Autor: Editor

  • Argentina x Áustria: escalações e onde assistir ao jogo da Copa do Mundo

    Equipes se enfrentam no AT&T Stadium em Dallas, no Texas, às 14h desta segunda-feira (20)

    Esportes – Depois de uma estreia empolgante, a Argentina já está escalada para enfrentar a Áustria pela segunda rodada do Grupo J da Copa do Mundo 2026, nesta segunda (22), às 14h.

    No primeiro jogo, o grupo liderado por Messi venceu a Argélia por 3 a 0 com um hat-trick do craque. Uma nova vitória pode assegurar a primeira colocação no grupo.

    A Áustria também vem de vitória sobre a Jordânia, e quer dificultar a vida da atual campeã mundial no AT&T Stadium em Dallas, no Texas. A bola rola às 14h.

    O jogo terá transmissão de TV Globo, SBT, SporTV, NSports, GeTV (apenas via Globoplay) e CazéTV (YouTube) — o CNN Esportes acompanha em TEMPO REAL.

    Escalações

    Argentina: Dibu Martínez; Lisandro Martinez; Cristian Romero; Facundo Medina; Nahuel Molina; Rodrigo De Paul; Alexis Mac Allister; Enzo Fernandez; Lionel Messi; Thiago Almada; Lautaro Martinez

    Áustria: Alexander Schlager; Kevin Danso; Stefan Posch; David Alaba; Xaver Schlager; Nicolas Seiwald; Marcel Sabitzer; Romano Schmid; Konrad Laimer; Paul Wanner; Michael Gregoritsch.

    Onde assistir a Argentina x Áustria

    • TV: Globo, SBT, SporTV e NSports
    • Streaming: Ge TV (apenas no Globoplay) e CazéTV (YouTube)
    • Tempo real: CNN Esportes

    Fonte: CNN Brasil

  • Prisão domiciliar de Bolsonaro chega ao fim nesta quinta-feira (25/6)

    Enquanto aguarda nova decisão do STF, ex-presidente também é alvo de investigação da PCDF envolvendo arma registrada em seu nome

    Política – O prazo da prisão domiciliar humanitária concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) termina nesta quinta-feira (25/6). A medida foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes por 90 dias, após a alta hospitalar do ex-presidente, em março deste ano.

    Com o fim do período estabelecido na decisão, caberá ao STF analisar a situação de Bolsonaro e definir se ele retornará ao sistema prisional ou se a prisão domiciliar será mantida. A decisão poderá levar em conta novas informações médicas e, caso considerado necessário, a realização de perícia para avaliar o estado de saúde do ex-presidente.

    Bolsonaro passou a cumprir prisão domiciliar em 27 de março, após receber alta do Hospital DF Star, em Brasília (DF), onde ficou internado para tratamento de um quadro de broncopneumonia.

    Antes da transferência, Bolsonaro cumpria pena em uma sala de Estado-Maior localizada no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), no Complexo Penitenciário da Papuda, também conhecido como Papudinha.

    O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Ele estava preso desde novembro do ano passado, quando teve a prisão preventiva decretada após descumprir medidas cautelares impostas pela Justiça.

    Poucos dias antes do término do prazo da prisão domiciliar, a situação do ex-presidente também passou a ser analisada em outro procedimento.

    Em depoimento, o policial militar responsável pela abordagem relatou que o integrante do GSI afirmou trabalhar para Bolsonaro e informou que a arma pertencia ao ex-presidente. Segundo o agente, o armamento havia sido entregue para a verificação de uma suposta falha mecânica no percurssor e seria devolvido no dia seguinte

    No âmbito da investigação, a PCDF solicitou autorização ao ministro Alexandre de Moraes para ouvir Bolsonaro por videoconferência.

    A defesa do ex-presidente sustenta que a pistola estava sem condições de uso porque integrantes da equipe de segurança teriam retirado o percussor sem o conhecimento dele.

    Segundo os advogados, a medida foi adotada por receio dos efeitos de medicamentos psiquiátricos utilizados por Bolsonaro.

    Fonte: Metrópoles

  • Por que o pênis é um termômetro da saúde masculina – e como prestar atenção em seus sinais de alerta

    A disfunção erétil pode ser um sinal precoce de infarto, AVC, diabetes e demência. Segundo pesquisadores, está na hora de pacientes e médicos passarem a dar mais atenção ao problema.

    Saúde – Você poderia descrever a disfunção erétil como uma epidemia silenciosa. Segundo diversas pesquisas, ela afeta mais da metade dos homens com mais de 40 anos. Ainda assim, poucos estão dispostos a falar sobre o assunto com as pessoas que amam.

    Quando o assunto surge em uma conversa, muitas vezes ele é tratado como motivo de piada, e não como um sinal precoce de problemas de saúde. No entanto, um número crescente de estudos sugere que o pênis pode funcionar como um indicador da saúde geral do homem. A disfunção erétil, em particular, pode ser um dos primeiros sinais de doenças graves, como diabetes, infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e demência.

    Segundo o sexólogo Emmanuele Jannini, da Universidade de Roma Tor Vergata (Itália), a disfunção erétil costuma ser um dos primeiros sinais de que algo não vai bem com a saúde. Jannini organizou recentemente um livro acadêmico que reúne as evidências científicas sobre o tema. Para ele, uma investigação mais cuidadosa da disfunção erétil poderia ajudar médicos a identificar problemas graves de saúde antes que eles agravem.

    Mas a relutância de muitos homens em falar sobre a própria saúde sexual faz com que essas oportunidades de diagnóstico precoce sejam perdidas.

    Veja o que é preciso saber sobre esse problema extremamente comum e por que ele deve servir de alerta para os médicos.

    Problemas de circulação

    Assim como acontece com muitas condições médicas, a prevalência exata da disfunção erétil depende da forma como ela é definida e medida. Por isso, os estudos apresentam estimativas bastante diferentes: a prevalência global entre homens adultos varia de 3% a 76,5%.

    Uma das maiores e mais detalhadas pesquisas sobre o tema avaliou cerca de 1.200 homens por meio de questionários extensos. O estudo constatou que 39% dos homens de 40 anos apresentavam regularmente algum grau de impotência sexual. Aos 70 anos, essa proporção chegava a 67%.

    Em muitos aspectos, a disfunção erétil é um problema de circulação sanguínea.

    O pênis é formado por duas estruturas esponjosas chamadas corpos cavernosos, que normalmente permanecem flácidas. Durante a excitação sexual, o cérebro envia sinais que aumentam o fluxo de sangue para essa região. À medida que os corpos cavernosos se enchem, eles comprimem as veias responsáveis por drenar o sangue, fazendo com que ele permaneça no órgão e produza a ereção.

    Como um balão ao ser enchido, o pênis aumenta de volume e fica rígido. Qualquer fator que reduza o fluxo de sangue para o órgão pode dificultar a obtenção ou a manutenção da ereção.

    Muitas vezes, o problema tem origem psicológica. A resposta ao estresse, que envolve hormônios como adrenalina e cortisol, pode provocar a contração dos vasos sanguíneos, impedindo que os corpos cavernosos endureçam. Níveis elevados de estresse também podem interferir na produção de testosterona, reduzindo a libido e a excitação sexual. (É importante ressaltar que pessoas com condições hormonais, como o hipogonadismo, também produzem menos testosterona, o que pode contribuir para o problema.)

    Além disso, o estresse costuma vir acompanhado de distração mental, o que pode dificultar a concentração durante a atividade sexual.

    Do ponto de vista evolutivo, isso provavelmente teve uma função: se o estresse interrompe a excitação sexual, o organismo preserva energia para lidar com situações de perigo. “Se o ambiente oferece riscos, é importante não se reproduzir”, explica Jannini.

    Mas no mundo moderno há muitas fontes de estresse que não representam ameaça à sobrevivência. Como consequência, esse mecanismo de proteção pode ser acionado com mais frequência do que o necessário.

    Problemas cardíacos e cerebrais

    Em muitos casos, a disfunção erétil também pode refletir problemas de saúde mais amplos. Uma das causas é a aterosclerose, condição em que os vasos sanguíneos endurecem e se estreitam, aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Como as artérias do pênis estão entre as menores do corpo, elas costumam ser as primeiras a apresentar problemas. Por isso, a disfunção erétil pode servir como um sinal precoce de doenças cardíacas.

    Ter uma boa ereção é um bom indicador da saúde dos vasos sanguíneos”, afirma Michael Carroll, especialista em ciência reprodutiva da Universidade Metropolitana de Manchester, no Reino Unido. Ele é autor do livro Your Nuts: The Science of How They Work and What It Means For Your Fertility (Seus Testículos: A Ciência por Trás do Seu Funcionamento e da Sua Fertilidade, em tradução livre), com lançamento previsto para este ano.

    Há ainda indícios de que problemas de saúde do pênis possam servir como um sinal precoce de declínio cognitivo. Um estudo realizado em Taiwan constatou que homens diagnosticados com disfunção erétil tinham 68% mais probabilidade de desenvolver demência ao longo de sete anos de acompanhamento. Assim como o pênis, o cérebro depende de um bom fluxo sanguíneo para receber nutrientes e eliminar substâncias tóxicas.

    Fonte: G1

  • Maior que o Uruguai: Amazonas tem área protegida do tamanho de um país, mas enfrenta desafio de fiscalização

    Unidades de Conservação são áreas protegidas por lei para preservar a natureza e seus recursos.

    Amazonas – O Amazonas possui uma área protegida por Unidades de Conservação maior que países inteiros. Somente as 42 áreas administradas pelo governo estadual somam cerca de 19 milhões de hectares de floresta preservada, um território maior que o Uruguai e superior à soma dos estados do Ceará e de Santa Catarina.

    O tamanho desse território transforma o estado em um dos principais exemplos de conservação ambiental do país, mas também revela um dos maiores desafios: como fiscalizar e garantir a presença do poder público em áreas tão extensas e de difícil acesso.

    As Unidades de Conservação são áreas protegidas por lei para preservar a natureza e seus recursos. No Amazonas, elas incluem diferentes categorias, como Áreas de Proteção Ambiental (APAs), Reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS), Reservas Extrativistas (Resex), Parques Estaduais, Monumentos Naturais e Florestas Estaduais.

    Cada tipo de unidade tem regras próprias. Algumas permitem a presença de moradores e o uso controlado dos recursos naturais, enquanto outras têm normas mais restritivas para garantir a preservação da biodiversidade.

    Segundo dados do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 260 mil pessoas vivem dentro de Unidades de Conservação no Amazonas. Do total, cerca de 96% estão em áreas de Uso Sustentável, como RDS e Resex, onde a conservação da floresta ocorre junto com a moradia e o sustento de comunidades tradicionais.

    Os 19 milhões de hectares administrados pelo governo estadual fazem parte de uma rede ainda maior de proteção. Somadas às unidades estaduais, existem outras 41 áreas sob gestão federal e nove municipais.

    Esse território funciona como uma barreira contra o avanço do desmatamento ilegal, do garimpo e da ocupação irregular de terras, principalmente em regiões mais vulneráveis do estado.

    Ao g1, o secretário de Estado do Meio Ambiente do Amazonas, Eduardo Taveira, afirmou que a distância entre as unidades é um dos principais obstáculos para manter uma gestão permanente dessas áreas.

    Segundo Taveira, existem unidades próximas de Manaus, com acesso em poucas horas de lancha, mas também áreas onde o deslocamento leva dias e envolve custos elevados de logística.

    Ele cita como exemplo reservas como a RDS do Cujubim e a RDS do Rio Gregório, onde o transporte pode exigir operações aéreas e terrestres com valores superiores a R$ 12 mil por pessoa em agendas que partem da capital.

    Além da distância, o secretário aponta a falta de recursos financeiros e os impactos das crises climáticas como desafios para a gestão ambiental.

    Segundo ele, investimentos em conservação disputam espaço com áreas como saúde e educação e, por isso, o estado busca recursos externos para ações de monitoramento e proteção de áreas ameaçadas pelo desmatamento, principalmente no sul do Amazonas.

    Nas unidades de Uso Sustentável, a preservação da floresta acontece junto com a permanência das comunidades tradicionais.

    Diferente de áreas de proteção integral, como Parques Nacionais e Estações Ecológicas, onde a presença humana é limitada, reservas como as RDS e Resex permitem que famílias vivam e desenvolvam atividades econômicas de baixo impacto.

    É o caso de comunidades que trabalham com manejo sustentável do pirarucu, coleta da castanha-do-amazonas, cultivo da mandioca e turismo de base comunitária.

    Apesar da importância dessas populações para a conservação, moradores enfrentam desafios diários, como isolamento geográfico e dificuldade de acesso a serviços básicos, como energia elétrica, internet, água potável e educação.

    Para o doutor em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Antonio Norte, um dos principais problemas é garantir segurança jurídica para quem vive nessas regiões

    Mesmo com uma das maiores áreas protegidas do Brasil, as Unidades de Conservação continuam sob pressão. Especialistas alertam que áreas localizadas próximas a estradas e fronteiras agrícolas, principalmente APAs e reservas, sofrem com o avanço de atividades ilegais.

    O desafio não está apenas em criar áreas protegidas, mas em garantir estrutura para acompanhar um território maior que muitos países.

    Antonio Norte esclarece que existe uma diferença entre a proteção prevista na legislação e a capacidade prática de monitorar uma área tão extensa.

    Fonte: G1

  • Após perda gestacional, Sabrina Sato celebra nova gravidez e emociona seguidores

    Apresentadora revelou que espera o segundo filho em publicação narrada por Zoe, que celebrou a chegada do irmão e emocionou seguidores nas redes sociais.

    A apresentadora Sabrina Sato emocionou fãs e amigos ao anunciar que está grávida de seu segundo filho. A novidade foi compartilhada na manhã desta segunda-feira (22) por meio de um vídeo especial publicado nas redes sociais, que rapidamente viralizou e recebeu milhares de mensagens de carinho.

    O bebê é fruto do casamento com o ator Nicolas Prattes, e o anúncio teve um detalhe que conquistou o público: a participação de Zoe, filha de Sabrina com o ator Duda Nagle.

    Nas imagens, a menina de 7 anos narra a história da família e compartilha sua felicidade ao descobrir que deixará de ser filha única. A emoção da criança ao falar sobre a chegada do irmão encantou os seguidores e transformou a publicação em um dos assuntos mais comentados do dia.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZ5BzbThY-x/?igsh=c3R0djBrc2x5a2g3

    Na legenda, Sabrina resumiu o momento com uma mensagem carregada de significado:

    “O nosso amor chamou e floresceu. Deus sabe de tudo.”

    O anúncio marca mais um capítulo especial na trajetória do casal. Sabrina Sato e Nicolas Prattes assumiram o relacionamento durante o Carnaval de 2024 e oficializaram a união em janeiro de 2025, em uma cerimônia reservada para familiares e amigos próximos. Agora, eles celebram a chegada do primeiro filho juntos.

    A notícia também representa uma fase de renovação e esperança para a família. Em novembro de 2024, Sabrina e Nicolas enfrentaram um momento delicado após a perda gestacional de um bebê que esperavam. Na época, o casal optou por compartilhar a situação publicamente e recebeu o apoio de fãs de todo o país.

    Pouco mais de um ano depois, a apresentadora volta a viver a expectativa da maternidade, cercada pelo carinho da família e dos seguidores. Nas redes sociais, celebridades e admiradores deixaram mensagens desejando saúde, felicidade e uma gestação tranquila.

    A participação de Zoe no anúncio foi um dos pontos mais elogiados pelos internautas. Muitos destacaram a espontaneidade da menina e a emoção transmitida no vídeo, que rapidamente acumulou milhões de visualizações.

    Com a revelação da gravidez, Sabrina Sato e Nicolas Prattes voltaram ao centro das atenções nas redes sociais, celebrando um momento especial que simboliza amor, superação e o início de uma nova fase para toda a família.

  • Confusão toma conta de hospital e termina com briga generalizada na zona leste de Manaus

    Tumulto envolvendo familiares mobilizou a Polícia Militar no estacionamento do Platão Araújo; cenas de agressões foram registradas por testemunhas.

    Manaus – Uma briga generalizada registrada na noite deste domingo (21) causou tumulto e mobilizou equipes da Polícia Militar no estacionamento do Hospital e Pronto-Socorro Platão Araújo, no bairro Jorge Teixeira, zona leste de Manaus.

    Segundo testemunhas, a confusão começou por volta das 21h após um desentendimento entre familiares do lado de fora da unidade hospitalar. A discussão rapidamente saiu do controle e se transformou em uma série de agressões envolvendo várias pessoas.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZ5AWXlhQwZ/?igsh=MWw4cGtuM3QzN3IzZQ==

    Vídeos gravados por populares mostram momentos de tensão, com homens e mulheres trocando empurrões, socos, chutes e lançando objetos durante o confronto. As imagens circularam nas redes sociais e chamaram a atenção pela intensidade da confusão em frente a uma das principais unidades de saúde da capital.

    Diante da situação, a Polícia Militar do Amazonas foi acionada para conter os ânimos. Duas viaturas da 30ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) foram enviadas ao local para restabelecer a ordem e evitar que o tumulto se agravasse.

    Apesar da movimentação e do clima de tensão, a direção do Hospital e Pronto-Socorro Platão Araújo informou, por meio de nota, que os atendimentos médicos seguiram normalmente e não foram interrompidos durante a ocorrência.

    Até o momento, não há confirmação sobre pessoas detidas nem informações oficiais sobre possíveis feridos em decorrência da briga. As circunstâncias que motivaram o desentendimento continuam sendo apuradas.

    O caso repercutiu entre pacientes, acompanhantes e funcionários da unidade, que presenciaram momentos de apreensão durante a confusão.

  • Fim da escala 6×1 pode elevar custos e pressionar inflação, alerta presidente da construção civil

    Renato Correia, da CBIC, afirma que proposta não resolve o problema da produtividade no Brasil e pode agravar a falta de mão de obra em diversos setores.

    Economia – A proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 voltou ao centro das discussões econômicas e trabalhistas do país. Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, a medida, da forma como vem sendo debatida no Congresso Nacional, não representa uma solução para os desafios de produtividade enfrentados pelo Brasil e pode gerar efeitos negativos para empresas, trabalhadores e consumidores.

    O tema ganhou força após a divulgação de um levantamento internacional que apontou queda do Brasil no ranking global de competitividade. Na avaliação de Correia, o principal problema da economia brasileira não está na carga horária dos trabalhadores, mas na baixa produtividade, que ainda permanece muito distante dos índices observados em países mais desenvolvidos.

    Segundo o dirigente, a produtividade nacional corresponde a cerca de 20% da registrada nos Estados Unidos, fator que reduz a capacidade de competição da indústria brasileira no mercado internacional. Para ele, reduzir a jornada sem um aumento proporcional da eficiência produtiva pode provocar aumento dos custos de produção e pressionar ainda mais os preços ao consumidor.

    Correia argumenta que a implementação acelerada da proposta tende a elevar despesas operacionais das empresas, refletindo diretamente na inflação e dificultando o processo de redução das taxas de juros. Na prática, o setor produtivo precisaria produzir o mesmo volume em menos tempo, o que exigiria contratações adicionais ou ampliação do pagamento de horas extras.

    No caso específico da construção civil, o cenário é ainda mais desafiador. O setor enfrenta dificuldades para preencher vagas e já convive com escassez de profissionais qualificados. De acordo com a CBIC, a redução imediata da jornada exigiria a contratação de centenas de milhares de novos trabalhadores, número considerado inviável diante da atual oferta de mão de obra.

    O presidente da entidade também destacou que muitos trabalhadores da construção recebem parte da remuneração vinculada à produtividade e à execução de tarefas. Com menos horas disponíveis para trabalhar, esses profissionais poderiam até mesmo registrar queda nos rendimentos, dependendo da forma como a mudança fosse implementada.

    Como alternativa, Correia defende uma transição gradual para qualquer eventual redução da jornada de trabalho. A proposta apresentada pela CBIC prevê uma diminuição progressiva das horas trabalhadas ao longo de quatro anos, permitindo que empresas invistam em tecnologia, equipamentos e processos capazes de elevar a produtividade sem repassar custos adicionais ao consumidor.

    Além da questão trabalhista, o dirigente aponta a burocracia como um dos principais entraves para o crescimento da produtividade nacional. Segundo ele, processos de licenciamento, aprovações de projetos e autorizações para obras ainda representam uma parcela significativa dos custos do setor e poderiam ser simplificados para gerar ganhos mais efetivos de eficiência.

    Para Correia, qualquer mudança estrutural nas regras trabalhistas precisa estar acompanhada de medidas que fortaleçam a competitividade da economia brasileira. Caso contrário, a redução da jornada pode acabar elevando custos, pressionando a inflação e reduzindo a capacidade de investimento das empresas em um cenário já marcado por juros elevados e desafios econômicos.

  • Omar mantém liderança e acirra disputa pelo Governo do Amazonas; David, Cidade e Maria do Carmo travam batalha pelo segundo lugar

    Nova pesquisa aponta Omar Aziz na dianteira da corrida eleitoral, enquanto David Almeida, Roberto Cidade e Maria do Carmo aparecem tecnicamente empatados na disputa por uma vaga no eventual segundo turno.

    Política – A corrida pelo Governo do Amazonas segue aberta e com fortes sinais de disputa acirrada para as eleições de 2026. Pesquisa divulgada nesta terça-feira (22) pelo Instituto Direto ao Ponto mostra o senador Omar Aziz (PSD) na liderança das intenções de voto, enquanto David Almeida (Avante), Roberto Cidade (União Brasil) e Maria do Carmo Seffair (PL) protagonizam uma intensa disputa pelo segundo lugar.

    No cenário estimulado, quando os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos pré-candidatos, Omar Aziz aparece com 28% das intenções de voto. Atrás dele, o cenário é de equilíbrio: David Almeida registra 21%, Roberto Cidade soma 20% e Maria do Carmo alcança 19%.

    Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os três concorrentes estão tecnicamente empatados, o que mantém indefinida a composição de um possível segundo turno.

    O levantamento também identificou 7% de votos brancos e nulos, enquanto 5% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder.

    Omar amplia vantagem no interior

    Um dos fatores que explicam a liderança de Omar Aziz é seu desempenho nos municípios do interior do Amazonas. Segundo a pesquisa, o senador alcança 33% das intenções de voto fora da capital, consolidando uma vantagem significativa sobre os adversários.

    Em Manaus, Omar registra 24%, mantendo a liderança, mas com diferença menor em relação aos demais concorrentes.

    David Almeida apresenta desempenho estável, com 21% tanto na capital quanto no interior. Roberto Cidade aparece com 20% em Manaus e sobe para 21% nos municípios do interior. Já Maria do Carmo tem seu melhor desempenho na capital, onde alcança 22%, enquanto registra 16% no interior.

    Os números indicam que o eleitorado do interior tem sido decisivo para ampliar a vantagem de Omar, enquanto a disputa entre David, Cidade e Maria do Carmo varia conforme a região analisada.

    Espontânea mostra cenário ainda indefinido

    Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Omar Aziz também aparece na frente, com 7% das citações.

    Maria do Carmo surge em segundo lugar, com 6%, seguida por David Almeida, com 5%, e Roberto Cidade, com 4%. O governador Wilson Lima foi lembrado por 2% dos entrevistados, enquanto o senador Eduardo Braga apareceu com 1%.

    O dado que mais chama atenção nesse cenário é o elevado índice de indecisos: 72% dos entrevistados disseram não saber em quem votar ou preferiram não responder.

    Rejeição pode influenciar disputa

    Além das intenções de voto, a pesquisa reforça que os índices de rejeição podem ter papel decisivo nos próximos meses. David Almeida continua enfrentando resistência significativa de parte do eleitorado, enquanto Roberto Cidade apresenta os menores índices de rejeição entre os principais nomes colocados na disputa.

    Com mais de um ano até a eleição, o cenário ainda está em construção, mas os números mostram que Omar Aziz mantém posição privilegiada na corrida eleitoral, enquanto os demais pré-candidatos seguem em uma disputa equilibrada para conquistar espaço e viabilizar uma vaga no segundo turno.

  • Criminoso tenta levar bebê durante assalto em São Paulo e espalha pânico entre moradores

    Mulher correu para proteger criança de 1 ano após suspeito exigir o celular e tentar arrancar o menino de seus braços durante abordagem na Vila Matilde.

    Brasil – Uma tentativa de sequestro durante um assalto provocou momentos de desespero na manhã do último domingo (21), na Vila Matilde, Zona Leste de São Paulo. Uma mulher que caminhava com o sobrinho de apenas 1 ano foi surpreendida por um criminoso que, além de anunciar o roubo, tentou levar a criança.

    O caso aconteceu por volta das 11h54, nas proximidades da esquina das ruas Nelson Pannain e Juvenal Ferreira. Toda a ação foi registrada por câmeras de segurança instaladas na região.

    Segundo o relato da vítima, o suspeito se aproximou em uma motocicleta e anunciou o assalto. Durante a abordagem, ele exigiu que a mulher entregasse o celular e, em seguida, passou a exigir também a criança que ela carregava.

    Diante da ameaça, a mulher entrou em pânico e decidiu fugir para proteger o sobrinho. Mesmo sob forte tensão, ela conseguiu correr levando o bebê nos braços e impedir que o criminoso concretizasse a tentativa de sequestro.

    Sem conseguir capturar a criança, o suspeito fugiu do local. Apesar do enorme susto, a mulher e o bebê não sofreram ferimentos.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZ498mPh1GL/?igsh=bXh6bDJwNHZudzV1

    As imagens das câmeras de monitoramento mostram parte da movimentação e deverão auxiliar as autoridades na identificação do responsável pela ação criminosa.

    Moradores da região afirmam que a Rua Juvenal Ferreira já é conhecida pelos frequentes registros de roubos, especialmente nas proximidades de pontos de ônibus e áreas de grande circulação de pedestres.

    Após o ocorrido, moradores voltaram a cobrar reforço no policiamento e medidas mais eficazes de segurança pública para o bairro. Segundo relatos, a sensação de insegurança tem aumentado devido à repetição de crimes semelhantes na região.

    O caso deve ser investigado pelas autoridades policiais, que buscam identificar o suspeito e esclarecer todas as circunstâncias da ocorrência. Até o momento, não havia informações sobre a prisão do criminoso.

    A tentativa de levar uma criança durante uma ação criminosa causou indignação entre moradores e reacendeu o alerta sobre a importância da vigilância e da rápida comunicação às forças de segurança em situações de risco.

  • Composto do alho pode reforçar ação de quimioterápico, aponta estudo

    Cientistas identificaram no vegetal uma substância capaz de fortalecer a quimioterapia padrão no tratamento do câncer colorretal.

    Saúde – Uma substância encontrada no alho pode potencializar a ação da quimioterapia utilizada no tratamento do câncer colorretal, segundo pesquisa realizada por cientistas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo).

    O estudo avaliou os efeitos do dissulfeto de dialila, composto bioativo derivado do alho, em associação ao medicamento quimioterápico 5-fluorouracil (5-FU), um dos mais utilizados no combate à doença.

    Segundo a pesquisa, o câncer colorretal é o segundo câncer mais diagnosticado e a segunda principal causa de morte relacionada ao câncer em todo o mundo. Ele permanece amplamente assintomático até atingir estágios avançados.

    As opções de tratamento incluem excisão local endoscópica e cirúrgica, radioterapia pré-operatória para redução do estágio tumoral, terapia sistêmica, cirurgia extensa para doença locorregional e metastática e quimioterapia.

    No entanto, esse tipo de câncer é influenciado por hábitos alimentares. Alimentos potencialmente protetores incluem alho, magnésio, peixe e vitamina B6.

    Os resultados do estudo mostraram que a combinação das duas substâncias aumentou a capacidade de destruir células tumorais em modelos celulares de câncer colorretal, indicando um possível efeito sinérgico entre o composto natural e o tratamento convencional. A pesquisa foi publicada na revista científica Nutrients e foi financiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

    Durante o estudo, os pesquisadores analisaram duas linhagens de células de câncer colorretal, conhecidas como Caco-2 e HT-29, além de células saudáveis da veia umbilical humana. As amostras foram expostas ao 5-fluorouracil e ao dissulfeto de dialila, tanto de forma isolada quanto combinada. Após 24 horas, foi observada uma maior citotoxicidade contra as células cancerosas quando os compostos foram utilizados em conjunto.

    Segundo os autores, o dissulfeto de dialila é considerado um nutracêutico de baixo custo, fácil obtenção e boa tolerabilidade. 

    Embora o 5-fluorouracil tenha contribuído significativamente para aumentar a sobrevida dos pacientes, pesquisadores buscam alternativas que possam ampliar sua eficácia e reduzir os efeitos adversos do tratamento. Nesse contexto, compostos bioativos derivados de plantas têm despertado interesse por seu potencial de atuar como terapias complementares.

    Apesar dos resultados promissores, os autores destacam que os testes foram realizados em laboratório e que novas pesquisas, incluindo estudos clínicos com pacientes, serão necessárias para confirmar a segurança e a eficácia das análises.



    Fonte e Foto: CNN Brasil