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  • EUA receberam mais de 80 milhões de barris de petróleo da Venezuela, diz Trump

    O republicano disse em discurso no Congresso norte-americano que ‘cumpriu promessa’ de aumentar a produção energética do país.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na terça-feira (24) que o país recebeu “mais de 80 milhões de barris de petróleo” oriundos da Venezuela. O republicano deu a declaração durante tradicional discurso “Estado da União” feito anualmente no Congresso norte-americano com balanço do ano anterior, além de delinear as prioridades legislativas e políticas para o período seguinte.

    O anúncio do republicano se deu com menos de dois meses da captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A Venezuela é detentora de uma das maiores reservas de petróleo do mundo, estimada de 303 bilhões de barris.

    Aos congressistas, Trump ainda acrescentou que a produção de petróleo norte-americana aumentou em mais de 600 mil barris por dia e a de gás natural “está em seu nível mais alto”. Isso porque ele “cumpriu” com a sua “promessa de perfurar, perfurar e perfurar”.

    Assista à íntegra do discurso de Trump

    https://youtu.be/DPnZTCTk1NA


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Trump critica show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl

    Cantor porto-riquenho se apresentou em meio à repressão do governo Trump contra imigrantes.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou na noite do domingo (8) o show de intervalo do Super Bowl, no qual o cantor porto-riquenho Bad Bunny fez críticas à repressão contra os imigrantes. “Absolutamente terrível”, opinou.

    “O show Não faz sentido, é um insulto à Grandeza da América e não representa nossos padrões de Sucesso, Criatividade ou Excelência”, disse o presidente, em publicação na rede Truth Social.

    Bad Bunny cantou e falou em espanhol durante a maior parte do show. “Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo”, disse Trump, que considerou a apresentação um “tapa na cara” do país.

    Trump ainda atacou a imprensa pelos elogios ao artista e a Liga Nacional de Futebol (NFL) pela promoção do evento.

    Em outra publicação, o presidente americano projetou que o Dow Jones atingirá os 100 mil pontos devido à política tarifária que estabeleceu desde o ano passado.


    Fonte e Foto: Estadão

  • Homem que tentou matar Trump é condenado à prisão perpétua

    Ryan Routh, de 59 anos, compareceu pela manhã a um tribunal federal de Fort Pierce, no sudeste da Flórida, para ouvir sua sentença.

    Mundo – A Justiça dos Estados Unidos condenou na quarta-feira (4) à prisão perpétua o homem acusado de tentar assassinar Donald Trump em seu campo de golfe na Flórida em 2024, dois meses antes das eleições presidenciais vencidas pelo republicano.

    Ryan Routh, de 59 anos, compareceu pela manhã a um tribunal federal de Fort Pierce, no sudeste da Flórida, para ouvir sua sentença.

    Em setembro, um júri o havia declarado culpado de cinco acusações, entre elas a de tentativa de assassinato de um candidato presidencial. Ao ouvir o veredicto, o acusado tentou então se esfaquear com uma caneta, mas foi impedido por agentes de segurança.

    A juíza Aileen Cannon atendeu nesta quarta-feira ao pedido da promotoria e aplicou a Routh a pena máxima possível “para proteger as pessoas de futuros crimes cometidos por ele”.

    Routh também foi considerado culpado de posse ilegal de arma devido a seus antecedentes criminais, posse de arma com o número de série raspado, posse de arma de fogo com a finalidade de cometer um crime violento e agressão a um agente federal.

    Em 15 de setembro de 2024, um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos — responsável por proteger as principais autoridades políticas do país — viu o cano de um rifle aparecendo entre arbustos do campo de golfe de West Palm Beach, onde Trump jogava uma partida.

    O agente abriu fogo e Routh, que fugiu em um veículo, foi detido pouco depois pela polícia.

    A polícia encontrou no local um rifle semiautomático carregado, equipado com mira telescópica e um carregador com munição adicional.

    “Uma casca vazia”

    Após permanecer em silêncio, com o semblante franzido e sem demonstrar qualquer emoção aparente durante a audiência, Routh tomou a palavra. Colocou óculos pretos grossos e começou a ler um discurso de 20 páginas que havia preparado.

    “Minha sentença é totalmente insignificante. Diante de vocês não há nada; não sou mais do que uma casca vazia”, declarou, antes de se definir como uma boa pessoa, trabalhadora e dedicada ao seu país.

    A juíza Cannon o interrompeu várias vezes e pediu que encurtasse um discurso que considerou irrelevante para o caso. Routh chegou a dizer, por exemplo, que trocaria sua vida pela de palestinos vítimas do conflito com Israel.

    O condenado voltou a demonstrar sua fixação pela invasão russa da Ucrânia, para onde havia viajado a fim de se juntar a voluntários estrangeiros, e lamentou a passividade do mundo diante dessa guerra.

    À sua frente, o promotor John Shipley tentou desmontar a imagem de bom cidadão defendida por Routh e por seu advogado, Martin Roth.

    “Ele tentou realizar um massacre a sangue-frio”, com o “objetivo de subverter a democracia americana” ao matar o então candidato republicano e atual presidente, Donald Trump, afirmou Shipley.

    “Lamento muito ter falhado com vocês”

    Durante o julgamento, uma testemunha declarou que Routh havia deixado uma caixa em sua residência que incluía uma carta manuscrita com a mensagem: “Querido mundo. Esta foi uma tentativa de assassinato contra Donald Trump, mas lamento muito ter falhado com vocês”.

    Este foi o segundo atentado contra o candidato republicano, que acabou vencendo as eleições presidenciais de 2024.

    Trump havia escapado por pouco de um ataque em 13 de julho de 2024, durante um comício em Butler, na Pensilvânia (nordeste). Naquela ocasião, Thomas Matthew Crooks, de 20 anos, conseguiu disparar várias vezes antes de ser abatido pelo Serviço Secreto.

    Trump foi atingido na orelha. As imagens dele com o rosto ensanguentado e o punho erguido correram o mundo, e o episódio foi considerado um momento-chave da campanha que o levou de volta à Casa Branca.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Trump recua e diz que enfermeiro morto pelo ICE ‘não agia como assassino’

    Republicanoa ressaltou, porém, que “ninguém pode entrar armado em um protesto” e classificou o ocorrido como “um incidente muito infeliz”.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou na terça-feira, 27, demitir a secretária de Segurança Interna (DHS), Kristi Noem, em meio às críticas à atuação de agentes federais de imigração (ICE) em Minneapolis. “Não vou demiti-la”, afirmou de forma direta. A declaração foi dada antes de o republicano embarcar no helicóptero Marine One, na saída da Casa Branca.

    Trump comentou o caso do enfermeiro Alex Pretti, morto a tiros por um agente federal durante protestos contra operações migratórias na cidade. O presidente disse que pretende aguardar o resultado de uma “investigação honesta e honorável” antes de formar um juízo definitivo. Segundo ele, Pretti “não estava agindo como um assassino”, contrariando declarações iniciais de autoridades federais após o episódio. Trump ressaltou, porém, que “ninguém pode entrar armado em um protesto” e classificou o ocorrido como “um incidente muito infeliz”.

    De acordo com o presidente, uma ampla apuração está em curso e ele acompanhará pessoalmente os desdobramentos. As declarações ocorrem enquanto agentes federais começam a deixar Minneapolis, após acordo com autoridades locais, e em meio à pressão política sobre a Operação Metro Surge, conduzida pelo DHS.

    O presidente também afirmou que “há muitas coisas boas ainda para acontecer” na relação entre Rússia e Ucrânia, sem dar detalhes.

    Trump seguiu viagem para o Estado de Iowa, onde deve discursar sobre redução do custo de vida (affordability), tema central da estratégia da Casa Branca às vésperas das eleições de meio de mandato.


    Fonte e: JP Notícias

  • Trump afirma que ‘Conselho de Paz’ atuará em conjunto com a ONU

    Em Davos, o presidente dos EUA criticou a ausência de ações efetivas da Organização das Nações Unidas na promoção da paz: ‘Tem potencial, mas não o usam’.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o “Conselho de Paz”, oficializado nesta quinta-feira (22), em Davos, trabalhará em conjunto com a ONU.

    Em discurso, Trump reconheceu a importância da Organização das Nações Unidas, mas criticou a ausência de ações efetivas na promoção da paz.

    “Trabalharemos em conjunto com a ONU. As Nações Unidas tem um potencial tremendo, mas não o usam. Juntos acabaremos com décadas de sofrimento, acabar com gerações e gerações de ódio e sangue derramado. Teremos paz no mundo e criaremos um legado”, afirmou Trump.

    O presidente dos EUA também afirmou que o “Conselho de Paz” terá como foco a resolução de conflitos em todas as partes do mundo, e não apenas no Oriente Médio e na Europa, cenários das guerras mais complexas do atual contexto internacional, como as da Ucrânia e da Palestina.

    “Será um bom plano. Teremos sucesso em outras partes do mundo. Faremos muito mais coisas, uma vez que o Conselho esteja completo com todos os integrantes”, garantiu o presidente dos EUA.

    Com a presença de alguns dos líderes que integram o grupo, Trump afirmou que, juntos, eles são “as pessoas mais poderosas do mundo” e que usarão esses “gênios” em favor da paz.

    *Reportagem em atualização


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Macron propõe a Trump uma cúpula do G7 na quinta-feira em Paris

    Mensagem confirmada pela equipe do presidente francês nesta terça-feira (20) sugere a inclusão de Rússia e Síria em conversas paralelas ao encontro, previsto para ocorrer após o Fórum de Davos, na Suíça.

    Mundo – O presidente francês, Emmanuel Macron, propôs, em “mensagem privada” ao seu homólogo americano, Donald Trump, a realização de uma cúpula do G7 na quinta-feira (22) em Paris, para a qual poderia convidar “os russos à margem” do encontro.

    Os europeus romperam praticamente todos os contatos — com poucas exceções — com Moscou após o início da invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022, com o objetivo de isolar seu líder, Vladimir Putin.

    Trump publicou a mensagem de Macron em sua plataforma de mídia social, Truth Social, na qual o presidente francês também propõe convidar os ucranianos, os dinamarqueses — para tratar da questão da Groenlândia — e os sírios. A mensagem foi confirmada nesta terça-feira (20) pela equipe do presidente francês.

    “Meu amigo, estamos totalmente alinhados em relação à Síria. Podemos fazer grandes coisas no Irã. Não entendo o que você está fazendo na Groenlândia”, disse o presidente francês em sua mensagem.

    Trump quer que os Estados Unidos assumam o controle da Groenlândia, uma ilha ártica estrategicamente localizada, alegando razões de “segurança nacional”, pois, segundo ele, caso contrário, a ilha será controlada pela China ou pela Rússia.

    “Posso organizar uma reunião do G7 em Paris na tarde de quinta-feira, depois de Davos”, na Suíça, e “convidar os ucranianos, os dinamarqueses, os sírios e os russos para as discussões paralelas da reunião”, acrescentou Macron em sua mensagem. O Kremlin, no entanto, disse à AFP que ainda não recebeu nenhum convite para participar das negociações em Paris.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Trump diz que EUA vão tomar ‘medidas duras’ se Irã executar manifestantes

    Anúncio veio no mesmo dia em que o regime iraniano informou que nesta quarta-feira (14) irá executar um manifestante que participou dos protestos contra o governo.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, na terça-feira (13) que ‘tomará medidas duras’ se o Irã enforcar manifestantes. “Patriotas iranianos, continuem protestando – ocupem suas instituições!!!! Guardem os nomes dos assassinos e abusadores”, escreveu Trump em sua conta nas redes sociais. “Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que o assassinato sem sentido de manifestantes pare. A ajuda está a caminho”, acrescentou.

    O anúncio veio no mesmo dia em que o regime iraniano informou que na quarta-feira (14) irá executar um manifestante que participou dos protestos contra o governo. A vítima é Erfan Soltani, de 26 anos. Ele foi mantido em detenção sem acesso a um advogado, e as autoridades não o acusaram formalmente.

    A população do Irã denunciou ao jornal The New York Times que as manifestações no país estão sendo reprimidas de forma “brutal”. Os relatos são de que as forças armadas foram autorizadas a “atirar para matar”. Segundo informou dois funcionários do Ministério da Saúde iraniano ao veículo, pelo menos 3.000 pessoas foram mortas desde o início dos protestos.

    Diante dos relatos e do aumento de número de mortos, Trump, que no final de semana disse que ajudaria os iranianos se libertarem do regime islâmico, informou que atacar o Irã é mais provável que improvável. As informações são do jornal The Wall Street Journal. Um funcionário da Casa Branca afirmou ao veículo que “todas as opções” de medidas contra o Irã foram apresentadas ao presidente dos Estados Unidos.

    Há duas semanas, os iranianos estão indo às ruas em manifestações que são as maiores já vistas desde 2022, quando Mahsa Amini foi presa por supostamente violar o código de vestimenta feminino. Dessa vez, os protestos são contra o governo com pressão econômica, que é um dos problemas do país há anos devido às sanções dos Estados Unidos e da União Europeia devido às ambições nucleares iranianas.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Trump cancela segunda onda de ataques à Venezuela após libertação de presos políticos

    O presidente dos EUA também afirmou que petroleiras investirão US$ 100 bilhões no país e que se reunirá com essas empresas nesta sexta-feira (9), na Casa Branca.

    Mundo – O presidente americano, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (9) que cancelou uma segunda onda de ataques à Venezuela após a libertação de “um grande número” de presos políticos no país.

    “A Venezuela está libertando um grande número de presos políticos como sinal de que está ‘buscando a paz’ (…) por essa cooperação, cancelei a segunda onda de ataques prevista”, escreveu o presidente em sua plataforma Truth.

    Também afirmou que grandes petroleiras investirão “pelo menos 100 bilhões de dólares” (538 bilhões de reais) na Venezuela, e que se reunirá com essas empresas nesta sexta-feira na Casa Branca.


    Fonte e Foto:  JP Notícias

  • Trump diz que supervisão dos EUA sobre Venezuela pode durar anos

    Líder americano afirmou que seu governo está “se dando bem” com presidente interina do país e planeja refinar e vender até 50 milhões de barris de petróleo venezuelano.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “só o tempo dirá” por quanto tempo os EUA manterão a supervisão da Venezuela, em entrevista publicada pelo jornal americano The New York Times nesta quinta-feira (8).

    Questionado pelo veículo se seriam três meses, seis meses, um ano ou mais, Trump respondeu: “Eu diria que muito mais tempo”.

    “Vamos reconstruí-la de uma forma muito lucrativa”, disse o presidente sobre a Venezuela, acrescentando: “Vamos usar petróleo e vamos importar petróleo. Vamos baixar os preços do petróleo e vamos dar dinheiro à Venezuela, que precisa desesperadamente disso.”

    Ele acrescentou que os EUA estão “se dando muito bem” com o governo da presidente interina Delcy Rodríguez neste momento, segundo o jornal.

    Na terça-feira (6), Trump revelou um plano para refinar e vender até 50 milhões de barris de petróleo que estavam retidos na Venezuela devido ao bloqueio dos EUA, em mais um sinal de que Washington está coordenando ações com o governo venezuelano desde a captura do presidente Nicolás Maduro em uma operação no último fim de semana.

    “Eles estão nos dando tudo o que consideramos necessário”, declarou o presidente, referindo-se ao governo venezuelano.


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Trump exige que Venezuela encerre relações com China e Rússia, revela emissora americana

    Medida é imposta como condição para a retomada das exportações de petróleo e visa garantir exclusividade aos EUA no setor.

    Mundo – O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que o país deverá encerrar suas relações com China, Rússia, Irã e Cuba como parte de uma série de exigências antes de extrair e comercializar seu petróleo, segundo funcionários citados pela emissora ABC.

    De acordo com as fontes citadas pela emissora americana, a Venezuela deve expulsar a influência de China, Rússia, Irã e Cuba como parte das exigências dos EUA, que buscam ser o único parceiro comercial no setor petrolífero e favorecer os interesses americanos na venda de petróleo bruto pesado.

    Segundo um dos funcionários, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou em uma sessão informativa privada com legisladores que os EUA acreditam ser capazes de pressionar Caracas porque seus petroleiros estão cheios.

    Rubio alertou que a Venezuela teria apenas algumas semanas antes de cair em insolvência financeira se não conseguir vender suas reservas.

    Em entrevista à ABC News, o senador Roger Wicker confirmou que o plano se baseia no controle do petróleo venezuelano e assegurou que a estratégia não prevê o destacamento de tropas americanas.

    Até o momento, a Venezuela, dirigida de forma provisória por Rodríguez, não emitiu nenhuma comunicação oficial sobre a exigência antecipada por Trump.

    Na terça-feira (6), durante uma sessão extraordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA), países como Brasil, Colômbia, Chile e México condenaram a atuação americana em Caracas e advertiram que uma ingerência deste tipo coloca em risco a soberania da região.


    Fonte e Foto: JP Notícias