiro de 2026, mesmo diante de um momento extremamente delicado de saúde, o Presidente Jair Bolsonaro continua impedido de receber qualquer membro da família”, escreveu.

    Ele também criticou s condições da Polícia Federal (PF) onde o ex-mandatário cumpre pena. “As Superintendências da PF (incluindo Brasília) são destinadas principalmente a presos provisórios e em trânsito, não a condenados definitivos de longo prazo”, escreveu. “Essa chamada sala de Estado-Maior tem um nome bonito e sugere tratamento especial, mas as condições mínimas de dignidade não estão sendo garantidas a uma pessoa de 70 anos de idade, com problemas de saúde relevantes, um ex-Presidente da República”, acrescentou, enfatizando que Bolsonaro, que está com a saúde debilitada, “não está sendo preservado pelo Estado”.

    Bolsonaro voltou à custódia da Polícia Federal em 1.º de janeiro, depois de passar uma semana internado para a realização de procedimentos médicos. Ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão, imposta por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Maduro deve comparecer nesta segunda a audiência em tribunal dos EUA

    Esta será a primeira oportunidade para Maduro se manifestar formalmente sobre as acusações apresentadas contra ele.

    Mundo – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deve comparecer na segunda-feira (05) a uma audiência no tribunal federal de Manhattan, em Nova York. A sessão será realizada dois dias após a prisão do líder venezuelano, capturado no sábado (03) durante uma operação militar conduzida pelas Forças Armadas dos Estados Unidos em território venezuelano.

    Após a ação, Maduro foi transferido para solo americano, onde permanece sob custódia das autoridades federais. A audiência marca o primeiro comparecimento do presidente venezuelano perante a Justiça dos Estados Unidos desde a prisão.



    Acusações antigas

    Esta será a primeira oportunidade para Maduro se manifestar formalmente sobre as acusações apresentadas contra ele. O presidente da Venezuela foi indiciado originalmente em 2020 pelo Ministério Público dos Estados Unidos, no âmbito de investigações relacionadas a crimes federais.

    O processo tramita na Justiça americana e é conduzido por autoridades federais em Nova York.



    Fonte e Foto: BacciNoticias