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  • Vídeo gera revolta após pedagoga fazer comentário agressivo sobre pais de alunos em escola de Manaus

    Declaração gravada por um estudante circulou entre famílias e levou responsáveis a cobrar investigação da Secretaria de Educação.

    Manaus – Uma pedagoga da Escola Estadual Sant’Ana, localizada no bairro Petrópolis, zona sul de Manaus, tornou-se alvo de críticas após um vídeo gravado por um estudante registrar uma declaração considerada agressiva e inadequada por pais e responsáveis. As imagens passaram a circular nas redes sociais e grupos de mensagens, provocando repercussão na comunidade escolar.

    No registro, a profissional, cuja identidade não foi divulgada, aparece fazendo um desabafo sobre situações enfrentadas no ambiente de trabalho. Durante a fala, ela utiliza uma expressão violenta ao se referir aos pais dos alunos, comentário que gerou indignação entre familiares e membros da escola.

    Veja ao vídeo

    https://www.instagram.com/reel/DZIGH8Wh9OU/?igsh=MXVpeTZ2bmxkZm9ybA==

    A gravação rapidamente chegou ao conhecimento dos responsáveis, que passaram a questionar a postura da servidora e a compatibilidade do discurso com a função exercida dentro de uma instituição de ensino. Para muitos pais, a declaração ultrapassa os limites de um desabafo e levanta preocupações sobre o ambiente educacional.

    Diante da repercussão, famílias cobraram providências e uma apuração detalhada do caso por parte da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc). O episódio também reacendeu debates sobre ética profissional, relacionamento entre escola e comunidade e a necessidade de manter um ambiente de respeito mútuo dentro das unidades de ensino.

    Até o momento, não foram divulgadas informações sobre eventuais medidas administrativas adotadas em relação à servidora. A expectativa é que o caso seja analisado pelos setores competentes da rede estadual de ensino.

    A comunidade escolar aguarda esclarecimentos oficiais sobre o episódio e os desdobramentos da investigação, enquanto o vídeo continua repercutindo entre pais, alunos e profissionais da educação.

  • Instagram alertará pais sobre pesquisas de adolescentes sobre suicídio

    Plataforma está sob pressão após a Austrália proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos.

    Tecnologia – O Instagram afirmou que notificará os pais caso seus filhos adolescentes pesquisem repetidamente termos relacionados a suicídio ou automutilação em um curto período, à medida que aumenta a pressão para que os governos sigam a proibição da Austrália quanto ao uso de redes sociais por menores de 16 anos.

    O Reino Unido disse em janeiro que estava considerando restrições para proteger as crianças online, após a medida da Austrália em dezembro. Espanha, Grécia e Eslovênia disseram nas últimas semanas que também estão pensando em limitar o acesso.

    O Instagram, de propriedade da Meta, afirmou nesta quinta-feira que começará a alertar os pais que se inscreveram em sua configuração opcional de supervisão se seus filhos tentassem acessar conteúdo relacionado a suicídio ou automutilação.

    “Esses alertas se baseiam em nosso trabalho existente para ajudar a proteger os adolescentes de conteúdo potencialmente prejudicial no Instagram”, disse a plataforma em um comunicado. “Temos políticas rígidas contra conteúdo que promova ou glorifique o suicídio ou a automutilação.”

    A política existente é bloquear essas pesquisas e redirecionar as pessoas para recursos de apoio, afirmou o Instagram, acrescentando que começará a enviar os alertas a partir da próxima semana para aqueles que se inscreveram nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá.

    Os governos estão cada vez mais buscando proteger as crianças contra danos online, especialmente após as preocupações com o chatbot de IA Grok, que gerou imagens sexualizadas não consensuais.

    No Reino Unido, medidas destinadas a impedir o acesso de crianças a sites pornográficos tiveram implicações para a privacidade dos adultos e levaram a tensões com os EUA sobre os limites da liberdade de expressão e o alcance regulatório.

    As “contas para adolescentes” do Instagram para menores de 16 anos precisam da permissão dos pais para alterar as configurações, enquanto os pais podem selecionar uma camada extra de monitoramento com o consentimento de seus filhos adolescentes.


    Fonte e Foto: CNN Brasil

  • Pais podem responder por negligência se menores forem flagrados irregulares no Carnaval em Manaus

    Adendo do Juizado da Infância reforça normas e prevê registro de ocorrência contra responsáveis.

    Manaus – Os pais ou responsáveis por crianças e adolescentes encontrados em desacordo com as normas de proteção durante eventos carnavalescos em Manaus poderão responder criminalmente por negligência e/ou abandono de incapaz. A determinação consta no Adendo nº 001/2026, publicado no dia 28 de janeiro no Diário da Justiça Eletrônico (DJe).

    O documento foi emitido pelo Juizado da Infância e Juventude Infracional da Comarca de Manaus e altera a Portaria nº 003/2023, que regulamenta a participação de menores de idade em festas de Carnaval na capital.

    Encaminhamento de crianças e adolescentes

    Com a nova redação do artigo 14, crianças e adolescentes encontrados em situação de violação ou ameaça de direitos, ou em descumprimento das regras estabelecidas, deverão ser imediatamente conduzidos aos pais ou responsáveis legais. Caso estes não sejam localizados, o menor poderá ser entregue a avós, tios ou irmãos.

    Se todas as tentativas de localizar familiares forem esgotadas, o encaminhamento será feito ao Centro Integrado de Atenção à Criança e ao Adolescente Vítimas ou Testemunhas de Violência (Ciaca), localizado no conjunto Morada do Sol, zona centro-sul, ou a uma instituição de acolhimento. Posteriormente, será registrado Boletim de Ocorrência para apuração dos crimes atribuídos aos responsáveis.

    O que diz a Portaria

    A Portaria nº 003/2023 proíbe a presença de crianças menores de 12 anos como espectadoras dos desfiles das escolas de samba no Sambódromo e a participação em bandas e blocos carnavalescos, mesmo acompanhadas.

    Adolescentes a partir de 12 anos podem comparecer aos desfiles desde que estejam acompanhados dos responsáveis e com documentos de identificação. Já crianças entre 5 e 12 anos incompletos só poderão desfilar mediante alvará judicial, solicitado pelas agremiações com antecedência mínima de 15 dias úteis.

    Fonte: AM POST