Tag: Flávio Bolsonaro

  • BTG/Nexus: Lula lidera no 1º e 2º turnos contra Flávio Bolsonaro

    Levantamento aponta que o atual presidente possui 42% no primeiro turno e 49% em eventual disputa direta contra o senador.

    Política – Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (15) mostra que o presidente Lula (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 nos cenários de primeiro e segundo turnos contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).

    No primeiro cenário estimulado para o primeiro turno, Lula aparece com 42% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, que soma 33%. Na sequência, aparecem o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) com 4% cada. O ex-chefe do Executivo de Minas Gerais Romeu Zema (NOVO) tem 2%.

    Em um segundo cenário testado, somente com a presença de Lula, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Caiado, Zema e o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, o atual presidente mantém a liderança com 43%, enquanto o filho do ex-presidente Bolsonaro registra 34%.

    Em uma simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento indica que o atual presidente venceria a disputa com 49% dos votos. O senador aparece com 43%.

    Lula também lidera todos os outros cenários de segundo turno que a pesquisa testou. Contra Zema, o atual presidente aparece com 49%, enquanto o mineiro tem 39%.

    Já contra Caiado, Lula aparece com 48%, enquanto o goiano tem 39%. No duelo contra Renan Santos, o atual presidente tem 49%, contra 36%.

    A pesquisa ouviu 2.017 eleitores entre os dias 12 e 14 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06645/2026.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • PT quer intensificar desgaste contra Flávio Bolsonaro após fala de Valdemar sobre Vorcaro

    Partido comemora ‘deslize’ do presidente do PL e avalia que crise na pré-campanha do senador dá fôlego a Lula nas pesquisas.

    Política – O PT quer aproveitar a declaração do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, sobre o encontro do senador Flávio Bolsonaro com o banqueiro Daniel Vorcaro para intensificar o desgaste do pré-candidato à presidência. O partido comemorou o que classificou como um “deslize” de Valdemar e avalia que a crise aberta na pré-campanha de Flávio oferece um “fôlego” para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) amplie sua vantagem nas pesquisas, segundo interlocutores ouvidos.

    Aliados de Flávio Bolsonaro já haviam classificado a fala de Valdemar como um “desastre”. A declaração do presidente do PL contradiz a versão apresentada pelo senador sobre o motivo do encontro com Vorcaro e aprofundou a crise em torno da divulgação de um áudio no qual Flávio pede R$ 134 milhões ao banqueiro.

    Uma das estratégias petistas para ampliar o desgaste é intensificar a campanha “BolsoMaster” nas redes sociais, associando a crise com o banco ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Além disso, o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) enviou um pedido à Polícia Federal para que a corporação investigue a fala de Valdemar e a relação de Flávio e Eduardo Bolsonaro com o dono do Banco Master.

    O movimento ocorre em paralelo a uma movimentação no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesta terça-feira (26), o ministro Alexandre de Moraes pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se pronuncie sobre a inclusão de Flávio e do ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito que investiga uma possível obstrução de justiça cometida pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro. O pedido também foi apresentado por Lindbergh Farias. A PGR tem cinco dias para se manifestar.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Flávio Bolsonaro diz usar colete à prova de balas por segurança

    Pré-candidato afirmou que não pode “dar sopa ao azar” e associou risco ao clima político.

    Política – O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou na sexta-feira que passou a usar colete à prova de balas por questões de segurança. A declaração foi publicada em um vídeo nas redes sociais.

    “Muita gente pergunta por que eu tô usando colete. Tem trabalhador que usa farda, capacete. Infelizmente eu sei do que eles são capazes”, disse o senador.

    Durante a gravação, Flávio citou o atentado sofrido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 2018 e afirmou que não pretende “dar sopa ao azar”.

    “Já tentaram fazer com meu pai, conseguiram. Eu não posso dar sopa pro azar”, declarou.

    O senador também afirmou que enfrenta “ódio”, “ataques” e “desumanização”, além de dizer que adversários políticos tentam intimidá-lo.

    Após a publicação, o vídeo repercutiu entre aliados e críticos nas redes sociais. Durante análise do conteúdo, o comentarista Elias Tavares afirmou que a imagem do colete funciona como um elemento de marketing político.

    Segundo ele, a estratégia busca reforçar a ideia de ameaça constante contra figuras da direita e recuperar a memória do atentado contra Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018.

    O comentarista também avaliou que a peça foi produzida para engajamento digital, mas alertou para o risco de exagero na comunicação, comparando o vídeo a estratégias adotadas pelo influenciador e empresário Pablo Marçal em campanhas recentes.

    A publicação ocorre em meio a mudanças na equipe de comunicação de Flávio Bolsonaro, após críticas de aliados à condução de crises recentes envolvendo a campanha do senador.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • ‘Tem que ser investigado como todos’, diz Ciro Nogueira sobre Flávio Bolsonaro

    Política – O senador Ciro Nogueira (PP-PI) evitou na quinta-feira (21) “defender ou acusar” o senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em entrevista à TV Clube, afiliada da Rede Globo, o parlamentar afirmou que o colega “tem que ser investigado como todos”.

    “Se for inocente, que seja, lógico, reconhecida a sua inocência. Se for culpado, tem que pagar exemplarmente”, declarou Ciro Nogueira.

    O parlamentar disse ainda que o Brasil “não pode ter mais ninguém cometendo ilícito que possa ser beneficiado por proteção”. “Temos que investigar com isenção. E, quem for inocente, que seja inocente, quem for culpado, pague severamente de acordo com a lei”, afirmou.

    A declaração de Ciro se dá no momento em que a pré-candidatura de Flávio sofre com crise desencadeada pela divulgação de troca de mensagens entre o senador e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Entretanto, o parlamentar do Piauí foi alvo da quinta fase da Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes envolvendo a instituição financeira.

    Ciro também era um dos nomes cotados como vice de Flávio na corrida ao Planalto. Em entrevista ao programa Direto ao Ponto, o senador descartou a intenção de integrar a chapa do filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele afirmou estar focado na reeleição à Casa Alta.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Flávio Bolsonaro ataca uso de dinheiro público em ‘propaganda política’ e defende filme sobre Jair Bolsonaro

    Senador elogiou investimento privado de Daniel Vorcaro em produção sobre o ex-presidente e criticou recursos públicos destinados a eventos ligados ao governo Lula.

    Política – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o uso de verba pública para o que chamou de “propaganda política” ao defender o investimento do empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no filme “Dark Horse”, produção que contará a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    A declaração foi feita nesta sexta-feira (15), durante evento em São Paulo que marcou o lançamento da pré-candidatura do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) ao Senado.

    Flávio compara investimento privado e recursos públicos

    Durante o discurso, Flávio afirmou que há diferença entre produções financiadas pela iniciativa privada e projetos que utilizam dinheiro público.

    “Tem filme que é com dinheiro privado, tem filme que é com dinheiro público. Tem filme que, para fazer propaganda para os outros, toma dinheiro dos impostos do trabalhador”, declarou.

    O senador também citou áreas como saúde, educação e segurança pública ao defender que recursos governamentais deveriam ser destinados a serviços essenciais.

    Segundo ele, o investimento privado no longa sobre Bolsonaro não poderia ser comparado a iniciativas financiadas com recursos estatais.

    Críticas ao Carnaval e à Embratur

    Flávio Bolsonaro também criticou o apoio público a manifestações culturais que, segundo ele, favorecem politicamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    O parlamentar mencionou o samba-enredo da escola Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula no Carnaval de 2026.

    “Eu não posso bater na porta da Embratur e pedir dinheiro público para fazer desfile de escola de samba que é propaganda política antecipada para o Lula”, afirmou.

    Na fala, o senador ainda acusou o governo de utilizar recursos públicos para promover a imagem do presidente.

    Filme sobre Bolsonaro vira alvo de disputa política

    A produção “Dark Horse” ganhou repercussão após reportagem revelar negociações envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro para financiamento do projeto cinematográfico sobre Jair Bolsonaro.

    Ao comentar o caso, o senador criticou o portal responsável pela publicação da matéria e classificou o veículo como formado por “pessoas muito suspeitas”.

    Flávio projeta disputa presidencial

    Durante o evento, Flávio Bolsonaro voltou a sinalizar pretensões para a disputa presidencial e afirmou acreditar em vitória da direita ainda no primeiro turno.

    O senador é apontado nos bastidores como um dos possíveis nomes do grupo bolsonarista para a corrida ao Palácio do Planalto em 2026.

  • Valor pedido por Flávio para filme de Bolsonaro supera o orçamento de vencedores do Oscar

    Senador negociou a quantia de R$ 134 milhões com o banqueiro; filmes como Anora, Parasita e Moonlight custaram menos e nenhum filme brasileiro jamais atingiu o valor.

    Política – O valor acertado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com Daniel Vorcaro, ex-dono do banco Master, para financiar o filme “Dark Horse”, produção que contará a história do ex-presidente Jair Bolsonaro e tem previsão de lançamento para 11 de setembro de 2026, supera o orçamento de filmes de grande filmes de Hollywood, incluindo vencedores recentes do Oscar de Melhor Longa Metragem. A cifra também é maior do que as de todos os filmes nacionais lançados até hoje.

    As mensagens indicam uma negociação na qual Vorcaro se comprometeu a repassar 24 milhões de dólares (cerca de R$ 134 milhões na época) para o financiamento de “Dark Horse”. As informações foram reveladas pelo site The Intercept Brasil. Ainda segundo a reportagem, cerca de R$ 61 milhões chegaram a ser repassados por Vorcaro ao longa.

    O valor supera por muito os orçamentos das produções nacionais “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2024, e “O Agente Secreto”, indicado em 4 categorias na última cerimônia. O longa dirigido por Walter Salles custou cerca de R$ 45 milhões, enquanto o protagonizado por Wagner Moura teve orçamento de R$ 28 milhões.

    O dinheiro prometido por Vorcaro supera, inclusive, os orçamentos de três produções que levaram recentemente o Oscar de Melhor Longa Metragem: “Moonlight” (2016), custou cerca de US$ 1,5 milhão (R$ 14,3 milhões em valores corrigidos pela inflação; “Parasita” (2019), teve orçamento de cerca de US$ 11 milhões (R$ 91 milhões); já “Anora” (2024), teve custo de produção de US$ 6 milhões (R$ 32 milhões).

    Sound of Freedom, também protagonizado por Jim Caviezel e que fez sucesso com o público conservador teve orçamento de R$ 75 milhões, também em valores corrigidos.

    Em um comunicado divulgado à imprensa, Flávio defendeu a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar o escândalo sobre o Master. “É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio privado para um filme privado sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de Lei Rouanet”, escreveu.

    O presidenciável disse que conheceu Vorcaro em 2024, antes das revelações sobre o banco. “Quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme”, acrescentou.

    Procurada pela reportagem, a defesa de Daniel Vorcaro disse que não vai se manifestar.

    Entenda

    Daniel Vorcaro trocou mensagens com o senador Flávio antes de ser preso tentando fugir do país em novembro de 2025. A informação foi divulgada pelo portal Intercept Brasil nesta quarta-feira (13).

    16 de novembro de 2025

    Daniel Vorcaro: — Fala, ‘irmãozão’. Estou na igreja, terminando, te chamo.

    Flávio Bolsonaro:  [manda duas imagens de visualização única, seguidas da mensagem] — Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abraços!

    Daniel Vorcaro: [manda uma imagem de visualização única]

    Flávio Bolsonaro: — Amém!

    Os documentos apontam que pelo menos 10 milhões de dólares haviam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025 em seis oportunidades para financiar o projeto. O envolvimento do banqueiro teria sido negociado diretamente com o pré-candidato, mas também teve outros intermediários com Eduardo Bolsonaro e Mario Frias, ambos do PL de São Paulo.

    Em setembro de 2025, Flávio e Vorcaro já mantinham contato direto, segundo o portal. Nesse período, os diálogos apontam encontros presenciais em São Paulo.

    24 de setembro de 2025

    Flávio Bolsonaro: [duas ligações de voz]

    Daniel Vorcaro: — Irmão, infelizmente vou precisar ficar em São Paulo amanhã. Poderíamos marcar terça no final do dia ou quarta a qualquer hora?

    Flávio Bolsonaro: — Fala, ‘mermão’, veja o que for melhor para você. Vou estar aqui a semana toda.

    Daniel Vorcaro: — Quarta, 14:30?

    Flávio Bolsonaro: [ligação de voz]

    Em outubro, os dois discutem a produção do filme, quando Flávio afirma estar “no limite”. Eles também marcam um encontro na casa do banqueiro, com a presença do ator Jim Caviezel e do diretor Cyrus Nowrasteh, em 2 de novembro. A tentativa de venda do Master para o Banco de Brasília coincidiu com o financiamento do filme.

    Ao longo do segundo semestre de 2025, a pressão financeira sobre Vorcaro aumentou e Flávio começou a interagir mais com o banqueiro.

    22 de outubro de 2025

    Flávio Bolsonaro: — Bom dia, ‘mermão’. Já estamos no terceiro dia de gravação. Estamos no limite. Mais uma vez, com toda a liberdade que temos, se não me fala, que procuro urgente outro caminho.

    Daniel Vorcaro: — Deixa comigo, irmão, vou ver agora.

    Flávio Bolsonaro: [figurinha enviada] — Topa jantar com o Jim Caviezel e o Cyrus em São Paulo no dia 2/Nov (segunda)? Totalmente reservado.

    Daniel Vorcaro: — Topo, claro. Será onde? Quer fazer na minha casa?

    Flávio Bolsonaro: — Pode ser na sua casa, sim! Acho até melhor!

    Daniel Vorcaro: — Boa, tinha uma viagem. Vou me reorganizar aqui.

    Flávio Bolsonaro: — Fechado!

    No dia 7 de novembro, Flávio envia um vídeo de visualização única para Vorcaro  e afirma que “tudo isso só está sendo possível” por causa de Vorcaro.

    Flávio Bolsonaro: [vídeo de visualização única] – Tá perdendo, irmão! Tudo isso só está sendo possível por causa de você!

    Daniel Vorcaro: – Que demais. Ficou perfeito.



    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Flávio Bolsonaro elogia Mendonça por investigação do Master e cobra abertura de CPMI

    O senador e pré-candidato ao Planalto se manifestou após a PF deflagrar nova fase da operação que apura supostas fraudes envolvendo a instituição financeira.

    Política – O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), elogiou na quinta-feira (7) o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por autorizar a Polícia Federal (PF) a deflagrar a quinta fase da Operação Compliance Zero, que apura supostas fraudes envolvendo o Banco Master. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele ainda cobrou a instauração da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar a instituição financeira.

    “O Brasil espera que tudo seja apurado até o fim, sem blindagem, sem acordão, sem proteção política. O Congresso Nacional tem obrigação de fazer a sua parte. É por isso que a CPMI do Banco Master precisa sair do papel”, afirmou Flávio.

    Ciro Nogueira alvo da PF

    O senador Ciro Nogueira (PP-PI) foi um dos alvos da operação deflagrada nesta quinta-feira. Segundo decisão de Mendonça que autorizou a ação, o parlamentar teria atuado em favor do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em troca de “vantagens econômicas indevidas”.

    Em entrevista, em 2 de fevereiro, Ciro Nogueira afirmou que sua relação com Vorcaro era a mesma que “qualquer político em Brasília tem com banqueiros”. Perguntado sobre a emenda que apresentou para ampliar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para R$ 1 milhão, o senador disse que a medida não beneficiaria o Banco Master e que “apenas corrige um problema existente há 10 anos”.

    CPMI do Banco Master

    De autoria do deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), o requerimento para criação da CPMI do Banco Master foi protocolado no Congresso Nacional, em 3 de fevereiro. O documento foi assinado por 238 deputados e 42 senadores.

    Para que o colegiado seja instalado, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), precisa ler o requerimento em sessão conjunta do Congresso. Em 25 de março, os senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Alessandro Vieira (MDB-SE) e Plínio Valério (PSDB-AM) protocolaram mandado de segurança no STF, no qual solicitaram a abertura da CPMI. O pedido foi distribuído ao ministro Kassio Nunes Marques.

    Após a operação da PF, Alessandro Vieira disse que, junto a Girão, solicitou ao STF a suspeição do magistrado para analisar o mandado de segurança. Os parlamentares pediram redistribuição da relatoria em razão da “relação íntima e notória” do magistrado com Ciro Nogueira.

    Entenda o caso Master

    Após identificar indícios de irregularidades financeiras e a grave crise de liquidez, o Banco Central determinou, em 18 de novembro, a liquidação extrajudicial de:

    Banco Master S/A;

    Banco Master de Investimentos S/A;

    Banco Letsbank S/A;

    Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários.

    Em 21 de janeiro, o Will Bank, braço digital do Master, teve o seu encerramento forçado.

    O processo de liquidação foi acompanhado pela Operação Compliance Zero. Também em 18 de novembro, a PF deflagrou a primeira fase da ação para combater a emissão de títulos de crédito falsos por instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional (SFN). Diante da possibilidade de fuga, Vorcaro foi preso um dia antes. O banqueiro foi solto depois com o uso de tornozeleira eletrônica. Em 4 de março, ele foi detido novamente.

    Segundo as investigações, a instituição financeira oferecia Certificados de Depósitos Bancários (CDB) com rentabilidade muito acima do mercado. Para sustentar a prática, o Banco Master passou a assumir riscos excessivos e estruturar operações que inflavam artificialmente o seu balanço financeiro, enquanto a liquidez se deteriorava.

    Os episódios do Banco Master e da gestora de investimentos Reag, liquidada em 15 de janeiro, são os mais graves do sistema financeiro brasileiro. Os casos envolvem, além das fraudes, tensões entre o STF e o Tribunal de Contas da União (TCU), bem como com o Banco Central e a PF.

    Em 17 de janeiro, o FGC iniciou o processo de ressarcimento aos credores do Banco Master, Banco Master de Investimento e Banco Letsbank. O valor total a ser pago em garantias soma R$ 40,6 bilhões.



    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Moraes manda PF investigar Flávio Bolsonaro por possível injúria contra Lula

    Inquérito apura publicação nas redes em que senador associou presidente a crimes; polícia terá 60 dias para avançar nas investigações.

    Justiça – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de um inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro por suposta prática de injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    A decisão foi tomada após solicitação da Polícia Federal, com base em pedido encaminhado pelo Ministério da Justiça.

    Postagem nas redes deu origem ao caso

    A investigação tem como ponto de partida uma publicação feita por Flávio Bolsonaro em janeiro, nas redes sociais.

    Segundo a Polícia Federal, o conteúdo foi divulgado em ambiente público e de grande alcance, associando Lula a crimes e também ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

    Para os investigadores, a postagem pode configurar crime contra a honra do chefe do Executivo.

    PF terá prazo para apuração

    Na decisão, Moraes determinou que o caso seja conduzido pela Polícia Federal, que terá prazo inicial de 60 dias para realizar as primeiras diligências.

    O objetivo é verificar se houve, de fato, prática de injúria ou outro crime relacionado às declarações feitas pelo senador.

    Investigação amplia tensão política

    O episódio ocorre em meio ao acirramento das disputas políticas no país, especialmente entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro e o governo federal.

    A abertura do inquérito reforça o embate entre figuras centrais da política brasileira e deve ter novos desdobramentos à medida que as investigações avancem.

    Próximos passos

    Após a conclusão das diligências iniciais, a Polícia Federal deverá encaminhar o resultado ao Supremo, que decidirá se há elementos para eventual denúncia.

    Até lá, o caso segue em fase de apuração, sob análise das autoridades competentes.

  • Futura/Apex: Flávio Bolsonaro venceria Lula no 2º turno

    Levantamento divulgado nesta terça-feira (14) indica 48% das intenções de voto para o senador, contra 42,6% do presidente.

    Política – A pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14) mostra que o senador Flávio Bolsonaro (PL) venceria o presidente Lula (PT) em um eventual segundo turno.

    O levantamento indica 48% das intenções de voto para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, contra 42,6% do petista. Votos em branco, nulos ou em nenhum dos candidatos somam 7,3%, enquanto 2,1% se declaram indecisos.

    Lula venceria nos outros cenários de segundo turno. Contra o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), o presidente registra 43,9%, ante 38,8% do rival. Já em uma eventual disputa com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 44,8%, frente a 38,0%.

    1º turno

    No primeiro turno, o levantamento mostra Lula na liderança no cenário 1, com 39,8%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 37,3%. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (4,8%) e Romeu Zema (2,9%). Outros nomes pontuam abaixo de 2%, enquanto brancos e nulos somam 7,1% e indecisos, 4,5%.

    Cenário 2 (1º turno)

    Lula – 38,4%
    Flávio Bolsonaro – 38,2%
    Ninguém/Branco/Nulo – 8,1%
    Ronaldo Caiado – 6,0%
    NS/NR/Indeciso – 3,4%
    Renan Santos – 2,0%
    Augusto Cury – 1,9%
    Cabo Daciolo – 1,1%
    Aldo Rebelo – 0,8%

    Cenário 3 (1º turno)

    Flávio Bolsonaro – 38,4%
    Fernando Haddad – 21,3%
    Ninguém/Branco/Nulo – 17,1%
    Ronaldo Caiado – 7,4%
    NS/NR/Indeciso – 5,2%
    Romeu Zema – 4,0%
    Renan Santos – 2,4%
    Augusto Cury – 2,3%
    Cabo Daciolo – 1,3%
    Aldo Rebelo – 0,6%

    Rejeição

    Quando questionados sobre em quem não votariam “em hipótese alguma”, o presidente Lula lidera o índice de rejeição, com 46,4%, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro, que registra 44,4%.

    Na sequência aparecem Fernando Haddad (28,5%), Cabo Daciolo (15,6%), Romeu Zema (13,9%) e Ronaldo Caiado (13,4%). Também são citados Renan Santos (10,8%), Aldo Rebelo (9,9%) e Augusto Cury (8,8%).

    Além disso, 3,3% afirmam rejeitar todos os nomes apresentados, enquanto 2,9% dizem não rejeitar nenhum e 0,7% não souberam ou não responderam.

    Metodologia

    O levantamento da Futura/Apex ouviu 2.000 eleitores com 16 anos ou mais, em 895 cidades brasileiras, entre os dias 7 e 11 de abril de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número BR-08282/2026. 



    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Paraná Pesquisas: Lula e Flávio Bolsonaro empatam no primeiro turno

    No principal confronto testado, Flávio registra 35,3% das intenções de voto, enquanto Lula tem 39,6%.

    Política – O Instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta sexta-feira (27), uma pesquisa que mostra o possível cenário eleitoral para a presidência do Brasil. As simulações de segundo turno mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tecnicamente empatados.

    O cenário estimulado do primeiro turno mostra o presidente Lula com 39,6% das intenções de votos, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35,3% das intenções de votos. Em relação ao levantamento de janeiro, Lula mantém a porcentagem dentro da margem de erro, saindo de 39,8% para 39,6%. Já Flávio subiu dois pontos percentuais, de 33,1% para 35,3%. Não sabem ou não opinaram, representam 5% e Branco e Nulo, 6,7%.

    Em eventual segundo turno entre os dois, Lula marca 43,8% e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 44,4%. Resultado que daria vitória numérica ao atual senador do Rio de Janeiro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Não sabem ou não opinaram, representam 6,9%, Branco e Nulo, 5,0%.

    Foi realizado também um levantamento sobre aqueles que acreditam se o presidente Lula deve ou não ser reeleito. 52,2% acham que ele não deve ser reeleito e 43,9% pensam que ele merece ser reeleito.

    O instituto também testou Lula contra outros nomes da direita e do centro-direita. Contra o governador do Paraná, Ratinho Jr (PSD-PR), o petista registra 43,6%, ante 39,7% do adversário. Em disputa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD-GO), Lula tem 45,3%, enquanto ela soma 36,2%.

    A coleta de dados para a pesquisa foi realizada por entrevistas pessoais domiciliares e presenciais, entre os dias 22 e 25 de fevereiro de 2026, considerando a população eleitora a partir dos 16 anos. A pesquisa tem estimativa de erro de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.



    Fonte e Foto: JP Notícias