Categoria: Esportes

  • Copa 2026 terá confrontos dos grupos B e D nesta sexta-feira

    Canadá enfrenta Bósnia Herzegovina; EUA encaram Paraguai.

    Esporte – Começa nesta sexta-feira (12) a primeira rodada dos grupos B e D da Copa do Mundo de 2026. O primeiro dos dois confrontos agendados são Canadá contra Bósnia e Herzegovina, às 16h; e Estados Unidos e Paraguai, às 22h.

    A partida pelo Grupo B, entre as seleções canadense e a Bósnia, será no Toronto Stadium. Completam o grupo as equipes do Catar e da Suíça, que se enfrentarão no sábado (13), às 16h, na cidade de São Francisco (EUA).

    Já a partida inaugural do Grupo D, hoje, será entre EUA e Paraguai, no Los Angeles Stadium. Austrália e Turquia completam o grupo, mas só se enfrentarão na madrugada entre sábado e domingo (14), à 1h, em Vancouver.

    Grupo B

    Das quatro equipes que compõem o Grupo B, o Canadá carrega a vantagem de jogar em casa, diante de sua torcida. A expectativa é que apresente um estilo de jogo vertical e rápido.

    Sua adversária, a Bósnia, tem um estilo de jogo mais físico, perigoso em bolas longas e disputas aéreas.

    Grupo D

    No Grupo D, os EUA também têm a vantagem de jogar em casa, diante de sua torcida. A equipe costuma apresentar um jogo dinâmico e de transições rápidas executadas por um meio de campo criativo.

    Do Paraguai, espera-se um esquema tático defensivo que apostará nos contra-ataques, explorando erros do adversário.




    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Estreia da Copa do Mundo de 2026: tudo que você precisa saber

    Maior Mundial da história começa nesta quinta-feira com 48 seleções, cerimônia especial e reencontro de confronto que abriu a Copa de 2010

    Esportes – A espera acabou. A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira (11) com um duelo carregado de simbolismo. México e África do Sul se enfrentam às 16h (de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, na partida que inaugura oficialmente a maior edição da história do torneio.

    Pela primeira vez, uma Copa do Mundo contará com 48 seleções e será realizada em três países diferentes: México, Estados Unidos e Canadá. Ao longo de 39 dias, serão disputadas 104 partidas até a grande final, marcada para 19 de julho.

    O jogo de abertura acontece em um dos estádios mais emblemáticos do futebol mundial. O Azteca recebeu duas finais históricas de Copa do Mundo: o tricampeonato do Brasil sobre a Itália em 1970 e o bicampeonato da Argentina de Diego Maradona em 1986.

    O confronto desta quinta também reedita a partida que abriu a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. Na ocasião, os donos da casa saíram na frente com Tshabalala, mas o México buscou o empate por 1 a 1 com gol de Rafa Márquez. Dezesseis anos depois, o ex-zagueiro volta a fazer parte da história do duelo, agora como auxiliar técnico da seleção mexicana.

    Anfitrião do Mundial ao lado de Estados Unidos e Canadá, o México chega embalado para a estreia. A equipe comandada por Javier Aguirre empatou amistosos contra Portugal e Bélgica, venceu Gana e Austrália e encerrou a preparação com uma goleada por 5 a 1 sobre a Sérvia.

    A expectativa dos mexicanos é superar a melhor campanha da história da seleção em Copas. Tanto em 1970 quanto em 1986, quando o país também recebeu o torneio, a equipe alcançou as quartas de final.

    Já a África do Sul tenta escrever um novo capítulo em sua trajetória no Mundial. Os Bafana Bafana jamais avançaram para a fase de mata-mata da competição e chegam ao torneio apostando no trabalho do técnico Hugo Broos para surpreender em um grupo que também conta com República Tcheca e Coreia do Sul.

    Além da bola rolando, a abertura terá uma grande celebração antes do apito inicial. A Fifa preparou uma cerimônia especial inspirada na cultura mexicana, com apresentações de artistas como Alejandro Fernández, Belinda, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná, J Balvin e Danny Ocean.

    A cantora colombiana Shakira e o nigeriano Burna Boy também participam da festa com a apresentação da música oficial da Copa do Mundo de 2026. A atriz Salma Hayek será responsável por dar as boas-vindas ao público presente no Azteca.

    Nem tudo, porém, é tranquilidade nos bastidores da abertura. Autoridades mexicanas emitiram alerta para possibilidade de fortes chuvas e tempestades na Cidade do México. Nos últimos dias, a capital registrou episódios de alagamento, aumentando a atenção da organização para a realização do evento.

    Dentro de campo, a arbitragem terá presença brasileira. Wilton Pereira Sampaio foi escolhido pela Fifa para comandar a partida inaugural. Os auxiliares serão Bruno Pires e Bruno Boschilia, enquanto Nicolás Gallo ficará responsável pelo VAR. Todos os ingressos disponibilizados pela Fifa para o jogo de abertura foram esgotados.

    • México: Raúl Rangel; Jorge Sánchez, César Montes, Johan Vásquez e Jesús Gallardo; Erik Lira, Roberto Alvarado e Álvaro Fidalgo; Brian Gutiérrez, Julián Quiñones e Raúl Jiménez.
    • África do Sul: Goss; Matuludi, Okon, Makhanya e Kabini; Sithole, Mbatha, Sebelebele, Zwane e Moremi; Forster.

    Onde assistir a México x África do Sul

    • TV: Globo, SBT, SporTV e N Sports
    • Streaming: Ge TV (apenas no Globoplay) e CazéTV (YouTube)
    • Tempo real: CNN Esportes

    Ficha técnica de México x África do Sul

    • Data: 11/6/2026
    • Horário: 16h (horário de Brasília)
    • Local: Estádio Azteca, na Cidade do México
    • Fase: 1ª rodada do grupo A da Copa do Mundo
    • Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (BRA)
    • Assistentes: Bruno Pires (BRA) e Bruno Boschilia (BRA)
    • VAR: Nicolás Gallo (COL)

    Fonte: CNN Brasil

  • Copa do Mundo 2026 expõe tensões fora do campo

    Guerra, política migratória e preços altos marcam mundial.

    ESPORTE – Espaço de celebração esportiva e encontro entre povos, a Copa do Mundo de 2026 tem sido marcada também por polêmicas e controvérsias que extrapolam o futebol, colocando em evidência os efeitos das políticas interna e externa de um de seus países-sede, os Estados Unidos.

    Do ponto de vista externo, a guerra dos EUA contra o Irã, que também participa da competição, tem implicado em dificuldades para o país visitante, a ponto de sua delegação chegar a ser proibida de pernoitar em território estadunidense.

    Do ponto de vista interno, a política migratória implementada pelo presidente Donald Trump tem causado problemas para delegações, torcedores e até mesmo para a arbitragem da competição.

    Diante da situação, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) buscou, nos períodos que antecederam a Copa, negociar com autoridades dos EUA a flexibilização de algumas regras durante o torneio, de forma a reduzir algumas das barreiras impostas pelo controle migratório daquele país.

    Apesar do esforço – e diante do fato de a entidade atuar mais como mediadora do que como decisora – são muitos os relatos de dificuldades para a entrada de fãs, delegações e outros profissionais do esporte no país.

    Para além disso, há também questionamentos sobre custos de ingressos e organização, o que reforça as expectativas de que a Copa será marcada por tensões que vão além do futebol.

    Delegação iraniana

    As polêmicas por conta das políticas migratórias dos EUA começaram muito antes da Copa. Entre as delegações que tiveram mais problemas, a de maior destaque é a do Irã, país contra o qual os EUA declararam guerra.

    As tensões começaram meses antes do evento, com a dificuldade dos jogadores iranianos para obter visto, o que só aconteceu às vésperas do torneio. Integrantes da comissão técnica e dirigentes foram impedidos de viajar aos EUA, a tempo de possibilitar uma preparação adequada da equipe.

    Para piorar, a delegação iraniana foi proibida de se hospedar no estado norte-americano do Arizona, conforme era previsto inicialmente. Vale lembrar que as três partidas iniciais do Irã serão disputadas em território estadunidense.

    A solução adotada emergencialmente foi a de mudar a base da delegação para a cidade de Tijuana, no México. Na sequência, o governo dos EUA informou que não permitiria que a delegação pernoitasse nos EUA, antes ou após as partidas. Essa decisão, no entanto, foi revista, de forma a permitir o pernoite da equipe na noite anterior a cada partida.

    Os torcedores iranianos também têm encontrado dificuldade para participar do maior evento futebolístico do planeta. Há, segundo agências internacionais, relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados a poucos dias do início do mundial.

    Aymen Hussein

    Um outro caso polêmico envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein. Ele foi retido por várias horas na imigração dos EUA no aeroporto de Chicago, onde passou por um interrogatório rigoroso poucos dias antes do início do mundial.

    Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país.

    Hussein não foi o único da delegação iraquiana a ter problema. O fotógrafo da equipe, Talal Salah, foi impedido de entrar nos EUA, após ficar por mais de 10 horas retido na imigração.

    Árbitro barrado

    A imigração dos EUA barrou também a entrada daquele que seria o primeiro árbitro da Somália a apitar uma partida de Copa do Mundo. Omar Abdulkadir Artan foi considerado “inadmissível” pelas autoridades estadunidenses ao desembarcar no aeroporto de Miami, vindo de Istambul.

    Segundo comunicado da alfândega, ele teve a entrada negada devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”. As autoridades, no entanto, não especificaram quais seriam tais preocupações.

    Mesmo tendo visto aprovado e estando oficialmente credenciado pela Fifa, Artan foi impossibilitado de participar do torneio. A Fifa lamentou o episódio sob o argumento de não ter controle sobre decisões de imigração nos países-sede.

    Preço dos ingressos

    Outra polêmica da Copa de 2026 envolve o preço cobrado pelos ingressos. Segundo a imprensa internacional, a atual edição é considerada uma das mais caras da história, com preços que vão de US$ 2 mil a US$ 7,8 mil, no caso da final.

    Na Copa do Catar, em 2022, o valor do ingresso da final estava em cerca de US$ 1,6 mil.O modelo adotado para o Mundial nos Estados Unidos, Canadá e México segue a lógica tradicional da Fifa de dividir os ingressos por categorias — o que determina tanto o preço quanto a localização do torcedor no estádio.

    O ingresso mais barato custa cerca de US$ 60, para a fase de grupos. Eles, no entanto, foram vendidos em quantidade bastante limitada, levando a maioria a pagar até US$ 620 para as primeiras partidas.

    Para as fases eliminatórias, os ingressos chegam a custar mais de US$ 3 mil. Já os preços cobrados para a grande final vão de US$ 2.030 a cerca de US$ 7,8 mil.


    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Começa nesta quinta-feira a Copa do Mundo de 2026

    Com 48 seleções participantes esta Copa será a mais inclusiva.

    Esporte – Começa hoje (11), às 14h30, o evento esportivo mais apaixonante, detentor das maiores audiências do planeta: a Copa do Mundo, que, em 2026, terá três países-sede: México, Estados Unidos e Canadá.

    Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.

    Só a partida final, disputada entre as seleções da Argentina e da França, contabilizou mais de 1,5 bilhão de espectadores. Foi a maior audiência esportiva da história, de acordo com o relatório oficial da Fifa.

    No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.

    Unir o mundo

    O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.

    Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.

    As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior e mais inclusiva da história.

    Caldeirão cultural

    Além de ampliar a dimensão territorial do torneio, a edição de 2026 reforçará uma característica tradicional das Copas do Mundo: a diversidade, uma vez que se trata de um torneio que reúne culturas, estilos e histórias diferentes.

    Isso porque possibilitará conexões culturais entre as torcidas em três diferentes países. Cada um com suas características e identidades próprias.

    Novidades

    Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades a serem observadas durante a atual edição.

    Por exemplo, o jogo de abertura repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.

    Outra curiosidade é que o Estádio Azteca será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).

    Cerimônia de abertura

    Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.

    Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.

    No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.

    Artistas

    Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

    Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.

    No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.

    Polêmicas

    Antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para polêmicas, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.

    Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.

    Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.

    Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.

    Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense, após os jogos. A princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.

    Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA.

    Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.



    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Árbitro de Brasil x Marrocos já foi preso em festa com armas e drogas

    Slavko Vincic será o árbitro principal da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Equipe verde e amarela encara o Marrocos

    Esportes – A Fifa anunciou nesta quarta-feira (10/6) que o esloveno Slavko Vincic será o árbitro responsável por conduzir a partida entre Brasil e Marrocos, pela primeira rodada da Copa do Mundo. Apesar do histórico em grandes eventos, como Champions League e Liga Europa, o juiz já foi detido em operação policial.

    Em 2020, Vincic foi preso com outros 26 homens e nove mulheres. A acusação contra o grupo era de envolvimento com prostituição, tráfico de drogas e armas. No momento da prisão, o árbitro estava em propriedade rural na Bósnia e Herzegovina.

    Na ocasião, autoridades locais informaram que a polícia apreendeu 10 pistolas, medicamentos, cocaína e 10 mil euros em dinheiro (cerca de R$ 60 mil euros na cotação atual). O árbitro foi conduzido à delegacia, prestou depoimento e acabou liberado em seguida.

    Vincic foi inocentado das acusações após as investigações. Segundo Slavko Vincic, em entrevista para a imprensa da Eslovênia, ele estava na Bósnia para o que acreditava ser um simples almoço para tratar de negócios

    Acabei neste rancho por acaso. Tenho minha própria empresa e estava na Bósnia e Herzegovina para uma reunião de negócios. Aceitei um convite para almoçar, o que acabou sendo meu maior erro. Me arrependo disso”, contou Vincic.

    Arbitragem em Brasil x Marrocos

    Além de Vincic, a equipe de arbitragem será formada pelos também eslovenos Tomaz Klancnik e Andraz Kovacic. Fora de campo, dois suíços: Sandro Schaerer, de quarto árbitro, e Stephane de Almeida, de árbitro reserva.

    O Brasil estreia no sábado (13/6) contra o Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. As duas seleções estão no Grupo C, ao lado de Haiti e Escócia.

    Fonte: Metrópoles

  • Brasil deve repetir oito titulares do time de 2022 na estreia da Copa

    Dos 11 prováveis titulares do Brasil para a estreia na Copa do Mundo de 2026, oito iniciaram o primeiro jogo da Seleção no Mundial de 2022.

    Esporte – A provável escalação do Brasil para a estreia na Copa do Mundo contra o Marrocos, na sexta-feira (13/6), deve ter oito titulares do time que iniciou a campanha no Mundial de 2022, no Catar.

    Carlo Ancelotti deve ir a campo com: Alisson, Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Richarlison, Neymar e Vinicius Júnior.

    Em 2022, Tite escalou o Brasil para a estreia contra a Sérvia com: Alisson, Danilo, Thiago Silva, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro e Lucas Paquetá; Raphinha, Richarlison, Neymar e Vinicius Júnior.

    No total, 12 jogadores convocados para o Catar também foram chamados para a lista final de 2026: Alisson, Ederson, Weverton, Alex Sandro, Danilo, Marquinhos, Bruno Guimarães, Casemiro, Fabinho, Raphinha e Vinicius Júnior.

    A caminhada do Brasil rumo ao hexacampeonato começará no dia 13 de junho, quando a equipe de Carlo Ancelotti estreia na Copa do Mundo de 2026 diante do Marrocos, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Considerado o adversário mais forte do Grupo C, o selecionado africano será o primeiro teste da Seleção em um torneio disputado nos Estados Unidos, no Canadá e no México.


    Fonte e Foto: Metrópoles

  • Sexo, celular e isolamento: as regras rígidas que a Seleção Brasileira enfrentará na Copa de 2026

    Manual elaborado pela CBF prevê concentração fechada, controle do uso das redes sociais e contato limitado com familiares; embora não exista veto explícito, a prática sexual deve ficar restrita aos períodos de folga.

    Esporte – A caminhada da Seleção Brasileira rumo ao sonho do hexacampeonato na Copa do Mundo de 2026 será marcada não apenas pelos desafios dentro das quatro linhas. Fora dos gramados, os jogadores convocados terão que seguir um rígido protocolo de conduta elaborado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que pretende minimizar distrações e manter o foco total do grupo durante os cerca de 40 dias de competição nos Estados Unidos.

    O chamado “manual de conduta” estabelece uma série de normas que vão desde o isolamento da delegação até restrições ao uso de celulares e redes sociais. O objetivo é criar um ambiente controlado para preservar o desempenho esportivo e evitar interferências externas.

    Entre as principais determinações estão o acesso restrito ao hotel da delegação, permitido apenas aos 91 integrantes oficiais da equipe, além da hospedagem separada para familiares dos atletas. Os períodos de folga também serão limitados e ocorrerão apenas após as partidas disputadas pela seleção.

    A alimentação será acompanhada por profissionais especializados, com cardápios elaborados exclusivamente para atender às necessidades nutricionais dos jogadores. Os treinamentos deverão ocorrer longe dos olhos da imprensa e do público, numa tentativa de proteger estratégias e evitar o vazamento de informações táticas.

    Outra preocupação da comissão técnica está relacionada ao ambiente digital. O uso de celulares e a exposição nas redes sociais deverão ser reduzidos ao mínimo recomendado, diante do entendimento de que o excesso de informações, críticas e pressões externas pode afetar o equilíbrio emocional dos atletas durante a competição.

    Sexo está proibido?

    Apesar das especulações que tradicionalmente surgem às vésperas das Copas do Mundo, o documento elaborado pela CBF não traz uma proibição explícita ao sexo. No entanto, as regras adotadas acabam limitando significativamente essa possibilidade, já que parceiros e familiares não poderão permanecer no mesmo local de hospedagem da delegação.

    Na prática, eventuais encontros ficariam restritos aos poucos momentos de folga previstos ao longo do torneio.

    A discussão sobre abstinência sexual no esporte acompanha a história do futebol há décadas. Ex-treinadores e ex-jogadores da Seleção Brasileira já relataram experiências distintas em diferentes edições do Mundial.

    Enquanto alguns defendiam o controle rigoroso como ferramenta para manter a concentração, outros consideravam o assunto uma questão de responsabilidade individual dos atletas.

    O que diz a ciência?

    A ideia de que a atividade sexual compromete o rendimento esportivo é antiga e remonta à Grécia e à Roma antigas, quando se acreditava que o sexo reduziria a agressividade e a força física dos competidores.

    Atualmente, porém, especialistas afirmam que não há evidências científicas consistentes de que relações sexuais realizadas com moderação prejudiquem o desempenho atlético.

    Pesquisadores alertam apenas para a importância do intervalo entre a atividade sexual e a competição. Isso porque hormônios relacionados ao relaxamento podem permanecer elevados por um curto período após o orgasmo, o que poderia influenciar temporariamente o estado de alerta do atleta.

    Fora desse contexto imediato, a ciência moderna não considera o sexo um fator determinante para queda de rendimento esportivo.

    O novo adversário: as redes sociais

    Se em décadas passadas o contato dos jogadores com o mundo exterior acontecia por cartas e telefonemas ocasionais, hoje o desafio está na hiperconectividade.

    A preocupação da comissão técnica brasileira para a Copa de 2026 concentra-se no impacto psicológico provocado pelo fluxo constante de informações nas plataformas digitais. Comentários negativos, cobranças excessivas e a repercussão instantânea de qualquer lance podem afetar a estabilidade emocional dos atletas.

    Além disso, o controle sobre imagens e publicações também busca evitar a divulgação involuntária de estratégias, escalações e detalhes internos da preparação da equipe.

    Com interesses esportivos e comerciais cada vez maiores envolvendo o principal torneio do futebol mundial, a palavra de ordem na Seleção Brasileira será disciplina. Em busca do tão esperado sexto título, o Brasil aposta na concentração máxima — dentro e fora de campo.

    Por jornalista Lília Marques

  • Brasileirão tem recorde de jogadores convocados para uma Copa do Mundo

    Sete das 48 seleções têm atletas que atuam no território nacional.

    Esporte – Sete entre as 48 seleções da Copa do Mundo, que inicia nesta quinta-feira (11), possuem jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro. Ao todo, são 32 atletas, que representam dez clubes da primeira divisão.

    A marca supera o recorde anterior, de 27 nomes, na edição de 1974, sendo que 22 representavam a própria equipe verde e amarela – os demais estiveram distribuídos por três seleções (Uruguai, Chile e Argentina). Além disso, o número é 357% maior que o da Copa passada, em 2022, que reuniu somente sete jogadores que atuavam no Brasil.

    “Os grandes [times] brasileiros não têm tantos concorrentes [de mercado] no continente quanto os ingleses, que competem com clubes como Real Madrid, Barcelona [ambos da Espanha], Bayern de Munique [Alemanha], Paris Saint-Germain [França], entre muitos outros”, analisou, via assessoria de imprensa, Marcos Casseb, sócio da Roc Nation Sports Brazil, empresa que atua com gerenciamento de carreira.

    Três países dividem o protagonismo: Brasil, Uruguai e Paraguai. Cada um tem sete atletas do Brasileirão nas respectivas seleções.

    O time brasileiro conta com quatro nomes do Flamengo: os zagueiros Danilo e Léo Pereira, o lateral-esquerdo Alex Sandro e o meia Lucas Paquetá. Completam a relação de quem atua por aqui o goleiro Weverton (Grêmio), o volante Danilo Santos (Botafogo) e o atacante Neymar (Santos).

    Na seleção uruguaia, a maioria dos convocados também vem do Rubro-Negro: o lateral Guillermo Varela e os meias Nico de la Cruz e Giorgian de Arrascaeta. Do Palmeiras, foram chamados o lateral Joaquín Piquerez e o volante Emiliano Martínez. Outros dois clubes do Brasileirão representados na Celeste Olímpica são o Internacional, com o goleiro Sérgio Rochet; e o Fluminense, com o atacante Agustín Canobbio.

    A equipe paraguaia, por sua vez, tem o Verdão em destaque, com três nomes: o zagueiro Gustavo Gómez, o meia Maurício (que é brasileiro naturalizado) e o atacante Ramón Sosa. Também jogam no Brasileirão os zagueiros Fabian Balbuena (Grêmio) e Junior Alonso (Atlético-MG), o volante Damián Bobadilla (São Paulo) e o atacante Isidro Pitta (Red Bull Bragantino).

    Outra equipe com três convocados de um mesmo clube do Brasil é a do Equador: o lateral Ángelo Preciado, o volante Alan Franco e o atacante Alan Minda, todos do Atlético-MG. A seleção tricolor conta, ao todo, com cinco atletas que jogam por aqui. Os demais são o zagueiro Felix Torres (Internacional) e o atacante Gonzalo Plata (Flamengo).

    País que mais cresceu em representatividade no Brasileirão nas últimas cinco temporadas, a Colômbia convocou quatro dos 26 atletas que estão na Série A: os meias Juan Portilla (Athletico-PR) e Jorge Carrascal (Flamengo)  e os atacantes Jhon Arias (Palmeiras) e Andrés Gómez (Vasco).

    Por fim, duas seleções têm, cada uma, um atleta do Brasileirão. Atual campeã, a Argentina convocou o centroavante Flaco Lopez, do Palmeiras. Desde a Copa de 2006, quando foram chamados o volante Javier Mascherano e o atacante Carlos Tévez, então no Corinthians, os hermanos não chegavam ao Mundial com jogadores atuando no Brasil.

    Já o Corinthians será representado na Copa pelo atacante Memphis Depay. O camisa 10 é o maior artilheiro da história da seleção holandesa, com 54 gols. É a primeira vez que um atleta europeu é convocado para o Mundial jogando no Brasileirão.

    “O futebol brasileiro deixou de ser apenas um exportador de talentos e passou a se posicionar também como um mercado estratégico dentro da cadeia global do esporte”, concluiu, também por meio de comunicado à imprensa, Alexandre Frota, diretor-executivo da FutPro Expo, evento sobre a indústria do futebol, que ocorreu em Fortaleza no começo de maio.


    Fonte e Foto: Agência Brasil

  • Neymar passa por exames, e CBF fala em “boa evolução”

    Camisa 10 está tratando de lesão de grau dois na panturrilha direita e perdeu amistosos contra Panamá e Egito, últimos antes da Copa do Mundo

    Esportes – Neymar passou por exames nesta segunda-feira como parte do processo de recuperação da lesão muscular de grau dois na panturrilha direita. Em nota, a CBF diz que o jogador apresenta “boa evolução”, mas não faz uma projeção sobre o retorno do atacante da Seleção. A expectativa é que, com o passar dos dias e se apresentar melhora, ele será liberado para fazer exercícios com bola.

     O atleta Neymar foi submetido a ressonância magnética nesta segunda-feira. O exame apontou boa evolução em seu tratamento, dentro dos parâmetros esperados. Ele seguirá o processo de recuperação e de preparação física planejado pela comissão médica da Seleção Brasileira — diz a nota da CBF.

    Na entrevista coletiva prévia ao amistoso contra o Egito, Carlo Ancelotti afirmou que esperava contar com Neymar nos treinos ainda esta semana. A presença do atacante na estreia da Copa do Mundo, contra Marrocos, neste sábado, é improvável.

    O camisa 10 do Brasil vem em tratamento intensivo para se recuperar da lesão sofrida ainda no Santos em jogo contra o Coritiba, seu último antes da convocação de Carlo Ancelotti, em maio

    Inicialmente, o Santos havia divulgado o diagnóstico de um edema na panturrilha. Com a apresentação na Seleção, porém, no dia 28 de maio o médico Rodrigo Lasmar confirmou a lesão de grau dois, com previsão de duas a três semanas para recuperação.

    O que tirou o atacante dos amistosos e ainda pode tirar da estreia na Copa do Mundo, marcada para 13 de junho, contra o Marrocos.

    Neymar viajou com a delegação aos Estados Unidos ainda em tratamento e no fim de semana ficou em Nova Jersey, com a fisioterapia, enquanto a Seleção foi a Cleveland para o amistoso contra o Egito, que terminou com vitória por 2 a 1.

    Enquanto isso, no sábado, o atacante seguiu tratamento com uma esteira antigravidade, que permite caminhadas e corridas com menor impacto no corpo

    Fonte: Globo Esporte.

  • WhatsApp troca emoji da bola de futebol pela bola da Copa

    Tecnologia – O clima é de Copa do Mundo até no WhatsApp: o mensageiro trocou o visual do emoji de bola de futebol pela Adidas Trionda, a bola oficial da próxima competição. A novidade pode ser vista ao enviar o caractere numa conversa ou reagir a uma mensagem com a figura.

    O desenho padrão da bola de futebol (⚽) é aquela imagem clássica da esfera branca com gomos em forma de pentágonos coloridos. A mudança no WhatsApp reforça o design nas cores azul, vermelha e verde da Trionda, simbolizando os três países-sede da Copa (Canadá, Estados Unidos e México).

    Em teste feito pelo Canaltech, o novo visual já está disponível no aplicativo para Android e iOS, mas ainda não apareceu na versão web. É provável que a mudança chegue a mais aparelhos nos próximos dias.

    WhatsApp já mudou por outros eventos esportivos

    Não é a primeira vez que o WhatsApp muda um emoji para celebrar um evento esportivo: desde 2024, o visual do emoji de carro de corrida foi modificado para colocar as cores da equipe Mercedes-AMG Petronas F1. O app é um dos patrocinadores da equipe que disputa a Fórmula 1 e resolveu homenagear a parceria por lá.

    Além disso, o mensageiro mudou a foto de perfil nas redes sociais para a cor vermelha no mês de abril para celebrar o título de campeão inglês do Arsenal Football Club. O clube londrino também tem uma parceria comercial com a Meta.



    Fonte e Foto: CanalTec