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  • Venezuela concede à Shell licença de exploração e venda de gás natural

    A permissão foi dada após a reforma da lei de hidrocarbonetos que abriu o setor do país ao investimento estrangeiro.

    Mundo – A Venezuela concedeu, na quinta-feira (11), uma licença à britânica Shell para a exploração e exportação de gás, somando-se às transnacionais que devolveram ao país graças a uma recente reforma da lei de hidrocarbonetos que abriu o setor ao investimento estrangeiro.

    A presidente interina Delcy Rodríguez impulsionou em janeiro uma nova lei de hidrocarbonetos sob pressão dos Estados Unidos, após a captura de Nicolás Maduro em uma operação militar americana.

    Com essa licença, a Shell poderá explorar o campo Loran, que contém sete jazidas de gás natural, seis das transfronteiriças com Trinidad e Tobago, informou a presidência da Venezuela em comunicado.

    Segundo Rodríguez, essa concessão “vai permitir que a Venezuela dê um passo muito importante no seu desenvolvimento gasífero e também como exportadora de gás”. Ela mencionou que esse campo de gás ficou abandonado por 23 anos.

    Após a aprovação da reforma da lei de hidrocarbonetos no final de janeiro, Washington iniciou uma flexibilização das avaliações contra a Venezuela. O país possui as maiores reservas de petróleo do mundo e também é rico em gás natural.

    Peter Costello, presidente de Exploração e Produção da Shell, afirmou que “a assinatura desses acordos é uma conquista maravilhosa para a Venezuela e para a Shell e ressalta a nossa parceria de longa data”.

    O governo de Rodríguez firmou acordos com várias das principais petroleiras do mundo, entre elas a britânica BP e a espanhola Repsol.

    Especialistas do setor petrolífero estimam que a Venezuela desperdiçou bilhões de pés cúbicos de gás, o que provoca perdas econômicas e graves danos ambientais.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Anvisa proíbe venda de bioestimulador de colágeno Sculptra falsificado

    Anvisa identificou lote irregular do bioestimulador e também determinou apreensão de dispositivo usado em implantes dentários.

    Saúde – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de unidades falsificadas do bioestimulador de colágeno Sculptra após a identificação de produtos irregulares no mercado.

    A medida inclui a proibição de comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do item. A decisão foi publicada na quarta-feira (25/2) e ocorreu após a fabricante Galderma Brasil, responsável pelo registro do produto no país, informar à agência que encontrou unidades com características diferentes das aprovadas para venda no Brasil.

    De acordo com a empresa, o lote A00203 apresentou diversas inconsistências em relação ao produto original.

    Entre elas estavam código de lote fora do padrão, rotulagem com idioma e cores diferentes das autorizadas e informações divergentes das aprovadas pela vigilância sanitária.

    Também foi identificada a presença da logomarca da Sanofi, o que reforça a suspeita de falsificação.

    Dispositivo para implante dentário também foi apreendido

    Outra medida anunciada pela Anvisa envolve o dispositivo Mini Pilar HE 4.1 Cinta 3 mm, utilizado em procedimentos de implante dentário.

    Todos os lotes do produto tiveram a apreensão determinada após a agência verificar que a empresa responsável pela fabricação não possui registro sanitário nem autorização de funcionamento.

    Segundo a Anvisa, produtos comercializados sem a devida regularização não passam pela avaliação necessária de qualidade e segurança. Por isso, a agência orienta profissionais e consumidores a não utilizarem itens com origem ou registro desconhecidos e a denunciar irregularidades às autoridades sanitárias.

    Fonte e Foto: Metrópoles

  • Anvisa proíbe venda de lotes de fórmula infantil da Nestlé no Brasil

    Suspeita é que os produtos tenham sido contaminados com uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus.

    Brasil – A  Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a proibição da comercialização, da distribuição e do uso de alguns lotes de fórmulas infantis das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino, da empresa Nestlé Brasil.

    O comunicado foi divulgado pela agência nesta quarta-feira (7).

    A decisão foi motivada por risco de contaminação por cereulide, uma toxina produzida pela bactéria Bacillus cereus. O consumo da toxina pode causar vômito persistente, diarreia ou letargia, que é a sonolência excessiva, lentidão de movimentos e raciocínio, e incapacidade de reagir e expressar emoções.

    *em atualização.


    Fonte e Foto: CNN Brasil