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  • Amazonas entra em alerta para chuvas intensas com risco de temporais e altos volumes

    Além do Amazonas, o cenário de instabilidade climática se estende por outros estados do Norte.

    Amazonas – O Amazonas está entre os estados com previsão de chuvas intensas nos próximos dias, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A tendência indica volumes elevados, principalmente na região oeste do estado, com possibilidade de temporais, descargas elétricas e rajadas de vento.

    O alerta abrange também outros estados da Região Norte, como Acre, Roraima, Rondônia, Pará e Amapá, formando uma extensa faixa de instabilidade que deve predominar ao longo da semana. A previsão indica risco de acumulados significativos em curto período, o que pode provocar transtornos em áreas urbanas e rurais.

    Oeste amazonense deve concentrar maiores volumes

    De acordo com o Inmet, os maiores índices de chuva no Amazonas devem se concentrar na porção oeste do estado. Nessas áreas, os acumulados podem ser mais expressivos, elevando o risco de alagamentos, transbordamento de igarapés e dificuldades de mobilidade.


    Em Roraima, a previsão segue o mesmo padrão, com chuvas frequentes e potencial para volumes elevados. A combinação de calor e alta umidade na atmosfera contribui para a formação de nuvens carregadas, típicas desta época do ano na região amazônica.

    Instabilidade se espalha por toda a Região Norte

    Além do Amazonas, o cenário de instabilidade climática se estende por outros estados do Norte. Rondônia, Acre e Pará também devem registrar pancadas de chuva ao longo da semana, com احتمال de episódios mais intensos em pontos isolados.

    No Amapá, a previsão segue com chuvas regulares, enquanto áreas do Tocantins podem registrar volumes menores, mas ainda dentro de um padrão de instabilidade. O fenômeno é associado à atuação de sistemas atmosféricos típicos do período chuvoso na região.

    Nordeste e Centro-Oeste também entram no radar


    A influência das chuvas se estende ainda para parte do Nordeste, especialmente nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará, onde podem ocorrer precipitações de até 100 mm em áreas isoladas.

    Já no Centro-Oeste, o cenário é mais estável, embora o norte de Mato Grosso ainda possa registrar volumes de até 40 mm. Nas demais áreas da região, como Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, a previsão indica baixa probabilidade de chuvas significativas.

    Condições exigem atenção da população


    Diante da previsão, órgãos meteorológicos recomendam atenção redobrada para possíveis impactos, especialmente em áreas vulneráveis a alagamentos e deslizamentos. A orientação é acompanhar atualizações dos institutos oficiais e adotar medidas preventivas em caso de chuva forte.

    O período reforça o padrão climático típico da Amazônia nesta época do ano, marcado por alta frequência de precipitações e episódios de chuva intensa.

    Fonte: AM POST

  • Guerra no Irã deixa agro em alerta; governo prega cautela

    Fontes ouvidas pelo portal disseram que nenhuma decisão será tomada antes de os preços aumentarem.

    Economia – Enquanto a guerra no Irã vai ganhando novos contornos, o Brasil observa atento os desdobramentos que causarão impacto na economia. Os países do Oriente Médio representam de 10% a 15% das exportações brasileiras, com destaque para o milho e carnes de frango, bovina e halal.

    A carne halal é produzida por meio de um método de abate animal que segue as regras da religião muçulmana. O Brasil é o maior exportador do produto.

    O Irã não tem um grande peso na balança comercial com o Brasil. A exceção é o mercado do milho, que representou aproximadamente 67% do que foi embarcado ao país persa, somando quase U$ 2 bilhões.

    O portal apurou que os desdobramentos da guerra estão sendo acompanhados com atenção pelo governo, mas nenhuma decisão será tomada antes de qualquer elevação dos preços.

    Interlocutores disseram que mantêm diálogo constante com o setor produtivo e que o Planalto tomará as medidas necessárias para auxiliar caso seja necessário.

    Os setores de grãos e carnes tendem a ser afetados, mas, no momento, a principal preocupação é com o preço do petróleo, já que a região é de extrema importância para a produção e circulação do combustível. Com isso, as consequências do conflito podem afetar os custos de produção.

    O fechamento do Estreito de Ormuz, maior e principal passagem marítima do petróleo no Oriente Médio, nesta segunda-feira (2), preocupa. A passagem fica entre a Península Arábica e o Irã, é uma artéria vital para o comércio mundial, principalmente para o transporte de petróleo. O estreito conecta grandes produtores do Golfo, como Arábia Saudita, Irã, Iraque e Emirados Árabes Unidos, ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico, e concentra cerca de 20% do fluxo global da commodity.

    Leandro Gilio, professor do Insper Agro Global, diz que o preço do petróleo acaba reverberando no valor dos insumos, principalmente os nitrogenados, como os fertilizantes, por exemplo.

    “A preocupação geral pro setor é essa questão de custos. A gente está vivendo um momento onde os custos eles têm apertado muito a margem do produtor e os preços globais não estão num patamar tão alto como anteriormente”, diz.

    Nesta segunda-feira, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse que o governo segue acompanhando os desdobramentos. Ele também ressaltou o impacto no preço do petróleo, usando como exemplo outros países produtores envolvidos em conflitos, como Rússia e Venezuela. Durante coletiva de imprensa, ele negou que a inflação no Brasil possa piorar: “A inflação não preocupa. O Brasil é autossuficiente em petróleo, mas isso (guerra) não é bom para a economia, nunca é bom para ninguém”.

    O ministro da Economia, Fernando Haddad, também comentou sobre possíveis desdobramentos. “A escala do conflito vai determinar muita coisa, agora, a economia brasileira está em um momento muito bom de atração de investimento, então, mesmo que haja uma turbulência de atração de curto prazo, ela não deve impactar as variáveis macroeconômicas”, disse Haddad nesta terça-feira (2) em entrevista a jornalistas na Universidade de São Paulo (USP).

    Apesar do momento de estabilidade, o ministro adiantou que, se houver uma escalada maior, haverá necessidade de adotar outras medidas. “No momento, é acompanhar com cautela e estar eventualmente preparado para uma piora do ambiente econômico, que nesse momento é difícil prever que vá acontecer”, declarou.


    Fonte e Foto: JP Notícias

  • Instagram alertará pais sobre pesquisas de adolescentes sobre suicídio

    Plataforma está sob pressão após a Austrália proibir o uso de redes sociais por menores de 16 anos.

    Tecnologia – O Instagram afirmou que notificará os pais caso seus filhos adolescentes pesquisem repetidamente termos relacionados a suicídio ou automutilação em um curto período, à medida que aumenta a pressão para que os governos sigam a proibição da Austrália quanto ao uso de redes sociais por menores de 16 anos.

    O Reino Unido disse em janeiro que estava considerando restrições para proteger as crianças online, após a medida da Austrália em dezembro. Espanha, Grécia e Eslovênia disseram nas últimas semanas que também estão pensando em limitar o acesso.

    O Instagram, de propriedade da Meta, afirmou nesta quinta-feira que começará a alertar os pais que se inscreveram em sua configuração opcional de supervisão se seus filhos tentassem acessar conteúdo relacionado a suicídio ou automutilação.

    “Esses alertas se baseiam em nosso trabalho existente para ajudar a proteger os adolescentes de conteúdo potencialmente prejudicial no Instagram”, disse a plataforma em um comunicado. “Temos políticas rígidas contra conteúdo que promova ou glorifique o suicídio ou a automutilação.”

    A política existente é bloquear essas pesquisas e redirecionar as pessoas para recursos de apoio, afirmou o Instagram, acrescentando que começará a enviar os alertas a partir da próxima semana para aqueles que se inscreveram nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá.

    Os governos estão cada vez mais buscando proteger as crianças contra danos online, especialmente após as preocupações com o chatbot de IA Grok, que gerou imagens sexualizadas não consensuais.

    No Reino Unido, medidas destinadas a impedir o acesso de crianças a sites pornográficos tiveram implicações para a privacidade dos adultos e levaram a tensões com os EUA sobre os limites da liberdade de expressão e o alcance regulatório.

    As “contas para adolescentes” do Instagram para menores de 16 anos precisam da permissão dos pais para alterar as configurações, enquanto os pais podem selecionar uma camada extra de monitoramento com o consentimento de seus filhos adolescentes.


    Fonte e Foto: CNN Brasil