Tag: Lula

  • Lula é diagnosticado com câncer de pele após exames em hospital de SP

    Equipe médica identifica carcinoma basocelular durante procedimento; quadro do presidente é considerado estável.

    Política – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi diagnosticado com um tipo de câncer de pele após dar entrada no Hospital Sírio-Libanês, onde passou por procedimentos médicos considerados simples.

    Durante avaliação para retirada de uma lesão na cabeça, os médicos identificaram um carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele.

    Procedimentos sem complicações

    De acordo com a equipe médica, liderada por Roberto Kalil, Ana Helena Germoglio e Cristina Abdalla, Lula passou por cauterização da lesão e também por uma infiltração no polegar da mão direita para tratar uma tendinite.

    Os procedimentos foram realizados sem intercorrências, e o quadro do presidente é estável.

    Recuperação e agenda

    O presidente chegou a São Paulo na noite anterior e suspendeu compromissos oficiais para realizar os procedimentos.

    A orientação médica é de repouso ao longo do fim de semana, sem necessidade de restrições mais severas até o momento.

    Histórico recente de saúde

    Este é mais um episódio na série de intervenções médicas enfrentadas por Luiz Inácio Lula da Silva desde o início do atual mandato.

    Nos últimos anos, ele passou por cirurgias no quadril, nos olhos e também por um procedimento de emergência após uma queda no Palácio da Alvorada.

    Entenda o tipo de câncer

    O carcinoma basocelular representa cerca de 75% dos casos de câncer de pele não melanoma e está, geralmente, associado à exposição prolongada ao sol.

    Apesar do diagnóstico, esse tipo de câncer costuma ter evolução lenta e altas chances de cura quando identificado precocemente, como no caso do presidente.

  • “Fizeram conosco, a gente vai fazer com eles”, diz Lula sobre EUA

    Presidente elogiou retirada de credencial de agente norte-americano.

    Política – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou na quarta-feira (22) a ação do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, de retirar as credenciais diplomáticas de um agente de imigração dos Estados Unidos que atuava na sede da PF em Brasília.

    Segundo Lula, a medida corresponde ao princípio da reciprocidade.

    “Eles fizeram conosco, a gente vai fazer com eles. Esperando que eles estejam dispostos a voltar a conversar e as coisas voltarem à normalidade”, disse Lula, em vídeo nas redes sociais, ao lado de Andrei Rodrigues e do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva.

    A iniciativa brasileira ocorreu após o governo dos Estados Unidos determinar a saída do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, também da PF, do país. O delegado teria atuado na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem.

    Mais cedo, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou, em nota publicada na rede X, que a representante da embaixada norte-americana foi comunicada ontem (21) que o Brasil iria aplicar o princípio da reciprocidade “diante da decisão sumária contra o agente da Polícia Federal, que não foi precedida de qualquer pedido de esclarecimento ou tentativa de diálogo sobre o caso”, como prevê acordo bilateral de cooperação na área policial.

    “A medida tão pouco observa boa prática diplomática de diálogo entre nações amigas, como o Brasil e os Estados Unidos, ao longo de mais de 200 anos de relação”, diz a nota.

    “O agente brasileiro atuava com base em memorando de entendimento firmado entre os dois governos sobre a facilitação do intercâmbio de oficiais de ligação na área de segurança”, acrescenta, afirmando ainda sobre a adoção do mesmo tratamento ao agente norte-americano. 

    Entenda o caso 

    O Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental dos Estados Unidos informou na última segunda-feira (20) que pediu a saída de um “funcionário brasileiro” do território dos Estados Unidos. Embora a postagem não cite nomes, o texto indica que se trata do delegado Marcelo de Carvalho, da Polícia Federal, envolvido na prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem.

    Ramagem foi solto na última quarta-feira (15) após ficar dois dias preso na Flórida. O ex-deputado Alexandre Ramagem foi diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). No ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Ramagem a 16 anos de prisão na ação penal relacionada à trama golpista.

    Após a condenação, ele perdeu o mandato e fugiu do país para evitar o cumprimento da pena e passou a residir nos Estados Unidos.

    Em dezembro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes determinou o envio de pedido formal de extradição de Ramagem aos Estados Unidos, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    Em abril, a Polícia Federal informou que a prisão de Ramagem pelo serviço de imigração norte-americano ocorreu como resultado de cooperação policial internacional entre Brasil e Estados Unidos.

    Segundo a corporação, o ex-deputado foi detido na cidade de Orlando e é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação por crimes como organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de direito.

    Novos agentes 

    No vídeo nas redes sociais, Lula anunciou ainda a contratação de 1 mil novos agentes, que irão reforçar a atuação da PF nos portos, aeroportos e regiões de fronteira. De acordo com o presidente, a medida faz parte do compromisso do governo de combate ao crime organizado. 



    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Lula diz que quer a Venezuela sem a “tutela de ninguém”

    Em Barcelona, presidente defende que país vizinho decida seu próprio destino e seja feliz sem interferências externas.

    Política – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta sexta-feira (17) que não quer ver a Venezuela sob a “tutela de ninguém”, ao responder à pergunta de um jornalista durante uma coletiva de imprensa, em Barcelona, ao lado do primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez.

    “A Venezuela é um destino dos venezuelanos. Temos que respeitar a decisão de que a Venezuela cuide de seu destino […] O que eu quero é que a Venezuela fique bem, volte a ser um país feliz, sem tutela de ninguém”, declarou Lula.

    Sanchez também falou sobre o país ao ser perguntado sobre a presença de María Corina Machado, líder da oposição venezuelana, na Espanha, nesta sexta-feira (17).

    O primeiro-ministro afirmou que Corina Machado teve a oportunidade de se encontrar com ele durante a visita, mas recusou a reunião por não considerá-la “oportuna”. Sánchez reiterou que “está aberto” para um encontro com ela.

    Lula desembarcou em Barcelona na noite de quinta-feira (16) para cumprir agenda oficial na Europa, além da Espanha. O presidente possui compromissos previstos na Alemanha e em Portugal até a próxima terça-feira (21).

    Durante a passagem pelo primeiro país, Lula participa da 1ª Cúpula Brasil–Espanha ao lado do premiê. Ele também terá reunião com empresários de setores como agronegócio, energia, infraestrutura, telecomunicações e finanças.

    À noite, participa de um jantar oferecido pelo governo espanhol no Museu Nacional de Arte da Catalunha, no contexto do Fórum Democracia Sempre.

    No sábado (18), ainda na cidade, Lula participa da 4ª Reunião de Alto Nível do fórum, iniciativa voltada ao fortalecimento da cooperação internacional em defesa da democracia, além de evento com representantes da sociedade civil e sindicatos.

    Entenda a crise na Venezuela

    O país está sob a liderança interina da presidente Delcy Rodríguez, após a captura do ditador Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em 3 de janeiro.

    Washington tem interferido diretamente no comércio de petróleo do país desde então.

    O envio de uma delegação de diplomatas venezuelanos aos EUA para reabrir a embaixada de Caracas em Washington.


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Lula acelera proposta para acabar com escala 6×1 e pressiona Congresso com urgência

    Projeto prevê jornada de 40 horas semanais e dois dias de descanso, mas enfrenta resistência do setor produtivo.

    Política – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional um projeto de lei que propõe o fim da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um.

    A proposta foi encaminhada com urgência constitucional, mecanismo que acelera a tramitação e obriga o Legislativo a dar prioridade à análise.

    Mudanças na jornada e garantia de descanso

    O texto apresentado pelo governo prevê alterações significativas nas regras trabalhistas. Entre os principais pontos estão:

    • A adoção da escala 5×2, com dois dias de descanso semanal

    • Redução da jornada para 40 horas por semana

    • Manutenção dos salários, sem redução de remuneração

    A iniciativa faz parte de uma agenda mais ampla que busca modernizar as relações de trabalho e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores.



    Tramitação acelerada no Congresso

    A proposta foi articulada com o presidente da Câmara, Hugo Motta, e deve tramitar com prioridade.

    Além do projeto do Executivo, já existe uma proposta semelhante em discussão no Congresso: uma PEC que também trata do fim da escala 6×1, mas com regras diferentes, como jornada menor e mais dias de descanso.

    A estratégia é permitir que as duas propostas avancem simultaneamente até que haja consenso político.

    Resistência do setor produtivo

    A proposta tem gerado preocupação entre representantes do setor empresarial, que apontam possíveis impactos como:

    • Aumento dos custos operacionais

    • Riscos à competitividade

    • Possível reflexo na geração de empregos

    Por outro lado, o governo argumenta que jornadas menores podem aumentar a produtividade e reduzir problemas de saúde relacionados ao trabalho.

    Debate deve ganhar força

    O tema já é considerado uma das prioridades do governo federal e deve mobilizar diferentes setores da sociedade nas próximas semanas.

    Especialistas apontam que a discussão vai além da carga horária e envolve mudanças estruturais no mercado de trabalho brasileiro.

    Próximos passos

    Com o envio em regime de urgência, o Congresso terá prazo limitado para analisar a proposta.

    A aprovação dependerá de negociações políticas e do equilíbrio entre interesses de trabalhadores, empresários e parlamentares, em um debate que promete ser um dos mais intensos do ano.

  • Futura/Apex: Flávio Bolsonaro venceria Lula no 2º turno

    Levantamento divulgado nesta terça-feira (14) indica 48% das intenções de voto para o senador, contra 42,6% do presidente.

    Política – A pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) venceria o presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno.

    O levantamento indica 48% das intenções de voto para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, contra 42,6% do petista. Votos em branco, nulos ou em nenhum dos candidatos somam 7,3%, enquanto 2,1% se declaram indecisos.

    Lula venceria nos outros cenários de segundo turno. Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), o presidente registra 43,9%, ante 38,8% do rival. Já em uma eventual disputa com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 44,8%, frente a 38,0%.

    1º turno

    No primeiro turno, o levantamento mostra Lula na liderança no cenário 1, com 39,8%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,3%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (4,8%) e Romeu Zema (2,9%). Outros nomes pontuam abaixo de 2%, enquanto brancos e nulos somam 7,1% e indecisos, 4,5%.

    Cenário 2 (1º turno)

    Lula – 38,4%
    Flávio Bolsonaro – 38,2%
    Ninguém/Branco/Nulo – 8,1%
    Ronaldo Caiado – 6,0%
    NS/NR/Indeciso – 3,4%
    Renan Santos – 2,0%
    Augusto Cury – 1,9%
    Cabo Daciolo – 1,1%
    Aldo Rebelo – 0,8%

    Cenário 3 (1º turno)

    Flávio Bolsonaro – 38,4%
    Fernando Haddad – 21,3%
    Ninguém/Branco/Nulo – 17,1%
    Ronaldo Caiado – 7,4%
    NS/NR/Indeciso – 5,2%
    Romeu Zema – 4,0%
    Renan Santos – 2,4%
    Augusto Cury – 2,3%
    Cabo Daciolo – 1,3%
    Aldo Rebelo – 0,6%

    Rejeição

    Quando questionados sobre em quem não votariam “em hipótese alguma”, o presidente Lula lidera o índice de rejeição, com 46,4%, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, que registra 44,4%.

    Na sequência aparecem Fernando Haddad (28,5%), Cabo Daciolo (15,6%), Romeu Zema (13,9%) e Ronaldo Caiado (13,4%). Também são citados Renan Santos (10,8%), Aldo Rebelo (9,9%) e Augusto Cury (8,8%).

    Além disso, 3,3% afirmam rejeitar todos os nomes apresentados, enquanto 2,9% dizem não rejeitar nenhum e 0,7% não souberam ou não responderam.

    Metodologia

    O levantamento da Futura/Apex ouviu 2.000 eleitores com 16 anos ou mais, em 895 cidades brasileiras, entre os dias 7 e 11 de abril de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número BR-08282/2026. 



    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Lula sobe o tom contra Trump e dispara: “Se soubesse o que é um nordestino nervoso, não ameaçava o Brasil”

    Presidente critica postura internacional do líder dos EUA e diz que país não entrará em conflitos: “Aqui é terra de paz”.

    Política – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez duras críticas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar o atual cenário geopolítico mundial.

    Durante evento em São Paulo, Lula afirmou que o republicano tem adotado uma postura de ameaça em relação a diversos países, o que, segundo ele, contribui para o aumento das tensões internacionais.

    “O mundo está difícil, o Trump está aí ameaçando todo mundo”, declarou.

    “Nordestino nervoso”: recado com tom regional

    Em tom enfático, Lula fez referência às suas origens nordestinas para reforçar o posicionamento brasileiro diante de possíveis pressões externas.

    Segundo o presidente, Trump adotaria outra postura caso conhecesse melhor o povo brasileiro — especialmente os nordestinos.

    “Se ele soubesse o que é um nordestino nervoso, ele não brigaria com o Brasil”, afirmou.

    Lula ainda citou sua ligação histórica com Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, como forma simbólica de destacar resistência e firmeza.

    Brasil quer distância de conflitos

    O presidente reforçou que o Brasil não pretende se envolver em guerras ou disputas internacionais, defendendo uma política externa voltada à paz.

    “Nós não queremos guerra, queremos paz. Quem quiser guerra, vai para o outro lado do planeta”, disse.

    A fala ocorre em meio ao agravamento das tensões no Oriente Médio, que têm impacto direto na economia global, especialmente no preço dos combustíveis.

    Impactos da crise internacional

    O conflito na região, intensificado após ações militares envolvendo Estados Unidos e Israel, tem provocado efeitos em diversos países, incluindo o Brasil.

    O aumento no preço do petróleo e derivados preocupa o governo, já que pode pressionar a inflação e afetar o custo de vida da população.

    Discurso político e mensagem interna

    Além do recado internacional, a fala de Lula também carrega um tom político interno, reforçando sua identidade e conexão com suas origens.

    Ao citar o “nordestino nervoso”, o presidente busca transmitir uma imagem de firmeza diante de pressões externas, ao mesmo tempo em que reafirma a posição do Brasil como um país que prioriza o diálogo e a estabilidade.

    Evento e agenda

    As declarações foram feitas durante agenda oficial no interior de São Paulo, em evento ligado a investimentos públicos em educação.

    Na ocasião, Lula voltou a destacar que o Brasil deve focar em desenvolvimento, acesso à cultura e melhoria das condições de vida da população — mantendo distância de conflitos internacionais.

    Por jornalista Lília Marques

  • “Guerra é do Trump, não do Brasil”: Lula reage à crise no petróleo e alerta para impacto nos preços

    Presidente critica cenário internacional, promete conter alta do diesel e diz que brasileiros não podem pagar pela escalada do conflito.

    Política – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a se posicionar de forma contundente sobre o cenário internacional ao afirmar que os efeitos da guerra envolvendo o Irã não devem recair sobre a população brasileira.

    Durante evento em São Paulo, Lula destacou que o aumento no preço do petróleo já pressiona diretamente o valor dos combustíveis, especialmente o diesel, e pode provocar efeito cascata na inflação.

    > “A guerra é do Trump, não é do povo brasileiro”, declarou.

    Governo tenta segurar alta do diesel

    O presidente afirmou que o governo está adotando todas as medidas possíveis para evitar o aumento do preço do diesel, considerado um dos principais fatores de impacto no custo de vida.

    Segundo Lula, mesmo quando a Petrobras reduz os preços, a queda nem sempre chega ao consumidor final devido à atuação de intermediários no mercado.

    Ele também reforçou que órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público estão atentos para fiscalizar possíveis distorções nos preços.

    Plano prevê subsídio bilionário

    Para conter a escalada dos combustíveis, o governo prepara uma medida provisória que prevê um subsídio de R$ 1,20 por litro no diesel importado.

    A proposta envolve um custo estimado de R$ 3 bilhões em dois meses, dividido entre a União e os estados. A iniciativa busca evitar desabastecimento e reduzir os impactos da alta internacional do petróleo no mercado interno.

    Críticas a potências mundiais

    Lula também fez críticas diretas às grandes potências globais, incluindo Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido, membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.

    Segundo ele, os países que deveriam garantir a paz mundial estão contribuindo para conflitos que afetam toda a economia global.

    O presidente alertou que o aumento do combustível impacta diretamente produtos básicos, como alimentos, e reforçou a necessidade de estabilidade internacional.

    Conflito segue sem solução

    A guerra no Irã já dura cerca de um mês e continua sem perspectiva de acordo. Desde o início dos ataques, o preço do petróleo disparou aproximadamente 50%, aumentando os riscos econômicos e pressionando países dependentes de importação, como o Brasil.

    Diante do cenário, o governo brasileiro tenta equilibrar medidas internas para proteger a economia enquanto acompanha a evolução do conflito no cenário internacional.

  • Paraná Pesquisas: Lula e Flávio Bolsonaro empatam no primeiro turno

    No principal confronto testado, Flávio registra 35,3% das intenções de voto, enquanto Lula tem 39,6%.

    Política – O Instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta sexta-feira (27), uma pesquisa que mostra o possível cenário eleitoral para a presidência do Brasil. As simulações de segundo turno mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tecnicamente empatados.

    O cenário estimulado do primeiro turno mostra o presidente Lula com 39,6% das intenções de votos, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35,3% das intenções de votos. Em relação ao levantamento de janeiro, Lula mantém a porcentagem dentro da margem de erro, saindo de 39,8% para 39,6%. Já Flávio subiu dois pontos percentuais, de 33,1% para 35,3%. Não sabem ou não opinaram, representam 5% e Branco e Nulo, 6,7%.

    Em eventual segundo turno entre os dois, Lula marca 43,8% e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 44,4%. Resultado que daria vitória numérica ao atual senador do Rio de Janeiro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Não sabem ou não opinaram, representam 6,9%, Branco e Nulo, 5,0%.

    Foi realizado também um levantamento sobre aqueles que acreditam se o presidente Lula deve ou não ser reeleito. 52,2% acham que ele não deve ser reeleito e 43,9% pensam que ele merece ser reeleito.

    O instituto também testou Lula contra outros nomes da direita e do centro-direita. Contra o governador do Paraná, Ratinho Jr (PSD-PR), o petista registra 43,6%, ante 39,7% do adversário. Em disputa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD-GO), Lula tem 45,3%, enquanto ela soma 36,2%.

    A coleta de dados para a pesquisa foi realizada por entrevistas pessoais domiciliares e presenciais, entre os dias 22 e 25 de fevereiro de 2026, considerando a população eleitora a partir dos 16 anos. A pesquisa tem estimativa de erro de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.



    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Saída de Haddad do governo depende de reunião entre Lula e Trump

    Encontro está previsto para a metade de março.

    Economia – O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou na quarta-feira (25) que a data de sua saída do cargo dependerá da possível viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos para reunião com o presidente americano, Donald Trump.

    Em entrevista a jornalistas, Haddad disse que pretende se reunir com Lula nesta quinta (26) para definir se integrará a comitiva presidencial. A expectativa é de que o encontro bilateral ocorra entre os dias 15 e 20 de março, embora ainda não haja confirmação oficial.

    “Se eu for [viajar], a data de saída é uma, se eu não for, a data é outra”, declarou o ministro na portaria do Ministério da Fazenda, após retornar da Índia e da Coreia do Sul, onde acompanhou o presidente Lula.

    Desde o fim de 2025, Haddad indica a intenção de deixar a pasta para colaborar com a campanha de reeleição de Lula. Inicialmente, ele cogitou deixar o cargo ainda em fevereiro, mas a mudança deve ficar para meados de março.

    Antes de sair, o ministro pretende concluir estudos sobre alternativas de financiamento para a proposta de tarifa zero no transporte público, que devem ser apresentados até abril, e a regulamentação sobre a tributação de criptoativos.

    Sucessão

    O nome mais cotado para assumir o comando da Fazenda é o do atual secretário-executivo da pasta, Dario Durigan. Caso a mudança se confirme, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, assumirá a secretaria-executiva.

    Apesar de descartar publicamente candidatura nas eleições deste ano, Haddad enfrenta pressão dentro do PT para disputar o governo de São Paulo ou uma das duas vagas para o Senado no estado. O ministro, no entanto, continua a dar declarações de que não quer disputar as próximas eleições.




    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Atlas/Bloomberg: Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno

    Segundo o levantamento, o senador registra 46,3% das intenções de voto, enquanto o presidente tem 46,2%, configurando empate dentro da margem de erro.

    Política – A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (25) indica cenário de forte polarização nas simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, com empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ambos aparecem empatados pela primeira vez nas simulações do instituto.

    No principal confronto testado, Flávio registra 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula tem 46,2%, configurando empate dentro da margem de erro. Em relação ao levantamento anterior, Lula recuou três pontos porcentuais, enquanto Flávio subiu 1,4 ponto.

    Em eventual repetição do segundo turno de 2022, Lula marca 44,9% e Jair Bolsonaro (PL) tem 43,4%. No mesmo cenário estimulado, Ciro Gomes (PSDB) aparece com 3,8% e Simone Tebet (MDB), com 2%.

    A pesquisa ouviu 4.986 brasileiros adultos entre 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de 1 ponto porcentual e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-07600/2026.

    O instituto também testou Lula contra outros nomes da direita e do centro-direita. Contra Jair Bolsonaro, o petista registra 47,3%, ante 45,4% do adversário. Em disputa com Michelle Bolsonaro, Lula tem 47,5%, enquanto ela soma 44,7%.

    Contra Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 46%, frente a 41,7%. Já diante de Ronaldo Caiado (PSD), o presidente marca 45,7%, contra 37,6%.

    Em confronto com Ratinho Júnior (PSD), Lula tem 45,5%, enquanto o governador registra 39%. Já contra Eduardo Leite (PSD), o petista soma 45,2%, ante 24,5%.

    Lula aparece numericamente atrás apenas contra Tarcísio de Freitas (Republicanos). Nesse cenário, Tarcísio registra 47,1%, enquanto Lula tem 45,9%.

    Rejeição e percepção de risco

    O levantamento mostra ainda que Lula é rejeitado por 48,2% dos eleitores. Flávio Bolsonaro tem 46,4% de rejeição, e Jair Bolsonaro, 44,2%.

    Questionados sobre qual resultado eleitoral geraria mais temor, 47,5% afirmaram que a reeleição de Lula causaria mais medo, enquanto 44,9% disseram que a vitória de Flávio Bolsonaro seria mais preocupante. Para 7,1%, ambos os desfechos geram preocupação equivalente.

    O cenário reforça a manutenção da polarização entre lulismo e bolsonarismo ampliado, com disputas apertadas e altos índices de rejeição nos dois polos.



    Fonte e Foto: Estadão