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  • Anvisa determina recolhimento de antibiótico após fragmento de vidro ser encontrado em frasco lacrado

    Agência também suspendeu lotes de outros dois medicamentos por falhas de qualidade e orienta interrupção imediata do uso dos produtos afetados.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote do antibiótico Polycid após a identificação de um fragmento de vidro dentro de um frasco ampola lacrado. A medida inclui a proibição da comercialização, distribuição e utilização do medicamento, visando garantir a segurança dos pacientes.

    A decisão foi tomada depois que a própria fabricante, a farmacêutica União Química, comunicou a ocorrência às autoridades sanitárias e iniciou voluntariamente o processo de recolhimento do produto.

    Segundo a Anvisa, a determinação atinge o lote 2519879 do Polycid 500 UI, medicamento utilizado em aplicações injetáveis. O problema foi detectado em uma unidade íntegra e fechada, o que levou à adoção imediata de medidas preventivas para evitar possíveis riscos relacionados ao uso do produto.


    Além do antibiótico, a agência sanitária também anunciou a suspensão e o recolhimento de lotes de outros dois medicamentos após a identificação de desvios nos padrões de qualidade exigidos pela legislação brasileira.

    Entre os produtos afetados está o lote 24101854 do fosfato de clindamicina injetável, fabricado pela Hypofarma. De acordo com a Anvisa, foram constatadas alterações na coloração da solução, que apresentava aspecto amarelado, além da presença de partículas estranhas em frascos lacrados.

    Outro produto atingido pela medida é o lote 2513588 do soro fisiológico fabricado pela Equiplex. Embora a resolução publicada pela agência não detalhe o defeito identificado, o documento informa que o lote descumpre requisitos sanitários relacionados à qualidade, segurança e eficácia do medicamento.

    A Anvisa reforça que medicamentos devem seguir rigorosos padrões de fabricação e controle de qualidade para garantir a proteção dos pacientes e a eficácia dos tratamentos. Qualquer desvio identificado pode resultar em recolhimento imediato dos produtos.

    Em nota, a Hypofarma informou que está colaborando integralmente com os órgãos reguladores e adotando todas as providências necessárias dentro dos protocolos estabelecidos.

    Diante das determinações, a orientação é que pacientes, hospitais, clínicas, farmácias e distribuidoras verifiquem os números dos lotes dos medicamentos em estoque e suspendam imediatamente o uso caso possuam alguma das unidades afetadas.

    Em situações de dúvida, a recomendação é procurar orientação de profissionais de saúde ou entrar em contato diretamente com os fabricantes antes de utilizar qualquer medicamento pertencente aos lotes recolhidos.

  • Anvisa manda recolher milho de pipoca após erro grave em informação sobre glúten

    Agência também determinou a apreensão de suplementos alimentares vendidos pela internet por apresentarem origem desconhecida e risco ao consumidor.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento imediato do milho para pipoca da marca Provatti após identificar irregularidades na rotulagem do produto relacionadas à presença de glúten. A medida, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (12), também proíbe a comercialização, distribuição, divulgação e o consumo do item até que a situação seja regularizada.

    De acordo com a Anvisa, o problema está na informação presente na embalagem que indica que o produto “não contém glúten”. No entanto, o próprio rótulo traz advertências sobre a possibilidade de contaminação cruzada com trigo ou até mesmo a presença intencional do ingrediente, o que torna a declaração incompatível com as normas sanitárias.

    Segundo a Resolução nº 2.324, a utilização da expressão “não contém glúten” é proibida quando há indicação de que o alimento possa conter trigo ou apresente ingredientes derivados do cereal. A divergência pode representar um risco significativo para pessoas com doença celíaca ou outras condições relacionadas à intolerância ao glúten, que dependem da precisão das informações contidas nos rótulos para evitar complicações à saúde.

    O milho para pipoca da marca Provatti é fabricado pela empresa Kaza Distribuidora, R & A Indústria, Comércio e Distribuidora de Alimentos.

    Suplementos alimentares também foram alvo de fiscalização

    Além da medida envolvendo o milho para pipoca, a Anvisa determinou a apreensão de suplementos alimentares comercializados sob a marca Nutricost. Conforme a Resolução nº 2.325, ficam proibidas a fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e utilização desses produtos em todo o território nacional.

    A decisão foi tomada após a identificação de suplementos vendidos em plataformas digitais sem informações adequadas sobre sua origem e fabricante. Segundo a agência, os produtos são considerados de procedência desconhecida, o que impede a verificação de critérios essenciais de qualidade, segurança e regularização sanitária.

    “Considerando a divulgação e comercialização de suplementos alimentares da marca Nutricost, de origem desconhecida ou ignorada em lojas digitais”, destacou a Anvisa em trecho da determinação publicada no Diário Oficial da União.

    A agência orienta que consumidores que tenham adquirido os produtos interrompam imediatamente o uso e busquem informações junto aos canais oficiais de atendimento. No caso do milho para pipoca, pessoas com restrições ao consumo de glúten devem redobrar a atenção e verificar os lotes adquiridos.

    As medidas reforçam a importância da fiscalização sanitária e da transparência nas informações fornecidas ao consumidor, especialmente quando envolvem produtos que podem impactar diretamente a saúde da população.

  • Anvisa determina recolhimento de fórmula infantil; saiba qual

    Agência diz que produto não tinha regularização e não comprovava segurança exigida para consumo.

    Brasil – A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária ) determinou o recolhimento de todos os lotes da fórmula de leite infantil – 1ª e 2ª Infância, da Marca Essentia Pharma, fabricada pela HKM Farmácia de Manipulação Ltda. A medida foi publicada na última segunda-feira (8), no DOU (Diário Oficial da União).

    Segundo a agência, a ação acontece em razão da falta de regularização adequada do produto, que não possuí os indícios necessários para ser comercializado como ‘fórmula infantil’.

    “Utiliza rótulos, informações e alegações que podem levar o consumidor a acreditar que se trata de uma fórmula infantil autorizada. Não há comprovação de que o produto atenda aos requisitos de segurança, composição, qualidade e valor nutricional exigidos”, diz o comunicado da Anvisa.

    Ainda segundo a agência, isso “expõe usuários e crianças pequenas a risco relacionados à saúde”, da mesma maneira que pode induzir o consumidor ao erro.

    Com isso, além do recolhimento da fórmula, também está suspenso a comercialização, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso do produto.

    Outro lado

    Em nota enviada, a HKM Farmácia de Manipulação explicou que a fórmula não é comercializada em larga escala, como indústrias e supermercados. Segundo eles, se trata de um produto feito em farmácias de manipulação mediante a prescrição médica.

    A companhia afirma ainda que avaliará as medidas impostas e que permanece à disposição para prestar todas as informações necessárias.

    Veja nota na íntegra: 

    A HKM Farmácia de Manipulação Ltda informa ter tomado conhecimento da publicação da Anvisa relacionada ao produto “Fórmula Infantil – 1ª e 2ª Infância”. No entanto, esclarece que a formulação citada não é um produto de venda livre, mas uma preparação magistral, ou seja, fórmula manipulada, elaborada individualmente e apenas mediante prescrição médica.

    A empresa entende ser importante esclarecer que as normas citadas na publicação se referem ao setor de alimentos, enquanto as farmácias de manipulação estão submetidas a regulamentação específica, especialmente a RDC nº 67/2007.

    A empresa reafirma que observa rigorosamente as exigências técnicas e sanitárias aplicáveis ao setor magistral, incluindo controle de qualidade, rastreabilidade, rotulagem, estabilidade e análises microbiológicas.

    Com 22 anos de atuação no setor de manipulação, a empresa destaca seu compromisso com a individualização de tratamentos, conforme prescrição profissional, inclusive com exclusão de componentes potencialmente alergênicos ou indesejados.

    A empresa avaliará as medidas regulatórias, administrativas e jurídicas cabíveis para o adequado esclarecimento da questão e permanece à disposição para prestar todas as informações necessárias, reafirmando seu compromisso com a segurança dos clientes, a transparência e a atuação responsável no setor magistral.
    HKM Farmácia de Manipulação LTDA


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Bactéria encontrada na água Crystal é a mesma dos produtos Ypê? Entenda

    Micro-organismo motivou recolhimento preventivo e já esteve ligado a outros casos recentes.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote da água mineral sem gás Crystal após a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa em amostras analisadas por autoridades sanitárias. A medida foi anunciada nesta quarta-feira (3) e envolve o lote LZ1 VAL200127 3 P 200126, produzido pela Mineração Bom Jesus, em Luziânia (GO).

    O lote reúne cerca de 374 mil garrafas de 500 ml distribuídas no Distrito Federal, Goiás, Tocantins e interior de São Paulo. Além do recolhimento, a Anvisa determinou a suspensão da comercialização, distribuição e uso das unidades afetadas enquanto as investigações continuam.

    A descoberta ocorreu após uma análise de rotina realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF). O exame detectou a presença da bactéria e a contraprova confirmou o resultado, levando à interdição do lote e à comunicação do caso à Anvisa.

    A bactéria é a mesma dos produtos Ypê?

    Mas afinal, a bactéria encontrada na água Crystal é a mesma que apareceu no caso envolvendo produtos da Ypê? A resposta é sim. Trata-se da mesma espécie bacteriana, a Pseudomonas aeruginosa, que também esteve no centro das investigações relacionadas a lotes de detergentes da marca em 2025.

    Porém, isso não significa que os dois casos tenham a mesma origem. A bactéria é relativamente comum na natureza e pode ser encontrada em diferentes ambientes úmidos, incluindo água, solo, pias, ralos, reservatórios, equipamentos industriais e superfícies com acúmulo de umidade. Ela pode surgir em contextos bastante distintos.

    O que é a bactéria e o que ela causa?

    A Pseudomonas aeruginosa é considerada uma bactéria oportunista. Em pessoas saudáveis, muitas vezes não provoca sintomas ou consequências graves. Porém, pode representar risco para indivíduos com imunidade comprometida, pacientes hospitalizados, pessoas com doenças crônicas ou que estejam em tratamento com medicamentos imunossupressores.

    Quando causa infecções, ela pode atingir diversas partes do organismo. Entre os problemas mais conhecidos estão infecções de ouvido, especialmente a chamada “otite do nadador”, irritações e lesões na pele, infecções oculares, problemas urinários e infecções respiratórias.

    Nos casos mais graves, a bactéria pode atingir a corrente sanguínea, os pulmões, os ossos, as articulações e até as válvulas cardíacas. Pacientes internados em hospitais são considerados um dos grupos mais vulneráveis às complicações.

    Outro fator que preocupa especialistas é que algumas cepas da Pseudomonas aeruginosa apresentam resistência a determinados antibióticos, o que pode dificultar o tratamento em situações mais severas.

    Como a bactéria chega aos produtos?

    A presença da bactéria em produtos industrializados geralmente está associada a falhas de controle sanitário ou contaminações pontuais durante processos de captação, armazenamento, envase, manipulação ou transporte. Justamente por isso, a identificação do micro-organismo costuma levar ao recolhimento preventivo dos lotes afetados.

    No caso da água Crystal, a investigação ainda está em andamento. Segundo as informações divulgadas até o momento, as evidências apontam para uma ocorrência restrita ao lote recolhido, fabricado em 20 de janeiro de 2026 e com validade até janeiro de 2027.

    A fabricante informou às autoridades sanitárias que realizou uma investigação interna para apurar as possíveis causas da contaminação e afirmou estar colaborando com a Anvisa e com os órgãos de vigilância sanitária.


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Anvisa libera retomada da produção da Ypê após correções em fábrica no interior de São Paulo

    Nova inspeção confirmou adequações sanitárias na unidade de Amparo; produtos de lotes com final 1 continuam proibidos por suspeita de contaminação bacteriana.

    Brasil – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a retomada das operações da fábrica da Ypê, localizada em Amparo, no interior de São Paulo, após constatar que a empresa realizou as adequações exigidas pelos órgãos de fiscalização sanitária.

    A decisão foi anunciada na sexta-feira (29), depois de uma nova inspeção realizada de forma conjunta pela Anvisa, pelo Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo, pelo Grupo de Vigilância Sanitária de Campinas e pela Vigilância Sanitária de Amparo. Durante a vistoria, os técnicos verificaram as mudanças implementadas pela fabricante e concluíram que a unidade reúne condições adequadas para voltar a operar.

    De acordo com a agência reguladora, a empresa corrigiu os principais problemas identificados anteriormente, que haviam levado à suspensão de duas linhas de produção. Além disso, a Química Amparo, responsável pela marca Ypê, apresentou um plano de ação para atender a 76 exigências sanitárias apontadas durante uma inspeção realizada em abril deste ano.

    O presidente da Anvisa, Leandro Safatle, acompanhou a visita técnica à fábrica e destacou que as condições de segurança foram restabelecidas. Segundo ele, a unidade já possui estrutura adequada para fabricar e disponibilizar produtos sem oferecer riscos à saúde da população.

    Apesar da liberação para retomada das atividades, a Anvisa manteve a proibição da comercialização e do uso de produtos pertencentes aos lotes identificados com final 1. A medida atinge detergentes líquidos para louças, sabões líquidos para roupas e desinfetantes que foram considerados potencialmente contaminados.

    A agência informou que esses produtos somente poderão voltar ao mercado após a apresentação de laudos emitidos por laboratórios autorizados, comprovando que não há riscos sanitários.

    A restrição aos lotes foi determinada em 7 de maio, quando análises técnicas apontaram a possibilidade de contaminação microbiológica pela bactéria Pseudomonas aeruginosa na unidade industrial da empresa.

    A bactéria é encontrada naturalmente em ambientes úmidos, como água, solo e superfícies com acúmulo de umidade. Embora geralmente não represente perigo para pessoas saudáveis, ela pode causar infecções graves em indivíduos com imunidade comprometida, pacientes hospitalizados ou pessoas com ferimentos expostos.

    Especialistas alertam que a Pseudomonas aeruginosa possui elevada resistência a diversos medicamentos, o que dificulta o tratamento das infecções. Em casos mais severos, o microrganismo pode atingir os pulmões, o sistema urinário, a corrente sanguínea e provocar lesões na pele.

    Diante da situação, a Anvisa reforça a orientação para que consumidores verifiquem as informações dos produtos adquiridos e evitem utilizar itens pertencentes aos lotes suspensos até que novas avaliações sejam concluídas.

  • Anvisa libera registro de remédios para tratar psoríase e asma

    Yesintek também pode ser usado para Doença de Crohn.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou na segunda (11) o registro de dois medicamentos: um para tratamento de doenças inflamatórias crônicas e autoimunes, e outro para asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave.

    O primeiro medicamento indicado é Yesintek (Ustequinumabe), apresentado como solução injetável pronta para administração subcutânea e para infusão intravenosa.

    O remédio é indicado para tratar psoríase, artrite psoriásica, doença de Crohn e colite ulcerativa. Segundo ao Anvisa, o produto foi avaliado pela via de desenvolvimento por comparabilidade, tendo sido comparado ao medicamento Stelara.

    “Yesintek é biossimilar, ou seja, demonstra semelhança em termos de qualidade, segurança e eficácia em relação a um produto biológico de referência previamente registrado na Anvisa”, disse a agência reguladora.

    A agência disse ainda que o medicamento aprovado é uma nova alternativa terapêutica para pacientes adultos e crianças acima de 6 anos com psoríase em placa de grau moderado a grave.

    “O tratamento é direcionado especificamente para casos em que as terapias convencionais — como o uso de ciclosporina, metotrexato ou sessões de fototerapia (PUVA) — não apresentaram resultados satisfatórios, foram contraindicadas ou causaram intolerância.”

    Ainda de acordo com a agência reguladora, no caso de pacientes adultos com artrite psoriásica ativa, o medicamento pode ser usado, de forma isolada ou em combinação com metotrexato, quando a resposta ao tratamento com drogas antirreumáticas modificadoras da doença (DMARD) foi inadequada. O Yesintek é indicado ainda para crianças com mais de 6 anos com a doença ativa.

    No caso da doença de Crohn, o remédio é indicado para pacientes adultos com quadro ativo de moderado a grave, que tiveram resposta inadequada ou perda de resposta a outros tratamentos, além de pessoas intolerantes à terapia convencional ou ao anti-TNF-alfa (medicamentos imunobiológicos que bloqueiam uma proteína específica, reduzindo inflamações crônicas) ou que tenham contraindicações médicas para essas terapias.

    Asma e rinossinusite crônica

    Também nesta segunda-feira, a Anvisa publicou o registro de um novo medicamento para tratar asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais grave, o Densurko® (depemoquimabe).

    A medicação é apresentada como solução injetável 100 mg/mL, em seringa preenchida ou caneta aplicadora, prontas para uso e indicada como tratamento complementar da asma em pacientes adultos e pediátricos com idade igual ou acima de 12 anos com inflamação do tipo 2 (alérgica) caracterizada pelo excesso de eosinófilos (glóbulos brancos envolvidos na inflamação das vias aéreas) no sangue. 

    Segundo o órgão, estudos clínicos demonstraram redução significativa na taxa de exacerbações clinicamente quando comparado ao placebo, ambos associados ao tratamento padrão. 

    No caso da rinossinusite crônica com pólipos nasais, o medicamento é indicado somente para pacientes adultos nos quais a terapia convencional (com corticosteroides sistêmicos) e/ou cirurgia não proporciona controle adequado do quadro.

    Nos dois casos, o tratamento indicado é de uma dose a cada seis meses.


    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Anvisa suspende venda de xaropes que contenham clobutinol por risco ao coração

    Componente é utilizado na formulação de diversos xaropes antitussígenos comercializados no mercado brasileiro.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na segunda-feira (27), a suspensão imediata da venda e do uso de todos os medicamentos que contenham a substância clobutinol. O componente é utilizado na formulação de diversos xaropes antitussígenos comercializados no mercado brasileiro.

    A decisão fundamenta-se em um parecer técnico da Gerência de Farmacovigilância do órgão, que identificou um aumento significativo no risco de arritmias cardíacas graves em pacientes que utilizam a substância. Segundo a agência, a gravidade dos efeitos colaterais supera qualquer benefício terapêutico oferecido pelo fármaco.

    Na decisão, publicada na segunda-feira (27) no Diário Oficial da União (DOU), a Anvisa explica que a decisão veio após considerar as “múltiplas notificações de eventos adversos graves associadas ao uso de medicamentos manipulados à base de polidocanol fabricados pela Victalab Farmácia de Manipulação Ltda.”

    Segundo o órgão, houve ” recorrência, gravidade das lesões relatadas e indícios de desvio de qualidade em produtos de uso injetável, bem como a necessidade de aprofundamento da apuração dos fatos pela Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo.”



    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Anvisa amplia uso de vacina contra doenças respiratórias para adultos

    O imunizante é indicado para a prevenção de doenças do trato respiratório inferior causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR).

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta semana a ampliação do uso da vacina Arexvy, da farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), para adultos a partir dos 18 anos. A autorização anterior limitava a aplicação a pessoas com 60 anos ou mais.

    O imunizante é indicado para a prevenção de doenças do trato respiratório inferior causadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR). O patógeno é responsável por cerca de 80% dos casos de bronquiolite e até 60% das pneumonias em menores de 2 anos, mas também pode levar a complicações em outras idades.

    Adultos com comorbidades, por exemplo, são suscetíveis a impactos clínicos relevantes. Segundo a Anvisa, o vírus também representa um risco aumentado de hospitalização e complicações em faixas etárias avançadas.

    “A ampliação da indicação para adultos a partir de 18 anos foi sustentada por estudos clínicos adicionais de imunogenicidade comparativa, que demonstraram não serem inferiores à resposta imune em adultos mais jovens, em comparação à população com mais de 60 anos”, destaca a agência, em nota.

    O imunizante usa uma tecnologia de proteína recombinante. Nesse caso, uma substância semelhante à presente na superfície do vírus é fabricada na indústria e utilizada na vacina para estimular a geração de anticorpos, responsáveis pela resposta imunológica.

    Recentemente, a Anvisa aprovou um outro imunizante contra o VSR: o Enflonsia (clesrovimabe), produzido pela farmacêutica MSD. O medicamento é indicado para recém-nascidos e bebês nos períodos de maior circulação do vírus.

    No Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina disponível é a Abrysvo, da Pfizer. Ela é recomendada para mulheres grávidas, a partir da 28ª semana de gestação, e protege o bebê por meio da transferência dos anticorpos da mãe.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Anvisa proíbe venda de bioestimulador de colágeno Sculptra falsificado

    Anvisa identificou lote irregular do bioestimulador e também determinou apreensão de dispositivo usado em implantes dentários.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de unidades falsificadas do bioestimulador de colágeno Sculptra após a identificação de produtos irregulares no mercado.

    A medida inclui a proibição de comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do item. A decisão foi publicada na quarta-feira (25/2) e ocorreu após a fabricante Galderma Brasil, responsável pelo registro do produto no país, informar à agência que encontrou unidades com características diferentes das aprovadas para venda no Brasil.

    De acordo com a empresa, o lote A00203 apresentou diversas inconsistências em relação ao produto original.

    Entre elas estavam código de lote fora do padrão, rotulagem com idioma e cores diferentes das autorizadas e informações divergentes das aprovadas pela vigilância sanitária.

    Também foi identificada a presença da logomarca da Sanofi, o que reforça a suspeita de falsificação.

    Dispositivo para implante dentário também foi apreendido

    Outra medida anunciada pela Anvisa envolve o dispositivo Mini Pilar HE 4.1 Cinta 3 mm, utilizado em procedimentos de implante dentário.

    Todos os lotes do produto tiveram a apreensão determinada após a agência verificar que a empresa responsável pela fabricação não possui registro sanitário nem autorização de funcionamento.

    Segundo a Anvisa, produtos comercializados sem a devida regularização não passam pela avaliação necessária de qualidade e segurança. Por isso, a agência orienta profissionais e consumidores a não utilizarem itens com origem ou registro desconhecidos e a denunciar irregularidades às autoridades sanitárias.

    Fonte e Foto: Metrópoles

  • Anvisa proíbe mais de 150 géis íntimos sem registro. Veja lista

    Anvisa determina retirada de produtos eróticos sem regularização e alerta para riscos à saúde e falta de avaliação de segurança.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a proibição da comercialização de mais de 150 produtos vendidos como géis íntimos, lubrificantes e extratos energéticos sem registro.

    A decisão foi publicada nesta quarta-feira (25/2) no Diário Oficial da União e vale para todos os itens fabricados pela empresa Marcos Marciano Wagner EPP.

    De acordo com a agência, parte desses produtos havia sido registrada como cosmético, embora alguns fossem destinados ao uso interno, o que exige outro tipo de enquadramento e avaliação sanitária.

    Como não estavam regularizados conforme as normas vigentes, as notificações foram canceladas e a venda passou a ser proibida.

    Entre os itens estão géis para massagem corporal com apelo erótico, lubrificantes e extratos energéticos comercializados sob diferentes nomes, incluindo linhas como Secret Love, Black Ice, Kama Sutra, Turbo Gel e Uzempica, entre outros. A medida se aplica a todos os lotes.

    Riscos associados ao uso desses produtos

    A Anvisa alerta que itens íntimos sem regularização podem ter composição desconhecida ou substâncias não autorizadas, o que aumenta o risco de reações alérgicas, irritações, infecções e outros problemas de saúde. Também pode haver falhas no controle de qualidade durante a fabricação.

    A recomendação é interromper o uso caso o consumidor já tenha adquirido algum desses produtos e procurar orientação médica diante de qualquer reação adversa. Denúncias podem ser encaminhadas às vigilâncias sanitárias locais.

    Veja lista completa dos produtos afetados:

    Gel Massagem Corporal Cioccolato Alla Menta Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Metioulate
    Gel para Massagem Corporal Anis Comfort
    Gel para Massagem Corporal Quem Ama Chupa
    Gel para Massagem Corporal Primeiro Lambe Depois Come
    Gel para Massagem Corporal Vamos Ser Feliz
    Extrato Energético Jumentão
    Extrato Energético Tesão
    Gel para Massagem Corporal Ferro Mil
    Gel para Massagem Corporal Chocosex
    Gel para Massagem Corporal Oral
    Gel para Massagem Corporal House Sex
    Gel para Massagem Corporal Sensual Tantra Secret Love
    Pomada Lubrificante para Massagem Corporal Soft Secret Love
    Gel de Massagem Corporal Goze Bem Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Napepexsegred Love
    Gel para Massagem Corporal Big Pen
    Gel para Massagem Corporal Nocucedim
    Gel para Massagem Corporal Big Men
    Gel para Massagem Corporal Sexy Pen Gourmet
    Gel para Massagem Corporal Depirocão
    Creme para Massagem Corporal Jilopix
    Gel para Massagem Corporal Me Chupa Todinha
    Gel para Massagem Corporal Seja Foda no Sofá
    Gel para Massagem Corporal Deslize
    Gel para Massagem Corporal Super Pen
    Gel para Massagem Corporal Mão de Veludo Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Marretezão
    Gel Corporal para Massagem Vulcanis
    Jumentão Gel de Massagem Corporal
    Gel para Massagem Corporal Sensual Black Ice Secret Love
    Gel para Massagem Corporal F
    Gel para Massagem Corporal Coma se Moderação
    Gel para Massagem Corporal O
    Gel para Massagem Corporal Anal
    Gel para Massagem Corporal Dessensibilizante
    Gel para Massagem Corporal Beijinho na Quilo
    Gel para Massagem Corporal Napepeca
    Gel Aromatizante Corporal Catuaba com Açaí Secret Love
    Gel Aromatizante Corporal Tequila Secret Love
    Gel Aromatizante Corporal Jackie Wisk Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Aquelas Paradas Loucas
    Gel para Massagem Corporal Sex Fit
    Gel para Massagem Corporal Nesolsex
    Gel para Massagem Corporal Gourmet Sexy
    Gel para Massagem Corporal Decupramim Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Sensual Vibration Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Vou te Dar um Chá Bem Dado Toma Toma
    Gel para Massagem Corporal É Puxão de Cabelo
    Gel para Massagem Corporal Sensual Não Vejo a Hora
    Gel para Massagem Corporal Segred Lub
    Gel para Massagem Corporal Pirocaexana
    Gel para Massagem Corporal Virgenzinha
    Gel para Massagem Corporal Ponto G
    Gel para Massagem Corporal Comeanel
    Gel para Massagem Corporal Flecha Rapidinha Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Vira Zoio
    Gel para Massagem Corporal Xia Xana
    Gel para Massagem Corporal Chup Gostoso
    Gel de Massagem Corporal Turbo Gel
    Gel para Massagem Corporal Faz o Pix
    Gel para Massagem Corporal Seja Foda na Escada
    Gel para Massagem Corporal Tasexsy
    Gel para Massagem Corporal Trassanus
    Gel para Massagem Corporal Veda Rosca Secret Love
    Gel Chinês Corporal para Massagem
    Gel para Massagem Corporal Sensual Fresh Black Ice Secret Love
    Gel de Massagem Corporal Celcunazol
    Gel para Massagem Corporal Sensual Fados e Fodas
    Gel de Massagem Corporal Ifode
    Gel para Massagem Corporal Até Naguela
    Gel para Massagem Corporal Xoxota Loka
    Gel para Massagem Corporal Sensual Black Fire Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Tome se Lasque
    Gel para Massagem Corporal Buscopau
    Gel para Massagem Corporal Chupsex
    Gel para Massagem Corporal Vibe
    Gel para Massagem Corporal Sensual Só se For Agora
    Gel para Massagem Corporal Sensual Já Estou Ansiosa
    Gel para Massagem Corporal Sensual Estou Preparado
    Gel para Massagem Corporal Kitkero
    Gel para Massagem Corporal Vemvara
    Gel para Massagem Corporal Durametrão
    Gel para Massagem Corporal Morango do Amor
    Gel para Massagem Corporal Paracetaduro
    Gel de Massagem Corporal O Incrível Durão
    Gel para Massagem Corporal Pirocadura
    Gel para Massagem Corporal Bumbumwiser
    Gel para Massagem Corporal Eitavara
    Gel para Massagem Corporal no Redondo
    Gel para Massagem Corporal Sete Chaves
    Gel para Massagem Corporal Tapá Taio
    Gel para Massagem Corporal Relaxana
    Gel para Massagem Corporal Zipper Barbatimão Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Boket
    Gel para Massagem Corporal Amoxsex
    Gel para Massagem Corporal Nabucetão
    Gel para Massagem Corporal Pau Erguido
    Gel para Massagem Corporal Hohoho Sex
    Gel para Massagem Corporal O Meu Colinho
    Gel para Massagem Corporal Bom Apetite
    Gel para Massagem Corporal Sensual Voltz Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Water Sex
    Gel para Massagem Corporal Caminho da Felicidade
    Gel para Massagem Corporal Maravilha
    Gel para Massagem Corporal Me Fode Todinha
    Gel para Massagem Corporal Sensual Estou Prontinha
    Gel para Massagem Corporal Sensual Chegando
    Gel para Massagem Corporal Sensual Quero Ver
    Gel para Massagem Sensual Adoro Ficar Louca
    Gel para Massagem Corporal Sonho Sex
    Gel para Massagem Corporal Trepessemia
    Gel para Massagem Corporal Preferido
    Gel para Massagem Corporal Xana Maravilha
    Gel de Massagem Corporal Dando Uma Erótico Genérico
    Gel para Massagem Corporal Sempre Virgem Magic Gel
    Gel para Massagem Corporal Virginite Barbatimão Secret Love
    Gel Corporal para Massagem Anis Sex
    Gel de Massagem Corporal 1001 Noites
    Gel de Massagem Corporal Kama Sutra
    Óleo Corporal para Massagem Japonês
    Gel para Massagem Corporal Coma à Vontade
    Gel para Massagem Corporal Timetoportrazol
    Gel para Massagem Corporal Balada Neon
    Gel para Massagem Corporal Pererecard
    Gel para Massagem Corporal Maçã do Amor
    Gel para Massagem Corporal Mete Bala
    Gel para Massagem Corporal Seja Foda na Cama
    Gel para Massagem Corporal Medic Sex
    Gel para Massagem Corporal Janumete Secret Love
    Gel para Massagem Corporal Tirateia d’Aranha
    Pomada para Massagem Corporal Gelo e Fogo Secret Love
    Óleo Térmico Corporal de Massagem Secret Love
    Gel Corporal para Massagem Uzempica
    Gel para Massagem Corporal Mais Bumbum
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    Fonte e Foto: Metrópoles