Categoria: Manaus

  • Mais de 22 mil carteiras de identidade estão ‘esquecidas’ nos PACs em Manaus; veja como retirar

    De acordo com o Instituto de Identificação Aderson Conceição de Melo, já foram emitidas mais de 1,064 milhão de carteiras. Desse total, 22.874 continuam nos postos, algumas desde 2023.

    Manaus – Mais de 22 mil Carteiras de Identidade Nacional (CIN) estão prontas, mas ainda não foram retiradas por moradores de Manaus. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), os documentos estão disponíveis nos postos de Pronto Atendimento ao Cidadão (PACs) e aguardam pelos titulares.

    De acordo com o Instituto de Identificação Aderson Conceição de Melo (IIACM), já foram emitidas mais de 1,064 milhão de carteiras. Desse total, 22.874 continuam nos postos, algumas desde 2023.

    Segundo o diretor do IIACM, perito Mahatma Porto, apesar da grande procura pelo documento, muitas pessoas não voltam para fazer a retirada

    Ainda de acordo com o órgão, quem solicitou a CIN em mutirões deve retirar o documento no PAC mais próximo. Os postos com maior número de carteiras disponíveis são os PACs Via Norte, Shopping Leste e Alvorada.

    Como retirar

    A SSP-AM orienta que o cidadão acompanhe o andamento do pedido no mesmo site onde fez o agendamento, na opção “acompanhar atendimento”.

    Quando o documento estiver pronto, é necessário ir ao PAC escolhido no momento da solicitação para fazer a retirada.

    Fonte: G1

  • Corregedoria do Tribunal de Justiça do Amazonas analisa omissão de juiz do Careiro após demora em decisão, diz presidente

    Caso ganhou repercussão depois que um homem acusado de estuprar uma adolescente de 15 anos foi preso apenas três meses após o pedido chegar ao magistrado.

    Manaus – O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) abriu uma investigação contra o juiz da comarca do Careiro, Geildson de Souza Lima, após a demora na análise de um pedido de prisão preventiva. O caso ganhou repercussão depois que um homem acusado de estuprar uma adolescente de 15 anos foi preso apenas três meses após o pedido chegar ao magistrado.

    A informação foi confirmada à Rede Amazônica nesta segunda-feira (13) durante a posse de novos juízes da Corte, que enfrenta um cenário de acúmulo de processos: atualmente, quase 1 milhão de ações aguardam decisão no estado.

    Segundo o presidente do TJAM, desembargador Jomar Fernandes, assim que a denúncia da omissão foi recebida pelo tribunal, a corregedoria da casa começou a atuar.

    A falta de estrutura no interior foi evidenciada em reportagem exibida no Jornal do Amazonas 2ª edição, na última semana, que mostrou o caso de uma família que aguardou três meses pela prisão de um suspeito de estupro no Careiro.

    O pedido de prisão preventiva havia sido feito pela polícia em dezembro de 2025, mas o suspeito só foi detido após o caso ganhar visibilidade. A demora motivou a abertura de investigação contra o juiz responsável pela comarca.

    Espera por justiça

    Há mais de três anos, o professor universitário americano Fernando Patterson aguarda uma resposta da Justiça amazonense. Ele afirma ter sofrido prejuízo superior a R$ 1 milhão durante o período em que esteve em Manaus.

    Segundo o relato, ele foi vítima de chantagem, extorsão, fraude, violência física e cárcere privado, além de ter tido documentos retidos no Brasil. Após os episódios, Patterson entrou com processos contra o ex-marido e familiares, mas afirma que, até o momento, não houve desfecho.

    “Eu acho muito triste na verdade. Pensava que a Justiça do Brasil era mais eficiente, mas pelo o que eu estou vendo, só posso falar do meu caso, é frustrante”, disse.

    Acúmulo de processos

    Fernando não é o único nessa situação. Dados do Conselho Nacional de Justiça apontam que o Amazonas tem 939.177 processos aguardando decisão judicial. Em cada dez desses processos, dois são do juizado especial, o antigo juizado de pequenas causas, que foi criado para ser mais simples, acessível e rápido para as pessoas.

    Ainda segundo o CNJ, mais de 50 mil processos estão há mais de quatro meses à espera de sentença. Pela legislação, juízes têm prazo de até 30 dias para proferir decisões desse tipo, mas, na prática, advogados relatam que a espera pode se estender por meses ou até anos.

    “Posso citar o exemplo de um cliente meu que nós demos entrada no processo em 2012 e que está há 13 anos sem um andamento adequado. Nesse meio tempo é claro que houve atos da nossa parte com relação ao andamento desse processo, mas infelizmente isso acaba não ocorrendo”, diz o advogado Izaque Duarte.

    O acúmulo de processos e o descumprimento de prazos já levaram o CNJ a afastar uma juíza do Amazonas no ano passado. Apesar disso, o TJAM recebeu o selo diamante no Prêmio CNJ de Qualidade por três anos consecutivos, reconhecimento que leva em conta critérios como produtividade, governança e transparência.

    Mesmo assim, desde 2022 o tribunal não fecha um ano sequer com menos de 900 mil processos esperando sentenças:

    • 2022: 907.520
    • 2023: 947.997
    • 2024: 972.176
    • 2025: 908.167

    O presidente do TJAM questionou os números disponíveis no site do CNJ. “A tramitação do poder judiciário é sempre posterior a uma conclusão. Se nós formos considerar isso, cada conclusão é um processo a espera de uma decisão. Se nós tivéssemos 1 milhão de processos a espera de uma decisão, nós não teríamos ganho por três vezes o selo diamante”, afirmou.

    Para tentar reduzir a fila, 23 novos juízes tomaram posse nesta segunda-feira (13). Três deles são amazonenses. Inicialmente, os magistrados devem atuar de forma remota em comarcas do interior, com previsão de mudança definitiva nos próximos meses.

    Enquanto o número de processos não diminui, quem depende da Justiça segue enfrentando longas esperas. Mesmo à distância, nos Estados Unidos, o professor Fernando Patterson afirma que continuará acompanhando o andamento das ações. Ele diz que não pretende desistir até que haja uma resposta definitiva da Justiça do Amazonas.

    Enquanto o número de processos não diminui, quem depende da Justiça segue enfrentando longas esperas. Mesmo à distância, nos Estados Unidos, o professor Fernando Patterson afirma que continuará acompanhando o andamento das ações. Ele diz que não pretende desistir até que haja uma resposta definitiva da Justiça do Amazonas.

    Fonte: G1

  • Naufrágio de lancha no Amazonas completa dois meses e buscas por desaparecidos continuam

    Tragédia ocorreu em 13 de fevereiro deste ano. Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), os trabalho

    Manaus – O naufrágio da lancha Lima de Abreu XV completou dois meses nesta segunda-feira (13) e as buscas pelos cinco desaparecidos continuam por tempo indeterminado, segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM).

    Desde o dia 20 de março, os trabalhos passaram a ocorrer de forma intermitente, sendo realizados duas vezes por semana. Mesmo com a mudança, as equipes seguem utilizando drones, embarcações e equipamentos de sonar, que permitem a leitura do leito do rio, na tentativa de localizar as vítimas.

    Durante o período de atuação contínua, ocorrido entre 13 de fevereiro e 19 de março, familiares dos desaparecidos acompanharam de perto o trabalho dos militares.

    Segundo os bombeiros, os familiares foram informados sobre a nova dinâmica das buscas e continuam recebendo orientações do comando da operação.

    O naufrágio

    A lancha, da empresa Lima de Abreu Navegações, saiu de Manaus por volta das 12h30. Durante a viagem, a embarcação naufragou nas proximidades do Encontro das Águas, região onde os rios Negro e Solimões se encontram.

    Vídeos gravados por passageiros mostram pessoas, incluindo crianças, à deriva na água, muitas usando coletes salva-vidas ou apoiadas em botes enquanto aguardavam socorro. As causas do acidente não foram divulgadas oficialmente e seguem sob investigação.

    Logo após o acidente, parte dos passageiros foi socorrida por embarcações que navegavam pela região. Em seguida, uma operação de resgate foi montada.

    Um dos episódios que mais chamou atenção durante o resgate foi o salvamento de um bebê prematuro de apenas cinco dias de vida colocado dentro de um cooler. Para evitar que o recém-nascido tivesse contato direto com a água, familiares colocaram a criança dentro do recipiente, que ficou à deriva até ser encontrado por equipes de resgate.

    A mãe do bebê, que havia viajado a Manaus para dar à luz, também foi salva. Ambos foram levados para atendimento médico.

    Testemunhas também relataram momentos de tensão antes do naufrágio. Uma passageira afirmou que chegou a alertar o piloto da lancha para reduzir a velocidade por causa do banzeiro, ondas fortes comuns na região do Encontro das Águas. Em um vídeo gravado enquanto estava à deriva, ela relatou que havia pedido para o condutor “ir devagar”

    Quem são as vítimas

    Entre as vítimas estão Samila de Souza, de 3 anos, Lara Bianca, de 22 anos e Fernando Grandêz, de 39 anos.

    Os corpos Samila e Lara foram encontrados horas após o naufrágio. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, Samila chegou a ser levada ao Pronto-Socorro da Criança da Zona Leste, mas já estava sem vida quando deu entrada na unidade. Ao g1, familiares de Samila informaram que ela havia viajado para Manaus pela primeira vez e retornava para Urucurituba, cidade onde a lancha faria uma parada.

    Lara Bianca era natural de Nova Olinda do Norte e estudava odontologia em Manaus. Segundo amigos, ela estava prestes a terminar a graduação. O corpo dela foi resgatado e levado ao pelotão fluvial do Corpo de Bombeiros, no Porto de Manaus, e depois encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

    Já o cantor gospel Fernando Grandêz, de 39 anos, teve o corpo encontrado três dias após o naufrágio durante os trabalhos de busca na região. Ligado à música gospel, Fernando era cantor e costumava participar de eventos religiosos realizados na capital amazonense. As apresentações eram compartilhadas nas redes sociais, quase sempre acompanhadas de legendas onde expressava a fé

    Piloto é preso

    O piloto da lancha, Pedro José da Silva Gama se entregou à polícia no início da noite do dia 16 de março. Ele estava foragido há pouco mais de um mês após a tragédia.

    O piloto se apresentou na sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), onde deve ficar detido.

    Pedro chegou a ser detido no dia do acidente e levado inicialmente ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Após a confirmação das mortes, foi encaminhado à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) e liberado após pagar fiança.

    No dia seguinte, em 14 de fevereiro, a juíza Eliane Gurgel do Amaral Pinto determinou a prisão preventiva de Pedro. A decisão teve como objetivo garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal.

    Fonte: G1

  • Roda-gigante da Ponta Negra encerra atividades em Manaus

    Anúncio foi feito nesta segunda-feira (13), nas redes sociais da empresa Wheel Manaus e do empresário Jean Praia, que classificaram o momento como o fim de “um dos capítulos mais gratificantes”.

    Manaus – A roda-gigante instalada no complexo turístico da Ponta Negra, na Zona Oeste de Manaus, encerrou oficialmente as atividades nesta segunda-feira (13). O anúncio foi feito nas redes sociais da empresa “Wheel Manaus”, responsável pelo empreendimento, e reforçado nas redes sociais pessoais do proprietário da empresa, que classificou o momento como o fim de “um dos capítulos mais gratificantes” da trajetória do projeto.

    A estrutura, que se tornou uma das atrações recentes do cartão-postal da cidade, já está sendo desmontada. Em publicação, o empresário Jean Praia, dono da Wheel Manaus, afirmou que o funcionamento chegou ao fim após meses de operação.

    Ele também destacou o esforço envolvido na implantação e operação da roda-gigante. “Foram meses de trabalho intenso, desde o primeiro parafuso até cada sorriso que vi lá”, disse.

    Segundo o empresário, o projeto enfrentou desafios ao longo do período. “Enfrentamos críticas, superamos dificuldades. Por vezes, tivemos que lidar com notícias falsas e ruídos de quem não conhece o suor que corre por trás das luzes”, afirmou.

    Jean acrescentou ainda que as críticas contribuíram para melhorias no serviço. “Cada fake news foi combatida com transparência; cada crítica construtiva nos fez melhorar”, escreveu.

    Na publicação institucional do empreendimento, os responsáveis também reforçaram o sentimento de dever cumprido.

    A equipe ainda agradeceu aos parceiros e ao poder público. “Nosso agradecimento à Implurb, Prefeitura de Manaus e a todos que fizeram parte dessa história”, informaram.

    Os responsáveis destacaram que o empreendimento integra uma trajetória de mais de 40 anos no ramo de parques de diversão na capital amazonense.

    O g1 solicitou um posicionamento da Prefeitura de Manaus sobre o encerramento das atividades da roda gigante na Ponta Negra, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

    Polêmicas

    O atrativo turístico também acumulou polêmicas ao longo dos cerca de cinco meses em que ficou em operação. Pouco mais de 48 horas após a inauguração, a roda-gigante travou. O equipamento estava lotado no momento da paralisação, e pessoas que estavam nas cabines divulgaram vídeos relatando desespero.

    Pessoas que estavam no brinquedo relataram momentos de pânico. “Eu já chorei, eu ainda não queria vir. Estou presa aqui em cima”, disse uma das clientes.

    O então prefeito de Manaus, David Almeida, fez uma transmissão ao vivo nas redes sociais e afirmou que a equipe do ex-vereador Amauri Gomes esteve no local para cortar os fios de energia.

    Amauri reagiu afirmando que foi acusado injustamente. Ele disse que esteve na Ponta Negra apenas para denunciar uma suposta ligação clandestina de energia e que nem ele nem sua equipe manusearam o equipamento no momento da paralisação.

    A equipe do ex-vereador afirma que, no momento da pane, todos estavam lanchando em um quiosque da orla, reforçando que não participaram do desligamento.

    A Polícia Civil investiga o caso.

    Fonte: G1

  • Colisão entre moto e ônibus termina com mulher morta e homem ferido em Manaus

    Acidente no Parque das Laranjeiras deixou vítima presa sob coletivo; caso ocorreu na zona centro-sul de Manaus.

    Manaus – Um grave acidente de trânsito registrado na noite deste domingo (12) resultou na morte de uma mulher de 37 anos e deixou um homem ferido em Manaus. A colisão envolveu uma motocicleta e um ônibus do transporte público no cruzamento das ruas Rio Branco com Visconde de Sinimbú, no conjunto Parque das Laranjeiras, na zona centro-sul da capital.

    De acordo com informações de testemunhas, o impacto foi violento. A motocicleta foi arrastada e ficou presa sob o para-choque do ônibus. A mulher, que estava na moto, foi parar debaixo do veículo e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local.

    Veja ao vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DXEiuVRgfyy/?igsh=MWVzMGlwOWplOGZ3bA==

    O homem que também ocupava a motocicleta ficou ferido e recebeu atendimento de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. Ele foi socorrido enquanto apresentava fortes dores, mas o estado de saúde atualizado não foi divulgado.

    Equipes do Departamento de Polícia Técnico-Científica realizaram a perícia no local para apurar as circunstâncias do acidente. O corpo da vítima foi removido pelo Instituto Médico Legal.

    As causas da colisão ainda serão investigadas pelas autoridades competentes.



    – Por jornalista Lília Marques

  • Em três dias, 53 animais silvestres são resgatados de cativeiros ilegais na zona leste de Manaus

    Resgates foram feitos nos bairros Jorge Teixeira, Grande Vitória, Zumbi dos Palmares, São José Operário, Novo Aleixo e Monte das Oliveiras.

    Manaus – Em três dias de operação, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) resgatou 53 animais silvestres mantidos ilegalmente em casas na zona leste de Manaus. A ação ocorreu entre terça (7) e quinta-feira (9), após denúncias de moradores, e terminou com R$ 256 mil em multas.

    Os resgates foram feitos nos bairros Jorge Teixeira, Grande Vitória, Zumbi dos Palmares, São José Operário, Novo Aleixo e Monte das Oliveiras. Segundo o órgão, todos os casos apresentaram irregularidades, incluindo indícios de maus-tratos.

    Entre os animais encontrados estão uma paca, 17 jabutis, 16 tartarugas-da-amazônia, sete tracajás, 10 iaçás, um papagaio-da-várzea e uma curica.

    De acordo com o diretor-presidente do Ipaam, Gustavo Picanço, retirar animais da natureza prejudica o equilíbrio ambiental. Ele afirmou que a fiscalização será mantida para combater esse tipo de prática.

    A operação foi realizada após 19 denúncias e contou com equipes de fiscalização e especialistas em fauna. Participaram também o Batalhão de Policiamento Ambiental da Polícia Militar e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    Os animais foram levados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), onde passam por avaliação antes de possível retorno à natureza.

    Multas e crime ambiental

    Segundo o Ipaam, a multa pode chegar a R$ 5 mil por animal mantido de forma irregular. Em um dos casos, uma pessoa mantinha 27 quelônios em cativeiro.

    Além das multas, os responsáveis podem responder por crime ambiental. Os autos de infração são enviados ao Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) para investigação.

    Entrega voluntária e denúncias

    Quem possui animal silvestre de forma irregular pode fazer a entrega voluntária no Cetas do Ibama sem multa.

    Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo site do Ipaam ou por WhatsApp. O órgão orienta ainda que a população não capture animais por conta própria e acione os canais oficiais para resgate.

    A operação deve continuar ao longo do ano, com foco na proteção da fauna amazônica.

    Fonte: G1

  • Cesta básica fica mais barata em Manaus e registra queda de quase 5% em abril

    Levantamento do Procon Manaus aponta redução nos preços e diferença de mais de R$ 80 entre supermercados.

    Manaus – O custo da cesta básica em Manaus apresentou alívio no bolso do consumidor em abril. Pesquisa divulgada pelo Procon Manaus revelou uma queda de 4,70% no valor médio, que passou de R$ 285,91 em março para R$ 272,47 neste mês.

    O levantamento foi realizado no dia 6 de abril em dez supermercados distribuídos pela capital amazonense e analisou 39 itens essenciais, com base em critérios do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos.

    Diferença de preços chama atenção

    Um dos principais destaques da pesquisa foi a variação significativa entre os estabelecimentos. O menor valor encontrado foi de R$ 233,79, enquanto o maior chegou a R$ 315,86, gerando uma diferença de R$ 82,07 para o mesmo conjunto de produtos.

    O resultado reforça a importância da pesquisa de preços antes das compras, especialmente em um cenário de variações expressivas entre supermercados.

    Produtos com queda e alta

    Entre os itens que contribuíram para a redução da cesta básica, destacam-se:

    Mamão: queda de 23,27%

    Macaxeira: redução de 15,05%

    Por outro lado, alguns produtos apresentaram alta:

    Cebola: aumento de 14,56%

    Sal refinado: alta de 9,22%

    As variações refletem fatores como oferta, sazonalidade e custos logísticos.

    Ferramenta para o consumidor

    Segundo a presidente do Procon Manaus, Onilda Abreu, a pesquisa tem como objetivo ampliar a transparência e ajudar o consumidor a tomar decisões mais conscientes.

    O órgão reforça que os preços podem variar ao longo do mês, devido a promoções e disponibilidade dos produtos, e orienta que os consumidores comparem valores antes de comprar.

    Mesmo com a queda registrada em abril, o custo da cesta básica ainda exige planejamento, especialmente para famílias de menor renda, que sentem mais diretamente o impacto das oscilações nos preços dos alimentos.

  • Artefato explosivo é encontrado em casa de idoso e detonado por equipe especializada em Manaus

    Objeto foi deixado na rua por morador de 88 anos no bairro Parque 10; esquadrão antibombas foi acionado em Manaus.

    Manaus – Um artefato explosivo foi detonado na tarde desta sexta-feira (10) após ser encontrado dentro da residência de um idoso, no bairro Parque 10, na zona centro-sul de Manaus.

    De acordo com informações preliminares, o morador, de 88 anos, encontrou o objeto suspeito dentro de casa e, sem saber do que se tratava, colocou o material em uma sacola e o deixou no meio da rua.

    Veja ao vídeo:

    https://www.instagram.com/reel/DW_VDLigVYL/?igsh=N2c5cnV3aGpnenFr

    Ao perceber o risco, ele acionou equipes da Polícia Militar do Amazonas e do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas, que isolaram a área e solicitaram o apoio do esquadrão antibombas.

    Especialistas do Grupo Marte foram enviados ao local e confirmaram que o objeto se tratava de um artefato explosivo. Por medida de segurança, foi realizada a detonação controlada ainda na via pública.

    Apesar da gravidade da ocorrência e do susto causado aos moradores da região, não houve registro de feridos.

    As circunstâncias de como o material foi parar na residência do idoso ainda são desconhecidas e devem ser investigadas pelas autoridades competentes.

    Por jornalista Lília Marques

  • Bares de Manaus entram na disputa do ‘Comida di Buteco 2026’; veja lista

    Competição começa nesta sexta-feira (10) e segue até 3 de maio. Durante o período, o público pode visitar os estabelecimentos, provar os petiscos e votar para ajudar a eleger o melhor buteco da cidade.

    Manaus – O concurso Comida di Buteco 2026 começa nesta sexta-feira (10) e segue até 3 de maio, com 17 bares participantes em Manaus. Durante o período, o público pode visitar os estabelecimentos, provar os petiscos criados especialmente para a disputa e votar para ajudar a eleger o melhor buteco da cidade.

    Diferente de um festival, o Comida di Buteco é uma competição. Os bares são avaliados por clientes e jurados, que dão notas de 1 a 10 em quatro critérios: petisco, higiene, atendimento e temperatura da bebida. O peso das notas é dividido igualmente, com 50% para o público e 50% para o júri.

    Além disso, os bares com pior desempenho, sendo os 20% últimos colocados, deixam de participar da edição seguinte. A proposta segue um modelo de competição, semelhante ao de campeonatos esportivos.

    Neste ano, mais de 1.100 bares de todo o país participam do concurso. O concurso acontece sempre em abril, conhecido como o “mês dos butecos”, e convida o público a explorar a culinária local enquanto ajuda a eleger os destaques da cidade e do país.

    Em maio, serão conhecidos os vencedores de cada cidade. Já em junho, jurados visitam os campeões locais para escolher o melhor do Brasil. O resultado final será divulgado em julho, em uma premiação em São Paulo.

    Como funciona a votação

    Para participar, basta ir a um dos bares concorrentes, pedir o petisco da competição e preencher a cédula de votação. Os votos são recolhidos e auditados por um instituto de pesquisa independente.

    Cada bar cria um prato exclusivo para a disputa, pensado especialmente para conquistar o público e os jurados.

    Bares participantes em Manaus

    Confira os 17 butecos que disputam o título na capital amazonense:

    • Alice’s Happy Rock – Rua Abel Botelho, 277, Flores;
    • Aretê Delícias Regionais – Rua Síria, 521, Cidade Nova;
    • Bambu Bar – Rua Carlos Lecor, 1015, Parque 10 de Novembro;
    • Bar Calçada Alta – Rua Costa Azevedo, 96, Centro;
    • Bar Rigudos – Rua Abdon Made, 6;
    • Biatüwi – Rua Bernardo Ramos, 97, Centro;
    • Confraria do Aranha – Avenida Visconde de Porto Alegre, 385, Centro;
    • Dom Chiquito Bar e Petiscaria – Rua Professor Ernani Simão, 1242, Cachoeirinha;
    • Espetto Grill & Burguers – Avenida Penetração, 21, Nova Cidade;
    • Farrapo Cozinha – Rua Costa Azevedo, 147, Centro;
    • Flutuante Bar e Restaurante Solar de Tupã – acesso pela Marina do Davi;
    • Goiaba Bar – Rua René de Nápolis, 488, Adrianópolis;
    • Gringo’s Bar – Avenida Eduardo Ribeiro, 926, Centro;
    • O Irlandês – Rua Barão de Jaceguai, 695, Flores;
    • O Porreta Amazônico – Rua do Comércio, 115, Parque 10 de Novembro;
    • Point do Acarajé – Rua do Comércio, 115, Parque 10 de Novembro
    • Varanda’s Rio Negro – Avenida Padre Agostinho Caballero Martin, 955, São Raimundo.

    Fonte: G1 Amazonas

  • Mortes no trânsito de Manaus crescem 34% entre janeiro e abril de 2026

    Dados do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana revelam que crescimento está relacionado, principalmente, ao aumento de colisões, atropelamentos e acidentes com motociclistas na capital.

    Manaus – O número de mortes no trânsito de Manaus aumentou 34% entre 1º de janeiro e 6 de abril de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025, segundo dados do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (Immu). Ao todo, foram registrados 67 óbitos neste ano, contra 50 no ano passado.

    O crescimento está relacionado, principalmente, ao aumento de colisões, atropelamentos e acidentes com motociclistas na capital.

    Segundo os dados, as colisões lideram o ranking de ocorrências com mortes, somando 24 casos em 2026, seguido por atropelamentos (18), choques (13) e quedas (10). Todas essas categorias tiveram aumento em relação ao ano anterio

    O maior crescimento proporcional foi registrado nas quedas, com alta de 150%. Já os casos de choque aumentaram 44,4%, seguidos por colisões (26,3%) e atropelamentos (5,8%).

    Motociclistas são maioria entre as vítimas

    O perfil das vítimas mostra que os motociclistas continuam sendo os mais afetados. Entre janeiro e abril deste ano, 34 motociclistas morreram no trânsito, um aumento de 36% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registrados 25 casos.

    Os pedestres aparecem na sequência, com 18 mortes — mesmo número do ano passado. Já os passageiros somaram 8 óbitos, enquanto motoristas e ciclistas registraram 2 casos cada.

    Locais em que acidentes acontecem

    As mortes no trânsito foram registradas em 43 ruas e avenidas de Manaus. As avenidas Brasil, na Zona Oeste, e Margarita, na Zona Norte, concentraram o maior número de casos, com quatro mortes cada.

    Na sequência aparecem a Avenida Curaçao, na Zona Norte, a Avenida Ministro Mário Andreazza, na Zona Leste, e a Avenida Torquato Tapajós, entre as Zonas Norte e Centro-Sul, com três registros cada.

    Na divisão por regiões da cidade, a Zona Leste concentra o maior número de mortes no trânsito em 2026, com 20 registros. Depois aparecem a Zona Norte (17) e a Zona Centro-Sul (13).

    As zonas Oeste e Sul tiveram 6 casos cada, enquanto a Centro-Oeste registrou 3 mortes. Em dois casos, a localização não foi informada.

    Locais em que acidentes acontecem

    As mortes no trânsito foram registradas em 43 ruas e avenidas de Manaus. As avenidas Brasil, na Zona Oeste, e Margarita, na Zona Norte, concentraram o maior número de casos, com quatro mortes cada.

    Na sequência aparecem a Avenida Curaçao, na Zona Norte, a Avenida Ministro Mário Andreazza, na Zona Leste, e a Avenida Torquato Tapajós, entre as Zonas Norte e Centro-Sul, com três registros cada.

    Na divisão por regiões da cidade, a Zona Leste concentra o maior número de mortes no trânsito em 2026, com 20 registros. Depois aparecem a Zona Norte (17) e a Zona Centro-Sul (13).

    As zonas Oeste e Sul tiveram 6 casos cada, enquanto a Centro-Oeste registrou 3 mortes. Em dois casos, a localização não foi informada.

    Fonte: G1 Amazonas