Autor: Editor

  • Irã diz que acordo de paz com os EUA ‘nunca esteve tão próximo’

    Chanceler iraniano, Abbas Araqchi, falou em avanços no memorando para finalizar a guerra no Oriente Médio. Mais cedo, Donald Trump havia chamado Irã de ‘desonroso’ por supostos termos do acordo vazados pela mídia dos EUA, mas depois republicou mensagem de Araqchi.

    Mundo – O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abás Araqchi, afirmou nesta sexta-feira (12) que um acordo entre seu país e os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Oriente Médio “nunca esteve tão perto”.

    Já o premiê do Paquistão, Shehbaz Sharif, disse que EUA e Irã já concordaram com texto final do acordo de paz, e que ele está trabalhando com os dois países para finalizar os próximos passos. O governo paquistanês atua como principal mediador das tratativas.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, por sua vez, tem se posicionado publicamente de forma conflitante nesta sexta.

    Trump repostou em sua rede social Truth Social a mensagem de Araqchi, sendo que horas antes ele havia chamado o governo iraniano de “pessoas muito desonrosas para se negociar” ao desmentir supostos termos do plano de paz divulgados pela mídia norte-americana.

    Na quinta-feira (11), Trump anunciou que, após dois dias de bombardeios mútuos, EUA e Irã haviam chegado a um consenso e deveriam assinar um acordo de paz ainda neste fim de semana na Europa. Na ocasião, o Irã respondeu que ainda não havia batido o martelo para um acordo.

    Nesta sexta, o presidente norte-americano disse também que os detalhes do acordo divulgados pela imprensa norte-americana são falsos. Mais cedo, a rede de TV CNN Internacional afirmou, com base em fontes do regime iraniano, que o memorando prevê que:

    • Haja um novo cessar-fogo de 60 dias em ‘todas as frentes’, incluindo o Líbano;
    • O Estreito do Ormuz seja reaberto imediatamente. O Irã não cobraria taxas a embarcações, e o tráfico local voltaria aos níveis pré-guerra em 30 dias;
    • Os EUA também levantem o bloqueio naval que seus navios fazem na entrada de Ormuz;
    • Sanções ao Irã sejam flexibilizadas progressivamente;
    • O Irã se comprometa a não obter uma arma nuclear.

    Já a agência de notícias Reuters ouviu de uma fonte do governo norte-americano que o acordo prevê que:

    • O Estreito de Ormuz será reaberto;
    • O programa nuclear iraniano será desmantelado;
    • O Irã não receberá dinheiro de seus ativos congelados pelas sanções até que cumpra sua parte do acordo.

    A imprensa estatal iraniana, por outro lado, divulgou nesta sexta-feira (12) que Teerã não abrirá mão do controle do Estreito de Ormuz e do direito de enriquecer urânio. A agência de notícias iraniana Mehr diz que o memorando de entendimento deve:

    • Suspender as sanções dos EUA sobre o Irã;
    • Retirar as forças militares norte-americanas das proximidades do país;
    • Levantar o bloqueio naval a portos iranianos, com reabertura do Estreito de Ormuz;
    • Interromper as hostilidades em todas as frentes da guerra, incluindo o Líbano.

    A proximidade de um acordo entre os dois países foi anunciada pelo próprio Trump na quinta-feira (11).

    Após anunciar uma terceira noite de ataques e dizer que pretendia controlar o petróleo e o gás do Irã, Trump cancelou a ofensiva e afirmou que os negociadores chegaram a um consenso sobre “pontos finais” da proposta de paz.

    O presidente norte-americano disse ainda que um acordo definitivo com Teerã “talvez seja assinado no fim de semana”. A assinatura ocorreria na Europa e contaria com a presença de seu vice, JD Vance, segundo Trump.

    Trump disse que o “memorando de entendimento” já foi aprovado “por todo mundo no Irã”, inclusive o líder supremo do país, e que é um ótimo acordo, “pois o Irã jamais terá uma arma nuclear”.

    Minutos após a fala de Trump, no entanto, o Irã afirmou que o país ainda não aprovou nenhum acordo. “Nenhum texto para o memorando de entendimento inicial com os Estados Unidos foi aprovado”, afirmou a agência estatal Fars.

    As indicações de um acordo ocorrem após Estados Unidos e Irã voltaram a trocar ataques, mesmo sob cessar-fogo.

    A nova escalada começou após a queda de um helicóptero militar das forças dos EUA durante um sobrevoo na região do Estreito de Ormuz. Após o episódio, Trump acusou o Irã de ter atacado a aeronave e disse que teria de revidar.

    Na mesma noite, os EUA bombardearam sistemas de defesa no território iraniano e radares em Ormuz. O Irã revidou com ataques a uma base norte-americana no Bahrein. Na quarta-feira (10), os EUA fizeram um novo ataque, respondido por Teerã com mísseis lançados novamente a países do Golfo Pérsico.

    O Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz e disse que a escalada complicou ainda mais as conversas por um acordo de paz, além de tornar o cessar-fogo atualmente em vigor “sem sentido”.

    Fonte: G1

  • Produtora de Dark Horse declara gasto de R$ 75 milhões com filme de Bolsonaro

    Valor apresentado pela produtora Go Up indica gasto menor do que a quantia supostamente solicitada por Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro

    Geral – A produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme Dark Horse, declarou que a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) custou US$ 13,3 milhões, o equivalente a pouco mais de R$ 75 milhões.

    A informação consta de uma perícia privada contratada pela própria Go Up e anexada ao processo em que o Instituto Conhecer Brasil (ICB) é investigado por suspeita de desviar dinheiro de um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo para financiar o filme.

    A representante do ICB, Karina Ferreira da Gama, é dona da Go Up e foi alvo de operação da Polícia Civil no último dia 1º de junho.

    Segundo o documento, ao qual o Metrópoles teve acesso, as despesas declaradas contemplam R$ 54,2 milhões de gastos nos Estados Unidos e R$ 20,9 milhões de gastos no Brasil. O filme, que será lançado neste ano, tem atores americanos — como Jim Caviezel, que interpreta Bolsonaro —, mas foi gravado em cidades brasileiras, como São Paulo.

    Na declaração de gastos, a produtora informou que o orçamento inicial aprovado era US$ 16 milhões (R$ 89,7 milhões). O valor é R$ 44,8 milhões menor do que a quantia que teria sido negociada pelo senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, em 2025, conforme revelado pelo site The Intercept Brasil.

    A reportagem cita diálogos de Vorcaro com seu cunhado, Fabiano Zettel, e com o empresário Thiago Miranda, em que eles discutem possíveis fluxos de pagamento para a produção do filme. Um deles previa o pagamento de 12 parcelas de US$ 1,6 milhão e duas de US$ 2 milhões, totalizando US$ 24 milhões (R$ 134 milhões).

    Eu fico sem graça de ficar te cobrando, está em um momento muito decisivo aqui do filme. Tem muita parcela para trás, está todo mundo tenso, e eu fico preocupado aqui com o efeito contrário do que a gente sonhou para o filme, né?”, disse o senador no áudio a Vorcaro. “Imagina a gente dando calote no Jim Caviezel, num Cyrus, os caras, pô, renomadíssimos do cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim”, completou.

    Flávio Bolsonaro reconheceu a veracidade do áudio divulgado, mas disse que os pagamentos feitos por Vorcaro foram legais, porque não envolveram nenhuma contrapartida. O valor efetivamente pago ao filme pelo ex-banqueiro, por meio da empresa Entrepay, foi de US$ 10,6 milhões, o equivalente a R$ 61 milhões.

    No relatório de gastos apresentado pela Go Up, os valores estão discriminados da seguinte forma:

    • Desenvolvimento do projeto, nos Estados Unidos — US$ 383 mil;
    • “Soft-production” — US$ 2,6 milhões;
    • Pré-produção, nos Estados Unidos — US$ 2,6 milhões;
    • Produção e filmagem nos Estados Unidos — US$ 1,9 milhões;
    • Produção e filmagem no Brasil — US$ 3,7 milhões; e
    • Pós-produção, nos Estados Unidos — US$ 1,9 milhão.

    Segundo a perícia, até o dia 10 de junho, o fundo Heavengate Development Fundp LP, usado para a captação de recursos, havia enviado US$ 13,3 milhões para o filme. No Brasil, os valores usados na obra cinematográfica foram recebidos por meio de uma conta no Banco do Brasil. A maior parte, R$ 18,4 milhões, por transferências via Pix.

    Quanto à origem dos recursos financeiros, a perícia constatou que os ingressos vinculados ao projeto possuem origem privada, comprovada por contratos de investimento, extratos bancários, documentos de remessa e demais registros financeiros disponibilizados para análise”, afirma a perícia realizada pelo Instituto de Perícia Investigativa (IPI).

    Eduardo nos EUA

    Após a revelação de que o banqueiro Daniel Vorcaro enviou dinheiro para a produção do filme Dark Horse por meio do fundo Heavengate Development, a Polícia Federal (PF) passou a investigar se os recursos foram utilizados para financiar a estadia do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos.

    Fonte: Metrópoles

  • Corrida da IA: SpaceX investe bilhões para concorrer com OpenAI e Anthropic

    Empresa espacial de Elon Musk saiu na frente, mas demais empresas também têm planos de abrir capital

    Economia – A empresa espacial de Elon Musk, SpaceX, passou a ser uma das companhias listadas na Nasdaq, bolsa de Nova York, nesta sexta-feira (12). O anúncio do IPO (oferta pública inicial) foi divulgado no fim do mês passado e conseguiu captar R$ 75 bilhões com a venda de cerca de 556 milhões de ações a investidores institucionais na tarde de ontem.

    O preço-alvo das ações estava previsto para US$ 135, mas a forte demanda pelos papéis já aponta que a abertura de capital pode elevar, neste primeiro momento, o valor em 30%, para US$ 175.

    Se ontem a SpaceX já era considerada a empresa mais valiosa do mundo, com quase US$ 2 trilhões em valuation, o aumento no valor das ações após o início das negociações pode renovar o recorde

    Apesar de ser conhecida como a empresa de serviços espaciais de Elon Musk, a SpaceX atua em diversas outras áreas. Após fundir com a Starlink em 2021, a SpaceX passou a operar também nos serviços de internet via satélite. 

    Posteriormente, Elon Musk adquiriu, por US$ 44 bilhões, o aplicativo Twitter (hoje conhecido como X), em 2022. Quatro anos depois, o passo para a expansão e fusão da empresa espacial e de satélites com a startup de inteligência artificial de Musk, a xAI, foi dado.

    O movimento alavancou o valor de negócio da SpaceX para US$ 1 trilhão. A empresa de IA também é desenvolvedora do chatbot Grok, disponível no X, avaliada em US$ 250 bilhões.

    Nesse processo, os gastos com IA ultrapassaram US$ 12 bilhões em 2025, em comparação com cerca de US$ 4 bilhões em projetos espaciais e outros US$ 4 bilhões em conectividade. Analistas da corretora de valores Oppenheimer estimam que os gastos da SpaceX com IA ultrapassarão US$ 49 bilhões este ano.

    Com essas expansões, a empresa de Musk deixou de ser uma empresa de foguetes para se tornar uma das empresas mais requisitadas do mundo pelos seus serviços de IA. No entanto, também é considerada a aposta mais arriscada de todas.

    No ano passado, a SpaceX perdeu cerca de US$ 6,4 bilhões, com uma receita de apenas US$ 3,2 bilhões. O caminho para a lucratividade com a aquisição da xAI ainda não é claro, e a concorrência de outros players de peso, como a OpenAI e a Anthropic, é um ponto de atenção para os investidores.

    A SpaceX saiu na frente, mas as outras duas – já mais maduras no ramo – têm planos de abrir capital ainda este ano.

    Contudo, os argumentos da empresa sobre seus diferenciais parecem ter convencido os compradores das 556 milhões de ações. Em documento oficial do roadshow, momento em que companhias que desejam  abrir capital “vendem” suas ações a grandes investidores, a SpaceX cita que é “a primeira a construir um cluster de treinamento de IA em escala de gigawatt, o maior supercomputador coerente do mundo, e a realizar instalação de baterias Megapack em escala de gigawatt”.

    Além disso, segundo o documento, a SpaceX é a única empresa capaz de construir capacidade computacional de IA orbital em grande escala. De acordo com a empresa, a mesma já atua em um mercado de aplicações de IA estimado em US$ 3,8 trilhões.

    Dentro desse último segmento, destacam-se a infraestrutura de IA (US$ 2,4 trilhões), assinaturas para consumidores (US$ 760 bilhões) e publicidade digital (US$ 600 bilhões). Ainda segundo o documento, a inclusão de aplicações corporativas de IA acrescentaria uma oportunidade estimada em US$ 22,7 trilhões.

    SpaceX é 8ª empresa mais valiosa do mundo; veja top 10

    A abertura de capital da empresa de Musk é considerada a maior da história. A distribuição de ações da companhia elevou o valor de mercado da empresa a quase US$ 2 trilhões, tornando a empresa a oitava empresa mais valiosa do mundo. Confira a lista completa:

    • NVIDIA – US$ 4,962 trilhões
    • Alphabet (Google) – US$ 4,348 trilhões
    • Apple – US$ 4,342 trilhões
    • Microsoft – US$ 2,899 trilhões
    • Amazon – US$ 2,597 trilhões
    • TSMC – US$ 2,183 trilhões
    • Broadcom – US$ 1,834 trilhão
    • SpaceX – US$ 1,765 trilhão
    • Saudi Aramco – US$ 1,751 trilhão
    • Tesla – US$ 1,499 trilhão

    Com a avaliação projetada, cerca de 4.400 funcionários atuais e antigos se tornarão milionários por terem recebido parte desses papéis. Desse total, cerca de 400 estão prestes a se tornarem “centimilionários”, com participações avaliadas em mais de US$ 100 milhões.

    Fonte: CNN Brasil

  • Coca-Cola faz substituição de garrafas devido a violação de rótulos por figurinhas da Copa do Mundo

    Apesar da situação, a Coca-Cola afirma que a promoção com figurinhas da Copa teve alta adesão e não sofreu impactos negativos

    Geral – A ação promocional da Coca-Cola que coloca figurinhas do álbum oficial da Copa do Mundo no verso dos rótulos dos refrigerantes acabou gerando um efeito inesperado no varejo. Em alguns estabelecimentos, a empresa precisou substituir garrafas após registros de furto dos cromos colados nas embalagens.

    Em diferentes pontos de venda, rótulos de garrafas foram violados para a retirada das figurinhas localizadas no verso. Como os produtos não podem ser comercializados sem o código de barras, as unidades danificadas acabam sendo retiradas e trocadas.

    O caso também abre margem para responsabilidade civil. Com base no artigo 186 do Código Civil, quem causa dano ao produto pode ser obrigado a ressarcir o prejuízo, desde que seja flagrado no ato ou haja comprovação da infração.

    Em nota ao Terra, a Coca-Cola Brasil afirma que sua promoção sazonal de figurinhas não representa uma preocupação e não gerou impactos para a companhia. “A iniciativa, realizada desde 2022, tem registrado resultados positivos e elevada adesão dos consumidores, conforme o previsto”, diz.

    A companhia destaca que não compactua com práticas inadequadas, como a retirada indevida de materiais promocionais, e esclarece que eventuais situações pontuais identificadas ao longo da ação são prontamente endereçadas e tratadas de forma individual, de acordo com os procedimentos adequados.

    “Em caso de dúvidas ou relatos relacionados à promoção, os canais oficiais de atendimento da Coca Cola Brasil permanecem à disposição para prestar suporte e esclarecimentos. Nos casos em que forem identificadas embalagens danificadas ou sem rótulo, os estabelecimentos podem acionar os times comerciais responsáveis pelo seu atendimento para adoção dos procedimentos cabíveis, incluindo a substituição dos produtos afetados”, informa a Coca-Cola.

    A companhia orienta ainda que consumidores não adquiram produtos com sinais de violação ou adulteração de rótulos.

    Fonte: Terra

  • Seleção tem até as 19h desta sexta para mudar jogadores por lesão na Copa; entenda

    Regulamento da Fifa autoriza troca por lesão ou doença grave até 24 horas antes da primeira partida de cada equipe no torneio

    Esportes – A Seleção Brasileira tem até as 19h desta sexta-feira, 12, para mudar, em caso de lesão ou doença grave, a lista dos 26 atletas convocados para a Copa do Mundo. O prazo é dado pela Fifa, que autoriza substituições de jogadores até 24 horas antes da primeira partida de cada equipe no torneio.

    No caso do Brasil, o prazo se encerra exatamente um dia antes do confronto contra o Marrocos, marcado para às 19h deste sábado, 13, em Nova Jersey. Depois desse prazo, atletas lesionados não podem ser substituídos.

    Para que uma troca seja autorizada, o nome do substituto precisa constar na relação preliminar de 55 jogadores enviada pela CBF à Fifa antes do torneio. Situações fora desse critério só podem ocorrer mediante autorização expressa da entidade máxima do futebol.

    A regra também não determina que toda lesão resulte, necessariamente, em uma substituição. A avaliação final fica a cargo da comissão técnica, que analisa o quadro clínico e o tempo estimado de recuperação do atleta antes de tomar uma decisão.

    Desde a entrega da lista definitiva, o Brasil precisou fazer apenas uma substituição, a do lateral Wesley. O lateral sofreu uma lesão grau três na coxa esquerda durante o amistoso contra o Egito, último compromisso da Seleção antes da Copa, e acabou retirado da lista. Em seu lugar, Carlo Ancelotti convocou o volante Éderson, da Atalanta.

    Dos atletas do grupo atual, o que preocupa é Neymar. O camisa 10 se machucou em 17 de maio, durante a derrota do Santos para o Coritiba, e inicialmente teve diagnosticado apenas um edema na panturrilha. Posteriormente, ao se apresentar à Seleção, exames apontaram uma lesão de grau dois na região.

    Laterais 

    Danilo (Flamengo)
    Ibañez (Al Ahli)
    Douglas Santos (Zenit)
    Alex Sandro (Flamengo)
    Zagueiros 

    Marquinhos (PSG)
    Magalhães (Arsenal)
    Bremen (Juventus)
    Léo Pereira (Flamengo)
    Meio-campistas

    Casemiro (Manchester United)
    Bruno Guimarães (Newcastle)
    Danilo (Botafogo)
    Fabinho (Al-Ittihad)
    Paquetá (Flamengo)
    Éderson (Atalanta)
    Atacantes 

    Vini Jr. (Real Madrid)
    Igor Thiago (Brentford)
    Raphinha (Barcelona)
    Cunha (Manchester United)
    Endrick (Lyon)
    Martinelli (Arsenal)
    Luiz Henrique (Zenit)
    Neymar (Santos)
    Rayan (Bournemout)

    Fonte: Terra

  • 7 dicas para conquistar a confiança do seu gato 

    Pequenas mudanças na rotina e atitudes simples podem ajudar a criar uma relação mais próxima, tranquila e cheia de carinho

    Curiosidade – Os gatos são animais conhecidos pela independência, personalidade forte e comportamento, muitas vezes, reservado. Apesar disso, criar um vínculo próximo com o felino é possível e pode trazer benefícios tanto para o animal quanto para o tutor. Afinal, quando o gato se sente seguro, tende a ficar mais relaxado, sociável e confortável dentro de casa.

    Por natureza, muitos gatos são desconfiados, principalmente quando chegam a um novo ambiente, mudam de rotina ou passam por processos como adoção. Nesses casos, ganhar a confiança do animal exige tempo, paciência e respeito aos limites dele. Algumas atitudes simples no dia a dia podem fazer toda a diferença para fortalecer essa relação.

    1 abraçar ou interagir excessivamente logo nos primeiros dias.

    O ideal é permitir que o animal explore a casa no próprio ritmo, observando o ambiente e escolhendo quando deseja interagir. Forçar contato pode gerar medo e fazer com que o pet se afaste ainda mais. 

    1. Crie uma rotina previsível 
      Os gatos costumam se sentir mais seguros quando sabem o que esperar do ambiente ao redor. Manter horários relativamente fixos para alimentação, brincadeiras, limpeza da caixa de areia e momentos de interação ajuda o animal a entender a dinâmica da casa. Mudanças constantes podem gerar insegurança e aumentar o estresse. 
    2. Use petiscos e reforço positivo 
      Associar a presença humana a experiências agradáveis ajuda bastante na construção da confiança. Oferecer petiscos, brinquedos ou carinho quando o gato se aproxima voluntariamente faz com que ele associe aquele momento a algo positivo. O reforço positivo costuma funcionar melhor do que qualquer tentativa de correção ou punição. Com o tempo, o felino começa a buscar mais proximidade porque entende que a interação traz segurança e conforto.
    1. Evite movimentos bruscos e barulhos excessivos 
      Gatos possuem audição extremamente sensível e costumam perceber rapidamente mudanças no ambiente. Gritos, sons altos, movimentos repentinos ou tentativas rápidas de pegá-los podem assustar o animal e prejudicar o vínculo. Falar em tom calmo, caminhar sem movimentos abruptos e permitir aproximações lentas costuma gerar melhores resultados.
    1. Aprenda a linguagem corporal felina 
      Entender os sinais emitidos pelo gato ajuda a evitar situações desconfortáveis. Orelhas para trás, cauda agitada, pupilas muito dilatadas e corpo enrijecido podem indicar medo ou desconforto. Já piscar lentamente, esfregar a cabeça, ronronar e permanecer próximo costumam ser sinais positivos. 
    2. Brinque diariamente com o felino 
      As brincadeiras funcionam como uma excelente ferramenta para fortalecer vínculos. Além de estimular os instintos de caça, correr, perseguir e capturar objetos ajuda o gato a liberar energia acumulada e reduzir o estresse. Brinquedos interativos, varinhas, bolinhas e circuitos simples costumam funcionar bem. 
    3. Ofereça esconderijos e locais seguros 
      Um gato dificilmente confiará em um ambiente onde sente que não pode se proteger. Caixas, nichos, caminhas elevadas, prateleiras e espaços tranquilos permitem que ele observe o ambiente sem se sentir vulnerável. Esses locais funcionam como refúgios importantes, especialmente nos primeiros dias em casa ou durante visitas e mudanças

    Fonte: Terra

  • Apontada como morta em megaoperação no Rio, ‘Penélope’ reaparece e relata fuga: “Achei que ia morrer”

    Jovem conhecida nas redes sociais como “Penélope” revelou o impacto dos boatos sobre sua morte, falou sobre o medo vivido durante a operação policial e afirmou ter deixado o passado para trás.

    Brasil – Pouco mais de sete meses após uma das operações policiais mais comentadas do Rio de Janeiro, Maria Eduarda, conhecida popularmente como “Penélope”, voltou a aparecer publicamente para falar sobre os rumores que a apontavam como uma das vítimas da ação realizada na comunidade da Penha.

    Em entrevista concedida ao podcast Cool Cast, divulgada na quinta-feira (11), a jovem relembrou os momentos de desespero vividos durante a megaoperação e descreveu o impacto emocional de ver seu nome associado às notícias sobre mortes ligadas ao confronto.

    A operação mencionada por Maria Eduarda ocorreu em 28 de outubro de 2025 e mobilizou forças de segurança do estado do Rio de Janeiro. Na época, informações compartilhadas nas redes sociais e em aplicativos de mensagens afirmavam que ela teria morrido durante a ação. Imagens falsas atribuídas à jovem também passaram a circular na internet.

    Ao comentar o episódio, Maria Eduarda afirmou que viveu momentos de intenso medo enquanto permanecia escondida durante o avanço policial. Segundo ela, a repercussão nacional do caso provocou sentimentos de desespero e incerteza quanto ao próprio futuro.

    Durante a entrevista, a jovem relatou que acreditou que sua vida havia chegado ao fim após ver sua imagem vinculada às manchetes policiais. Ela contou que se sentiu sem perspectivas e passou a acreditar que jamais conseguiria reconstruir sua trajetória.

    Maria Eduarda também aproveitou a oportunidade para negar parte das narrativas que surgiram ao longo dos últimos meses envolvendo sua identidade. Segundo ela, a figura conhecida na internet como “Japinha do CV” teria sido criada a partir de especulações e informações disseminadas nas redes sociais.

    Embora tenha admitido que existiram aspectos do seu passado que prefere não reviver, ela afirmou que decidiu se afastar definitivamente da criminalidade e buscar um novo caminho.

    De acordo com o relato apresentado no podcast, a decisão de mudar de vida foi influenciada pelo sofrimento da família, especialmente da mãe, e pelos conselhos recebidos de pessoas próximas. Segundo Maria Eduarda, familiares e conhecidos a incentivaram a aproveitar a repercussão do caso para desaparecer dos holofotes e tentar recomeçar.

    A jovem afirmou que o desejo de proporcionar orgulho à família foi determinante para que tomasse coragem para abandonar o ambiente em que vivia anteriormente. Apesar do receio de continuar sendo julgada pelo passado e pela exposição nas redes sociais, ela declarou que decidiu seguir uma vida mais tranquila.

    A reaparição de Maria Eduarda reacendeu debates nas redes sociais sobre os impactos da exposição pública, a disseminação de informações não confirmadas durante grandes operações policiais e os desafios enfrentados por pessoas que afirmam tentar reconstruir suas vidas após experiências ligadas à criminalidade.

    Ao final da entrevista, ela afirmou que pretende seguir longe da antiga rotina e construir uma nova história, distante da imagem que passou a circular na internet após os acontecimentos que marcaram a megaoperação realizada no Rio de Janeiro.

  • Anvisa manda recolher milho de pipoca após erro grave em informação sobre glúten

    Agência também determinou a apreensão de suplementos alimentares vendidos pela internet por apresentarem origem desconhecida e risco ao consumidor.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato do milho para pipoca da marca Provatti após identificar irregularidades na rotulagem do produto relacionadas à presença de glúten. A medida, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (12), também proíbe a comercialização, distribuição, divulgação e o consumo do item até que a situação seja regularizada.

    De acordo com a Anvisa, o problema está na informação presente na embalagem que indica que o produto “não contém glúten”. No entanto, o próprio rótulo traz advertências sobre a possibilidade de contaminação cruzada com trigo ou até mesmo a presença intencional do ingrediente, o que torna a declaração incompatível com as normas sanitárias.

    Segundo a Resolução nº 2.324, a utilização da expressão “não contém glúten” é proibida quando há indicação de que o alimento possa conter trigo ou apresente ingredientes derivados do cereal. A divergência pode representar um risco significativo para pessoas com doença celíaca ou outras condições relacionadas à intolerância ao glúten, que dependem da precisão das informações contidas nos rótulos para evitar complicações à saúde.

    O milho para pipoca da marca Provatti é fabricado pela empresa Kaza Distribuidora, R & A Indústria, Comércio e Distribuidora de Alimentos.

    Suplementos alimentares também foram alvo de fiscalização

    Além da medida envolvendo o milho para pipoca, a Anvisa determinou a apreensão de suplementos alimentares comercializados sob a marca Nutricost. Conforme a Resolução nº 2.325, ficam proibidas a fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e utilização desses produtos em todo o território nacional.

    A decisão foi tomada após a identificação de suplementos vendidos em plataformas digitais sem informações adequadas sobre sua origem e fabricante. Segundo a agência, os produtos são considerados de procedência desconhecida, o que impede a verificação de critérios essenciais de qualidade, segurança e regularização sanitária.

    “Considerando a divulgação e comercialização de suplementos alimentares da marca Nutricost, de origem desconhecida ou ignorada em lojas digitais”, destacou a Anvisa em trecho da determinação publicada no Diário Oficial da União.

    A agência orienta que consumidores que tenham adquirido os produtos interrompam imediatamente o uso e busquem informações junto aos canais oficiais de atendimento. No caso do milho para pipoca, pessoas com restrições ao consumo de glúten devem redobrar a atenção e verificar os lotes adquiridos.

    As medidas reforçam a importância da fiscalização sanitária e da transparência nas informações fornecidas ao consumidor, especialmente quando envolvem produtos que podem impactar diretamente a saúde da população.

  • Justiça condena empresa a pagar R$ 470 mil por exploração de adolescente venezuelano no Amazonas

    Decisão reconheceu trabalho infantil em condições análogas à escravidão, além de assédio moral e violações de direitos trabalhistas.

    Justiça – Uma empresa do setor alimentício foi condenada pela Justiça do Trabalho do Amazonas ao pagamento de mais de R$ 470 mil após ser responsabilizada pela exploração de um adolescente venezuelano em situação caracterizada como trabalho infantil e condições análogas à escravidão. O caso tramita em segredo de Justiça.

    A decisão foi proferida pelo juiz Gerfran Carneiro Moreira, da 4ª Vara do Trabalho de Manaus, após análise de provas que incluíram fotografias, vídeos e depoimentos de testemunhas. Segundo os autos, o jovem começou a trabalhar aos 14 anos, entre os anos de 2022 e 2025, sem registro em carteira e submetido a atividades incompatíveis com sua idade.

    De acordo com o processo, o adolescente atuava tanto na produção quanto na realização de entregas para a empresa. As funções desempenhadas incluíam o manuseio de ferramentas cortantes, além do cumprimento de jornadas consideradas irregulares pela Justiça.

    Outro ponto destacado na sentença refere-se às condições de moradia oferecidas pela empresa. Conforme a decisão judicial, o adolescente e seus familiares viviam em um imóvel cedido pelos empregadores que não possuía acesso à água encanada nem fornecimento de energia elétrica.

    Para o magistrado, a situação reforçava uma relação de dependência e vulnerabilidade social entre os trabalhadores e os responsáveis pelo empreendimento, agravando o cenário de violação de direitos.

    O processo também aponta que o adolescente teria sido vítima de assédio moral no ambiente de trabalho, sendo submetido a ofensas e humilhações frequentes praticadas por um superior hierárquico.

    Ainda segundo os autos, durante uma fiscalização realizada no estabelecimento, a empresa teria tentado ocultar a presença do adolescente no local, fato que também foi considerado na análise do caso.

    A condenação inclui o pagamento de verbas trabalhistas não quitadas ao longo do período em que o jovem exerceu as atividades, além de indenização por danos morais em razão das condições às quais foi submetido.

    Diante da gravidade dos fatos apurados, o caso foi encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF), que deverá analisar a existência de possíveis responsabilidades na esfera criminal.

    A decisão judicial ainda é passível de recurso. O nome da empresa não foi divulgado em razão do segredo de Justiça que envolve o processo.


    Por jornalista Lília Marques

  • Instagram enfrenta instabilidade nesta sexta e usuários relatam falhas para acessar e publicar conteúdo

    Problemas afetam principalmente a versão web da plataforma, mas há registros de dificuldades também no Facebook e em outros serviços da Meta.

    Tecnologia – Usuários do Instagram relataram instabilidade na manhã desta sexta-feira (12), com dificuldades para acessar a rede social, atualizar o feed e publicar conteúdos. As reclamações se concentraram principalmente na versão web da plataforma, acessada por navegadores, embora alguns usuários também tenham apontado falhas no aplicativo para celulares.

    Nas redes sociais, especialmente no X, internautas recorreram ao humor para comentar o problema. “Instagram tá fora? Tô tentando postar lá, mas não carrega”, escreveu um usuário. Outro ironizou a situação: “Instagram caiu logo hoje, no Dia dos Namorados. Que coisa boa”.

    Além do Instagram, também surgiram relatos de instabilidade envolvendo o Facebook, levantando suspeitas de que a falha possa estar relacionada à infraestrutura da própria Meta, empresa responsável pelas duas plataformas.


    Falhas atingem diferentes regiões

    Comunidades online e fóruns especializados registraram aumento significativo de comentários sobre dificuldades de acesso aos serviços da Meta ao longo desta sexta-feira. Usuários relataram problemas como páginas que não carregavam, erros de login e interrupções no funcionamento normal dos aplicativos.

    Embora os relatos indiquem um cenário de instabilidade mais amplo, ainda não há confirmação oficial sobre a dimensão exata do problema ou se a falha atingiu usuários em escala global.

    Meta ainda não explicou a causa

    Até o momento, a Meta não havia divulgado um posicionamento detalhando o que provocou a instabilidade ou uma previsão para a normalização completa dos serviços.

    Historicamente, interrupções semelhantes costumam estar associadas a problemas técnicos internos, falhas em servidores ou atualizações de sistemas. Em episódios anteriores, a empresa reconheceu dificuldades operacionais apenas após o aumento expressivo de reclamações de usuários.

    O que fazer durante a instabilidade?

    Especialistas recomendam que usuários evitem ações como alterar senhas repetidamente ou desinstalar aplicativos imediatamente ao perceber falhas de acesso, principalmente quando há indícios de que o problema seja generalizado.

    Uma alternativa é verificar plataformas que monitoram interrupções em serviços digitais, como o Downdetector, além de acompanhar os canais oficiais da Meta para atualizações sobre o funcionamento das redes sociais.

    Enquanto a empresa trabalha para restabelecer a estabilidade, milhares de usuários seguem enfrentando dificuldades para compartilhar fotos, vídeos e mensagens em uma das plataformas mais utilizadas do mundo.

    A instabilidade desta sexta-feira reforça a dependência cada vez maior das redes sociais no cotidiano digital — seja para comunicação pessoal, entretenimento ou atividades profissionais — e como interrupções, mesmo que temporárias, rapidamente mobilizam milhões de pessoas em busca de respostas.