Categoria: Policial

  • Polícia prende homem em flagrante por violência doméstica contra a ex-companheira na zona leste

    A vítima relatou que já foi ameaçada com faca e que sofreu outros episódios de agressões físicas.

    Polícia – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 28º Distrito Integrado de Polícia (DIP), com apoio da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) norte/leste, prendeu em flagrante, na terça-feira (28/04), um homem, de 29 anos, pelos crimes de ameaça, injúria e vias de fato contra a sua ex-companheira. A prisão ocorreu no bairro Colônia Antônio Aleixo, zona leste.

    De acordo com o delegado Frank de Freitas, as diligências iniciaram após a vítima comparecer à unidade policial para denunciar que havia sido ameaçada de morte, insultada e agredida pelo autor, com quem mantinha relacionamento há cerca de seis anos.

    “Após relatos da mulher, a equipe do 28º DIP tomou conhecimento de que o agressor permanecia na residência em que morava com a vítima, mesmo depois de cometer os crimes, e diante disso, fomos até o endereço para efetuar a prisão” informou a autoridade policial.

    Segundo o delegado, além das agressões praticadas nesta data, a vítima relatou histórico de violência no relacionamento, inclusive ameaças anteriores com faca e outros episódios de agressões físicas.

    “Também foram adotadas providências para requerimento de medidas protetivas em favor da vítima. O homem foi apresentado na DECCM norte/leste para os procedimentos cabíveis”, informou o delegado.

    O homem responderá pelos crimes de ameaça, injúria e vias de fato no contexto da Lei Maria da Penha e permanecerá à disposição da Justiça.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Investigador da PC é preso suspeito de estupro de vulnerável, importunação e ameaça

    Melquisideque de Lima Galvão Ferreira, da Polícia Civil do Amazonas, investigado pela 2º Vara de Crimes Praticados contra Crianças e Adolescentes da Comarca de São Paulo.

    Polícia – O investigador da Polícia Civil do Amazonas (PCAM) Melquisideque de Lima Galvão Ferreira foi preso na terça-feira (28), em Manaus, por meio de um mandado de prisão temporária pelos crimes de estupro de vulnerável, importunação sexual, ameaça e invasão de dispositivo informático.

    “Melqui” como é conhecido no mundo do jiu-jítsu é investigado pela 2º Vara de Crimes Praticados contra Crianças e Adolescentes da Comarca de São Paulo. Além do mandado de prisão, a justiça paulistana cumpriu três mandados de busca e apreensão em Jundiaí (SP).

    “São muitos crimes, são várias vítimas. Até agora eu tenho conhecimento de cinco. Envolve estupro de vulnerável, assédio sexual, enfim, as informações que eu tenho ainda são preliminares, mas já sei que ele está preso”, disse a deputada estadual Alessandra Campelo, que colocou a disposição a Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM) para novas vítimas.

    Segundo a polícia, as denúncias na 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) que resultaram na prisão de “Melqui” partiram de uma ex-aluna de jiu-jítsu, atualmente com 17 anos. Além dela, outras duas vítimas também relataram os abusos, sendo que uma delas afirmou que os fatos teriam ocorrido quando tinha apenas 12 anos de idade.

    Melquisideque está preso na capital amazonense e ficou à disposição da justiça.

    Mais

    Melqui Galvão é atleta e treinador de jiu-jítsu, com trajetória consolidada no esporte. Ele comanda uma academia no bairro Cidade Nova, na Zona Norte de Manaus.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Homem é preso suspeito de manter avó de 88 anos em cárcere privado e sem comida em Manaus

    Idosa foi encontrada em condições insalubres, sem alimentação, após denúncia ao Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa.

    Policial – Um homem de 31 anos, cuja a identidade não foi revelada, foi preso em flagrante nesta segunda-feira (27), em Manaus, suspeito de manter a avó de 88 anos em cárcere privado, sem comida e se apropriar dos bens dela. O crime ocorreu na zona norte de Manaus.

    De acordo com a polícia, o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa informou à PC que a idosa sofria violência, negligência e exploração financeira.

    A delegada explicou que, mesmo após insistência, o homem continuou impedindo a entrada, o que caracteriza cárcere privado. Quando os agentes conseguiram entrar, encontraram a idosa em condições insalubres.

    O homem responderá pelos crimes de apropriação de bens ou rendimentos da pessoa idosa, exposição ao perigo da integridade e da saúde física ou psíquica da pessoa idosa e cárcere privado e está à disposição da Justiça.

    Fonte: G1

  • Polícia Civil prende homem investigado por estupro de vulnerável contra adolescente em Santo Antônio

    A vítima sofria abusos em locais isolados após ser coagida pelo autor.

    Polícia – Policiais civis da 53ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Santo Antônio do Içá (a 880 quilômetros de Manaus), cumpriram, no domingo (26/04), mandado de prisão preventiva contra um homem, de 26 anos, por estupro de vulnerável contra uma adolescente de 13 anos. A prisão foi efetuada no bairro Manoel Franco, no município.

    De acordo com o delegado Ubiratan Farias, a equipe policial tomou conhecimento do caso após denúncia encaminhada pelo Centro Especializado de Assistência Social (Creas) do município, acompanhado do relatório de escuta especializada da vítima.

    “Em relato, a adolescente informou que o suspeito residia nas proximidades de sua casa. Após a vítima se recusar manter relações sexuais com ele, o autor não aceitou a decisão e deu início a uma perseguição insistente contra ela”, detalhou o delegado.

    Segundo a autoridade policial, a partir disso, o indivíduo começou a coagir a vítima a subir em sua motocicleta, levando-a para locais afastados e de pouca circulação para praticar os abusos. A narrativa indicou habitualidade na conduta, o que agravou o risco à integridade física e psicológica da adolescente.

    “Diante da gravidade dos fatos, representei à Justiça pela prisão preventiva do autor, a qual foi devidamente deferida e cumprida. As investigações seguem em andamento para apurar a possível ocorrência de outros crimes relacionados ao caso”, finalizou o delegado.

    O homem responderá por estupro de vulnerável, passará por audiência de custodia e permanecerá à disposição da Justiça.



    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Defensoria reforça monitoramento imediato para enfrentar avanço dos feminicídios

    Antes da lei federal, o estado adotou a medida que avisa vítimas e autoridades sobre aproximação.

    Polícia – A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) reforça que o uso imediato da tornozeleira eletrônica em agressores de mulheres pode evitar o aumento no número de feminicídios. A medida faz parte da lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que determina a adoção do equipamento para a proteção de vítimas de violência doméstica, além da disponibilização de um botão de emergência que avisa sobre a aproximação do agressor.

    Antes da sanção da Lei Federal, o Amazonas já determinava o uso obrigatório da tornozeleira eletrônica, de acordo com a Lei nº 7.260/24, no entanto, o monitoramento da segurança da vítima ficava restrito apenas à Polícia Militar.

    A partir de agora, toda vítima de violência doméstica tem direito a receber um dispositivo, considerado um botão de emergência, onde é alertada em tempo real da aproximação do agressor. Esse alerta também é enviado, ao mesmo tempo, às autoridades, o que garante agilidade no atendimento e mais autonomia.

    No Brasil, um levantamento do Instituto de Pesquisa DataSenado, realizado em 2025, apontou que 33% das mulheres declararam já ter sofrido ou vivenciado algum tipo de violência doméstica ou familiar causada por um homem em um período de 12 meses.

    A mesma pesquisa destacou que 79% das mulheres acreditam que a violência contra o público feminino aumentou no último ano e 46% das entrevistadas também declararam que as mulheres não são respeitadas no país.

    O papel da rede de proteção

    No Amazonas, dentro da esfera da Defensoria Pública, o Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres (Nudem) é o responsável por garantir o atendimento humanizado de vítimas de diversos tipos de violência, com assistência jurídica gratuita em casos que precisam ser judicializados.

    De acordo com a defensora pública e coordenadora do Nudem, Caroline Braz, o núcleo começou a implementar a aplicação da tornozeleira com o botão de emergência neste mês. Apesar de ser uma mudança recente, ela acredita em uma transformação efetiva a longo prazo.

    “Fazemos parte da rede de proteção das mulheres no Amazonas e precisamos estar atentos às mudanças na legislação. Não basta apenas acompanhar as implementações, precisamos fiscalizar para que elas, de fato, estejam causando segurança para a vítima, que já está fragilizada e precisa desse apoio”, destacou a defensora pública.

    O que muda na prática com a nova lei

    1. Como funciona a implementação da tornozeleira eletrônica?

    A implementação da tornozeleira eletrônica ocorre sempre por determinação judicial, dentro do contexto de proteção à mulher em situação de violência doméstica. Esse pedido pode partir da autoridade policial, no momento do registro da ocorrência, ou também da Defensoria Pública, por meio do Nudem, após atendimento e análise do caso concreto.

    Após a solicitação, o pedido é encaminhado ao Juizado Especializado da Violência Doméstica do processo, em que o magistrado avalia a situação e, entendendo presentes os requisitos legais, expede a ordem judicial para instalação do equipamento. A execução dessa medida tem sido realizada pela SEAP.

    “Trata-se de um mecanismo especialmente importante em casos de perseguição reiterada, descumprimento de medidas protetivas ou situações classificadas como de alto risco, inclusive risco de feminicídio. O objetivo é garantir maior fiscalização do agressor e mais segurança para a vítima”, acrescentou Caroline Braz.

    2. As medidas protetivas funcionam?

    Sim. Elas são instrumentos fundamentais de contenção da violência e impõem limites legais ao agressor. Em caso de descumprimento, podem gerar prisão em flagrante ou prisão preventiva. Com os atendimentos no Nudem, essas medidas interrompem ciclos de violência e permitem que a mulher reorganize sua vida com mais segurança em inúmeros casos.

    3. Com o botão de emergência, o que acontece caso o agressor se aproxime?

    A tornozeleira eletrônica do agressor está sincronizada com o sistema de monitoramento vinculado ao botão de pânico. Nesses casos, se ele se aproximar da zona de exclusão fixada judicialmente, a vítima recebe um alerta e pode acionar imediatamente o botão, permitindo resposta mais rápida da polícia.

    Também há a situação em que o botão pode ser concedido sem sincronização direta com a tornozeleira. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando a vítima não deseja o monitoramento eletrônico do agressor naquele momento, em razão de circunstâncias específicas, como vínculo laboral ou outra dinâmica familiar. Ainda assim, ela permanece com o dispositivo de emergência para acionamento imediato em caso de risco.

    Fonte: D24am

  • Pai que estuprou as duas filhas no Careiro Castanho é condenado a mais de 51 anos de prisão

    Segundo a denúncia formulada pelo Ministério Público, uma das crianças começou a ser abusada pelo pai quando tinha 12 anos de idade.

    Polícia – Um homem acusado de estupro de vulnerável contra as próprias filhas menores de idade, foi condenado a 51 anos, 6 meses e dez dias de prisão em sentença proferida pelo juiz Geildson de Souza Lima, titular da Comarca do Careiro Castanho, a 102 quilômetros de Manaus. O réu encontra-se foragido e foi julgado à revelia.

    A sentença destaca que a revelia foi decretada em decisão proferida nos autos por ocasião da audiência de instrução, uma vez que o réu, devidamente intimado, não compareceu ao ato judicial para exercer sua autodefesa, bem como “se encontra em local incerto e não sabido, demonstrando nítida intenção de furtar-se à aplicação da lei penal”.

    Segundo a denúncia formulada pelo Ministério Público, uma das crianças começou a ser abusada pelo pai quando tinha 12 anos de idade e os atos libidinosos evoluíram para conjunção carnal. Em relação à outra filha, embora os abusos tenham se restringido a atos libidinosos, a garota era obrigada a presenciar os abusos contra a irmã.

    Relatos

    Conforme o relato das vítimas, os abusos aconteceram por dois anos, primeiro em Manaus e, posteriormente, no Careiro Castanho, quando estavam sob os cuidados do genitor.

    Ainda segundo as duas irmãs, para que não denunciassem os crimes dos quais eram vítimas, o pai as ameaçava afirmando que mataria a mãe delas e outros familiares e costumava mostrar a elas uma faca durante as ameaças. Consta dos autos que o acusado tentou, ainda, coagir as vítimas, por meio de mensagens eletrônicas, às vésperas da audiência de instrução.

    Na sentença, o juiz reforça que a ausência do réu inviabilizou seu interrogatório, sem, contudo, fragilizar “o robusto acervo probatório” firmado a partir dos depoimentos judiciais das vítimas, de testemunhas e de informantes; bem como de pareceres psicológicos e laudos de exames de conjunção carnal.

    Pena

    Ao analisar as circunstâncias de agravante da pena, o juiz Geildson Lima considerou ser necessário reconhecer, entre outras majorantes, aquela prevista no art. 226, inciso II, do Código Penal, “uma vez que o réu é pai biológico das vítimas, possuindo autoridade parental e dever de proteção sobre as mesmas à época dos fatos”.

    De acordo com os autos, ao apresentar as alegações finais, a defesa do acusado requereu a absolvição do réu alegando “insuficiência de provas”, invocando o princípio do in dubio pro reo (na dúvida, a favor do réu) e a tese da perda de uma chance probatória.

    Em dado momento da investigação policial, uma das vítimas voltou atrás na denúncia, alegando ter mentido por raiva do pai. Para o juiz, no entanto, tal versão “foi cabalmente desconstruída durante a Audiência de Instrução e Julgamento”, tendo sido fruto de “coação ou dependência emocional, típica de ciclos de abuso intrafamiliar”, reforçada pela conduta do réu, que tentou coagir as vítimas por mensagens eletrônicas, e que o retorno à versão acusatória em Juízo, com riqueza de detalhes e confirmação por testemunha, afastou qualquer dúvida razoável.

    “(…) Do bojo do conjunto probatório é possível afirmar, sem nenhum tipo de dúvida, que o acusado efetivamente praticou o ato narrado na denúncia de forma consumada, estando a imputação ministerial sobejamente comprovada, já que as declarações das vítimas foram dadas de forma esclarecedora, em harmonia com os demais elementos de prova constantes dos autos”, frisou o magistrado.

    Da sentença, cabe apelação.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Capitão-tenente da Marinha é encontrado morto em hotel no AM

    Comandante da Capitania dos Portos em Parintins estava em missão oficial em Barreirinha.

    Polícia – O capitão-tenente Cassiano Meireles Alecrim, comandante da Agência da Capitania dos Portos em Parintins, foi encontrado morto no último domingo (26), em Barreirinha (a 331 quilômetros de Manaus).

    Segundo informações preliminares, o oficial da Marinha do Brasil estava em missão no município e foi localizado sem sinais vitais em um quarto de hotel, após não comparecer a um compromisso de trabalho. Equipes de saúde foram acionadas e confirmaram o óbito.

    O corpo foi encaminhado ao hospital da cidade e, posteriormente, transferido para Parintins. Até o momento, a causa da morte não foi divulgada.

    Cassiano Alecrim havia assumido o comando da unidade da Marinha em Parintins em janeiro deste ano e acumulava cerca de 30 anos de serviço na corporação.

    Em nota de pesar, a Prefeitura de Parintins lamentou a morte do oficial e destacou a atuação dele em ações voltadas à segurança da população ribeirinha e ao ordenamento do tráfego aquaviário.

    A gestão municipal também prestou solidariedade aos familiares, amigos e à Marinha do Brasil.

    A Polícia Civil do Amazonas deve apurar as circunstâncias da morte.

    Fonte: D24am

  • Em Carauari, tio e avô são presos por estupro de vulnerável contra duas vítimas

    Entre os investigados, consta ainda o sobrinho de um dos suspeitos.

    Polícia – A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da 65ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Carauari (a 788 quilômetros de Manaus), com apoio da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) e do Conselho Tutelar do município, deflagrou, no sábado (25/04), a Operação Barreira do Idó e prendeu dois homens, de 57 e 72 anos, por estupro de vulnerável contra uma criança, de 11 anos, e uma adolescente, de 12 anos. Os autores são tio e avô das vítimas.

    Conforme a delegada Gabryelly Santos, as investigações iniciaram após as denúncias sobre o crime que era praticado dentro do ambiente familiar, em uma comunidade que leva o mesmo nome da operação.

    “As investigações apontam que os crimes vinham ocorrendo desde 2024, quando as vítimas tinham 9 e 10 anos, prolongando-se até a atualidade. Ao longo das diligências, foram reunidos depoimentos, escutas especializadas e laudos periciais que indicam indícios consistentes de materialidade e autoria”, disse a delegada.

    Segundo a delegada, o caso chama atenção pela gravidade e pela quebra de confiança no núcleo familiar, onde as vítimas deveriam estar protegidas. Entre os investigados, consta ainda o sobrinho do suspeito de 57 anos, e as investigações continuarão para localizá-lo.

    “Diante da vulnerabilidade das vítimas e do risco de continuidade das condutas, foi representada pela prisão preventiva dos investigados, que foram devidamente presos e conduzidos à delegacia”, falou a delegada.

    As crianças estão sob os cuidados da genitora e serão encaminhadas para acompanhamento psicossocial, junto ao Conselho Tutelar e demais órgãos de proteção.

    Os homens responderão por estupro de vulnerável e ficarão à disposição da Justiça.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Adega é interditada por vender álcool a adolescentes em Manaus

    Operação Impacto fiscalizou estabelecimentos nas zonas centro-oeste e leste da capital na madrugada do último domingo (26).

    Polícia – Uma adega foi interditada e dois bares tiveram as atividades encerradas durante a Operação Impacto, realizada na madrugada deste domingo (26), nas zonas centro-oeste e leste de Manaus. A ação também resultou na detenção de um comerciante suspeito de vender bebida alcoólica para adolescentes.

    A operação foi coordenada pela Polícia Militar do Amazonas (PMAM), com apoio da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM) e órgãos da Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente.

    Segundo o major Cordeiro, comandante da 10ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), o objetivo foi combater irregularidades em adegas, bares e os chamados “rolezinhos”, além da venda de álcool e drogas para menores de idade.

    No bairro Alvorada, uma adega foi lacrada por determinação do Juizado da Infância e Juventude Infracional (Jiji). Conforme a polícia, o local já havia sido alvo de fiscalização anterior, quando 32 adolescentes foram encontrados consumindo bebida alcoólica.

    Ainda na zona centro-oeste, outro bar foi fechado e o proprietário detido após constatação de desvio de energia elétrica pela concessionária responsável.

    Na zona leste, equipes do Jiji, da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) e do Conselho Tutelar flagraram dois adolescentes, ambos de 17 anos, consumindo bebida alcoólica sem a presença de responsáveis.

    A Sejusc destacou a importância da atuação conjunta dos órgãos para garantir a proteção de crianças e adolescentes e responsabilizar os envolvidos nas irregularidades.

    Fonte: D24am

  • Suspeito de chacina que matou mulher, homem e criança morre durante confronto no interior do Amazonas

    Investigado por triplo homicídio em Autazes foi localizado após dias de buscas e não resistiu após troca de tiros.

    Polícia – O principal suspeito de um triplo homicídio que chocou o interior do Amazonas morreu durante um confronto na última sexta-feira (24), no município de Autazes. Identificado como Lucas da Silva, de 35 anos, ele era apontado como autor das mortes de Alyni Pinheiro, de 24 anos, Ramon Santos das Neves, de 25, e do menino Ítalo Davi, de apenas 7 anos.

    O crime ocorreu no dia 22 de abril, em uma comunidade rural da região. As três vítimas foram encontradas sem vida dentro de uma residência, que, segundo as primeiras investigações, teria sido invadida durante a madrugada.

    Desde então, forças de segurança intensificaram as buscas pelo suspeito, com operações realizadas em áreas de difícil acesso. Lucas foi localizado durante uma ação policial na zona rural, momento em que houve troca de tiros. Ele foi atingido e morreu no local.

    Até o momento, não há confirmação oficial sobre a origem dos disparos que o atingiram, nem se outras pessoas participaram diretamente do confronto.

    As diligências contaram com o apoio do Comando de Policiamento do Interior, que montou um cerco na região para capturar o investigado. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o corpo do suspeito sendo transportado em uma embarcação no município.

    A Polícia Civil do Amazonas segue à frente das investigações para esclarecer a motivação do triplo homicídio e todos os detalhes que cercam o caso.