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  • Petróleo despenca 10% e fica abaixo de US$ 100 com negociações EUA-Irã

    Movimento ocorre após notícias indicarem que Estados Unidos e Irã estariam perto de um acordo para encerrar a guerra no Golfo.

    Economia – Os preços dos contratos futuros de petróleo despencam na manhã desta quarta-feira (6), após notícias indicarem que Estados Unidos e Irã estariam perto de um acordo sobre um memorando de uma página para encerrar a guerra no Golfo.

    A Informação veio através de uma fonte do Paquistão, mediador das negociações, familiarizada com as mesmas.

    Às 08h da manhã (pelo horário de Brasília), o barril Brent recuava 10,26%, cotado abaixo dos US$ 100, aos US$ 98,37.

    Segundo a Reuters, a fonte paquistanesa afirmou que uma reportagem anterior do veículo de mídia norte-americano Axios sobre o memorando proposto é precisa. A reportagem do Axios citou duas autoridades norte-americanas e outras duas fontes familiarizadas com as discussões.

    “Vamos fechar isso muito em breve. Estamos chegando perto”, declarou a fonte paquistanesa.

    O site Axios noticiou na quarta-feira que a Casa Branca acredita estar perto de um memorando de uma página para encerrar a guerra com o Irã, depois que o presidente norte-americano Donald Trump suspendeu uma missão naval de três dias para reabrir o Estreito de Ormuz.

    Segundo a reportagem do Axios, os EUA esperam respostas iranianas sobre vários pontos-chave nas próximas 48 horas. O Departamento de Estado norte-americano e a Casa Branca não responderam imediatamente a pedidos de comentários.

    Ainda nesta quarta, a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã disse que o trânsito seguro pelo Estreito de Ormuz será garantido com o fim das ameaças dos EUA e com a implantação de novos procedimentos.



    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • EUA bloqueiam Estreito de Ormuz e petróleo dispara acima de US$ 100 em meio à crise com o Irã

    Decisão de Donald Trump aumenta tensão global, ameaça fornecimento de energia e pode elevar preço dos combustíveis no Brasil.

    Mundo – Os Estados Unidos anunciaram, no domingo (12), o bloqueio total do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta, intensificando a crise com o Irã e provocando reação imediata no mercado internacional.

    A medida, autorizada pelo presidente Donald Trump, permite que a Marinha americana intercepte qualquer embarcação em águas internacionais que tenha pago taxas ao governo iraniano para trafegar pela região. A nova diretriz entra em vigor a partir das 11h (horário de Brasília) desta segunda-feira (13).

    O estreito é responsável por cerca de 20% de todo o petróleo transportado no mundo, o que torna qualquer interrupção um fator crítico para a economia global. A decisão dos EUA ocorre após o fracasso das negociações entre os dois países, realizadas no Paquistão, que terminaram sem acordo.

    Petróleo dispara no mercado internacional

    Logo após o anúncio, o preço do barril do tipo Brent ultrapassou novamente a marca dos US$ 100. Antes da medida, o produto era negociado a cerca de US$ 95, mas saltou para aproximadamente US$ 102,50, registrando alta de 7,7% em pouco mais de uma hora.

    O movimento reflete o temor de uma interrupção no abastecimento global, já que o Irã havia restringido anteriormente a passagem no estreito, permitindo apenas navios de países aliados mediante pagamento.

    Impactos no Brasil

    No Brasil, a crise deve ser sentida principalmente nos combustíveis. Mesmo com baixa dependência direta do petróleo que passa pela região, os preços internos seguem as cotações internacionais.

    Com a disparada do barril, especialistas apontam que gasolina e diesel podem ficar mais caros, caso a Petrobras repasse o aumento ao consumidor.

    Escalada de tensão global

    O bloqueio do Estreito de Ormuz representa um dos momentos mais críticos recentes na geopolítica mundial, com potencial de afetar mercados, cadeias de abastecimento e relações internacionais.

    Analistas alertam que, caso o impasse continue, o mundo pode enfrentar uma crise energética de grandes proporções, com reflexos diretos na economia global e no bolso dos consumidores.


    – Por jornalista Lília Marques

  • Petróleo dispara e ultrapassa US$ 115 após ataques no Oriente Médio

    Escalada entre Irã e Israel atinge instalações energéticas e eleva temor de crise global no abastecimento, com reflexos na inflação e nos juros.

    Economia – Os preços do petróleo voltaram a disparar no mercado internacional nesta quinta-feira (19), impulsionados pela escalada do conflito no Oriente Médio. O barril do tipo Brent, referência global, chegou a ultrapassar US$ 115, atingindo o maior patamar em mais de uma semana após novos ataques a instalações energéticas na região.

    A alta ocorre depois que o Irã lançou ofensivas contra infraestruturas de energia em resposta a um ataque de Israel ao campo de gás de South Pars, um dos maiores do mundo. A troca de ataques elevou o risco de interrupção no fornecimento global de petróleo, pressionando os preços.

    Durante o pregão, os contratos futuros do Brent chegaram a subir quase US$ 8, alcançando a máxima de US$ 115,10 por barril, antes de reduzir parte dos ganhos. Já o petróleo americano West Texas Intermediate (WTI) também registrou volatilidade, sendo negociado próximo de US$ 100, após oscilar ao longo do dia.

    Risco de crise no abastecimento

    Analistas avaliam que os ataques diretos a instalações energéticas aumentam significativamente o risco de uma interrupção prolongada na oferta global.

    Segundo a especialista Priyanka Sachdeva, da Phillip Nova, a combinação de fatores geopolíticos agrava o cenário: a escalada militar, os danos à infraestrutura petrolífera e a instabilidade política no Irã indicam que o mercado pode enfrentar um período de forte pressão nos preços.

    Além disso, o petróleo americano WTI segue sendo negociado com desconto em relação ao Brent — o maior em mais de uma década — influenciado pela liberação de reservas estratégicas dos Estados Unidos e pelos custos logísticos mais elevados.

    Impacto na economia global

    A disparada do petróleo acende um alerta para a economia mundial. O aumento nos preços da energia tende a pressionar a inflação, elevar custos de transporte e produção e afetar diretamente o bolso dos consumidores.

    Com isso, bancos centrais podem ser forçados a reavaliar suas políticas monetárias, adiando cortes de juros ou até endurecendo medidas para conter a inflação.

    Especialistas apontam que, caso o conflito se intensifique, o petróleo pode manter trajetória de alta, ampliando os riscos de desaceleração econômica global e aumentando a volatilidade nos mercados financeiros.

  • EUA receberam mais de 80 milhões de barris de petróleo da Venezuela, diz Trump

    O republicano disse em discurso no Congresso norte-americano que ‘cumpriu promessa’ de aumentar a produção energética do país.

    Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na terça-feira (24) que o país recebeu “mais de 80 milhões de barris de petróleo” oriundos da Venezuela. O republicano deu a declaração durante tradicional discurso “Estado da União” feito anualmente no Congresso norte-americano com balanço do ano anterior, além de delinear as prioridades legislativas e políticas para o período seguinte.

    O anúncio do republicano se deu com menos de dois meses da captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores. A Venezuela é detentora de uma das maiores reservas de petróleo do mundo, estimada de 303 bilhões de barris.

    Aos congressistas, Trump ainda acrescentou que a produção de petróleo norte-americana aumentou em mais de 600 mil barris por dia e a de gás natural “está em seu nível mais alto”. Isso porque ele “cumpriu” com a sua “promessa de perfurar, perfurar e perfurar”.

    Assista à íntegra do discurso de Trump

    https://youtu.be/DPnZTCTk1NA


    Fonte e Foto: JP Notícias