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  • Quatro policiais militares são presos em flagrante por tráfico de drogas em Manaus

    Toneladas de drogas e um carro foram apreendidos durante a abordagem.

    Polícia – Quatro policiais militares foram presos em flagrante por tráfico de drogas na tarde desta quinta-feira (26), na Rua Rio Amazonas, bairro Tarumã, zona Oeste de Manaus. Toneladas de drogas e um carro foram apreendidos durante a abordagem.

    De acordo com informações preliminares, uma denúncia anônima informou que uma viatura estaria transportando entorpecentes na localidade. Policiais militares da Ronda Ostensiva Cândido Mariano (Rocam) chegaram no local e encontraram os policiais militares e com eles, sacolas cheias de drogas.

    Os policiais juntamente com as drogas apreendidas foram conduzidos para o Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), onde o caso foi registrado e será investigado. Uma coletiva de imprensa foi marcada para a manhã desta sexta-feira (27) e que contará com a presença do secretário de segurança do Estado.

    Em nota, a Polícia Militar do Amazonas informou que “não tolera qualquer desvio de conduta por parte de seus integrantes, que serão responsabilizados dentro do devido processo legal, nas esferas administrativa e criminal”.

    A nota tambem ressalta que o órgão de segurança tem adotado providências com rigorosidade para combater o crime organizado dentro da corporação, como o afastamento imediato de policiais envolvidos e reiterou seu compromisso com a legalidade, a disciplina e a transparência.

    Confira a nota na íntegra:

    A Polícia Militar do Amazonas (PMAM) informa que equipes das Rondas Ostensivas Cândido Mariano (Rocam) atuam na ocorrência relacionada ao tráfico de drogas, ainda em andamento. Quatro policiais militares foram presos durante a ação e a PMAM reafirma que não tolera qualquer desvio de conduta por parte de seus integrantes, que serão responsabilizados dentro do devido processo legal, nas esferas administrativa e criminal.

    A PMAM tem atuado de forma permanente no enfrentamento ao crime organizado, com adoção de providências imediatas e rigorosas como o afastamento de policiais envolvidos e reitera seu compromisso com a legalidade, a disciplina e a transparência.

    Mais informações serão apresentadas em coletiva de imprensa marcada para esta sexta-feira (27/02).


    Fonte e Foto: A Acrítica

  • Dupla é presa após matar homem durante briga por comida no interior do Amazonas

    Crime ocorreu após desentendimento em bebedeira; suspeitos foram capturados em operação integrada na zona rural de Maués.

    Polícia – Dois jovens, ambos de 19 anos, foram presos suspeitos de envolvimento na morte de um homem de 29 anos no município de Boa Vista do Ramos, no interior do Amazonas. O crime, segundo a Polícia Civil, teria sido motivado por um desentendimento considerado fútil durante uma bebedeira, envolvendo discussão por comida.

    O corpo da vítima foi encontrado na manhã de sexta-feira (13), na comunidade Bom Jesus da Boca da Estrada, em Boa Vista do Ramos. De acordo com as autoridades, o homem foi morto com golpes de arma branca e teve a cabeça removida após o ataque, o que causou forte comoção na comunidade local.

    As investigações foram coordenadas pelo delegado Vinícius Freires e apontam que a confusão começou na noite anterior ao crime, quando os envolvidos participavam de um encontro com consumo de bebida alcoólica. Após a discussão inicial, os suspeitos teriam aguardado a vítima em uma área de mata e a atacado no trajeto de volta para casa.

    Após o crime, conforme apurado pela polícia, os jovens retornaram à comunidade com roupas sujas e rasgadas, teriam comentado o ocorrido com terceiros e, em seguida, fugiram em uma pequena embarcação com destino ao município de Maués.

    A prisão foi realizada na zona rural de Maués, durante uma operação integrada entre a 46ª e a 48ª Delegacias Interativas de Polícia (DIPs) e o Departamento de Polícia do Interior (DPI). Durante a abordagem, foram apreendidos dois terçados que, segundo a investigação, podem ter sido utilizados no homicídio.

    O diretor do DPI, delegado Paulo Mavignier, destacou que a atuação rápida das equipes em área de difícil acesso demonstra o compromisso das forças de segurança em dar resposta à população. A dupla responderá por homicídio qualificado e permanece à disposição da Justiça.

  • Adolescentes investigados por assassinar o cão Orelha serão presos? Entenda o que diz a lei

    O cão foi brutalmente espancado e acabou falecendo por eutanásia após os veterinários informarem que não teria mais o que ser feito para salvá-lo; Investigações apontam que os responsáveis pelo crime seriam por quatro adolescentes.

    Brasil – Alerta de gatilho: maus-tratos contra animais são crimes previstos em lei. Denuncie pelo 190, pela Polícia Civil ou pelo Disque-Denúncia (181).

    A morte do cachorro comunitário Orelha está gerando uma onda de protestos em busca de justiça, tanto nas redes sociais, quanto em Praia Brava, Santa Catarina, local onde o animal vivia. O cão foi brutalmente espancado e acabou falecendo por eutanásia após os veterinários informarem que não teria mais o que ser feito para salvá-lo. As investigações apontam que os responsáveis pelo crime seriam por quatro adolescentes. Mas o que diz o código penal brasileiro quanto ao crime praticado por menores de idade?

    No Brasil, adolescentes não respondem criminalmente como adultos. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não prevê a pena de prisão do menor em casos de crime contra os animais, mas há possibilidade de aplicação de outras medidas, a depender da análise do caso concreto por um juiz competente da Vara da Criança e do Adolescente. As medidas dispostas no ECA são advertência, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida ou internação, esta última quando houver um crime grave contra pessoas, reiteração na prática criminosa ou descumprimento de medidas antes impostas.

    No entanto, na esfera civil de Santa Catarina, o cão comunitário é reconhecido como parte da coletividade, e quando ele é morto, o dano não atinge só a ele, como também a comunidade inteira. Desta forma, permite-se a responsabilização dos pais pelos atos dos filhos em uma ação civil pública.

    Na investigação aponta ainda para um indício de coação de testemunhas, o que também pode gerar consequências criminais e administrativas para os adultos envolvidos.


    Fonte e Foto: Léo Dias