Tag: Trump

  • Trump diz durante o G7 que ‘não haveria Israel’ sem os Estados Unidos

    Presidente norte-americano pontuou que premiê israelense, Benjamin Netanyahu, deve ser mais ‘responsável’.

    Mundo – Na França para a Cúpula do G7, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (16), durante reunião bilateral com emir do Catar, Sheikh Tamim, que “não haveria Israel sem os Estados Unidos”, estendendo críticas ao comportamento do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, sobre a condução de operações militares no Líbano.

    Trump afirmou que, se não fosse por ele, Israel não existiria, pois “não houve presidente que estivesse disposto” a tomar as ações que foram realizadas pelo seu governo. Além disso, o presidente dos EUA pontuou que Netanyahu deveria ser mais responsável em respeito à questão libanesa, visto que o confronto já se “prolonga por muito tempo”.

    “Não é preciso demolir um apartamento toda vez que se procura alguém, porque há muita gente nesses prédios — e nem todos são memnbros do Hezbollah”, disse o presidente americano.”Sugeri a Israel que deixasse a Síria lidar com o Hezbollah porque, para ser sincero, acho que eles fariam um trabalho melhor”, acrescentou Trump.

    Apesar das declarações fortes, Trump fez questão de pontuar que cultiva um “ótimo relacionamento” com Benjamin Netanyahu, e minimizou o tópico das recentes operações militares das Forças de Defesa de Israel (IDF na sigla em inglês) em Beirute, que podem afetar diretamente a negociação de paz norte-americana com o Irã: “Considero essa uma guerra menor. O Irã é o grande problema, mas temos aquele pequeno foco de atenção que constantemente ressurge, que é o Hezbollah”.

    Vale lembrar que o Irã advertiu os Estados Unidos de que qualquer novo ataque israelense contra o Líbano ou a continuidade da ocupação de territórios libaneses poderá ser considerada uma violação do acordo provisório firmado entre Teerã e Washington.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Trump se manifesta após Irã e Israel romperem cessar-fogo de abril

    O presidente Donald Trump exigiu fim “imediato” dos ataques após quebra de cessar-fogo entre Irã e Israel.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se manifestou, nesta segunda-feira (8/6), sobre a recente troca de ataques entre Irã e Israel, o primeiro confronto direto entre os países desde o cessar-fogo de abril.

    Em publicação na Truth Social, Trump exigiu que os bombardeios sejam interrompidos “imediatamente”.

    Nesse domingo (7/6), o líder americano já havia criticado a ofensiva israelense contra os subúrbios ao sul de Beirute, afirmando que a ação não foi coordenada com Washington.

    Irã e Israel

    Em resposta aos mísseis lançados pelo Irã, as forças israelenses atacaram alvos militares no oeste e centro do país persa nesta segunda-feira (8/6). O ataque de Teerã havia sido uma reação às operações de Israel contra o Hezbollah no Líbano.

    Esta mais recente escalada nos combates coloca em risco as negociações promovidas pelos Estados Unidos para conter a guerra no Oriente Médio.



    Fonte e Foto: Metrópoles

  • Brasil sob pressão? Classificação de PCC e CV como terroristas nos EUA acende alerta sobre soberania nacional

    Decisão do governo Trump após articulação de aliados de Bolsonaro gera tensão diplomática e levanta debate sobre possíveis impactos militares e jurídicos envolvendo o Brasil.

    Mundo – A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais provocou forte repercussão política e diplomática no Brasil. A medida, oficializada pelo presidente Donald Trump na última quinta-feira (28), elevou o nível da tensão entre Washington e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de reacender discussões sobre soberania nacional e segurança internacional.

    Com o decreto, as duas maiores facções criminosas brasileiras passaram a integrar a lista de “Organizações Terroristas Estrangeiras” (FTOs) e de “Terroristas Globais Especialmente Designados” (SDGTs), categoria utilizada pelos EUA para enquadrar grupos considerados ameaça direta à segurança internacional.

    A classificação coloca PCC e CV no mesmo nível jurídico adotado pelos norte-americanos contra grupos extremistas internacionais e amplia significativamente os poderes das autoridades dos EUA para atuar em ações de combate ao terrorismo e ao crime transnacional.

    Articulação política envolveu aliados de Bolsonaro

    A decisão ocorreu poucos dias após uma ofensiva política de lideranças da direita brasileira nos Estados Unidos. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou ter pedido pessoalmente a Donald Trump, durante encontro no Salão Oval, que acelerasse o reconhecimento das facções brasileiras como grupos terroristas.

    Segundo Flávio, a medida ajudaria no combate ao narcotráfico e ao crime organizado no Brasil. A articulação contou ainda com apoio de nomes ligados à oposição, como Eduardo Bolsonaro e o deputado Guilherme Derrite.

    Nos bastidores, aliados do governo Lula avaliam que o movimento também possui forte componente político e eleitoral, especialmente diante do debate sobre segurança pública no Brasil.

    Existe risco real de invasão dos EUA?

    Apesar da repercussão alarmante nas redes sociais, especialistas apontam que a classificação não significa automaticamente uma invasão militar norte-americana ao território brasileiro.

    Juristas e cientistas políticos explicam que há diferenças importantes entre o atual cenário brasileiro e casos anteriores envolvendo ações mais agressivas dos EUA, como ocorreu na Venezuela durante o governo Nicolás Maduro.

    Segundo analistas, os Estados Unidos reconhecem plenamente o governo Lula e não há acusações formais do governo norte-americano contra o presidente brasileiro ou contra instituições do Estado brasileiro.

    Ainda assim, a classificação amplia a margem legal para operações internacionais dos EUA contra estruturas ligadas ao narcotráfico e ao terrorismo, especialmente em águas internacionais, rotas aéreas e movimentações financeiras.

    Especialistas alertam que qualquer ação militar dentro do território brasileiro sem autorização do governo federal configuraria violação da soberania nacional e poderia ser interpretada como ato de guerra sob as normas internacionais.

    Governo Lula acompanha cenário com preocupação

    No Palácio do Planalto, a decisão norte-americana foi recebida com preocupação. Auxiliares do governo avaliam que o tema cria um ambiente delicado para a diplomacia brasileira, sobretudo porque o combate às facções criminosas passa agora a ser tratado também dentro da lógica internacional de enfrentamento ao terrorismo.

    A gestão Lula tenta evitar que o Brasil seja associado institucionalmente às organizações criminosas, ao mesmo tempo em que busca preservar a autonomia do país sobre suas políticas de segurança pública.

    Integrantes do governo também temem que o assunto seja explorado politicamente pela oposição nas eleições presidenciais.

    Debate sobre soberania e segurança ganha força

    A nova classificação abriu espaço para discussões jurídicas e geopolíticas sobre até onde os Estados Unidos poderiam atuar em operações ligadas ao PCC e ao CV.

    Especialistas ressaltam que o decreto norte-americano pode facilitar bloqueios financeiros internacionais, sanções econômicas, cooperação policial ampliada e até operações de interceptação em rotas internacionais suspeitas de ligação com o narcotráfico.

    Por outro lado, cresce entre juristas o alerta sobre os riscos de internacionalização excessiva de problemas internos de segurança pública do Brasil.

    O tema deve ganhar ainda mais destaque nas próximas semanas diante da repercussão política, das reações diplomáticas e dos possíveis impactos jurídicos da decisão norte-americana.

  • Trump chega à China para reunião com Xi Jinping em meio a tensões sobre Irã e Taiwan

    Primeira visita do presidente dos EUA ao país desde 2017 terá como foco a guerra no Oriente Médio, tarifas comerciais, semicondutores, terras raras e as tensões envolvendo Taiwan.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é aguardado nesta quarta-feira (13) em Pequim para se reunir com seu homólogo da China, Xi Jinping, uma visita que espera que seja frutífera, apesar das possíveis fricções por Taiwan e pelo conflito no Oriente Médio.

    O republicano não quer que a guerra contra o Irã, país aliado da China, arruíne a recepção grandiosa que Xi lhe oferecerá na quinta e na sexta-feira.

    “Teremos uma longa conversa sobre isso”, disse Trump na terça-feira aos jornalistas que acompanharam sua partida da Casa Branca.

    Depois afirmou exatamente o contrário: “Temos muitas coisas a discutir. E eu não diria que o Irã seja uma delas”.

    Trump, envolvido em um conflito muito mais longo e complexo do que previa com a República Islâmica, insistiu que não precisa da ajuda chinesa em relação ao Irã.

    Esta é a primeira visita à China de um presidente dos Estados Unidos desde uma viagem de Trump durante seu primeiro mandato, em 2017.

    O governo chinês deu oficialmente as boas-vindas ao presidente americano Donald Trump, poucas horas antes de sua chegada a Pequim.

    “A China dá as boas-vindas ao presidente Trump em sua visita de Estado à China”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, em uma entrevista coletiva. “A China está disposta a colaborar com os Estados Unidos (…) para ampliar a cooperação e administrar as diferenças”, acrescentou.

    ‘Coisas boas’

    Ao considerar que o governo de Xi não havia causado “problemas” diante do bloqueio imposto pelos Estados Unidos aos portos iranianos, Trump declarou sobre seu par chinês que “é alguém com quem nos damos bem”.

    “Acho que ele verá que coisas boas vão acontecer”, acrescentou o presidente americano.

    Por trás do otimismo de Trump, as duas principais potências mundiais travam uma competição feroz nos campos militar, diplomático, tecnológico e econômico.

    “A cúpula parecerá cordial na superfície, mas, no plano tático, será uma partida de rúgbi em que cada parte vai querer levar vantagem”, explicou Melanie Hart, especialista em China do Atlantic Council.

    As vendas de armas dos Estados Unidos para Taiwan, o controle das exportações de terras raras por parte da China e as tarifas alfandegárias são outros tantos temas de atrito.

    Tesla, Apple, Nvidia e Boeing

    As relações econômicas entre Pequim e Washington continuam tensas, apesar da trégua comercial de um ano concluída em outubro, durante a última reunião dos dois presidentes na Coreia do Sul.

    A imprensa estatal chinesa informou nesta quarta-feira que uma nova rodada de negociações comerciais entre as duas potências já começou oficialmente na Coreia do Sul, sem revelar detalhes.

    Diante da China, que registra um importante superávit comercial com os Estados Unidos, Trump espera conseguir grandes contratos e promessas de investimento.

    O presidente está acompanhado na viagem por uma importante delegação de executivos de empresas americanas, entre eles Elon Musk (Tesla), Tim Cook (Apple) e Kelly Ortberg (Boeing).

    Jornalistas credenciados observaram ainda que Jensen Huang, o CEO do grupo de semicondutores Nvidia, embarcou no avião presidencial de Trump no Alasca, durante a operação de reabastecimento.

    O presidente escreveu nas redes sociais, já a caminho da China, que pedirá a Xi a abertura do mercado do país para estas empresas americanas, para permitir que “estas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica”.

    O encontro dos presidentes das maiores potências econômicas mundiais acontece em um momento difícil para Donald Trump, que enfrenta a queda de popularidade e uma retomada da inflação nos Estados Unidos, alimentada pela guerra contra o Irã.

    O encontro também é organizado em um momento incerto para a economia chinesa, confrontada com um consumo interno fraco e uma persistente crise de dívida no setor imobiliário.

    A guerra contra o Irã, desencadeada pelos Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro, provocou o adiamento da viagem, inicialmente programada para março.

    O conflito e o bloqueio do Estreito de Ormuz por parte do Irã complicam ainda mais a relação entre Washington e Pequim.

    Vendas de armas para Taiwan

    O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, pediu na terça-feira ao Paquistão, durante uma ligação a seu homólogo Ishaq Dar, que “intensifique” os esforços de mediação entre americanos e iranianos, informou a imprensa estatal.

    Ele também pediu a Islamabad que “contribua para abordar de forma adequada as questões relacionadas à abertura do Estreito de Ormuz”, cujo bloqueio limita o fornecimento de energia e mercadorias à China.

    Trump tem tentado pôr fim às compras de petróleo iraniano por parte da China por meio de diversas sanções, medidas condenadas pelo governo de Pequim.

    Outro importante motivo de discórdia para os dirigentes chineses é a assistência militar fornecida a Taiwan pelos Estados Unidos.

    Trump se mostrou disposto a abordar esse tema espinhoso com Xi Jinping.

    A China considera a ilha de regime democrático e governo autônomo como parte de seu território. Pequim defende uma solução pacífica, mas se reserva o direito de recorrer à força com vistas à “reunificação”.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Lula chega aos EUA sob tapete vermelho para encontro decisivo com Trump na Casa Branca

    Presidentes discutirão tarifas, segurança internacional e relações comerciais em reunião cercada de expectativa em Washington.

    Política – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou na noite desta quarta-feira (6) em Washington, nos Estados Unidos, para uma reunião oficial com o presidente norte-americano Donald Trump na Casa Branca.

    Lula foi recebido com cerimônia oficial e tapete vermelho, em uma visita considerada estratégica para as relações entre Brasil e Estados Unidos.



    Reunião deve tratar de temas sensíveis

    O encontro entre os dois líderes acontece nesta quinta-feira (7) e deve abordar temas econômicos, segurança internacional e o cenário geopolítico global.

    Entre os principais assuntos esperados estão tarifas comerciais, cooperação bilateral e discussões relacionadas a conflitos internacionais que têm impactado a economia mundial.

    Delegações participam de almoço oficial

    Após a reunião privada entre os presidentes, está previsto um almoço oficial na Casa Branca com a presença das delegações brasileira e norte-americana.

    Lula viajou acompanhado de cinco ministros, que também terão compromissos oficiais durante a passagem pelos Estados Unidos.

    Expectativa por anúncios

    Segundo a programação oficial, os governos devem divulgar um resumo conjunto dos temas discutidos no encontro.

    Ainda não há confirmação sobre uma entrevista coletiva conjunta entre Lula e Trump, mas o presidente brasileiro deverá falar à imprensa na Embaixada do Brasil em Washington após o encerramento da agenda.

    Relação entre Brasil e EUA em foco

    A reunião ocorre em meio a um cenário internacional de tensão econômica e disputas comerciais, aumentando a expectativa sobre possíveis acordos e alinhamentos estratégicos entre os dois países.

    O encontro também é visto como uma tentativa de fortalecer o diálogo diplomático entre Brasília e Washington em um momento de forte polarização política global.

  • Papa Leão XIV recusa debate com Trump e reforça foco na paz durante viagem à África

    Pontífice afirma que sua missão não é política e diz que seguirá pregando o Evangelho e o fim das guerras, mesmo após críticas do presidente dos EUA.

    Mundo – O papa Leão XIV afirmou que não tem intenção de entrar em debate com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após as críticas feitas pelo líder americano à sua postura em temas internacionais. A declaração foi dada a jornalistas a bordo do avião que o levava à Argélia, no início de sua viagem ao continente africano.

    “Não sou um político, não tenho a intenção de entrar em um debate com ele. A mensagem continua sendo a mesma: promover a paz”, disse o pontífice, reforçando que sua atuação está centrada na dimensão espiritual e não na política internacional.

    As declarações de Trump ocorreram após o presidente dos EUA voltar a criticar o papa por suas posições sobre conflitos envolvendo o Irã e outras tensões globais. O presidente chegou a acusar Leão XIV de adotar uma postura “fraca” em política externa, o que intensificou o atrito entre ambos.

    Mesmo diante das críticas, o papa reiterou que continuará se manifestando contra a guerra e em defesa do diálogo entre nações. Ele afirmou ainda que sua mensagem não deve ser distorcida por interesses políticos e que a Igreja tem o papel de ser uma voz em favor da reconciliação.

    Durante o voo, o pontífice também destacou que sua viagem à África tem como objetivo promover a paz e o respeito entre os povos. Ele cumprimentou jornalistas que o acompanham e classificou a missão como uma oportunidade de reforçar a mensagem do Evangelho em regiões marcadas por desafios sociais e conflitos.

    A tensão pública entre o Vaticano e o governo americano ganhou repercussão internacional, mas, segundo o papa, sua posição permanece inalterada: insistir no diálogo e na busca por soluções pacíficas, independentemente de pressões políticas externas.


    Por jornalista Lília Marques

  • Trump adverte Irã sobre cobrança de pedágio para cruzar Ormuz: ‘Melhor parar agora’

    Mídia internacional alerta para cobraças de taxa milionárias para cruzar a região; alguns valores são estimando em US$2 milhões (cerca de R$ 10 milhões de reais).

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu o Irã na quinta-feira (09) sobre a cobrança de taxas para embarcações cruzarem o Estreito de Ormuz. “Há informações de que o Irã está cobrando taxa para permitir a passagem por Ormuz. É melhor não ser e, se for, melhor parar agora”, escreveu o Trump, em sua conta Truth Social, onde também disse que os iranianos estão fazendo uma péssimo trabalho ao permitir que petróleo passe pelo Estreito Ormuz. “Irã está fazendo um péssimo trabalho, desonroso, diriam alguns. Esse não é o acordo que temos!”, declarou.

    Nesta quinta, o líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, disse que o Estreito de Ormuz entrará em uma nova fase, mas não deu mais detalhes sobre o que será realizado. Entretanto, a mídia internacional alerta para cobraças de taxa milionárias para cruzar Ormuz. Alguns valores são estimando em US$2 milhões (cerca de R$ 10 milhões de reais).

    O tráfego de navios pelo Estreito de Ormuz ficou bem abaixo de 10% do volume normal nesta quinta. Apenas sete navios atravessaram o estreito nas últimas 24 horas, em comparação com os cerca de 140 habituais, segundo dados de rastreamento.

    Desde quarta-feira (08), o Irã tem sugerido rotas alternativas. A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã orientou as embarcações a navegarem pelas águas iranianas ao redor da Ilha de Larak para evitar o risco de minas navais nas rotas habituais pelo estreito, informou a agência de notícias semioficial iraniana Tasnim nesta quinta-feira

    Petróleo vai começar a fluir, afirma Trump

    Em uma outra publicação, Trump disse que ‘em breve’o petróleo começaria a fluir muito rapidamente, “com ou sem a ajuda do Irã”, sem fornecer mais detalhes. A declaração foi dada ao criticar um publicação do jornal norte-americano The Wall Street Journal, em que o jornal dizia que a fala de Trump sobre ter vencido a guerra contra o Irã, não era verdadeira. “Irã não tem armas nucleares a, rapidamente, vocês vão ver o petróleo começar a fluir, com ou sem a ajuda do Irã”, escreveu.

    Nesta quinta-feira, dois dias apos a trégua de duas semanas entre os EUA e Irã o petróleo voltou a fechar em alta. Centenas de petroleiros e outros navios estão presos no Golfo Pérsico desde o início da guerra com o Irã, em 28 de fevereiro, reduzindo o fornecimento global de petróleo em 20%, na maior interrupção de abastecimento da história.

    Desde 28 de fevereiro, pelo menos 23 petroleiros com bandeira iraniana chegaram à Ásia, mantendo o ritmo dos níveis pré-guerra, de acordo com o grupo de defesa dos direitos humanos United Against Nuclear Iran, dos EUA, que monitora o tráfego relacionado ao Irã.

    O que é o Estreito de Ormuz?

    O Estreito de Ormuz é uma passagem marítima localizada entre o Golfo Pérsico e de Omã, operando como a fronteira natural entre o Irã e a Península Arábica. No jargão geopolítico e financeiro, a região é classificada como o principal chokepoint (gargalo logístico) energético do mundo.

    Aproximadamente 20 milhões de barris de petróleo bruto transitam por suas águas diariamente. O volume que equivale a cerca de 20% do consumo global do insumo.



    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Trump ameaça: “Uma civilização inteira pode morrer hoje” e eleva tensão com o Irã

    Declaração explosiva nas redes sociais coloca o mundo em alerta diante de possível escalada militar no estreito de Hormuz.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, provocou forte reação internacional ao afirmar que “uma civilização inteira pode morrer” ainda nesta terça-feira (7), em meio à crescente tensão com o Irã.

    A declaração foi publicada na plataforma Truth Social e rapidamente repercutiu globalmente, sendo vista como uma das falas mais duras recentes envolvendo o conflito.

    > “Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada. Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá”, escreveu o presidente.

    Pressão por acordo imediato

    A fala ocorre em meio ao impasse sobre a reabertura do estreito de Hormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, responsável por grande parte do transporte global de petróleo. Segundo Trump, as próximas horas serão decisivas para evitar um cenário de confronto.

    O presidente também sugeriu que uma possível mudança de regime no Irã poderia alterar o rumo da crise, reforçando o tom de pressão sobre o governo iraniano.

    Mundo em alerta

    A declaração elevou o nível de preocupação internacional, já que qualquer escalada militar na região pode gerar impactos globais, especialmente na economia e no fornecimento de energia.

    Trump classificou o momento como histórico e voltou a criticar duramente o governo iraniano.

    > “Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo”, afirmou.

    O episódio intensifica o clima de instabilidade no Oriente Médio e coloca a comunidade internacional em estado de atenção diante da possibilidade de um conflito de grandes proporções nas próximas horas.

  • Trump diz ter ‘direito absoluto’ de impor tarifas

    Declaração aconteceu depois de Pequim solicitar a Washington para ‘corrigir imediatamente suas práticas comerciais equivocadas’, enquanto os países iniciam uma nova rodada de negociações.

    Mundo – O presidente Donald Trump afirmou no domingo (15) que tem autoridade para impor tarifas de importação, apesar da decisão do mês passado da Suprema Corte dos Estados Unidos que anulou suas tarifas globais.

    Após a decisão, Trump instaurou uma tarifa de 10% sobre as importações americanas por ordem executiva.

    “Tenho o direito absoluto de cobrar TARIFAS de outra forma, e já comecei a fazê-lo”, afirmou em uma longa postagem na sua rede Truth Social.

    O comentário é uma aparente referência às investigações que Washington iniciou na semana passada contra 60 economias, incluindo a China, a União Europeia e o Japão, para analisar as “faltas de ação diante do trabalho forçado”.

    A publicação de Trump aconteceu depois de Pequim solicitar a Washington para “corrigir imediatamente suas práticas comerciais equivocadas”, enquanto os países iniciam uma nova rodada de negociações.

    O Ministério do Comércio de Pequim chamou as últimas investigações americanas de “extremamente unilaterais, arbitrárias e discriminatórias”. Também acusou Washington de “tentar construir barreiras comerciais”.

    Em outra publicação no domingo, Trump atacou o juiz federal James Boasberg por anular as intimações ao presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, emitidas como parte de uma investigação sobre o custo das reformas da sede do banco central americano.

    “O que Boasberg fez no caso do ‘Tarde Demais’ Powell, e em muitos outros, tem pouco a ver com a Lei e tudo a ver com Política”, afirmou Trump, ao mencionar o apelido que deu ao presidente do Fed.

    O republicano insulta Powell com frequência devido às políticas do Fed sobre as taxas de juros.

    Trump tem sido explícito ao reivindicar taxas de juros mais baixas, com duras críticas a Powell por considerar que ele tem sido extremamente lento em reduzi-las.

    “Esta Corte completamente inepta e vergonhosa não é aquilo que a Suprema Corte dos Estados Unidos foi instituída para ser pelos nossos maravilhosos Fundadores”, escreveu o presidente.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Saída de Haddad do governo depende de reunião entre Lula e Trump

    Encontro está previsto para a metade de março.

    Economia – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou na quarta-feira (25) que a data de sua saída do cargo dependerá da possível viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos para reunião com o presidente americano, Donald Trump.

    Em entrevista a jornalistas, Haddad disse que pretende se reunir com Lula nesta quinta (26) para definir se integrará a comitiva presidencial. A expectativa é de que o encontro bilateral ocorra entre os dias 15 e 20 de março, embora ainda não haja confirmação oficial.

    “Se eu for [viajar], a data de saída é uma, se eu não for, a data é outra”, declarou o ministro na portaria do Ministério da Fazenda, após retornar da Índia e da Coreia do Sul, onde acompanhou o presidente Lula.

    Desde o fim de 2025, Haddad indica a intenção de deixar a pasta para colaborar com a campanha de reeleição de Lula. Inicialmente, ele cogitou deixar o cargo ainda em fevereiro, mas a mudança deve ficar para meados de março.

    Antes de sair, o ministro pretende concluir estudos sobre alternativas de financiamento para a proposta de tarifa zero no transporte público, que devem ser apresentados até abril, e a regulamentação sobre a tributação de criptoativos.

    Sucessão

    O nome mais cotado para assumir o comando da Fazenda é o do atual secretário-executivo da pasta, Dario Durigan. Caso a mudança se confirme, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, assumirá a secretaria-executiva.

    Apesar de descartar publicamente candidatura nas eleições deste ano, Haddad enfrenta pressão dentro do PT para disputar o governo de São Paulo ou uma das duas vagas para o Senado no estado. O ministro, no entanto, continua a dar declarações de que não quer disputar as próximas eleições.




    Fonte e Foto: Agência Brasil