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  • Fim da escala 6×1 pode elevar custos e pressionar inflação, alerta presidente da construção civil

    Renato Correia, da CBIC, afirma que proposta não resolve o problema da produtividade no Brasil e pode agravar a falta de mão de obra em diversos setores.

    Economia – A proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6×1 voltou ao centro das discussões econômicas e trabalhistas do país. Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, a medida, da forma como vem sendo debatida no Congresso Nacional, não representa uma solução para os desafios de produtividade enfrentados pelo Brasil e pode gerar efeitos negativos para empresas, trabalhadores e consumidores.

    O tema ganhou força após a divulgação de um levantamento internacional que apontou queda do Brasil no ranking global de competitividade. Na avaliação de Correia, o principal problema da economia brasileira não está na carga horária dos trabalhadores, mas na baixa produtividade, que ainda permanece muito distante dos índices observados em países mais desenvolvidos.

    Segundo o dirigente, a produtividade nacional corresponde a cerca de 20% da registrada nos Estados Unidos, fator que reduz a capacidade de competição da indústria brasileira no mercado internacional. Para ele, reduzir a jornada sem um aumento proporcional da eficiência produtiva pode provocar aumento dos custos de produção e pressionar ainda mais os preços ao consumidor.

    Correia argumenta que a implementação acelerada da proposta tende a elevar despesas operacionais das empresas, refletindo diretamente na inflação e dificultando o processo de redução das taxas de juros. Na prática, o setor produtivo precisaria produzir o mesmo volume em menos tempo, o que exigiria contratações adicionais ou ampliação do pagamento de horas extras.

    No caso específico da construção civil, o cenário é ainda mais desafiador. O setor enfrenta dificuldades para preencher vagas e já convive com escassez de profissionais qualificados. De acordo com a CBIC, a redução imediata da jornada exigiria a contratação de centenas de milhares de novos trabalhadores, número considerado inviável diante da atual oferta de mão de obra.

    O presidente da entidade também destacou que muitos trabalhadores da construção recebem parte da remuneração vinculada à produtividade e à execução de tarefas. Com menos horas disponíveis para trabalhar, esses profissionais poderiam até mesmo registrar queda nos rendimentos, dependendo da forma como a mudança fosse implementada.

    Como alternativa, Correia defende uma transição gradual para qualquer eventual redução da jornada de trabalho. A proposta apresentada pela CBIC prevê uma diminuição progressiva das horas trabalhadas ao longo de quatro anos, permitindo que empresas invistam em tecnologia, equipamentos e processos capazes de elevar a produtividade sem repassar custos adicionais ao consumidor.

    Além da questão trabalhista, o dirigente aponta a burocracia como um dos principais entraves para o crescimento da produtividade nacional. Segundo ele, processos de licenciamento, aprovações de projetos e autorizações para obras ainda representam uma parcela significativa dos custos do setor e poderiam ser simplificados para gerar ganhos mais efetivos de eficiência.

    Para Correia, qualquer mudança estrutural nas regras trabalhistas precisa estar acompanhada de medidas que fortaleçam a competitividade da economia brasileira. Caso contrário, a redução da jornada pode acabar elevando custos, pressionando a inflação e reduzindo a capacidade de investimento das empresas em um cenário já marcado por juros elevados e desafios econômicos.

  • Omar mantém liderança e acirra disputa pelo Governo do Amazonas; David, Cidade e Maria do Carmo travam batalha pelo segundo lugar

    Nova pesquisa aponta Omar Aziz na dianteira da corrida eleitoral, enquanto David Almeida, Roberto Cidade e Maria do Carmo aparecem tecnicamente empatados na disputa por uma vaga no eventual segundo turno.

    Política – A corrida pelo Governo do Amazonas segue aberta e com fortes sinais de disputa acirrada para as eleições de 2026. Pesquisa divulgada nesta terça-feira (22) pelo Instituto Direto ao Ponto mostra o senador Omar Aziz (PSD) na liderança das intenções de voto, enquanto David Almeida (Avante), Roberto Cidade (União Brasil) e Maria do Carmo Seffair (PL) protagonizam uma intensa disputa pelo segundo lugar.

    No cenário estimulado, quando os entrevistados recebem uma lista com os nomes dos pré-candidatos, Omar Aziz aparece com 28% das intenções de voto. Atrás dele, o cenário é de equilíbrio: David Almeida registra 21%, Roberto Cidade soma 20% e Maria do Carmo alcança 19%.

    Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, os três concorrentes estão tecnicamente empatados, o que mantém indefinida a composição de um possível segundo turno.

    O levantamento também identificou 7% de votos brancos e nulos, enquanto 5% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder.

    Omar amplia vantagem no interior

    Um dos fatores que explicam a liderança de Omar Aziz é seu desempenho nos municípios do interior do Amazonas. Segundo a pesquisa, o senador alcança 33% das intenções de voto fora da capital, consolidando uma vantagem significativa sobre os adversários.

    Em Manaus, Omar registra 24%, mantendo a liderança, mas com diferença menor em relação aos demais concorrentes.

    David Almeida apresenta desempenho estável, com 21% tanto na capital quanto no interior. Roberto Cidade aparece com 20% em Manaus e sobe para 21% nos municípios do interior. Já Maria do Carmo tem seu melhor desempenho na capital, onde alcança 22%, enquanto registra 16% no interior.

    Os números indicam que o eleitorado do interior tem sido decisivo para ampliar a vantagem de Omar, enquanto a disputa entre David, Cidade e Maria do Carmo varia conforme a região analisada.

    Espontânea mostra cenário ainda indefinido

    Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados respondem sem receber uma lista de candidatos, Omar Aziz também aparece na frente, com 7% das citações.

    Maria do Carmo surge em segundo lugar, com 6%, seguida por David Almeida, com 5%, e Roberto Cidade, com 4%. O governador Wilson Lima foi lembrado por 2% dos entrevistados, enquanto o senador Eduardo Braga apareceu com 1%.

    O dado que mais chama atenção nesse cenário é o elevado índice de indecisos: 72% dos entrevistados disseram não saber em quem votar ou preferiram não responder.

    Rejeição pode influenciar disputa

    Além das intenções de voto, a pesquisa reforça que os índices de rejeição podem ter papel decisivo nos próximos meses. David Almeida continua enfrentando resistência significativa de parte do eleitorado, enquanto Roberto Cidade apresenta os menores índices de rejeição entre os principais nomes colocados na disputa.

    Com mais de um ano até a eleição, o cenário ainda está em construção, mas os números mostram que Omar Aziz mantém posição privilegiada na corrida eleitoral, enquanto os demais pré-candidatos seguem em uma disputa equilibrada para conquistar espaço e viabilizar uma vaga no segundo turno.

  • Composto do alho pode reforçar ação de quimioterápico, aponta estudo

    Cientistas identificaram no vegetal uma substância capaz de fortalecer a quimioterapia padrão no tratamento do câncer colorretal.

    Saúde – Uma substância encontrada no alho pode potencializar a ação da quimioterapia utilizada no tratamento do câncer colorretal, segundo pesquisa realizada por cientistas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP (Universidade de São Paulo).

    O estudo avaliou os efeitos do dissulfeto de dialila, composto bioativo derivado do alho, em associação ao medicamento quimioterápico 5-fluorouracil (5-FU), um dos mais utilizados no combate à doença.

    Segundo a pesquisa, o câncer colorretal é o segundo câncer mais diagnosticado e a segunda principal causa de morte relacionada ao câncer em todo o mundo. Ele permanece amplamente assintomático até atingir estágios avançados.

    As opções de tratamento incluem excisão local endoscópica e cirúrgica, radioterapia pré-operatória para redução do estágio tumoral, terapia sistêmica, cirurgia extensa para doença locorregional e metastática e quimioterapia.

    No entanto, esse tipo de câncer é influenciado por hábitos alimentares. Alimentos potencialmente protetores incluem alho, magnésio, peixe e vitamina B6.

    Os resultados do estudo mostraram que a combinação das duas substâncias aumentou a capacidade de destruir células tumorais em modelos celulares de câncer colorretal, indicando um possível efeito sinérgico entre o composto natural e o tratamento convencional. A pesquisa foi publicada na revista científica Nutrients e foi financiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

    Durante o estudo, os pesquisadores analisaram duas linhagens de células de câncer colorretal, conhecidas como Caco-2 e HT-29, além de células saudáveis da veia umbilical humana. As amostras foram expostas ao 5-fluorouracil e ao dissulfeto de dialila, tanto de forma isolada quanto combinada. Após 24 horas, foi observada uma maior citotoxicidade contra as células cancerosas quando os compostos foram utilizados em conjunto.

    Segundo os autores, o dissulfeto de dialila é considerado um nutracêutico de baixo custo, fácil obtenção e boa tolerabilidade. 

    Embora o 5-fluorouracil tenha contribuído significativamente para aumentar a sobrevida dos pacientes, pesquisadores buscam alternativas que possam ampliar sua eficácia e reduzir os efeitos adversos do tratamento. Nesse contexto, compostos bioativos derivados de plantas têm despertado interesse por seu potencial de atuar como terapias complementares.

    Apesar dos resultados promissores, os autores destacam que os testes foram realizados em laboratório e que novas pesquisas, incluindo estudos clínicos com pacientes, serão necessárias para confirmar a segurança e a eficácia das análises.



    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Suspeito de estupro de vulnerável é preso pela PF ao tentar embarcar em voo em Manaus

    Homem com mandado de prisão preventiva em aberto foi identificado durante fiscalização de rotina no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes quando tentava embarcar para Fortaleza.

    Polícia – Um homem investigado pelo crime de estupro de vulnerável foi preso pela Polícia Federal no último sábado (20), durante uma fiscalização de rotina realizada no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus.

    De acordo com a PF, o suspeito possuía um mandado de prisão preventiva em aberto e tentava embarcar em um voo comercial com destino a Fortaleza, no Ceará, quando foi identificado pelos agentes federais.

    Após consulta aos sistemas de segurança e a confirmação da ordem judicial, os policiais efetuaram a prisão ainda nas dependências do aeroporto.

    A identidade do investigado não foi divulgada pelas autoridades.

    Segundo a Polícia Federal, após os procedimentos de praxe, o homem foi encaminhado à autoridade policial responsável para as providências cabíveis. Ele permanecerá à disposição da Justiça.

    A PF não informou detalhes sobre o processo que resultou na expedição do mandado de prisão nem sobre as circunstâncias do suposto crime investigado.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Julgamento sobre validade da lei da dosimetria acontecerá no 2º semestre

    Demora da PGR em se posicionar, somada ao calendário definido de julgamentos e à proximidade do recesso, empurram análise para agosto.

    Política – O julgamento das ações que questionam no STF (Supremo Tribunal Federal) a lei da dosimetria, que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado no país, será realizado somente no segundo semestre.

    A demora da PGR (Procuradoria-Geral da República) em se posicionar sobre as ações, somada ao calendário já definido de julgamentos de junho, que tem apenas mais duas sessões previstas, e à proximidade do recesso de julho, farão com que a análise aconteça somente a partir de agosto.

    O projeto de lei da dosimetria foi aprovado pela Câmara dos Deputados e, depois, pelo Senado Federal. Quando chegou ao Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) o vetou. O Congresso Nacional derrubou o veto de Lula e promulgou a lei.

    Partidos políticos acionaram o STF pedindo que os ministros do tribunal declarassem a lei inconstitucional. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, foi sorteado relator das ações.

    A eficácia da lei foi suspensa por Moraes no início de maio. A decisão foi tomada, segundo o magistrado, em respeito ao princípio da segurança jurídica, até a definição da validade da lei pelo STF.

    Após suspender a aplicação da lei, o ministro determinou que Câmara, Senado, governo e PGR se manifestassem sobre o trâmite de aprovação, veto e promulgação do texto.

    A Câmara e o Senado informaram ao ministro, dez dias após a ordem de Moraes, que a lei foi aprovada dentro das regras constitucionais e que as Casas têm competência para alterar critérios de progressão de regime e cálculo de penas.

    A AGU (Advocacia-Geral da União), no mesmo dia, afirmou a Moraes que o procedimento legislativo que derrubou o veto do presidente Lula à lei teve diversas falhas e que o próprio conteúdo da legislação não está de acordo com a Constituição e prejudica a proteção da democracia.

    Quase um mês após o fim do prazo estabelecido por Moraes para que a PGR se manifestasse, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, citou a autonomia do legislativo ao se posicionar contra a suspensão da lei nesta semana.

    Moraes sinalizou a interlocutores que, tão logo recebesse a manifestação da PGR, marcaria as ações para julgamento. O ministro Edson Fachin, presidente do STF, também sinalizou que marcaria a data do julgamento das ações com celeridade no plenário.

    Há, no entanto, somente mais duas sessões de julgamento previstas no plenário no mês de junho e com pauta já definida. O recesso de meio do ano vai de 2 a 31 de julho.



    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • CNI: impostos e equilíbrio fiscal lideram desafios do novo presidente

    Pesquisa da CNI entrevistou 1.003 executivos em todo o Brasil, entre os dias 7 de maio e 5 de junho de 2026.

    Economia – A redução de impostos e o equilíbrio fiscal são duas das pautas que aparecem como desafios para o próximo presidente da República, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (22/6) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

    De acordo com o levantamento, 29% dos empresários industriais apontam a redução de impostos e a consolidação da reforma tributária como prioridade para o próximo governo, enquanto 22% defendem o equilíbrio fiscal e a melhoria da gestão pública.

    Em seguida, em terceiro lugar, aparece o incentivo à indústria e à produção, citado por 21% dos entrevistados.

    Prioridades do próximo governo, para empresários:

    Empregos: 71% dos empresários apontaram a redução de impostos sobre a folha de pagamento

    Saúde: 48% citaram o combate à corrupção e o desvio de verbas

    Segurança: 45% mencionaram o combate ao tráfico de drogas e ao crime organizado

    Economia: 42% apontaram o controle dos gastos públicos e a redução de impostos

    Educação: 38% elencaram a melhoria da capacitação dos professores

    Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, o crescimento econômico depende da coordenação entre política fiscal e monetária.

    “Quando a política fiscal e política monetária não conversam entre si, as medida para estimular o desenvolvimento produtivo se tornam menos efetivas. A indústria está pronta para fazer sua parte, mas precisamos de um Estado que escolha induzir o investimento produtivo”, ressaltou Ricardo.

    O levantamento também identificou prioridades em áreas como empregos, saúde, segurança, economia e educação. Entre os empresários, 71% defendem a redução de impostos sobre a folha de pagamento.

    Ambiente de negócios

    Ainda na pesquisa, os empresários apontaram as principais prioridades para as empresas e para a melhoria do ambiente de negócios. Nesse cenário, a redução de impostos lidera as preocupações do setor, com 45% das menções. Em segundo lugar aparece a diminuição dos juros e a ampliação da oferta de crédito, citadas por 26% dos entrevistados. Já o incentivo à indústria e à produção ocupa a terceira posição, com 21% das menções.

    Pesquisa

    Para a pesquisa, foram entrevistados 1.003 executivos de empresas industriais de pequeno, médio e grande porte, em todas as regiões do país.

    As entrevistas foram realizadas entre 7 de maio e 5 de junho de 2026.

    Custo Brasil

    Entre as prioridades apontadas pelos empresários para suas empresas e para a melhoria do ambiente de negócios, se destacam itens que compõem o Custo Brasil.

    A redução de impostos apareceu novamente no topo, apontada por 45% dos industriais, seguida por redução de juros e oferta de crédito, indicada por 26% dos respondentes. Em terceiro lugar, citado por 21% dos empresários, novamente aparece o incentivo à indústria e à produção.

    A pesquisa também abordou a preocupação do setor em relação à taxa de juros, um dos principais fatores que afetam o custo de produção e o investimento.

    Para 72% dos empresários industriais, o corte de gastos para redução da dívida pública é a principal medida a ser tomada pelo próximo governo para permitir uma redução sustentável dos juros no país. A autonomia do banco central foi a segunda medida com maior percentual de respostas (11%), seguida de ampliação da concorrência entre bancos (6%).


    Fonte e Foto: Metrópoles

  • Rocam prende mulher com arma e 95 porções de drogas no Jorge Teixeira

    Ação da Polícia Militar do Amazonas ocorreu após denúncia de tráfico na comunidade Monte Sião e terminou com apreensão de revólver, munições, drogas e materiais usados na comercialização de entorpecentes.

    Polícia – Uma operação da Polícia Militar do Amazonas, por meio da Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam), resultou na prisão de uma mulher de 21 anos e na apreensão de arma de fogo, munições e entorpecentes, na noite de sexta-feira (19/06), no bairro Jorge Teixeira, zona leste de Manaus.

    A ocorrência teve início durante patrulhamento tático de rotina, quando a equipe recebeu uma denúncia informando que um grupo de homens estaria comercializando drogas e portando armas de fogo na rua Parada Angélica, dentro da comunidade Monte Sião.

    Ao chegar ao endereço indicado, os policiais observaram a movimentação suspeita. Diversos indivíduos fugiram em direção a uma área de igarapé ao perceberem a aproximação das motocicletas da Rocam, o que impediu a captura imediata do grupo.

    No local, permaneceu apenas uma mulher em frente ao imóvel apontado na denúncia. Durante a abordagem, ela informou aos policiais que havia drogas e uma arma de fogo dentro da residência.

    Com autorização para averiguação, as equipes entraram no imóvel e encontraram um revólver calibre 38 com numeração suprimida sobre uma cama. Também foram localizadas diversas porções de drogas já fracionadas para venda.

    Ao todo, foram apreendidas 95 porções de entorpecentes, entre elas maconha tipo skunk, oxi e cocaína, além de três balanças de precisão, cinco aparelhos celulares e cinco munições intactas do mesmo calibre da arma encontrada.
    Diante do material apreendido, a suspeita foi detida e encaminhada ao 14º Distrito Integrado de Polícia, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • França e Argentina podem garantir vaga hoje; confira os jogos da copa

    Atual campeã, Argentina joga às 14h em Dallas contra a Áustria.

    Esporte – A segunda rodada dos grupos I e J colocará em campo, nesta segunda-feira (22), as duas seleções finalistas da Copa de 2022. A atual campeã, Argentina, joga às 14h em Dallas contra a Áustria.

    Na sequência, às 18h, a vice-campeã França enfrenta o Iraque. A partida será na Filadélfia.

    Completam a rodada Noruega e Senegal, às 21h, em Nova Jersey; e, à meia-noite, Jordânia e Argélia.

    Jogos desta segunda-feira, 22 de junho

    14h – Argentina x Áustria (Grupo J)

    18h – França x Iraque (Grupo I)

    21h – Noruega x Senegal (Grupo I)

    0h – Jordânia x Argélia (Grupo J)

    Grupo I

    Classificação após a primeira rodada

    França – 3 pontos

    Noruega – 3 pontos

    Senegal – 0 ponto

    Iraque – 0 ponto

    O Grupo I chega à segunda rodada com duas seleções na liderança, após a vitória da França por 3 a 1 diante do Senegal e o triunfo da Noruega por 4 a 1 sobre o Iraque.

    A seleção francesa é favorita na partida de hoje contra o Iraque. Caso vença, poderá garantir vaga na segunda fase da competição.

    Assim como a França, a Noruega pode chegar a seis pontos no duelo de hoje contra o Senegal, garantindo também vaga na próxima fase.

    As duas lideranças do grupo se enfrentarão na última rodada da primeira fase, partida que provavelmente vai definir quem ficará em primeiro lugar na chave.

    No duelo de hoje contra a Noruega, o Senegal busca seus primeiros pontos, na esperança de, com uma vitória na rodada final contra o Iraque, tentar se classificar entre os oito melhores terceiros colocados.

    Como o Iraque tem o mesmo desafio, a terceira e última rodada da fase de classificação promete ser de grandes emoções para estas duas seleções que, até o momento, não pontuaram.

    Grupo J

    Classificação após a primeira rodada:

    Argentina – 3 pontos

    Áustria – 3 pontos

    Argélia – 0 ponto

    Jordânia – 0 ponto

    O Grupo J terá confronto direto entre equipes que venceram na estreia. Argentina e Áustria chegam com três pontos após derrotarem Argélia e Jordânia pelos placares de 3 a 0 e 3 a 1, respectivamente.

    Atual campeã do mundo, a equipe sul-americana entra em campo como favorita, apoiada em um elenco experiente e talentoso.

    As expectativas são de que a Argentina busque impor seu jogo, controlando a posse de bola e fazendo pressão no campo ofensivo.

    Embalada pela boa vitória na primeira rodada, a Áustria busca, no confronto com a Argentina, manter-se competitiva diante de um adversário tecnicamente superior. Caso vença, terá boas chances de terminar a primeira fase na primeira colocação.

    Na outra partida, Jordânia e Argélia entram em campo de madrugada em busca de recuperação, após derrotas na primeira rodada.

    Será, portanto, uma partida importante para quem quer avançar como uma das oito melhores terceiras colocadas.



    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Explosão em usina de gás no Catar deixa 54 feridos e 18 desaparecidos

    O acidente ocorreu na Cidade Industrial de Ras Laffan, o maior polo de exportação de gás natural liquefeito (GNL) do mundo.

    Mundo – Uma forte explosão na Cidade Industrial de Ras Laffan, o maior polo de exportação de gás natural liquefeito (GNL) do mundo, deixou ao menos 54 pessoas feridas e outras 18 desaparecidas nesta segunda-feira (22/6). O incidente ocorreu na fábrica de Barzan, uma das principais unidades do complexo, acendendo o alerta para possíveis novos impactos na cadeia global de suprimentos de energia.

    Em comunicado oficial, o Ministério do Interior do Catar informou que o episódio foi causado por uma “falha técnica” que resultou em uma violenta explosão interna. Diante da gravidade da situação, o Grupo Internacional de Busca e Resgate do país foi mobilizado em caráter de urgência e já iniciou as operações na tentativa de localizar os trabalhadores que continuam desaparecidos em meio aos escombros.

    As informações de bastidores e os primeiros relatórios oficiais divergiram nas primeiras horas após o ocorrido. Inicialmente, as autoridades locais e as equipes da Defesa Civil que atenderam ao chamado haviam reportado que não havia registro de vítimas na instalação.

    No entanto, o balanço foi drasticamente atualizado pelo governo ao longo do dia, embora o estado de saúde dos 54 feridos ainda não tenha sido divulgado de forma detalhada.

    Por meio de nota, a estatal QatarEnergy, responsável pela administração do polo industrial, informou que seus protocolos de segurança foram acionados imediatamente após a detonação. Brigadas de resposta a emergências da própria companhia foram enviadas ao local e conseguiram conter o incêndio antes que ele se alastrasse para outras alas do complexo, garantindo que a situação na planta de Barzan estivesse sob controle.

    Sem substâncias tóxicas ou inflamáveis

    Apesar do susto e do rastro de destruição na estrutura, o Ministério do Interior buscou tranquilizar a população e os mercados internacionais ao garantir que não foram detectados vazamentos de substâncias tóxicas ou inflamáveis.

    De acordo com o órgão governamental, o perímetro da fábrica foi isolado e não há qualquer risco iminente para a segurança pública ou para as comunidades que vivem no entorno da região industrial.

    Estrategicamente localizada a cerca de 80 quilômetros ao norte da capital Doha, a Cidade Industrial de Ras Laffan é considerada uma infraestrutura vital para a economia global, sendo responsável por aproximadamente 20% de toda a oferta de gás natural liquefeito do planeta.

    Qualquer interrupção prolongada em suas atividades tem o potencial de desestabilizar os preços do insumo e afetar diretamente o abastecimento em diversos continentes.



    Fonte e Foto: Metrópoles

  • Estudo revela que anticoncepcionais podem aumentar episódios de compulsão alimentar em mulheres

    Pesquisa com mais de 400 participantes aponta que hormônios presentes nas pílulas podem intensificar o desejo por alimentos ricos em açúcar e gordura, especialmente em mulheres com histórico de compulsão alimentar.

    Saúde – Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, acendeu um alerta sobre possíveis efeitos das pílulas anticoncepcionais no comportamento alimentar feminino. A pesquisa indica que determinados contraceptivos hormonais podem aumentar episódios de compulsão alimentar e estimular o chamado “comer emocional”, caracterizado pela ingestão de alimentos em resposta a sentimentos como ansiedade, estresse ou tristeza.

    Publicado na revista científica JAMA Network Open, o estudo acompanhou 422 mulheres com idades entre 15 e 30 anos ao longo de 49 dias. Durante o período, os pesquisadores observaram duas transições completas do uso das pílulas anticoncepcionais, analisando as mudanças no comportamento alimentar das participantes.

    Os resultados mostraram que as mulheres que utilizavam as pílulas ativas apresentaram aumento significativo nos níveis de alimentação emocional em comparação com aquelas que estavam na fase de placebo do contraceptivo.

    Segundo os cientistas, o efeito pode estar relacionado à combinação de estrogênio sintético e progestina presente nos anticoncepcionais orais combinados. Esses hormônios reproduzem características da fase lútea do ciclo menstrual — período após a ovulação em que há maior predisposição ao aumento do apetite.

    Nessa fase, a progesterona tende a reduzir parte do efeito natural do estrogênio na regulação da fome, favorecendo um maior consumo de alimentos. Além disso, os pesquisadores apontam que os hormônios sintéticos podem influenciar áreas cerebrais ligadas ao prazer e à recompensa, aumentando o desejo por alimentos altamente palatáveis, especialmente aqueles ricos em gordura e açúcar.

    Outro dado relevante observado no estudo é que o impacto hormonal parece estar relacionado especificamente ao comportamento alimentar motivado por emoções, sem associação direta com maior insatisfação corporal ou preocupação excessiva com o peso.

    As pesquisadoras também identificaram que mulheres que já apresentavam episódios de compulsão alimentar antes do início do estudo foram as mais afetadas pelas alterações observadas durante o uso das pílulas. Diante disso, os autores sugerem que pacientes com histórico de transtornos alimentares conversem com seus médicos sobre opções contraceptivas individualizadas.

    Apesar dos resultados, os especialistas ressaltam que a pesquisa avaliou apenas anticoncepcionais orais combinados monofásicos, que mantêm doses constantes de estrogênio sintético e progestina durante os dias de uso ativo. Portanto, os dados não permitem concluir que todos os métodos anticoncepcionais hormonais provoquem o mesmo efeito.

    Os pesquisadores destacam que novas investigações serão necessárias para compreender melhor como diferentes formulações hormonais podem influenciar o comportamento alimentar e a saúde mental das mulheres.

    Enquanto isso, especialistas recomendam que qualquer alteração significativa no apetite, no humor ou nos hábitos alimentares durante o uso de anticoncepcionais seja discutida com um profissional de saúde, para que a melhor estratégia de tratamento e acompanhamento possa ser adotada.