Categoria: Dicas

  • Como aliviar os sintomas crônicos da artrite reumatoide, como rigidez matinal, inchaço articular ou dor persistente

    Dicas  – A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica e autoimune que afeta as articulações e provoca sintomas como rigidez matinal, inchaço articular e dor persistente.

    Embora não tenha cura, o tratamento moderno combina medicamentos imunossupressores, fisioterapia e mudanças de hábitos capazes de controlar a inflamação, preservar a função articular e oferecer qualidade de vida. O diagnóstico precoce é decisivo para evitar deformidades e complicações irreversíveis.

    Quais medicamentos compõem o tratamento moderno?

    O tratamento medicamentoso da artrite reumatoide é conduzido por um reumatologista e baseia-se em medicações que controlam a resposta imunológica e reduzem a inflamação. As classes mais utilizadas atuam de forma complementar para alcançar a remissão da doença.

    Os principais grupos de medicamentos são:

    A escolha do esquema terapêutico depende da gravidade da doença e da resposta individual, sendo importante combinar essas opções com o tratamento para artrite personalizado pelo médico.

    Como a fisioterapia ajuda no controle dos sintomas?

    A fisioterapia tem papel central no manejo da artrite reumatoide, preservando a mobilidade articular, fortalecendo a musculatura e aliviando dores crônicas. O acompanhamento profissional adapta os exercícios ao estágio da doença e às limitações de cada paciente.

    As principais técnicas utilizadas incluem alongamentos diários para manter a amplitude de movimento, exercícios de baixo impacto como hidroginástica e pilates, fortalecimento muscular com cargas leves, terapia manual para reduzir contraturas e aplicação de calor ou frio local para aliviar a rigidez e o inchaço.

    Quais mudanças de hábitos potencializam o tratamento?

    Ajustes no estilo de vida atuam diretamente sobre a inflamação sistêmica e podem reduzir significativamente a intensidade dos sintomas. A combinação de alimentação anti-inflamatória, atividade física regular e controle do estresse representa um pilar fundamental do tratamento moderno.

    Entre os hábitos mais recomendados destacam-se:

    1. Adotar dieta mediterrânea: rica em vegetais, peixes, azeite de oliva e oleaginosas.
    2. Eliminar o tabagismo: o cigarro agrava a inflamação e a progressão da doença.
    3. Manter peso adequado: reduz a sobrecarga sobre as articulações.
    4. Praticar atividade física regular: preserva a mobilidade e fortalece a musculatura.
    5. Dormir de 7 a 9 horas por noite: regula a resposta imunológica e reduz a dor.
    6. Gerenciar o estresse: técnicas como meditação e respiração consciente diminuem as crises.

    O que dizem os estudos sobre diagnóstico precoce?

    O conceito de janela de oportunidade terapêutica vem sendo amplamente investigado pela comunidade reumatológica. Iniciar o tratamento nos primeiros meses após o surgimento dos sintomas pode modificar o curso da doença de forma duradoura.

    Segundo a meta-análise Long-term impact of early treatment on radiographic progression in rheumatoid arthritis, publicada no periódico Arthritis and Rheumatism, o início precoce dos medicamentos modificadores da doença está associado a benefícios sustentados na progressão radiográfica das articulações por até cinco anos, reforçando a existência de um período crítico para intervenção terapêutica.

    Quando procurar um reumatologista?

    Identificar os sinais iniciais da artrite reumatoide e buscar avaliação especializada nos primeiros três meses faz toda a diferença no prognóstico. Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de evitar deformidades e alcançar a remissão da doença.

    Sinais que merecem atenção imediata incluem rigidez matinal com duração superior a uma hora, inchaço em pequenas articulações como dedos e punhos, dor simétrica nos dois lados do corpo, cansaço persistente e perda de força nas mãos. Diante desses sintomas de artrite reumatoide, a consulta com o reumatologista deve ser priorizada.

    Fonte: Tua Saúde

  • 6 maneiras de descascar ovos cozidos; conheça a mais eficiente

    Teste revela melhor forma de descascar ovos cozidos sem destruir a clara

    Dicas – Descascar ovos cozidos pode parecer uma tarefa simples, mas para muita gente o processo é sinônimo de frustração. Casca grudada, pedaços da clara arrancados e ovos deformados estão entre os problemas mais comuns na cozinha. Em busca da técnica perfeita, o site Food & Wine decidiu testar diferentes métodos populares para descobrir qual realmente funciona melhor.

    Ao todo, seis técnicas foram avaliadas e receberam notas conforme a facilidade, a praticidade e o resultado final. O teste foi realizado com ovos grandes cozidos no vapor durante 12 minutos. Depois disso, eles foram mergulhados em banho de gelo por 10 minutos para interromper o cozimento e facilitar o manuseio.

    Entre métodos virais nas redes sociais e truques tradicionais de cozinha, uma combinação simples acabou surpreendendo e conquistando a melhor avaliação.

    1. Com uma colher

    Nota: 3/10

    A técnica viral nas redes sociais consiste em quebrar a parte inferior do ovo com a uma colher e usar o utensílio para retirar a casca.

    Apesar da teoria parecer eficiente, o método teve o pior desempenho entre todos os testes. Nenhum ovo saiu perfeitamente descascado e o processo foi considerado trabalhoso e pouco prático.

    1. Agitar em um frasco de vidro

    Nesse método, o ovo é colocado dentro de um pote de vidro com um pouco de água. Depois, basta fechar o recipiente e agitá-lo até que a casca fique completamente rachada.

    O teste mostrou que a técnica pode funcionar, mas exige cuidado. Em algumas tentativas, o ovo acabou destruído pela força do movimento. Quando executado corretamente, o método conseguiu remover boa parte da casca sem grandes danos.

    1. Descascar debaixo da água corrente

    Nota: 7/10

    Muito comum nas cozinhas domésticas, a técnica utiliza água fria corrente para ajudar a separar a casca da clara.

    Os resultados foram razoáveis. Alguns ovos descascaram facilmente, enquanto outros perderam partes da clara durante o processo. Apesar da simplicidade, o método foi considerado inconsistente.

    1. Rolar o ovo na bancada ou mesa

    Nota: 8,5/10

    A técnica consiste em pressionar levemente o ovo contra a bancada e rolá-lo até que toda a casca fique rachada.

    O método surpreendeu pela eficiência. Depois de criar pequenas rachaduras em toda a superfície, a casca passou a se soltar com muito mais facilidade. O processo também foi considerado rápido e prático.

    1. Enrolar o ovo em uma toalha

    Nota: 9,5/10

    Semelhante ao método anterior, essa técnica adiciona um pano de prato entre a mão e o ovo antes de rolá-lo.

    O tecido ajuda a distribuir melhor a pressão e cria fissuras menores e mais uniformes na casca. O resultado foi um descasque mais fácil e com menos danos à clara.

    1. Descascar em uma tigela com água

    Nota: 9,5/10

    Neste método, o ovo é descascado dentro de uma tigela cheia de água fria.

    A água penetra entre a casca e a clara, facilitando a remoção em pedaços maiores. A técnica também se mostrou eficiente para descascar vários ovos ao mesmo tempo sem desperdício.

    criar pequenas rachaduras por toda a casca. Depois, ele é colocado em uma tigela com água fria para ser descascado.

    Segundo o teste, essa estratégia permitiu remover praticamente toda a casca sem deixar resíduos e sem arrancar pedaços da clara. Além disso, o método funcionou de forma consistente em todas as tentativas.

    A conclusão do experimento aponta que pequenas mudanças fazem grande diferença na cozinha. Para quem costuma perder a paciência ao descascar ovos cozidos, a combinação entre rachaduras suaves e água fria pode ser a solução mais eficiente.

    Fonte: Terra

  • EMS acerta compra da Medley, marca de remédios genéricos da Sanofi

    A conclusão do negócio ainda depende do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de outras condições regulatórias.

    Dicas – O Grupo EMS firmou um acordo com a farmacêutica francesa Sanofi para comprar 100% da Medley, uma das principais marcas de medicamentos genéricos do Brasil, informaram as empresas nesta sexta-feira (6). O valor da transação não foi divulgado. Segundo o jornal Valor Econômico, a operação foi avaliada em cerca de R$ 3,6 bilhões (US$ 670 milhões).

    Fundada em 1996, a Medley é uma das principais marcas de genéricos do país e ganhou espaço ao longo dos anos com medicamentos de menor custo. Em 2009, a empresa foi comprada pela farmacêutica francesa Sanofi por cerca de R$ 1,5 bilhão.

    O negócio ocorreu após uma disputa que mobilizou diversos laboratórios interessados no ativo. Além da EMS, empresas como Sun Pharma, Hypera, Biolab e Aché também apresentaram propostas pela Medley.

    Com fábrica em Campinas (SP), a empresa produz comprimidos, cápsulas, drágeas, líquidos, pomadas, cremes e suspensões. Ao todo, a emprega cerca de 1.800 pessoas.

    Para a EMS, a aquisição deve ampliar o portfólio de medicamentos e reforçar a presença da companhia no segmento de genéricos, considerado um dos pilares de crescimento do grupo. A companhia atualmente lidera o ranking da indústria farmacêutica no Brasil em vendas para no varejo, à frente de empresas como Eurofarma, Hypera Pharma e Sanofi.

    “A empresa construiu uma marca muito sólida e respeitada no mercado brasileiro e possui medicamentos importantes. Esta aquisição é relevante para o povo brasileiro e para a indústria nacional”, afirmou Carlos Sanchez, presidente do conselho de administração do Grupo EMS.

    Para a Sanofi, a venda faz parte da estratégia de concentrar investimentos em medicamentos biofarmacêuticos inovadores e vacinas. A empresa informou que pretende direcionar recursos para áreas com maior potencial de impacto em tratamentos ainda pouco atendidos.

    Durante o processo de aprovação da operação, a Medley continuará sendo administrada pela Sanofi, mantendo suas atividades normalmente, segundo as empresas.

    A conclusão do negócio ainda depende do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de outras condições regulatórias.

    • 💊 Medicamentos genéricos são remédios que têm o mesmo princípio ativo, dose e eficácia que o medicamento de marca, mas são vendidos sem marca e por preço mais baixo. No Brasil, eles são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e são identificados pela tarja amarela com a letra “G” na embalagem.

    Em 2025, o segmento de genéricos movimentou R$ 23 bilhões, alta de 13,4% em relação a 2024, e responde por cerca de 40% do mercado de medicamentos, segundo a PróGenéricos.

    Hoje, 75% dos medicamentos mais prescritos no país são genéricos, presentes também em 85% dos itens do Programa Farmácia Popular, programa do Governo Federal de acesso gratuito a medicamentos.

    Em 2024, a EMS fez uma proposta para comprar até 20% das ações da Hypera, uma das maiores farmacêuticas do país e concorrente da companhia. A ideia era unir as operações das duas companhias e criar o maior grupo farmacêutico do Brasil.

    A oferta previa pagar R$ 30 por ação, com prêmio em relação ao preço de mercado, e sugeria que a empresa resultante fosse listada no Novo Mercado da B3. O conselho da Hypera rejeitou a oferta.

    As duas empresas também disputaram a compra das marcas Buscopan e Buscofem, que pertenciam ao portfólio da farmacêutica Boehringer Ingelheim. Na ocasião, a Hypera Pharma acabou vencendo a disputa contra a EMS, que também demonstrava forte interesse no negócio.

    Já em 2025, a EMS entrou em um novo mercado ao lançar no Brasil suas canetas injetáveis para tratamento de obesidade e diabetes tipo 2, com os medicamentos Olire e Lirux, à base de liraglutida.

    A empresa se tornou a primeira fabricante totalmente brasileira a produzir análogos de GLP-1, classe de medicamentos usada no tratamento dessas doenças.

    Os produtos chegaram às farmácias com preços a partir de cerca de R$ 307, com a estratégia de competir com marcas internacionais oferecendo valores mais baixos.

    Fonte: G1