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  • Zelador amortece queda de menino do 7º andar e impede tragédia na Rússia

    Criança caiu de cerca de 24 metros em prédio de São Petersburgo e foi salva por trabalhador que se posicionou abaixo da janela segundos antes do impacto.

    Mundo – Um ato de coragem evitou uma tragédia em São Petersburgo, na Rússia, na última semana. O zelador Khairullo Ibadullayev, de 37 anos, conseguiu amortecer a queda de um menino de apenas cinco anos que despencou da janela de um apartamento no sétimo andar — uma altura estimada em 24 metros.

    Imagens que circulam na imprensa local mostram o momento em que a criança, identificada como Sasha, estava sentada no parapeito da janela aberta enquanto vizinhos gritavam para que ele entrasse. Instantes depois, o menino perdeu o equilíbrio e caiu.

    Ao perceber o risco, Khairullo correu para a área externa do prédio e se posicionou exatamente abaixo da janela. Ele conseguiu aparar parcialmente o garoto com o próprio corpo, reduzindo a força do impacto. Ambos caíram na neve logo em seguida.



    “Gritei para ele entrar, mas ele não me ouviu. Então ele caiu. Eu o segurei, as pernas dele bateram aqui e eu caí também”, relatou o zelador ao Daily Mail.

    Segundo o trabalhador, nos primeiros segundos o menino não apresentava sinais de respiração. “Comecei a massagear o peito dele e então o ouvi ofegar. Depois disso, ele ficou bem”, contou.

    A mãe da criança, Nadezhda Amrani, de 47 anos, estava no apartamento no momento do acidente. De acordo com relatos, ela teria ido até a cozinha enquanto o filho brincava com um tablet. O imóvel não possuía travas de segurança nas janelas.

    Sasha foi socorrido por paramédicos e encaminhado a um hospital da região, onde permanece internado na UTI em condição estável, com fraturas nas pernas e outros ferimentos. Khairullo sofreu lesões nos braços e nas costelas.

    A polícia local investiga as circunstâncias do caso, incluindo possíveis falhas nas medidas de segurança do apartamento. Enquanto isso, o zelador vem sendo reconhecido como herói por moradores e autoridades, após agir em segundos e salvar uma vida.

  • Trump exige que Venezuela encerre relações com China e Rússia, revela emissora americana

    Medida é imposta como condição para a retomada das exportações de petróleo e visa garantir exclusividade aos EUA no setor.

    Mundo – O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comunicou à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que o país deverá encerrar suas relações com China, Rússia, Irã e Cuba como parte de uma série de exigências antes de extrair e comercializar seu petróleo, segundo funcionários citados pela emissora ABC.

    De acordo com as fontes citadas pela emissora americana, a Venezuela deve expulsar a influência de China, Rússia, Irã e Cuba como parte das exigências dos EUA, que buscam ser o único parceiro comercial no setor petrolífero e favorecer os interesses americanos na venda de petróleo bruto pesado.

    Segundo um dos funcionários, o secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou em uma sessão informativa privada com legisladores que os EUA acreditam ser capazes de pressionar Caracas porque seus petroleiros estão cheios.

    Rubio alertou que a Venezuela teria apenas algumas semanas antes de cair em insolvência financeira se não conseguir vender suas reservas.

    Em entrevista à ABC News, o senador Roger Wicker confirmou que o plano se baseia no controle do petróleo venezuelano e assegurou que a estratégia não prevê o destacamento de tropas americanas.

    Até o momento, a Venezuela, dirigida de forma provisória por Rodríguez, não emitiu nenhuma comunicação oficial sobre a exigência antecipada por Trump.

    Na terça-feira (6), durante uma sessão extraordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA), países como Brasil, Colômbia, Chile e México condenaram a atuação americana em Caracas e advertiram que uma ingerência deste tipo coloca em risco a soberania da região.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Rússia envia submarino para escoltar petroleiro perseguido pelos EUA, diz jornal

    Segundo o The Wall Street Journal, a manobra com navios de guerra ocorre em meio a perseguição marítima ao navio Bella 1, que tenta evadir bloqueio e mudança de registro sob bandeira russa.

    Mundo – A Rússia enviou um submarino para escoltar um petroleiro que os Estados Unidos tentaram confiscar na costa da Venezuela, segundo informou nesta quarta-feira (7) o jornal “The Wall Street Journal”.

    Segundo o jornal, que cita como fonte um funcionário americano, Moscou enviou um submarino e outros meios navais para escoltar o petroleiro, anteriormente conhecido como “Bella 1”, que tenta há mais de duas semanas evadir o bloqueio de Washington a navios sancionados perto da Venezuela.

    O navio não conseguiu atracar na Venezuela nem carregar petróleo. Embora o barco esteja vazio, a Guarda Costeira americana o perseguiu até o Atlântico em uma tentativa de tomar medidas contra uma frota de petroleiros que transportam óleo ilícito pelo mundo (a chamada “frota fantasma”), incluindo o que procede do mercado negro vendido pela Rússia.

    A tripulação do navio repeliu uma tentativa dos Estados Unidos de abordá-lo em dezembro e seguiu em direção ao Atlântico. Enquanto a Guarda Costeira o seguia, a tripulação pintou uma bandeira russa em um dos lados, mudou o nome para “Marinera” e alterou sua matrícula para russa.

    A Rússia demonstrou preocupação com as apreensões por parte dos Estados Unidos de petroleiros que transportam seu petróleo ilícito pelo mundo e impulsionam sua economia, e tomou a decisão incomum de permitir que os navios se registrem na Rússia sem inspeção ou outras formalidades, segundo especialistas consultados pelo “WSJ”.

    A Rússia solicitou aos Estados Unidos que interrompam a perseguição a esse navio, segundo indicaram ao jornal outros três funcionários americanos, e seu Ministério das Relações Exteriores declarou que estava acompanhando com preocupação a situação em torno do petroleiro.

    No entanto, a Guarda Costeira dos EUA continuou o monitoramento da embarcação no Atlântico Oriental, onde agora navega a cerca de 300 milhas ao sul da Islândia em direção ao Mar do Norte.

    O incidente com o petroleiro ocorre em um momento em que Washington e Moscou mantêm disputas diplomáticas sobre a Ucrânia, o que ameaça complicar as negociações, uma vez que a Rússia ainda não aceitou o marco de paz proposto pelos Estados Unidos e pela Ucrânia.


    Fonte e Foto: JP Notícias