Doença infecciosa ainda preocupa autoridades de saúde e exige atenção aos sintomas, formas de transmissão e início rápido do tratamento
Saúde – Com o aumento das doenças respiratórias neste período de maior circulação de vírus e mudanças climáticas, autoridades de saúde reforçam o alerta para os cuidados contra a tuberculose, doença infecciosa que ainda registra casos em todo o Amazonas.
A tuberculose é causada por uma bactéria que atinge principalmente os pulmões, mas também pode afetar outras partes do corpo. A transmissão acontece pelo ar, por meio da tosse, espirro ou fala de pessoas contaminadas e sem tratamento.
Os principais sintomas são tosse persistente por mais de três semanas, febre no fim da tarde, suor noturno, cansaço excessivo, perda de peso e falta de apetite. Em alguns casos, pode haver presença de sangue no catarro.
Segundo especialistas, ao apresentar sintomas, a orientação é procurar imediatamente uma unidade básica de saúde para avaliação médica e realização de exames gratuitos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Em Manaus, os exames podem ser feitos em Unidades Básicas de Saúde (UBSs), policlínicas e unidades de referência da rede pública. O diagnóstico é realizado por meio de exames de escarro, testes rápidos e avaliação clínica.
O tratamento da tuberculose também é gratuito e disponibilizado pelo SUS. Ele é feito com uso contínuo de medicamentos por, no mínimo, seis meses. A interrupção do tratamento antes do prazo pode agravar a doença e aumentar o risco de transmissão.
A prevenção inclui manter ambientes
ventilados, evitar aglomerações em locais fechados, cobrir a boca ao tossir ou espirrar, utilizar máscara em caso de sintomas respiratórios e buscar atendimento médico logo nos primeiros sinais da doença.
As autoridades de saúde também reforçam a importância de combater o preconceito relacionado à tuberculose, destacando que a doença tem cura quando diagnosticada e tratada corretamente.
A população pode procurar a UBS mais próxima para informações, testes e acompanhamento médico.
Por jornalista Débora Alcântara
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