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  • Volta às aulas: compra coletiva de material escolar ajuda a aliviar o orçamento das famílias

    “Unindo Forças, a Compra Coletiva como Solução para Reduzir os Gastos com Materiais Escolares”

    Economia – Janeiro é tradicionalmente um dos meses mais desafiadores para o orçamento das famílias brasileiras. Além das despesas como impostos e mensalidades do início do ano, os pais e responsáveis ainda precisam lidar com uma extensa lista de materiais escolares exigida no início do ano letivo. Cadernos, livros, mochilas, canetas e outros itens básicos geram um impacto significativo no orçamento das famílias, especialmente diante da alta constante dos preços.
    Diante desse cenário, a compra coletiva de material escolar tem sido uma alternativa eficiente. A ideia é unir grupos para negociar diretamente com fornecedores, garantindo melhores condições de preço, pagamento e praticidade em comparação às compras individuais.
    A diretora Administrativa e de Pessoas do Grupo Sabin, Marly Vidal, conta que a iniciativa já faz parte da cultura organizacional da instituição há mais de 17 anos. “A compra coletiva possibilita uma economia significativa de tempo e dinheiro, além de trazer mais tranquilidade às famílias em um momento que já envolve muitas decisões e gastos”, explica.
    Segundo a executiva, a área de Gestão de Pessoas do Grupo Sabin estabelece parcerias com papelarias e fornecedores para facilitar o acesso dos colaboradores ao benefício. Os interessados podem encaminhar a lista de materiais à empresa ou realizar a compra diretamente nas papelarias parceiras, utilizando as condições negociadas pelo grupo. “Um diferencial é a possibilidade de parcelar o valor total da compra em até quatro vezes, sem juros, com desconto direto em folha”, afirma.
    Para Marly Vidal, iniciativas como essa reforçam o cuidado do Sabin com o bem-estar de seus profissionais. “O propósito do Sabin é inspirar pessoas a cuidar de pessoas. Quando o colaborador se sente apoiado também em suas necessidades familiares, há mais engajamento, satisfação e equilíbrio no dia a dia”, completa.

    Foto: Freepik

    Por Agência de Comunicação Repercussão

  • Pesquisa do Procon revela variação de até 300% no material escolar em Manaus

    Levantamento aponta diferença de R$ 130 no gasto total e reforça necessidade de comparar preços em papelarias e lojas.

    Manaus – O Procon Manaus, órgão vinculado à Prefeitura, divulgou nesta quarta-feira (14/1) os resultados da Pesquisa Anual de Preços dos Itens de Material Escolar 2026, realizada com o objetivo de orientar consumidores no período de compras para o início das aulas.

    Segundo o diretor do Procon, Fabrício Lima, a iniciativa busca alertar pais e responsáveis sobre o impacto financeiro da lista escolar.

    “Quando o consumidor se antecipa e compara preços, consegue reduzir gastos e evitar compras por impulso”, afirmou.

    300% de diferença em alguns produtos

    A pesquisa foi realizada em dez estabelecimentos comerciais de diferentes zonas da capital — papelarias, livrarias e lojas de utilidades — e analisou 19 itens básicos presentes nas listas de escolas infantis e do ensino fundamental.

    Os preços encontrados revelaram grande disparidade. Entre os destaques:

    cola branca (unidade): variação próxima de 300%,

    lápis de cor com 12 unidades também com salto expressivo entre lojas,

    resma de papel A4 (500 folhas) variando entre R$ 20,59 e R$ 38,

    caderno de dez matérias entre R$ 9,99 e R$ 29,99,

    agenda escolar de R$ 6 a R$ 24,99.

    Os valores confirmam que o local de compra pode influenciar diretamente no custo final para as famílias.

    Cesta básica de materiais escolar pode custar mais do dobro
    A diferença fica ainda mais evidente quando se compara o valor total mínimo e máximo estimado pelo Procon, considerando uma unidade de cada item da lista analisada.

    Menor valor encontrado: R$ 95,50,

    Maior valor: R$ 225,85.

    O intervalo representa variação de 136% — economia potencial superior a R$ 130, dependendo da papelaria escolhida.

    Embora o cálculo use apenas um exemplar por item, e escolas geralmente pedem mais unidades, o Procon afirma que a proporção é válida: consumidores que pesquisam tendem a gastar bem menos.

    Órgão recomenda planejamento antecipado
    O Procon alerta que os preços coletados refletem apenas o período da pesquisa e podem mudar conforme promoções ou reposição de estoque.

    A orientação principal é:

    usar o levantamento como referência,

    procurar promoções em diferentes datas,

    evitar compras em último momento,

    e comparar preços online e em lojas físicas.

    “O levantamento mostra que a escolha do estabelecimento tem peso real na economia doméstica”, ressaltou Fabrício Lima.

    Impacto no bolso das famílias
    Com o início do ano letivo se aproximando e listas chegando às mãos dos responsáveis, a prefeitura avalia que a pesquisa pode evitar sobrecarga no orçamento das famílias, especialmente as de baixa renda.

    Estudos anteriores do órgão indicam que o gasto com material escolar costuma aumentar quando pais deixam as compras para fevereiro, período de maior demanda e menor oferta.

    Mais pesquisas até o início das aulas
    O Procon informou que seguirá monitorando preços ao longo das próximas semanas e pode publicar novas atualizações caso identifique variações relevantes.

    A divulgação também integra o calendário de ações do órgão para 2026, que inclui fiscalização de kits escolares e orientação sobre direitos do consumidor, como a proibição de cobrança de itens não obrigatórios por parte das escolas.

    Fonte: AM POST