Categoria: Policial

  • PC-AM prende dois homens por estupro de vulnerável contra as próprias filhas

    Suspeitos foram localizados pela Depca após denúncias de abusos cometidos sob ameaças; detalhes serão apresentados em coletiva.

    Polícia – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), deflagrou ações que resultaram nas prisões de dois homens, de 32 e 38 anos, suspeitos de cometerem o crime de estupro de vulnerável contra as suas próprias filhas. As investigações apontam que os crimes eram praticados mediante ameaças e violência psicológica.

    No primeiro caso, o homem de 32 anos é acusado de abusar sexualmente de sua filha de 12 anos em duas ocasiões distintas.

    De acordo com os relatos repassados à polícia, os episódios ocorriam nos momentos em que a mãe da vítima se ausentava da residência. Para garantir a impunidade, o suspeito ordenava que a adolescente não revelasse os fatos a ninguém, ameaçando cometer os abusos novamente caso fosse descoberto.

    O segundo caso envolve um homem de 38 anos, que teria praticado o crime contra a filha ao longo de aproximadamente quatro anos. Os abusos começaram quando a vítima tinha 12 anos e se estenderam até os 16 anos, período em que ela residia com o autor.

    Após conseguir deixar a residência e formalizar a denúncia na delegacia, a adolescente passou a sofrer retaliações: o suspeito a atingiu intencionalmente com uma motocicleta em frente à escola onde ela estuda e a ameaçou de morte.

    Diante da gravidade dos fatos, as ordens judiciais foram cumpridas e os infratores permanecem à disposição da Justiça. Mais informações sobre os desdobramentos das investigações, procedimentos cartorários e a identificação dos suspeitos serão apresentadas pela equipe policial durante a coletiva de imprensa.

  • Professor de jiu-jítsu é preso suspeito de produzir e compartilhar conteúdo ilegal envolvendo adolescente no AM

    Investigação contou com cooperação internacional e apoio da Polícia Federal para identificar material vinculado a usuário localizado no Brasil.

    Polícia – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) prendeu um professor de jiu-jítsu, de 59 anos, suspeito dos crimes de produção, armazenamento e compartilhamento de material pornográfico envolvendo uma adolescente de 14 anos. A prisão foi realizada na segunda-feira (1º), durante uma operação conduzida pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).

    Segundo as autoridades, a investigação teve início após informações obtidas por meio de cooperação internacional, que identificaram a circulação de conteúdo ilegal associado a um usuário de aplicativo de relacionamentos com localização registrada no Brasil.

    A partir das informações compartilhadas por órgãos internacionais e em parceria com a Polícia Federal, os investigadores conseguiram rastrear o suspeito e reunir elementos que embasaram a ação policial.

    Investigação teve apoio internacional De acordo com a Polícia Civil, o trabalho investigativo envolveu o monitoramento de dados e a análise de materiais que apontavam para a produção, armazenamento e compartilhamento de conteúdo ilegal envolvendo uma adolescente.

    As diligências avançaram com o apoio de órgãos especializados no combate a crimes cibernéticos e de exploração sexual de crianças e adolescentes, culminando na identificação e prisão do investigado.

    Detalhes serão divulgados em coletiva A PC-AM informou que mais informações sobre a operação, as circunstâncias do caso e os materiais apreendidos serão apresentadas em coletiva de imprensa.

    O suspeito permanecerá à disposição da Justiça e poderá responder pelos crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), relacionados à produção, posse e compartilhamento de material de abuso sexual infantil.

    As investigações seguem em andamento para identificar possíveis desdobramentos e verificar a existência de outras vítimas ou envolvidos no esquema.

  • Mulher agride jovem e profere ofensas homofóbicas em Manaus

    Suspeita de 54 anos foi presa dentro de uma delegacia após dar uma cotovelada na vítima enquanto ela registrava um boletim de ocorrência.

    Polícia – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 30º Distrito Integrado de Polícia (DIP), prendeu em flagrante, na manhã desta segunda-feira (01), uma mulher, de 54 anos, pelos crimes de injúria homofóbica, ameaça e vias de fato praticados contra um jovem de 18 anos. A prisão ocorreu nas dependências da unidade policial, no momento em que a vítima registrava um Boletim de Ocorrência (BO).

    De acordo com o delegado Mauro Duarte, as investigações apontaram que o jovem e a suspeita são vizinhos e que o conflito teve início após uma discussão relacionada a uma agressão supostamente praticada pela mulher contra o sobrinho da vítima, uma criança de seis anos. O fato ocorreu no bairro Jorge Teixeira, zona leste de Manaus.

    “Posteriormente, a suspeita também compareceu à delegacia e se posicionou ao lado do jovem. Em determinado momento, ela desferiu uma cotovelada na vítima, ocasião em que recebeu voz de prisão”, informou o delegado.

    Conforme a autoridade policial, a mulher foi autuada em flagrante pelos crimes de injúria homofóbica, ameaça e vias de fato e permanecerá à disposição da Justiça.

    Fonte: D24am

  • Homem é preso por estupro, ameaça e injúria contra companheira em Manaus

    Suspeito de 44 anos teria cometido abusos sexuais e perseguido a vítima após saber que seria denunciado à polícia.

    Polícia – Um homem, de 44 anos, foi preso por meio de um mandado de prisão preventiva pelos crimes de estupro, ameaça e injúria contra a própria companheira, de 43 anos, na segunda-feira (1º), no bairro Petrópolis, na zona Sul de Manaus.

    De acordo com a delegada Patrícia Leão, titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM), a vítima relatou que, durante a madrugada do dia 27 de maio deste ano, o investigado, que seria usuário de entorpecentes, retornou à residência do casal ‘drogado’ e passou a proferir ofensas contra ela, além de exigir manter relações sexuais.

    “Segundo o relato da vítima, mesmo ela recusando manter relações, o autor retirou as roupas dela à força e a estuprou. Na manhã do mesmo dia em que ela se levantou para tomar banho, ele consumou o ato pela segunda vez, ignorando as suas alegações de dores abdominais”, explicou a delegada.

    Conforme Leão, ao tomar conhecimento de que seria denunciado, o suspeito passou a ameaçar a companheira e, posteriormente, a persegui-la em seu local de trabalho.

    “A vítima informou manter um relacionamento conturbado com o investigado há 29 anos, marcado por episódios recorrentes de violência doméstica. Em determinado período, chegou a se afastar dele, mas retomou a convivência após sofrer ameaças e perseguições”, relatou Patrícia Leão.

    Ainda segundo a delegada, diante do receio por sua integridade física, a mulher solicitou medidas protetivas de urgência. Ela optou por não realizar acolhimento institucional imediato em razão de possuir três filhos menores de idade.

    O homem foi encaminhado à DECCM, onde responderá pelos crimes de estupro, ameaça e injúria. Ele passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Mulher e amiga são atingidas por disparos de arma de fogo durante comemoração de aniversário no Interior do Amazonas

    Uma mulher e uma amiga foram baleadas durante uma confraternização realizada em uma chácara no bairro Jardim Florestal, em Itacoatiara. Segundo relatos de pessoas que estavam no local, uma discussão entre o suspeito e a ex-companheira teria antecedido os disparos.

    Policial – Uma festa de aniversário realizada na madrugada desta segunda-feira (1º) terminou em violência no município de Itacoatiara, no interior do Amazonas.

    Duas mulheres, de 25 e 23 anos, foram baleadas após uma discussão envolvendo o ex-companheiro de uma das vítimas, apontado pela Polícia Militar como principal suspeito do crime.


    O caso ocorreu em uma chácara localizada no bairro Jardim Florestal. Conforme relatos de testemunhas, o homem teria iniciado uma discussão com a mulher de 25 anos durante a comemoração e, em seguida, efetuado disparos de arma de fogo contra ela.

    A amiga da vítima também acabou atingida durante a ação. Após os tiros, o suspeito fugiu e ainda não havia sido localizado até a última atualização do caso.


    De acordo com informações da ocorrência, a mulher de 25 anos foi atingida no braço direito, na região do bíceps. Já a jovem de 23 anos sofreu um ferimento por disparo no tórax. As duas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Regional José Mendes, onde receberam atendimento médico.


    A Polícia Militar foi acionada após a entrada das vítimas na unidade hospitalar, por volta de 0h15. Apesar do susto e da gravidade da ocorrência, ambas receberam alta médica ainda durante a madrugada.

    O caso deve ser investigado pela Polícia Civil do Amazonas, que busca esclarecer as circunstâncias do crime e localizar o suspeito.

    Informações que possam ajudar na localização do suspeito podem ser repassadas às forças de segurança de forma anônima.

    Por jornalista Débora Alcântara

  • “Hoje eu vi que a Justiça não falha”, diz pai de Débora após condenação dos acusados

    Após cinco dias de julgamento, Gil Romero e José Nílson são condenados pela morte de Débora da Silva Alves e do bebê que ela esperava; pai da vítima afirma sentir alívio com o veredito

    Policial – “Hoje eu vi que a Justiça não falha”, declarou José Júnior, pai de Débora da Silva Alves, após condenação de Gil Romero Machado Batista e José Nílson Azevedo da Silva, acusados pela morte de sua filha e do bebê que ela carregava no ventre. O julgamento foi concluído na madrugada desta segunda-feira (1°) no Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis, zona Sul de Manaus.

    O réu Gil Romero Machado Batista foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, feminicídio, aborto provocado por terceiro e ocultação de cadáver, ficando sua pena em 63 anos, 7 meses e 19 dias de prisão em regime fechado. Já José Nílson Azevedo da Silva foi condenado a 17 anos e 8 meses de prisão. Para ele, o conselho de sentença afastou duas qualificadoras e o feminicídio, condenando-o por homicídio qualificado por motivo torpe.

    “Ela (Débora) não vai voltar, mas nós temos uma leveza de que a justiça está sendo feita. Eu creio que esses homens não voltam mais para a sociedade. Eles vão ficar lá, vão pagar pelo crime deles, para nunca mais eles fazerem isso com ninguém. Isso vai servir de exemplo para que outras pessoas não façam o que fizeram com a minha filha”, afirmou emocionado o pai da vítima

    O julgamento presidido pelo juiz titular da 2ª Vara do Júri, Fábio Alfaia, teve início na manhã da última quarta-feira (27/05) e se estendeu por cinco dias, quando foi proferida a sentença dos acusados na madrugada desta segunda-feira (1°).

    “Nós perdemos a Débora. Eles estão vivos, mas nós estamos um pouco felizes porque a Justiça está sendo feita. O pedido de perdão do José Nilson foi de coração. Senti porque ele estava chorando. O outro (Gil Romero) não. Ele estava falando conosco como se estivesse falando com pessoas num bar. Sem emoção. Uma pessoa fria. A gente não via arrependimento. Não tinha e nem tem”, relatou José Júnior.

    Sobre o julgamento

    Os trabalhos se prolongaram até as primeiras horas do dia 1º, devido à complexidade do caso e ao grande número de depoimentos. Após intensos debates entre acusação e defesa, o juiz acolheu os argumentos do Ministério Público do Amazonas (MPAM), reconhecendo que a materialidade dos crimes foi comprovada por meio de laudo antropológico, perícia indireta de corpo de delito, certidão de óbito e relatórios investigativos.

    Os indícios de autoria foram considerados sólidos, sustentados por depoimentos de testemunhas, imagens de câmeras de segurança, rastreamentos realizados e pela própria confissão dos acusados durante a investigação policial.

    Sobre o caso

    O crime ocorreu em julho de 2023 e chocou o Amazonas pela extrema crueldade. Conforme as investigações, Débora foi atraída pelos acusados sob o pretexto de receber um berço para o bebê que esperava. Ao chegar ao local combinado, nas proximidades da Usina Termelétrica Mauá, na zona leste de Manaus, ela foi assassinada.

    Segundo a denúncia do Ministério Público, a jovem foi morta por asfixia, teve o bebê retirado de seu ventre e o corpo colocado dentro de um tonel. Como o cadáver não cabia no recipiente, os pés da vítima foram mutilados. Em seguida, os acusados atearam fogo no corpo para ocultar o crime.

    Fonte: Daniel Brandão – Acrítica.com

  • Justiça condena Gil Romero a mais de 63 anos de prisão por assassinato da jovem Débora em Manaus

    Julgamento durou cinco dias e terminou na madrugada desta segunda-feira com a condenação dos dois réus.

    Justiça – Após cinco dias de julgamento no Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis, em Manaus, a 2.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus definiu, na madrugada desta segunda-feira (1.º), o destino dos réus Gil Romero Machado Batista e José Nílson Azevedo da Silva.

    A sessão foi presidida pelo juiz Fábio Alfaia e terminou após intensos debates entre acusação e defesa. O Conselho de Sentença acolheu de forma diferente as teses apresentadas pelo Ministério Público em relação a cada um dos acusados.

    Gil Romero Machado Batista recebeu a pena mais severa do julgamento. Considerado o mentor e executor do crime, ele foi condenado por todos os crimes descritos na denúncia e teve a pena fixada em 63 anos, 7 meses e 19 dias de reclusão em regime inicialmente fechado.

    A condenação inclui o crime de feminicídio, reconhecido em razão da condição de sexo feminino da vítima, envolvendo violência doméstica e menosprezo à condição de mulher. Os jurados também reconheceram as qualificadoras de emboscada, por dificultar a defesa da vítima, e meio cruel.

    Além disso, Gil Romero foi condenado por aborto provocado por terceiro sem o consentimento da gestante, em razão da morte do bebê de oito meses que a adolescente carregava, e por ocultação de cadáver, após a tentativa de destruir o corpo da vítima em um tonel com fogo e escondê-lo em uma área de mata.

    José Nílson teve parte das acusações afastadas pelos jurados

    No caso de José Nílson Azevedo da Silva, a defesa conseguiu afastar as acusações mais graves relacionadas à autoria direta do crime. O Conselho de Sentença decidiu retirar a imputação de feminicídio e duas qualificadoras que constavam na denúncia.

    Mesmo assim, ele foi condenado por homicídio qualificado por motivo torpe, sob o entendimento de que participou do crime ao auxiliar Gil Romero na execução dos fatos.

    A pena de José Nílson foi fixada em 17 anos

    O julgamento foi encerrado nas primeiras horas desta segunda-feira, colocando fim a uma das sessões mais longas e acompanhadas da Justiça amazonense nos últimos anos.



    Fonte: AM POST

  • Polícia desarticula esquema de rinhas e apostas com 15 galos

    Autores responderão pelo crime de maus-tratos a animais por meio de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

    Polícia – Policiais civis da 48ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Maués (a 276 quilômetros de Manaus), em ação conjunta com a Polícia Militar do Amazonas (PMAM), o Departamento Municipal de Trânsito (Demut) e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sedema), deflagrou, no sábado (30), uma operação policial que resultou na desarticulação de uma rinha de galos que funcionava em um sítio localizado nas proximidades da unidade prisional do município.

    De acordo com o delegado Roab Rocha, a equipe policial recebeu informações sobre a prática criminosa e realizou diligências até o local, onde constatou o crime em andamento.

    “Quando chegamos ao sítio, verificamos a realização de rinhas envolvendo galos, além da presença de diversas pessoas participando da atividade ilícita. A ação resultou na apreensão dos animais e na condução dos envolvidos para os procedimentos legais”, relatou.

    Conforme o delegado, 15 galos foram apreendidos e encaminhados à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sedema), enquanto cinco pessoas foram conduzidas à delegacia e responderão pelo crime de maus-tratos a animais por meio de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

    “O local apresentava uma estrutura organizada para a realização das disputas e apostas, o que indica que a prática ocorria de forma recorrente. No momento da chegada das equipes, alguns indivíduos conseguiram fugir e seguem sendo identificados”, destacou o delegado.

    As investigações continuam para identificar e responsabilizar todos os envolvidos na atividade criminosa.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Caso Débora entra no terceiro dia de julgamento e júri será retomado com novas testemunhas neste sábado

    Sessão ouviu apenas uma testemunha na sexta-feira; mais seis pessoas devem prestar depoimento no julgamento dos acusados pela morte da jovem grávida em Manaus.

    Justiça – O julgamento dos réus Gil Romero Machado Batista e José Nílson Azevedo da Silva, conhecido como “Nego”, acusados de envolvimento na morte de Débora da Silva Alves, de 18 anos, entrou em seu terceiro dia nesta sexta-feira (29), em Manaus. A sessão foi marcada por novas inclusões de testemunhas e pela oitiva de apenas uma pessoa ao longo do dia. Os trabalhos serão retomados neste sábado (30), a partir das 9h30.

    Segundo informações do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), três testemunhas estavam inicialmente previstas para serem ouvidas na sexta-feira. No entanto, duas novas pessoas foram incluídas na lista apresentada durante o andamento do júri.

    Até o encerramento da sessão, apenas uma testemunha prestou depoimento. Nos dois primeiros dias de julgamento, outras seis pessoas já haviam sido ouvidas pelo Conselho de Sentença.

    Mais seis testemunhas serão ouvidas A expectativa para este sábado é a continuidade das oitivas. De acordo com a programação do julgamento, duas testemunhas ligadas à defesa de Gil Romero deverão ser ouvidas, além de outras quatro apresentadas pela defesa de José Nílson, totalizando seis depoimentos ao longo do dia.

    Após a conclusão dessa etapa, o julgamento seguirá para as fases de debates entre acusação e defesa, antes da decisão dos jurados.

    Crime chocou o Amazonas O caso ganhou repercussão nacional após o desaparecimento de Débora da Silva Alves, ocorrido em 29 de julho de 2023. Grávida de oito meses, a jovem saiu de casa e nunca mais foi vista com vida.

    Conforme a denúncia do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), Débora foi assassinada no dia seguinte, em uma área da Usina Termoelétrica Mauá 2, localizada no bairro Mauazinho, zona leste da capital.

    As investigações apontam que a vítima teria sido morta por asfixia com um fio elétrico. Em seguida, o corpo foi incendiado pelos criminosos. A acusação sustenta ainda que, após o assassinato, o bebê que ela carregava foi retirado do ventre e posteriormente descartado em um rio nas proximidades da cena do crime.

    Segundo o Ministério Público, a motivação estaria relacionada ao relacionamento extraconjugal mantido entre Gil Romero e Débora, além da gravidez da jovem, que teria sido ocultada pelo acusado.

    O julgamento segue sob forte comoção popular e deve avançar neste fim de semana com a continuidade das oitivas e demais etapas processuais.

  • Homem é executado com tiros na cabeça dentro de picape em rua sem saída de Manaus

    Vítima transportava enxovais em Fiat Strada vermelha e morreu antes da chegada do socorro no Tarumã-Açu.

    Polícia – O silêncio de uma rua sem saída no bairro Tarumã-Açu, zona oeste de Manaus, foi interrompido por uma sequência de disparos na noite desta quinta-feira (28). Um homem, ainda não identificado oficialmente, foi executado com pelo menos três tiros à queima-roupa no peito e na cabeça.

    A vítima dirigia uma picape Fiat Strada vermelha e morreu antes de receber qualquer tipo de atendimento médico.

    Segundo informações preliminares, a caçamba do veículo estava carregada com enxovais, panos e produtos de cama, mesa e banho, o que levantou a suspeita de que o homem trabalhava como comerciante ambulante na capital amazonense.

    Testemunhas acreditam que os criminosos aproveitaram o pouco movimento da rua para surpreender a vítima. Durante o ataque, o motorista ainda teria tentado abrir a porta da picape em uma tentativa desesperada de fugir, mas acabou atingido pelos disparos e caiu morto ao lado do veículo.

    O vidro da janela da Fiat Strada ficou destruído por causa dos tiros.

    Vigilante encontrou corpo após ouvir disparos

    O primeiro a encontrar a vítima foi um vigilante que fazia ronda na área no momento do crime.

    Após ouvir os estampidos, ele decidiu verificar o que havia acontecido e encontrou o corpo caído ao lado da picape.

    Policiais militares isolaram a área para o trabalho da perícia criminal e remoção do corpo pelo Instituto Médico Legal (IML).

    Agora, a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) deve investigar a motivação do assassinato e tentar identificar os autores do crime, além de confirmar a identidade da vítima.

    Fonte: AM POST