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  • Atlas/Bloomberg: Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 2º turno

    Segundo o levantamento, o senador registra 46,3% das intenções de voto, enquanto o presidente tem 46,2%, configurando empate dentro da margem de erro.

    Política – A pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (25) indica cenário de forte polarização nas simulações de segundo turno para a eleição presidencial de 2026, com empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Ambos aparecem empatados pela primeira vez nas simulações do instituto.

    No principal confronto testado, Flávio registra 46,3% das intenções de voto, enquanto Lula tem 46,2%, configurando empate dentro da margem de erro. Em relação ao levantamento anterior, Lula recuou três pontos porcentuais, enquanto Flávio subiu 1,4 ponto.

    Em eventual repetição do segundo turno de 2022, Lula marca 44,9% e Jair Bolsonaro (PL) tem 43,4%. No mesmo cenário estimulado, Ciro Gomes (PSDB) aparece com 3,8% e Simone Tebet (MDB), com 2%.

    A pesquisa ouviu 4.986 brasileiros adultos entre 19 e 24 de fevereiro, com margem de erro de 1 ponto porcentual e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-07600/2026.

    O instituto também testou Lula contra outros nomes da direita e do centro-direita. Contra Jair Bolsonaro, o petista registra 47,3%, ante 45,4% do adversário. Em disputa com Michelle Bolsonaro, Lula tem 47,5%, enquanto ela soma 44,7%.

    Contra Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 46%, frente a 41,7%. Já diante de Ronaldo Caiado (PSD), o presidente marca 45,7%, contra 37,6%.

    Em confronto com Ratinho Júnior (PSD), Lula tem 45,5%, enquanto o governador registra 39%. Já contra Eduardo Leite (PSD), o petista soma 45,2%, ante 24,5%.

    Lula aparece numericamente atrás apenas contra Tarcísio de Freitas (Republicanos). Nesse cenário, Tarcísio registra 47,1%, enquanto Lula tem 45,9%.

    Rejeição e percepção de risco

    O levantamento mostra ainda que Lula é rejeitado por 48,2% dos eleitores. Flávio Bolsonaro tem 46,4% de rejeição, e Jair Bolsonaro, 44,2%.

    Questionados sobre qual resultado eleitoral geraria mais temor, 47,5% afirmaram que a reeleição de Lula causaria mais medo, enquanto 44,9% disseram que a vitória de Flávio Bolsonaro seria mais preocupante. Para 7,1%, ambos os desfechos geram preocupação equivalente.

    O cenário reforça a manutenção da polarização entre lulismo e bolsonarismo ampliado, com disputas apertadas e altos índices de rejeição nos dois polos.



    Fonte e Foto: Estadão

  • Kim Kataguiri detona escolha de Flávio Bolsonaro: ‘entrega a eleição de bandeja para a esquerda’

    Ao repórter Lucas Tadeu, deputado afirma que Tarcísio de Freitas não tem autonomia e “apanha dos filhos de Bolsonaro”.

    Política – O deputado federal Kim Kataguiri (MISSÃO) criticou duramente a oficialização de Flávio Bolsonaro como herdeiro político do clã. Em entrevista exclusiva ao repórter Lucas Tadeu, Kim afirmou que a direita está cometendo um erro estratégico que pode pavimentar a permanência do PT no poder por mais quatro anos.

    Para o parlamentar, o senador Flávio Bolsonaro carrega um desgaste jurídico e político que contamina qualquer debate de renovação. Kim argumenta que a escolha ignora as necessidades reais do país em troca de uma proteção familiar que já se provou ineficiente para a direita.

    “Manter o sobrenome Bolsonaro na urna hoje é entregar a eleição de bandeja para a esquerda. Flávio Bolsonaro carrega um histórico tão pesado que obrigou o governo inteiro a trabalhar para blindá-lo da prisão. Esse é o nome que vai liderar uma renovação nacional?”

    Kim também direcionou sua artilharia ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Embora Tarcísio seja visto por muitos como o “plano B” ideal, o deputado do partido Missão enxerga um gestor submisso, incapaz de tomar decisões sem o aval da família Bolsonaro, o que o tornaria um presidente fraco.

    “Tarcísio mostra sinais cada vez mais claros de que não tem autonomia política. Ele não enfrenta nem 10% das decisões da família Bolsonaro, apanha mais do Eduardo e do Carlos do que do próprio Lula e só se move com autorização.”

    O deputado encerrou pontuando que o Brasil não precisa de nomes tutelados, mas de lideranças com coragem para enfrentar corporações e cortar privilégios da elite do funcionalismo. Para ele, sem independência para mexer em gastos intocáveis, qualquer governo de direita será apenas uma extensão do atual sistema.


    Fonte e Foto: BacciNoticias

  • Flávio Bolsonaro se reúne com Netanyahu em Israel e participa de conferência internacional

    Senador e pré-candidato ao Planalto marcou presença em evento contra o antissemitismo; Eduardo Bolsonaro também integrou a comitiva.

    Política – O senador Flávio Bolsonaro (PL) participou, na segunda-feira (27), da Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, realizada em Israel, ao lado do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e de lideranças políticas de diversos países. O encontro reuniu autoridades internacionais para discutir ações conjuntas contra o avanço do ódio religioso e de outras formas de intolerância no mundo.

    Nas redes sociais, Flávio divulgou registros do evento e do encontro com Netanyahu, agradecendo o convite e destacando o simbolismo da participação. Segundo o senador, a conferência reforça compromissos que, para ele, devem orientar as relações internacionais. “Foi uma honra encontrar o primeiro-ministro Netanyahu e autoridades que levam a sério a defesa da vida, da liberdade e da verdade”, afirmou.

    O parlamentar também defendeu que o enfrentamento ao antissemitismo ultrapasse fronteiras e seja tratado como uma pauta global. Para Flávio, o Brasil deve se posicionar ao lado de países que adotam uma postura firme contra a discriminação e a perseguição religiosa.

    Eduardo Bolsonaro (PL), irmão do senador e ex-deputado federal, também participou do evento e utilizou as redes sociais para comentar momentos que classificou como marcantes durante a conferência. Em uma das publicações, ele mencionou a repercussão em Israel do retorno do último corpo que permanecia sob poder do Hamas, destacando o impacto emocional do episódio na sociedade israelense.

    Segundo Eduardo, o fato foi lembrado durante o evento como símbolo do conflito e da necessidade de combater o extremismo. A conferência teve como foco principal a troca de experiências entre países e a formulação de estratégias internacionais para o enfrentamento ao antissemitismo e a outras manifestações de intolerância.